Wordpress

Vulnerabilidade crítica no Elementor Pro permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica identificada como CVE-2026-32475 no plugin Elementor Pro para WordPress pode permitir que atacantes façam upload de arquivos executáveis, possibilitando a execução remota de código no servidor. Essa falha afeta versões do Elementor Pro anteriores à 4.2.2 e está relacionada ao módulo de Upload de Arquivos, que trata entradas de arquivos vazias de maneira inconsistente. Um atacante pode explorar essa vulnerabilidade criando um upload multipart em que a primeira parte tem um nome de arquivo vazio, seguido por um payload PHP malicioso. O processo de validação rejeita a primeira parte, mas a segunda parte é processada e movida para um diretório público, permitindo a execução do código malicioso. O Elementor Pro, amplamente utilizado por mais de 10 milhões de sites, já recebeu um patch para corrigir a falha. Os administradores são aconselhados a atualizar para a versão mais recente e verificar o diretório de uploads para arquivos maliciosos. Até o momento, não foram observados casos de exploração ativa dessa vulnerabilidade.

Vulnerabilidade crítica no plugin Elementor Pro do WordPress

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma falha crítica no plugin Elementor Pro para WordPress, identificada como CVE-2026-32475, com uma pontuação CVSS de 9.0. Essa vulnerabilidade permite a execução remota de código, possibilitando que atacantes não autenticados façam upload de arquivos maliciosos, como scripts PHP, para diretórios públicos. A falha reside no módulo de Formulários, especificamente no campo de Upload de Arquivos, onde a validação da extensão do arquivo e o movimento do arquivo para o diretório público são tratados de forma inadequada. Isso permite que um atacante contorne a lista de bloqueio de extensões ao enviar partes de arquivos. A exploração bem-sucedida pode comprometer sistemas que utilizam versões do plugin anteriores à 4.2.1. A única condição para o ataque é que o site alvo tenha pelo menos uma página publicada do Elementor com um widget de Formulário que contenha um campo de Upload. A vulnerabilidade foi descoberta por Tin Pham e um patch foi disponibilizado em 19 de agosto de 2026. Os usuários do WordPress são aconselhados a manter seus sites e plugins atualizados e a auditar suas configurações para evitar modificações não autorizadas.

Operação global de cibercrime explora sites WordPress hackeados

Pesquisadores em cibersegurança identificaram uma operação global de cibercrime que utiliza milhares de sites WordPress comprometidos como infraestrutura para disseminar malware e roubar dados. Denominada StopAndProtect, a campanha começou com um ataque de engenharia social chamado ClickFix, que executa comandos PowerShell para implantar um conjunto de ferramentas maliciosas. Entre os componentes estão ransomware, worms, e um utilitário de chat que permite comunicação entre atacantes e vítimas. A operação se aproveita de sites WordPress desatualizados, muitos dos quais apresentam vulnerabilidades conhecidas. Até agora, cerca de 2.000 sites foram hackeados, e a campanha já comprometeu mais de 6.000 endereços IP únicos, principalmente nos EUA, Rússia e Índia. Os atacantes também utilizam um plugin malicioso que permite o upload de arquivos PHP, possibilitando a execução remota de código. A Check Point Research alerta que as organizações devem estar atentas a prompts de CAPTCHA inesperados e manter seus sistemas atualizados para evitar infecções.

Vulnerabilidade crítica no plugin Forminator do WordPress expõe sites

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no plugin Forminator Forms, utilizado em mais de 600 mil sites WordPress, que permite a execução de código arbitrário. A falha, classificada como CVE-2026-15748 e com uma pontuação de 9.8 no sistema CVSS, foi descoberta por um pesquisador de segurança conhecido como ‘daroo’. A vulnerabilidade permite que atacantes não autenticados façam upload de arquivos, incluindo arquivos PHP executáveis, em sites vulneráveis, levando a uma possível tomada de controle total do site. Para que a exploração seja bem-sucedida, o site deve conter um formulário com um campo de upload de arquivo e um campo de seleção. A falha afeta todas as versões do plugin até a 1.56.1, sendo corrigida na versão 1.56.2, lançada em 31 de julho de 2026. O problema reside na função ‘handle_file_upload()’, que não valida adequadamente os tipos de arquivo. Embora os arquivos sejam, por padrão, enviados para um diretório protegido, configurações personalizadas podem expor o site a riscos. Os proprietários de sites que utilizam o Forminator Forms devem atualizar imediatamente para a versão corrigida para evitar possíveis ataques.

