Zero Trust

Funcionários não humanos o futuro da cibersegurança

O artigo destaca a crescente importância das Identidades Não Humanas (NHIs) na cibersegurança, à medida que as empresas adotam Inteligência Artificial (IA) e automação em nuvem. Com 51% dos profissionais reconhecendo que a segurança das NHIs é tão crucial quanto a das contas humanas, a falta de visibilidade e supervisão sobre essas identidades representa um risco significativo. NHIs, como bots e contas de serviço, frequentemente têm acesso amplo e permanente a sistemas sensíveis, tornando-se alvos atraentes para cibercriminosos. Para mitigar esses riscos, as organizações devem implementar estratégias modernas de segurança, incluindo princípios de zero-trust, acesso com privilégios mínimos e rotação automatizada de credenciais. O gerenciamento adequado de segredos, como chaves de API e credenciais SSH, é essencial para evitar vulnerabilidades. O artigo conclui que, à medida que a infraestrutura das empresas se torna mais automatizada, as NHIs devem ser tratadas como identidades de primeira classe, com monitoramento contínuo e acesso controlado, para proteger dados e sistemas críticos.

Equipes de segurança ainda capturam malware, mas o que não capturam?

As equipes de segurança estão enfrentando um novo desafio na detecção de malware, pois muitos ataques modernos não se manifestam mais como arquivos ou binários que acionam alertas tradicionais. Em vez disso, os invasores utilizam ferramentas já existentes no ambiente, como scripts, acesso remoto e fluxos de trabalho de desenvolvedores, criando assim um ponto cego nas defesas. O artigo destaca a importância de uma nova abordagem para identificar táticas ocultas, como os ataques ‘Living off the Land’, que utilizam ferramentas confiáveis do sistema, e os ataques de reassemblagem ‘Last Mile’, que empregam HTML e JavaScript ofuscados para executar lógica maliciosa sem um payload claro. Além disso, a segurança em ambientes de desenvolvimento, como pipelines CI/CD, é crítica, pois dependem de tráfego criptografado, permitindo que códigos maliciosos passem despercebidos. O webinar proposto pela equipe da Zscaler Internet Access abordará como a inspeção nativa em nuvem, análise de comportamento e design de zero-trust podem ajudar a expor esses caminhos de ataque ocultos antes que atinjam os usuários ou sistemas de produção. Essa discussão é especialmente relevante para equipes de SOC, líderes de TI e arquitetos de segurança que buscam fechar lacunas sem comprometer a agilidade dos negócios.

Zero Trust Como a Integração de Ferramentas Melhora a Segurança

O modelo de segurança Zero Trust tem se mostrado eficaz na redução da superfície de ataque e na resposta a ameaças, mas muitas organizações ainda enfrentam dificuldades em sua implementação devido à falta de comunicação entre ferramentas de segurança. Segundo a Accenture, 88% das empresas relatam desafios significativos nesse processo. O Shared Signals Framework (SSF) surge como uma solução para padronizar a troca de eventos de segurança, mas sua adoção ainda é desigual, como exemplificado pelo Kolide Device Trust, que não suporta SSF atualmente.

WatchGuard antecipa tendências de cibersegurança para 2026

A WatchGuard Technologies divulgou um relatório com previsões para a cibersegurança em 2026, destacando a crescente importância da inteligência artificial e das regulamentações de segurança digital. Segundo os especialistas Marc Laliberte e Corey Nachreiner, os crypto-ransomwares devem diminuir, pois as empresas estão adotando melhores práticas de backup e recuperação, tornando-se menos propensas a pagar resgates. Em contrapartida, os ataques focados em roubo de dados e chantagem por exposição pública devem aumentar. Além disso, a segurança do ecossistema open source pode ser ameaçada por ataques a repositórios como NPM e PyPI, levando à necessidade de defesas automatizadas baseadas em IA. Com a implementação do Cyber Resilience Act na Europa, empresas terão apenas 24 horas para reportar vulnerabilidades, o que pode acelerar a adoção de práticas de segurança. A previsão é que em 2026 ocorra o primeiro ataque totalmente executado por IA, ressaltando a urgência de defesas igualmente automatizadas. Falhas de configuração e ataques a portas de VPN continuarão a ser vulnerabilidades significativas, especialmente para pequenas e médias empresas, que devem adotar medidas de segurança do tipo Zero Trust.

Microsoft reforça segurança do Entra ID contra injeções de scripts

A Microsoft anunciou que, a partir de outubro de 2026, implementará melhorias na segurança da autenticação do Entra ID, bloqueando ataques de injeção de scripts não autorizados. A atualização da Política de Segurança de Conteúdo (CSP) permitirá apenas a execução de scripts provenientes de domínios confiáveis da Microsoft durante o processo de login em ’login.microsoftonline.com’. Essa medida visa proteger os usuários contra ataques de Cross-Site Scripting (XSS), que possibilitam a injeção de códigos maliciosos em sites. A mudança se aplica exclusivamente a experiências de login baseadas em navegador e não afetará o Microsoft Entra External ID. A Microsoft recomenda que as organizações testem seus fluxos de autenticação antes da implementação para evitar problemas. Além disso, a empresa aconselha a não utilização de extensões de navegador que injetem códigos durante o login. Essa atualização faz parte da Iniciativa de Futuro Seguro da Microsoft, que busca priorizar a segurança no desenvolvimento de novos produtos, especialmente em resposta a um relatório que indicou a necessidade de uma reforma na cultura de segurança da empresa. Outras medidas de segurança já implementadas incluem a adoção de autenticação multifator resistente a phishing e a migração de serviços para ambientes mais seguros.

