Zimbra

Falha de segurança no Zimbra Collaboration é explorada ativamente

Uma vulnerabilidade crítica no Zimbra Collaboration (ZCS), identificada como CVE-2026-73570, está sendo explorada ativamente, conforme alertado pelo CERT Polska. Com uma pontuação CVSS de 8.9, a falha permite a execução remota de código devido a uma injeção de comando, especialmente quando o pacote opcional zimbra-snmp está instalado e as notificações SNMP estão habilitadas. A vulnerabilidade resulta de uma sanitização inadequada de entradas não confiáveis durante o processamento de notificações SNMP, permitindo que um atacante não autenticado envie requisições SMTP especialmente elaboradas que podem executar comandos arbitrários no sistema operacional como o usuário do Zimbra. A Zimbra lançou um patch na versão 10.1.20 para corrigir essa falha no mês passado. O CERT Polska recomenda que os usuários verifiquem o arquivo ‘/var/log/zimbra.log’ em busca de reinicializações suspeitas do serviço Zimbra e arquivos criados nas pastas relacionadas nos últimos 30 dias. Além disso, a Zimbra tem sido um alvo frequente de atores maliciosos, como demonstrado em uma campanha de phishing orquestrada por um grupo vinculado à Rússia, que explorou uma vulnerabilidade anterior para comprometer servidores de e-mail Zimbra de organizações governamentais e comerciais ocidentais.

Vulnerabilidade crítica no Zimbra é explorada por atacantes

O CERT Polska, equipe de resposta a incidentes de segurança da Polônia, alertou sobre a exploração de uma vulnerabilidade crítica na Zimbra Collaboration Suite (ZCS), um software amplamente utilizado para e-mails e colaboração. A falha, identificada como CVE-2026-73570, permite que atacantes não autenticados realizem execução remota de código ao explorar uma fraqueza de injeção de comandos no componente de monitoramento SNMP, quando as notificações SNMP estão ativadas. A equipe de segurança da Zimbra lançou uma atualização (versão 10.1.20) em 20 de julho para corrigir essa vulnerabilidade. Atualmente, mais de 12.100 servidores Zimbra estão expostos na internet, com a maioria localizada na Europa e na Ásia. O CERT Polska alertou que os administradores devem verificar logs em busca de atividades suspeitas, como reinicializações inesperadas do serviço Zimbra e arquivos criados em diretórios específicos. A vulnerabilidade já está sendo ativamente explorada, e falhas anteriores no Zimbra foram utilizadas em ataques direcionados a servidores de e-mail vulneráveis, destacando a necessidade de vigilância constante e atualização de sistemas.

Grupo de espionagem russo explora falha no Zimbra para roubo de dados

Um grupo de espionagem apoiado pelo Estado russo explorou uma vulnerabilidade desconhecida no cliente de webmail Zimbra, permitindo que eles acessassem e-mails de organizações ocidentais por meses. A falha, identificada como CVE-2025-66376, é uma vulnerabilidade de cross-site scripting armazenada na interface Classic do Zimbra. Ao abrir um e-mail malicioso, o payload é executado automaticamente, permitindo o roubo de dados sensíveis, como senhas e códigos de autenticação de dois fatores. As agências de segurança dos EUA, incluindo a NSA e a CISA, emitiram um aviso conjunto sobre a campanha, que começou em julho de 2025. A vulnerabilidade foi corrigida em novembro de 2025, mas as credenciais já comprometidas não foram revogadas. O grupo, identificado como TA488, utilizou contas de e-mail controladas por adversários para enviar mensagens maliciosas, muitas vezes disfarçadas como resumos de notícias. A exploração da falha permitiu que o grupo acessasse informações críticas de várias organizações, incluindo governos e setores financeiros. A recomendação é que as organizações atualizem suas versões do Zimbra e verifiquem contas potencialmente comprometidas.