Segurança em Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo Análise Crítica

Os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (CMSs) são fundamentais para a publicação online, mas muitos usuários carecem de expertise em cibersegurança. Um estudo recente avaliou quatro CMSs populares: WordPress, Drupal, Joomla e Ghost, focando em suas configurações de segurança padrão. O WordPress obteve a menor pontuação, com 8 de 100, enquanto o Drupal se destacou com 27,1, embora nenhum dos sistemas oferecesse uma postura de segurança robusta logo após a instalação. A análise considerou controles de segurança do navegador, divulgação de informações, segurança de autenticação e exposição de APIs. Embora o Drupal e o Joomla tenham se destacado em controles de segurança, todos os CMSs carecem de proteções essenciais, como autenticação multifatorial. O WordPress, apesar de sua vasta gama de plugins, apresenta riscos adicionais devido à sua grande extensão de ecossistema, aumentando a exposição a vulnerabilidades. A pesquisa revela que, embora as plataformas não ofereçam segurança forte por padrão, a configuração adequada e o uso de extensões podem mitigar riscos significativos.

Comprometimento na cadeia de suprimentos afeta plugins do WordPress

Pesquisadores de cibersegurança alertaram sobre um ataque à cadeia de suprimentos que impactou a fornecedora de plugins do WordPress, BdThemes. Como resultado, a equipe de plugins da plataforma desativou temporariamente os downloads de vários plugins. Ao contrário de ataques tradicionais, nenhum arquivo de código-fonte foi modificado no repositório oficial do WordPress.org. Em vez disso, os atacantes envenenaram um fluxo de dados JSON remoto estático utilizado por um componente de banner promocional. Os plugins afetados incluem o Element Pack Addons e o Ultimate Store Kit, que possuem mais de 100 mil e 6 mil instalações ativas, respectivamente.

Ataque compromete infraestrutura da BdThemes e cria contas de admin falsas

Um ator de ameaças comprometeu a infraestrutura da BdThemes, desenvolvedora de ferramentas de design para WordPress, alterando um feed JSON remoto que era entregue aos navegadores dos administradores. A partir de sábado, todos os produtos afetados da BdThemes foram retirados do download após a equipe de Plugins do WordPress encerrar suas atividades para uma revisão completa. A BdThemes é conhecida por seus plugins premium, como Element Pack e Prime Slider, que possuem mais de 350.000 instalações ativas. A empresa foi alvo de ataques detectados pela empresa de segurança Wordfence, que identificou uma vulnerabilidade de Cross-Site Scripting (XSS) no código de análise do JSON, permitindo que o invasor injetasse código malicioso. O ataque, que começou em 23 de junho, utilizou uma falha na biblioteca Biggop, que gerencia banners promocionais, para criar contas de administrador falsas em sites afetados. O código malicioso manipula consultas ao banco de dados do WordPress para ocultar essas contas, dificultando a detecção. Até o momento, a BdThemes não se manifestou oficialmente sobre o incidente.

WordPress corrige falha crítica de XSS em tela de login

O WordPress corrigiu uma vulnerabilidade crítica de cross-site scripting (XSS) refletido na tela de login, que afeta todas as versões do sistema de gerenciamento de conteúdo. A falha, identificada como CVE-2026-64638 e com uma pontuação CVSS de 8.9, permite que um atacante execute código PHP no servidor se um administrador logado interagir com uma página controlada pelo invasor. A vulnerabilidade não requer privilégios de atacante e pode ser explorada sem autenticação. Ao acessar uma página de erro de login com um nome de usuário manipulado, um script JavaScript é executado no navegador do visitante. O caminho para a execução de código exige que a vítima já esteja logada como administrador e interaja explicitamente com a página maliciosa. A equipe de pesquisa pwn.ai, que descobriu a falha, demonstrou que a exploração pode levar à instalação de plugins ou ao upload de arquivos ZIP arbitrários. O WordPress lançou um patch em 6 de agosto, recomendando que todos os usuários atualizem imediatamente, especialmente aqueles que utilizam versões mais antigas que ainda estão vulneráveis. A falha destaca a importância de manter sistemas atualizados e a necessidade de medidas de segurança adicionais, pois a exploração pode resultar em acesso não autorizado a dados sensíveis e controle total do site.