Como a Samsung garante segurança em dispositivos móveis corporativos

O uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo traz benefícios, mas também riscos significativos à segurança de dados. Para mitigar esses riscos, muitas empresas estão adotando soluções da Samsung, especialmente os dispositivos Galaxy e o Knox Suite. O Knox é uma plataforma de segurança integrada que combina proteção em hardware e software, oferecendo uma defesa em múltiplas camadas contra ataques de malware. Além disso, os dispositivos Galaxy são projetados para atender aos rigorosos padrões de segurança exigidos por empresas, incluindo funcionalidades como inicialização segura e ambientes de execução confiáveis.

A Importância do Fabric de Segurança de Identidade na Cibersegurança

O Fabric de Segurança de Identidade (ISF) é uma estrutura arquitetônica unificada que integra diversas capacidades de identidade, como governança, gerenciamento de acesso e detecção de ameaças. Com o aumento da complexidade dos ambientes de TI e a prevalência de ataques cibernéticos, a abordagem tradicional com ferramentas isoladas se torna insuficiente. O ISF se destaca por proteger todos os tipos de identidade, incluindo humanos, máquinas e agentes de IA, em ambientes on-premises, híbridos e multi-nuvem.

Zscaler adquire SPLX para aprimorar Zero Trust Exchange com IA

A Zscaler anunciou a aquisição da SPLX, uma empresa pioneira em segurança com inteligência artificial (IA), ampliando significativamente sua plataforma Zero Trust Exchange. Esta aquisição é estratégica, pois permite que as organizações protejam todo o ciclo de vida da IA, desde o desenvolvimento até a implantação, em uma única plataforma integrada. Com investimentos em infraestrutura de IA projetados para ultrapassar US$ 250 bilhões até o final de 2025, surgem novos desafios de segurança, como a proliferação de IA não gerenciada e superfícies de ataque emergentes que ferramentas tradicionais não conseguem abordar.

Previsões de Cibersegurança A Identidade como Ponto Crítico em 2026

O artigo da BeyondTrust destaca que em 2026, as ameaças cibernéticas estarão fortemente ligadas à gestão de identidades. A primeira previsão é a ascensão da IA agente como vetor de ataque, onde ferramentas de IA podem ser manipuladas para executar ações maliciosas devido a permissões inadequadas. A segunda previsão é o aumento do ‘account poisoning’, onde fraudadores inserem pagadores e cobradores fraudulentos em contas financeiras, utilizando automação para explorar falhas nos sistemas. Por último, o artigo alerta para a presença de ‘identidades fantasmas’ em sistemas de gerenciamento de identidade (IAM), que podem resultar em brechas de segurança não detectadas. As organizações devem adotar uma postura de segurança centrada na identidade, aplicando princípios de menor privilégio e zero trust. Além disso, o artigo menciona a obsolescência das VPNs tradicionais e o surgimento do ‘AI veganism’, um movimento contra o uso de IA por questões éticas. A mensagem central é que a segurança deve ser reavaliada à luz dessas novas ameaças, com foco na gestão de identidades.

Zero Trust uma solução comprovada para os novos desafios de segurança da IA

À medida que as organizações buscam aproveitar o potencial produtivo dos modelos de linguagem de grande escala (LLMs) e da IA autônoma, surge uma preocupação com a segurança: como garantir que essas ferramentas poderosas não causem vazamentos de dados ou ações maliciosas? O artigo destaca que a arquitetura de Zero Trust, que se baseia na premissa de ’nunca confiar, sempre verificar’, é essencial para proteger interações complexas entre usuários, agentes de IA e dados sensíveis. O uso de LLMs pode multiplicar os riscos de exposição, pois cada interação pode resultar em vazamentos em larga escala. Portanto, é crucial implementar controles dinâmicos e baseados em identidade, garantindo que cada agente de IA tenha suas permissões rigorosamente gerenciadas. O Zero Trust deve ser aplicado em fluxos de trabalho de IA, vinculando agentes a identidades verificadas e utilizando controles contextuais para limitar o acesso. A adoção desse modelo não apenas protege os dados, mas também permite que as organizações inovem com segurança, atendendo às crescentes exigências regulatórias em torno do uso da IA.

O que significa Zero Trust (Confiança Zero)?