Grupo de hackers russo ataca servidores de e-mail Zimbra

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) alertou sobre o grupo de hackers russo Laundry Bear, também conhecido como Void Blizzard, que está atacando organizações que utilizam servidores de e-mail Zimbra Collaboration. Os ataques combinam phishing com a exploração de uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2025-66376, que permite a execução de JavaScript malicioso em e-mails HTML. Essa falha, que foi corrigida em novembro de 2025, permite que os atacantes acessem dados de contas de e-mail sem que a vítima precise clicar em links. O grupo tem como alvo entidades do setor de defesa, governo, educação, energia, e tecnologia, coletando informações sensíveis como e-mails, senhas e tokens de autenticação de dois fatores. Além disso, Laundry Bear utiliza kits de phishing que imitam portais de login legítimos do Zimbra, facilitando o roubo de credenciais. A CISA recomenda que as organizações atualizem seus sistemas, monitorem atividades suspeitas e implementem autenticação multifatorial resistente a phishing. Este incidente destaca a necessidade urgente de proteção cibernética, especialmente para setores críticos que podem ser alvos de espionagem e ataques cibernéticos.

Zimbra corrige falhas críticas de segurança em sua plataforma

A Zimbra lançou atualizações para corrigir diversas vulnerabilidades críticas em sua plataforma, incluindo uma falha de injeção de comando no componente de monitoramento do Simple Network Management Protocol (SNMP). No total, nove vulnerabilidades foram corrigidas na versão 10.1.20 do Zimbra. A falha de injeção de comando é considerada a mais grave, especialmente quando as notificações SNMP estão habilitadas. Além disso, foram abordadas quatro falhas de cross-site scripting (XSS) no cliente web clássico, que poderiam permitir a execução de scripts maliciosos sob certas condições. Uma vulnerabilidade adicional permitia que usuários autenticados contornassem restrições de encaminhamento de e-mails, possibilitando a exfiltração de mensagens. Embora nenhuma das vulnerabilidades tenha sido identificada como ativamente explorada, a história de exploração de falhas XSS em softwares de e-mail torna essencial que os clientes apliquem as atualizações para garantir a segurança de seus ambientes. A empresa não divulgou detalhes adicionais, seguindo as melhores práticas do setor em relação à divulgação de informações sobre vulnerabilidades.

Zimbra alerta sobre vulnerabilidade crítica em cliente web

A Zimbra está alertando seus clientes sobre uma vulnerabilidade crítica que afeta o Classic Web Client, a qual pode permitir a execução de código arbitrário. Essa falha é classificada como um caso de cross-site scripting (XSS) armazenado, onde e-mails especialmente elaborados podem executar scripts maliciosos na sessão do usuário ao serem abertos. A empresa recomenda que os usuários atualizem para a versão 10.1.19 do Zimbra Collaboration Suite para garantir a proteção adequada. Embora a Zimbra não tenha relatado exploração ativa dessa vulnerabilidade, falhas XSS em suas plataformas têm sido alvo de ataques nos últimos anos, com tentativas de exploração documentadas desde dezembro de 2021. A vulnerabilidade atual ainda não possui um identificador CVE, mas a gravidade do problema é acentuada pelo potencial de acesso a informações de caixa de entrada, dados de sessão e configurações de conta. A atualização é essencial para mitigar riscos, especialmente considerando que outras falhas XSS já foram exploradas em ataques direcionados, como os que afetaram o setor militar brasileiro no passado.

Zimbra alerta sobre vulnerabilidade crítica em cliente web clássico

A equipe de segurança da Zimbra alertou seus clientes sobre uma vulnerabilidade crítica que afeta o Classic Web Client, utilizado para acessar a suíte de colaboração Zimbra. Essa falha de segurança, que ainda não possui um ID CVE, permite que atacantes explorem o cliente através de e-mails maliciosos, executando código malicioso ao abrir as mensagens. A exploração bem-sucedida pode resultar no roubo de dados de sessão, configurações de conta e informações da caixa de entrada. A Zimbra lançou a versão 10.1.19 para corrigir essa vulnerabilidade e recomenda que todos os usuários do Classic Web Client atualizem imediatamente. Embora a vulnerabilidade ainda não tenha sido confirmada como explorada ativamente, foi reportada pelo Google Threat Analysis Group, que frequentemente identifica exploits zero-day usados por grupos de hackers apoiados por estados. Nos últimos anos, hackers patrocinados pelo estado russo têm explorado vulnerabilidades do Zimbra para comprometer servidores vulneráveis, incluindo ataques a organizações alinhadas à OTAN. A situação é crítica, pois a falha pode ser utilizada em ataques direcionados a indivíduos de alto risco, como políticos e jornalistas. Portanto, a atualização é essencial para garantir a segurança dos ambientes que utilizam essa tecnologia.