Vulnerabilidades críticas no WordPress permitem exploração por hackers

Hackers estão explorando uma série de vulnerabilidades críticas conhecidas como ‘wp2shell’ (CVE-2026-63030 e CVE-2026-60137) que afetam o núcleo do WordPress. Essas falhas permitem que atacantes remotos executem código em instalações vulneráveis sem necessidade de autenticação, utilizando a funcionalidade de processamento em lote da API REST do WordPress. Após a divulgação do problema pela empresa SearchLight Cyber, começaram a surgir exploits de prova de conceito. A exploração ativa foi confirmada logo após o WordPress lançar correções nas versões 7.0.2, 6.9.5 e 6.8.6, que forçaram atualizações automáticas de segurança.

Falhas de Segurança em Sistemas Ameaçam WordPress e OpenSSL

Recentemente, diversas vulnerabilidades de segurança foram identificadas, afetando amplamente sistemas utilizados globalmente, incluindo WordPress e OpenSSL. Uma falha crítica no WordPress, identificada como CVE-2026-63030, permite que atacantes não autenticados executem código remotamente, potencialmente comprometendo milhões de sites. A combinação de falhas no REST API e injeção SQL facilita essa exploração, levando a um alerta urgente para que administradores realizem patches rapidamente. Além disso, uma vulnerabilidade de negação de serviço (DoS) no OpenSSL, que pode ser ativada com apenas 11 bytes de dados maliciosos, foi divulgada, exigindo atenção imediata para evitar a exaustão de memória do servidor. Outras ameaças incluem a exploração de dispositivos SonicWall e um novo malware chamado OkoBot, que visa roubar informações de carteiras de criptomoedas. A situação é crítica, e as organizações devem agir rapidamente para mitigar riscos e proteger seus sistemas.

Ator de ameaça russo utiliza IA para operações cibernéticas

Um ator de ameaça russo conhecido como ‘bandcampro’ está utilizando a inteligência artificial (IA) do Google Gemini CLI para realizar atividades cibernéticas, incluindo a criação de uma botnet e a execução de fraudes. A análise de 200 logs de sessões do Gemini CLI revelou que o ator utilizou a IA para quebrar senhas, configurar proxies residenciais e comprometer comerciantes do WordPress. A operação de comando e controle (C&C) do ‘bandcampro’ é compacta, consistindo em apenas três arquivos de texto, o que a torna facilmente replicável. A IA não apenas ajudou na migração do servidor C&C, mas também propôs melhorias sem ser solicitada. Além disso, o ator abusou da IA para gerenciar a botnet, enviar comandos em linguagem natural e realizar tarefas de exploração de credenciais. A facilidade de uso da IA permite que indivíduos com pouco conhecimento técnico realizem operações complexas, aumentando o risco de novos serviços de malware impulsionados por IA. A capacidade de replicar rapidamente a infraestrutura C&C torna as ações de desmantelamento menos eficazes, complicando os esforços de atribuição e resposta a incidentes.

Vulnerabilidades críticas de execução remota de código afetam WordPress

Recentemente, foram divulgados exploits públicos para as vulnerabilidades críticas de execução remota de código, conhecidas como ‘wp2shell’, que afetam o núcleo do WordPress. Essas falhas, identificadas como CVE-2026-63030 e CVE-2026-60137, podem ser exploradas em instalações do WordPress nas versões 6.9.x e 7.0.x, permitindo que atacantes não autenticados executem código remotamente. A empresa Searchlight Cyber, que descobriu as vulnerabilidades, alerta que mais de 500 milhões de sites utilizam WordPress, o que torna a situação alarmante. O WordPress já implementou atualizações automáticas forçadas para as versões afetadas, recomendando que os administradores atualizem para as versões 7.0.2 ou 6.9.5 imediatamente. As falhas incluem uma vulnerabilidade de confusão na API REST e uma injeção SQL, que juntas podem permitir a execução de código malicioso. Para aqueles que não podem atualizar imediatamente, recomenda-se a instalação de plugins que bloqueiem o acesso anônimo à API REST ou a implementação de regras de firewall. A situação é crítica, com relatos de exploração ativa das vulnerabilidades após a liberação dos exploits públicos.