O modelo de segurança Zero Trust, ou Confiança Zero, surge como uma resposta às limitações do modelo tradicional de segurança, que considerava tudo dentro da rede corporativa como seguro. Com a crescente adoção da computação em nuvem e do trabalho remoto, essa abordagem se tornou obsoleta. O princípio central do Zero Trust é o mantra ‘Nunca confie, sempre verifique’, que implica que nenhum usuário ou dispositivo é confiável por padrão. Cada acesso a dados ou aplicativos deve ser autenticado e verificado, independentemente de sua origem.

As 10 Melhores Ferramentas de Gestão de Acesso Privilegiado em 2025

Em 2025, a Gestão de Acesso Privilegiado (PAM) se consolidou como um elemento essencial na segurança das empresas, especialmente diante do aumento de ataques cibernéticos e do roubo de credenciais. As organizações buscam soluções robustas que se integrem facilmente a infraestruturas dinâmicas, permitindo controle granular, auditoria de sessões privilegiadas e redução de riscos de violação. O artigo destaca as dez melhores ferramentas de PAM, avaliadas por segurança, usabilidade e inovação. Entre as principais soluções estão CyberArk, BeyondTrust e Delinea, que se destacam por suas funcionalidades avançadas, suporte a conformidade e integração com outras plataformas de segurança. A crescente adoção de arquiteturas de zero-trust e soluções nativas em nuvem, além da automação de monitoramento de sessões, são tendências que moldam o mercado de PAM. As ferramentas analisadas oferecem recursos como acesso sob demanda, gravação de sessões e autenticação multifatorial adaptativa, fundamentais para atender às exigências de segurança e compliance das empresas modernas.

As 50 Melhores Empresas de Cibersegurança em 2025

O artigo destaca as 50 melhores empresas de cibersegurança em 2025, enfatizando a crescente necessidade de soluções robustas em um mundo digital cada vez mais interconectado. À medida que empresas e indivíduos dependem de serviços em nuvem, trabalho remoto e dispositivos inteligentes, a superfície de ataque se expande, criando novas oportunidades para ameaças cibernéticas. As empresas listadas estão na vanguarda dessa batalha, desenvolvendo soluções inovadoras para proteger dados, redes e identidades. O foco está em uma abordagem proativa e integrada, que vai além da simples proteção de endpoints, oferecendo soluções abrangentes. A seleção das empresas levou em conta critérios como liderança de mercado, inovação, portfólio abrangente, reconhecimento de clientes e analistas, visão estratégica e saúde financeira. Entre as empresas destacadas estão Palo Alto Networks, Microsoft Security e CrowdStrike, que se destacam por suas soluções de segurança em nuvem, inteligência de ameaças e arquitetura de Zero Trust. O artigo serve como um guia para organizações que buscam fortalecer sua postura de segurança digital.

As 10 Melhores Ferramentas de Filtragem de Conteúdo Web em 2025

Em um cenário digital marcado pelo trabalho remoto e ameaças cibernéticas sofisticadas, a filtragem de conteúdo web se tornou uma medida de segurança essencial para organizações de todos os tamanhos. As melhores soluções de filtragem em 2025 vão além do simples bloqueio de URLs, utilizando inteligência de ameaças impulsionada por IA, princípios de zero-trust e controle granular de políticas para proteger usuários e ativos. Este guia apresenta as dez principais ferramentas de filtragem de conteúdo web, destacando suas características e pontos fortes, ajudando na escolha da solução mais adequada. A seleção priorizou fornecedores estabelecidos com um histórico comprovado em cibersegurança, reputação no mercado e um conjunto abrangente de recursos, como descoberta automatizada, uso de IA para detecção de ameaças e flexibilidade de implantação. As tendências atuais incluem a integração com arquiteturas de zero-trust, controle granular e modelos nativos em nuvem, tornando a filtragem avançada mais acessível, especialmente para pequenas e médias empresas. Ao avaliar uma solução, é importante considerar a inteligência de ameaças, opções de filtragem de conteúdo, gerenciamento e cobertura de usuários e dispositivos.

As 10 Melhores Empresas de Segurança Zero Trust em 2025

No cenário atual de cibersegurança, o modelo tradicional de segurança baseado em perímetro se mostra insuficiente. O conceito de segurança Zero Trust, que se baseia na premissa de ’nunca confiar, sempre verificar’, ganha destaque, especialmente em um mundo cada vez mais conectado e centrado na nuvem. Este artigo apresenta as 10 melhores empresas de segurança Zero Trust para 2025, que oferecem soluções abrangentes para gerenciar identidades, segmentar redes e proteger dados. Entre as principais tendências que impulsionam a adoção do Zero Trust estão o trabalho remoto, a migração para a nuvem, as ameaças internas e a sofisticação crescente dos ataques cibernéticos. As empresas listadas, como Zscaler, Palo Alto Networks e Microsoft, se destacam por suas plataformas que garantem acesso seguro e contínuo, além de monitoramento e prevenção de ameaças. A escolha de fornecedores adequados é crucial para a construção de uma infraestrutura resiliente e segura, especialmente em um contexto onde a conformidade com regulamentações, como a LGPD, se torna cada vez mais importante.