Mais de 10 mil instâncias do Zimbra vulneráveis a ataques em andamento

Mais de 10.000 instâncias do Zimbra Collaboration Suite (ZCS) estão expostas online e vulneráveis a ataques que exploram uma falha de segurança de cross-site scripting (XSS), conforme relatado pela organização de segurança sem fins lucrativos Shadowserver. O Zimbra é um software de e-mail e colaboração amplamente utilizado, incluindo por diversas agências governamentais e empresas ao redor do mundo. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-48700, afeta as versões 8.8.15, 9.0, 10.0 e 10.1 do ZCS, permitindo que atacantes não autenticados acessem informações sensíveis ao executar JavaScript arbitrário na sessão do usuário. A Synacor, responsável pelo Zimbra, lançou patches de segurança em junho de 2025, alertando que a exploração da falha não requer interação do usuário e pode ser ativada ao visualizar um e-mail malicioso. A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) incluiu a CVE-2025-48700 em seu catálogo de vulnerabilidades conhecidas exploradas, exigindo que agências federais protejam seus servidores Zimbra em um prazo de três dias. A maioria dos servidores vulneráveis está localizada na Ásia e na Europa, com um número significativo ainda sem correção. Além disso, a exploração de falhas do Zimbra tem sido uma tática comum em ataques cibernéticos, incluindo campanhas de phishing direcionadas a entidades governamentais ucranianas.

Hackers exploram vulnerabilidade do Zimbra para atacar entidades ucranianas

Hackers do grupo APT28, vinculado ao serviço de inteligência militar da Rússia (GRU), estão explorando uma vulnerabilidade crítica no Zimbra Collaboration Suite (ZCS) para atacar entidades governamentais da Ucrânia. A falha de segurança, identificada como CVE-2025-66376, foi corrigida em novembro e permite que atacantes não autenticados realizem execução remota de código (RCE) através de um ataque de cross-site scripting (XSS) armazenado. A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos EUA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de falhas ativamente exploradas e ordenou que agências federais protegessem seus servidores em um prazo de duas semanas. Os ataques, que utilizam e-mails de phishing, têm como alvo instituições críticas, como a Agência Estatal de Hidrologia da Ucrânia. Os hackers enviam mensagens que contêm um payload JavaScript ofuscado, que, ao ser aberto, coleta credenciais e dados sensíveis do usuário. A vulnerabilidade do Zimbra tem sido frequentemente alvo de grupos patrocinados pelo Estado russo, com um histórico de exploração em larga escala. A situação destaca a necessidade urgente de medidas de segurança para proteger sistemas vulneráveis, especialmente em um contexto de crescente atividade cibernética hostil.

CISA ordena proteção de servidores contra vulnerabilidade no Zimbra

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) emitiu uma ordem para que agências governamentais dos EUA protejam seus servidores contra uma vulnerabilidade ativamente explorada no Zimbra Collaboration Suite (ZCS), identificada como CVE-2025-66376. Essa falha de segurança, classificada como de alta severidade, resulta de uma vulnerabilidade de cross-site scripting (XSS) armazenada na interface Classic UI, permitindo que atacantes remotos não autenticados executem JavaScript arbitrário através de e-mails HTML maliciosos. A CISA deu um prazo de duas semanas para que as agências federais implementem correções, conforme a Diretiva Operacional Vinculante (BOD) 22-01. Embora a BOD se aplique apenas a agências federais, a CISA recomendou que todas as organizações, incluindo as do setor privado, realizem a correção dessa falha. O Zimbra já foi alvo de ataques anteriores, com hackers explorando vulnerabilidades para comprometer milhares de servidores de e-mail globalmente. A situação destaca a necessidade urgente de ações de mitigação para evitar possíveis sequestros de sessões e roubo de dados sensíveis.

CISA alerta sobre falhas críticas em Zimbra e SharePoint

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta para que agências governamentais apliquem patches em duas vulnerabilidades críticas que estão sendo ativamente exploradas. A primeira, CVE-2025-66376, é uma vulnerabilidade de cross-site scripting (XSS) no Zimbra Collaboration Suite, que permite que atacantes abusem de diretrizes CSS em mensagens de e-mail HTML. A segunda, CVE-2026-20963, é uma vulnerabilidade de desserialização de dados não confiáveis no Microsoft Office SharePoint, permitindo que um invasor execute código remotamente. Ambas as falhas foram corrigidas em versões recentes dos softwares. O alerta da CISA é especialmente relevante após a descoberta de uma campanha de ataque, denominada Operação GhostMail, que utiliza a vulnerabilidade do Zimbra para roubar credenciais e dados sensíveis de usuários. Os atacantes, supostamente patrocinados pelo Estado russo, têm se concentrado em organizações ucranianas, mas a exploração dessas vulnerabilidades pode afetar usuários em todo o mundo, incluindo o Brasil. A CISA recomenda que as agências federais apliquem os patches até datas específicas para mitigar os riscos associados.