Vulnerabilidade permite execução remota de código em sites WordPress

Uma nova vulnerabilidade descoberta no WordPress permite que um pedido HTTP anônimo execute código em sites, afetando versões 6.9.0 a 6.9.4 e 7.0.0 a 7.0.1. O problema foi identificado por Adam Kues, da Assetnote, e reportado através do programa HackerOne do WordPress. A falha, classificada como uma confusão na rota de lote da API REST e uma injeção SQL, pode ser explorada sem pré-condições, tornando-a crítica para sites que não possuem plugins instalados. O WordPress lançou atualizações de segurança (6.9.5 e 7.0.2) em 17 de julho de 2026, para corrigir a vulnerabilidade. Embora a empresa tenha implementado atualizações forçadas, não está claro se isso se aplica a sites que desativaram as atualizações automáticas. Enquanto isso, a Assetnote disponibilizou uma ferramenta para que os administradores verifiquem se suas instâncias estão vulneráveis. A exploração em massa de vulnerabilidades do WordPress é uma preocupação crescente, com mais de 500 milhões de sites utilizando essa plataforma. A falta de um CVE (Identificador de Vulnerabilidade Comum) para essa falha pode dificultar a detecção e resposta a ataques.

Ferramentas de segurança em cibersegurança um alerta urgente

O cenário atual da cibersegurança apresenta uma crescente preocupação com a velocidade e a eficácia dos ataques cibernéticos. Ferramentas de segurança estão encontrando vulnerabilidades mais rapidamente do que os humanos conseguem corrigi-las, mas os atacantes têm acesso a essas mesmas ferramentas. Isso resulta em uma situação alarmante onde falhas antigas ainda são exploradas devido a atrasos na aplicação de correções. Recentemente, a Progress alertou seus clientes sobre uma ameaça externa credível que afetou os Controladores de Zona de Armazenamento do ShareFile, levando à desativação temporária de contas. Além disso, a Zimbra divulgou uma atualização crítica para corrigir uma vulnerabilidade de execução de código remoto em seu cliente web. O pacote npm Jscrambler foi comprometido, permitindo a instalação de um ladrão de informações em várias plataformas. A Microsoft revelou um novo backdoor chamado GigaWiper, que pode tornar um sistema inoperável de várias maneiras. Outro ataque, denominado SHELLSTORM, comprometeu mais de 1,4 milhão de domínios através de plugins do WordPress. A pesquisa também destacou uma nova técnica chamada HalluSquatting, que engana assistentes de codificação baseados em IA para executar códigos maliciosos. O aumento da complexidade e da velocidade dos ataques exige uma resposta rápida e eficaz das equipes de segurança.

Campanha global explora sistemas de gerenciamento de conteúdo vulneráveis

O Centro Australiano de Cibersegurança (ACSC) emitiu um alerta sobre uma campanha de exploração global que visa sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS) e plugins vulneráveis. Muitas empresas australianas já foram afetadas, com a implantação de webshells em seus sites. Esses webshells permitem acesso persistente aos sites comprometidos, possibilitando que atores maliciosos interrompam serviços, roubem credenciais e instalem malware adicional. A ACSC destaca que a campanha está explorando falhas em várias plataformas CMS, incluindo WordPress, Joomla e Craft CMS, com uma lista de produtos específicos afetados. Além disso, a agência sugere que a atividade pode ser apoiada por inteligência artificial, acelerando os ataques. Para mitigar os riscos, os administradores de sites devem aplicar atualizações de segurança, remover componentes não utilizados e monitorar a criação não autorizada de arquivos. O alerta é um chamado à ação para que as empresas se protejam contra essas ameaças.

Grupo de cibercrime expõe 1,4 milhão de sites vulneráveis na internet

Um grupo de cibercrime deixou um servidor exposto na internet por três semanas, revelando suas operações internas, incluindo ferramentas de hacking, logs de atividades e listas de alvos que abrangem mais de 1,4 milhão de sites. A operação, chamada WP-SHELLSTORM, é classificada como uma corretora de acesso a webshells, onde os hackers invadem sites, instalam backdoors e revendem esse acesso. A maioria das invasões ocorreu em sites WordPress com plugins desatualizados, especialmente uma falha no plugin Breeze, que permitiu a instalação de webshells em mais de 17 mil sites. Embora o número total de alvos seja alarmante, a quantidade de sites realmente comprometidos é significativamente menor, com estimativas variando entre 5.700 e 25.195 sites. O grupo utilizou scanners automatizados para explorar vulnerabilidades conhecidas e deixou rastros que podem ser rastreados até sua origem. Especialistas alertam que as falhas identificadas estão sob exploração ativa, exigindo que administradores de sites verifiquem e atualizem seus sistemas imediatamente.