CISA alerta sobre vulnerabilidade zero-day no Zimbra Collaboration Suite

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) emitiu um alerta urgente sobre uma vulnerabilidade zero-day de cross-site scripting (XSS) no Zimbra Collaboration Suite (ZCS), que está sendo ativamente explorada por agentes maliciosos. Essa falha permite que atacantes sequestram sessões de usuários, roubem dados sensíveis e manipulem filtros de e-mail sem a necessidade de privilégios elevados. A vulnerabilidade se origina da sanitização insuficiente de conteúdo HTML em arquivos de convite de calendário (ICS) visualizados na interface Classic Web Client. Um atacante pode criar uma entrada ICS maliciosa que embute código JavaScript, que é executado quando um usuário desavisado abre o e-mail com o anexo comprometido. A CISA adicionou essa falha ao seu Catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas em 7 de outubro de 2025, atribuindo um prazo de ação até 28 de outubro de 2025. Com um CVSS de 7.5, a vulnerabilidade é considerada de alta severidade. Os administradores do ZCS são aconselhados a aplicar patches disponíveis ou seguir estratégias de mitigação imediatas para evitar acessos não autorizados e possíveis vazamentos de dados. A recomendação inclui a revisão de políticas de anexos de e-mail e a educação dos usuários sobre os riscos associados a convites de calendário inesperados.

Vulnerabilidade zero-day na Zimbra expõe Exército Brasileiro a hackers

Uma vulnerabilidade zero-day na plataforma Zimbra Collaboration, que integra e-mail, calendários e chats, deixou instituições militares brasileiras vulneráveis a ciberataques em 2025. Identificada como CVE-2025-27915, a falha estava relacionada a scripts entre sites (XSS) no cliente web Classic, permitindo a execução de códigos JavaScript maliciosos através de arquivos ICS de calendário. Embora a Zimbra tenha lançado patches para corrigir a brecha, a exposição anterior pode ter comprometido dados sensíveis. Relatórios indicam que hackers desconhecidos tentaram invadir militares brasileiros utilizando arquivos ICS maliciosos, que continham códigos projetados para roubar informações e redirecionar e-mails para endereços controlados por criminosos. O ataque, que não foi confirmado como bem-sucedido, destaca a necessidade de vigilância contínua e atualizações de segurança em sistemas amplamente utilizados, como o Zimbra, que é comum em diversas organizações no Brasil.

Vulnerabilidade no Zimbra é explorada em ataques ao Exército Brasileiro

Uma vulnerabilidade de segurança agora corrigida no Zimbra Collaboration foi explorada como um zero-day em ataques cibernéticos direcionados ao Exército Brasileiro. Identificada como CVE-2025-27915, essa falha de cross-site scripting (XSS) armazenada permite a execução de código arbitrário devido à sanitização insuficiente de conteúdo HTML em arquivos de calendário ICS. Quando um usuário visualiza um e-mail com uma entrada ICS maliciosa, um código JavaScript embutido é executado, possibilitando que um atacante realize ações não autorizadas, como redirecionar e-mails para um endereço controlado por ele. A vulnerabilidade foi corrigida nas versões 9.0.0 Patch 44, 10.0.13 e 10.1.5, lançadas em 27 de janeiro de 2025. No entanto, um relatório da StrikeReady Labs, publicado em 30 de setembro de 2025, revelou que a falha foi explorada em ataques reais, onde atores desconhecidos se passaram pelo Escritório de Protocolo da Marinha da Líbia para atacar o Exército Brasileiro. O arquivo ICS continha um código JavaScript projetado para roubar dados, incluindo credenciais e e-mails, e adicionar regras de filtro maliciosas no Zimbra. O ataque destaca a necessidade urgente de monitoramento e atualização de sistemas para evitar compromissos semelhantes.