Ataque à cadeia de suprimentos compromete plugins do WordPress

Um ataque à cadeia de suprimentos comprometeu múltiplos plugins do WordPress da ShapedPlugin, permitindo que invasores inserissem código malicioso nas versões Pro dos plugins. O ataque foi identificado pela empresa de segurança Wordfence, que revelou que os atacantes conseguiram manipular o canal de distribuição oficial, injetando um loader que se ativa em cada página de administração do WordPress. As versões afetadas incluem o Product Slider Pro para WooCommerce (antes da versão 3.5.4), Real Testimonials Pro (versão 3.2.5) e Smart Post Show Pro (antes da versão 4.0.2). O CVE-2026-49777 foi atribuído ao Product Slider Pro, com uma pontuação CVSS de 10.0, indicando severidade máxima. O malware é capaz de capturar credenciais e códigos de autenticação de dois fatores, além de estabelecer métodos de persistência que permitem a execução de comandos remotamente. A ShapedPlugin confirmou o incidente e está revisando seus processos de distribuição. Os proprietários de sites afetados são aconselhados a redefinir senhas e revisar contas administrativas. Este incidente destaca a vulnerabilidade de sistemas que dependem de canais de distribuição para atualizações seguras.

Exploração de falha de segurança no plugin Gravity SMTP afeta 100 mil sites

Uma vulnerabilidade recentemente corrigida no plugin Gravity SMTP, utilizado em aproximadamente 100 mil sites WordPress, está sendo explorada por atacantes. Identificada como CVE-2026-4020, essa falha de severidade média (CVSS 5.3) permite que invasores não autenticados acessem dados sensíveis, incluindo chaves de API e informações de configuração do plugin. A vulnerabilidade se origina de um endpoint da API REST que, devido a uma configuração inadequada, permite acesso irrestrito a qualquer visitante. Ao adicionar o parâmetro de consulta ‘?page=gravitysmtp-settings’, um atacante pode obter um relatório completo do sistema em formato JSON, revelando detalhes críticos como versão do PHP, plugins ativos e credenciais de serviços de email integrados. Desde o início de maio de 2026, mais de 17 milhões de tentativas de exploração foram bloqueadas, com picos de atividade em junho. Os proprietários de sites que utilizam versões vulneráveis do plugin devem atualizar imediatamente e rotacionar suas credenciais para evitar possíveis abusos. A análise dos logs do servidor também é recomendada para identificar acessos suspeitos provenientes de endereços IP específicos associados a essas tentativas de ataque.

Vulnerabilidade no Gravity SMTP do WordPress expõe dados em 100 mil sites

Uma vulnerabilidade de divulgação de informações não autenticadas no plugin Gravity SMTP do WordPress está sendo explorada ativamente por agentes maliciosos, afetando cerca de 100 mil sites. A falha, identificada como CVE-2026-4020, possui uma classificação de severidade média e afeta todas as versões do plugin anteriores à 2.1.5, que foi lançada em 17 de março para corrigir o problema. A vulnerabilidade se origina de um endpoint da API REST exposto, que permite requisições GET não autenticadas, possibilitando o acesso a um relatório de sistema abrangente que pode conter chaves de API, credenciais de serviços de e-mail e detalhes de configuração do WordPress. A empresa de segurança Defiant, responsável pelo firewall Wordfence, relatou que mais de 17 milhões de tentativas de exploração foram bloqueadas. Apesar da classificação média, a possibilidade de exploração sem autenticação torna a vulnerabilidade crítica, pois pode permitir que atacantes se façam passar por vítimas e acessem informações sensíveis. Além disso, a empresa também alertou sobre uma vulnerabilidade crítica em outro plugin, o Avada Builder, que permite a exclusão arbitrária de arquivos, exigindo atenção imediata dos administradores de sites.

Autoridades desmantelam infraestrutura maliciosa do SocGholish

As autoridades de segurança da Holanda, em colaboração com o Canadá, Alemanha e EUA, desmantelaram a infraestrutura maliciosa associada ao malware SocGholish, resultando na limpeza de quase 15.000 sites WordPress infectados. O malware, que atua como um downloader baseado em JavaScript, é conhecido por distribuir outras ameaças cibernéticas, como ransomware e espionagem. Desde 2017, o SocGholish tem se espalhado por meio de sites comprometidos, disfarçando-se como atualizações enganosas de navegadores populares. A operação, parte da ‘Operação Endgame’, visa combater botnets e infraestruturas criminosas. Os proprietários dos sites afetados foram alertados para atualizar seus sistemas de gerenciamento de conteúdo e alterar credenciais. A análise indica que a maioria dos sites comprometidos está localizada nos EUA, seguida por países como Alemanha, França e Brasil. O uso de técnicas como ‘Domain Shadowing’ tem facilitado a operação do malware, tornando a detecção mais difícil. A ameaça é considerada de alto risco, afetando diversos setores e exigindo atenção especial dos CISOs, especialmente em relação à conformidade com a LGPD.

Plugins do WordPress da ShapedPlugin comprometidos em ataque supply chain

Um ataque de supply chain comprometeu múltiplos plugins pagos da ShapedPlugin, um fornecedor de plugins para WordPress, que afeta mais de 400 mil instalações ativas. O malware, distribuído através do sistema oficial de atualizações da empresa, instala um plugin falso que se passa por componentes do WooCommerce, permitindo o roubo de credenciais e acesso remoto a arquivos. O incidente afetou três plugins: Product Slider Pro, Real Testimonials Pro e Smart Post Show Pro, com a injeção do backdoor ocorrendo em 21 de maio e os primeiros relatos de clientes surgindo em 10 de junho. A ShapedPlugin reconheceu a violação em 16 de junho e iniciou uma investigação, implementando medidas corretivas. O malware, uma vez ativado, se comunica com um servidor de comando e controle, baixa um segundo estágio e se autodeleta para apagar rastros. O WordPress está monitorando o incidente sob os CVEs CVE-2026-10735 e CVE-2026-49777. Administradores de sites afetados são aconselhados a redefinir senhas e revisar listas de usuários.

Agências internacionais combatem botnet SocGholish e limpam sites WordPress

Agências internacionais de segurança, incluindo Europol e Eurojust, realizaram uma operação conjunta chamada Operation Endgame, que resultou na limpeza de quase 15.000 sites WordPress infectados por malware e na desativação de mais de 100 servidores associados ao grupo de cibercrime russo Evil Corp. A operação, que envolveu autoridades da Holanda, Canadá, Estados Unidos e Alemanha, focou na interrupção da cadeia de infecção ligada ao malware SocGholish. Este malware, que atua como um downloader de JavaScript, tem sido utilizado em ataques desde 2017, enganando usuários a baixarem atualizações falsas de navegadores que, na verdade, são cargas maliciosas. O malware permite que os atacantes acessem sistemas infectados e é conhecido por implantar outras famílias de malware, como Dridex e Doppelpaymer. As autoridades também recomendaram que os proprietários dos sites afetados alterassem suas credenciais, ativassem a autenticação multifatorial e mantivessem seus sites atualizados para evitar novas infecções. A operação representa um esforço significativo para mitigar os riscos de ataques cibernéticos em infraestruturas críticas e proteger a segurança digital de cidadãos e organizações em todo o mundo.

Ameaça de malware usa engenharia social em plataformas populares

Um novo relatório da Check Point Research revela que um ator de ameaça desconhecido está utilizando postagens pagas em sites de notícias legítimos para promover malware. O foco principal da campanha é um ‘clipboard hijacker’ de criptomoedas, disfarçado como bots de sniper e preditores de jogos. O malware, desenvolvido em Rust, ataca sistemas Windows e macOS, monitorando a área de transferência para substituir endereços de carteiras de criptomoedas por endereços controlados pelo atacante. Para criar uma falsa reputação, o ator utiliza uma página de phishing no WordPress, contas falsas no GitHub e SourceForge, além de um canal no YouTube com mais de 91 mil assinantes. A manipulação de plataformas como VirusTotal e SourceForge, onde contagens de downloads foram artificialmente inflacionadas, visa aumentar a confiança dos usuários em arquivos maliciosos. A campanha destaca uma nova abordagem de engenharia social, onde a construção de uma reputação falsa se torna uma estratégia central para enganar as vítimas, especialmente aqueles envolvidos com criptomoedas e jogos online.

Vulnerabilidade crítica no Joomla Content Editor afeta segurança

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma vulnerabilidade de alta severidade no Joomla Content Editor (JCE) em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). A falha, identificada como CVE-2026-48907, possui uma pontuação CVSS de 10.0 e permite a execução arbitrária de código devido a um controle de acesso inadequado. Essa vulnerabilidade afeta as versões do JCE de 1.0.0 a 2.9.99.4 e foi corrigida na versão 2.9.99.5, lançada em 3 de junho de 2026. A CISA alertou que a falha pode permitir que usuários não autenticados criem perfis de editor e façam upload de código PHP malicioso.

Mais de 1 milhão de sites WordPress em risco após plugin popular ser hackeado

Mais de um milhão de sites WordPress estão em risco de serem comprometidos devido a uma vulnerabilidade no plugin UpdraftPlus, que foi explorada em um ataque de cadeia de suprimentos. O ataque, identificado pela empresa de segurança Sansec, afetou o servidor de marketing da Awesome Motive, responsável por produtos populares como OptinMonster. Os hackers conseguiram acessar credenciais do servidor e injetar scripts JavaScript maliciosos que só eram ativados quando administradores logados visitavam os sites afetados. Isso permitiu que os atacantes coletassem tokens de autenticação e criassem contas de administrador falsas, possibilitando o controle total dos sites. Os proprietários de sites são aconselhados a verificar a presença de contas de administrador não autorizadas e a realizar varreduras de malware. Além disso, é recomendado que senhas e chaves de API sejam rotacionadas para mitigar o risco de comprometimento contínuo.

Plugins do WordPress comprometidos em ataque à cadeia de suprimentos

Recentemente, os plugins OptinMonster, TrustPulse e PushEngage do WordPress foram alvo de um ataque à cadeia de suprimentos que afetou a rede de distribuição de conteúdo (CDN) da Awesome Motive. O ataque, descoberto pela empresa de segurança Sansec, ocorreu entre 22:17 e 22:42 UTC na sexta-feira, resultando na injeção de scripts maliciosos em sites que utilizam os plugins. O OptinMonster, que possui mais de 1,2 milhão de usuários, foi o mais impactado. Os atacantes exploraram uma vulnerabilidade conhecida no plugin UpdraftPlus para acessar um servidor que continha credenciais da CDN, permitindo a modificação de arquivos JavaScript e a distribuição de código malicioso. O malware coletava tokens de autenticação, criando contas de administrador não autorizadas e instalando um plugin backdoor que permitia controle remoto total dos sites comprometidos. A Awesome Motive já tomou medidas para remediar a situação, migrando o site afetado para um novo servidor e rotacionando todas as credenciais. Os proprietários de sites afetados são aconselhados a verificar e remover contas de administrador não autorizadas e a realizar varreduras de malware em seus servidores.

Ataque a plugins do WordPress compromete mais de 1,2 milhão de sites

Um ataque cibernético recente comprometeu arquivos JavaScript de plugins populares do WordPress, incluindo PushEngage, OptinMonster e TrustPulse, permitindo que um invasor criasse uma conta de administrador sob seu controle. O ataque ocorreu quando um administrador do site estava logado e carregou o código malicioso, que não afetou visitantes comuns. A empresa Awesome Motive, responsável pelos plugins, ainda não se manifestou sobre a situação. A empresa de segurança Sansec revelou que o código malicioso foi detectado em todos os três plugins, com PushEngage sendo o mais afetado, com uma janela de exposição que durou várias horas. O invasor utilizou uma chave de API do CDN para modificar os arquivos entregues aos sites, o que levanta preocupações sobre a segurança de sistemas de terceiros. Os sites afetados devem ser considerados comprometidos, e recomenda-se uma verificação completa do servidor para detectar possíveis backdoors. A situação é crítica, pois o ataque pode ter consequências sérias para a segurança e a privacidade dos dados dos usuários.

Vulnerabilidade crítica no plugin Everest Forms Pro afeta WordPress

Uma vulnerabilidade crítica (CVE-2026-3300) no plugin Everest Forms Pro está sendo explorada ativamente por hackers, permitindo que eles assumam o controle total de sites WordPress. A falha afeta as versões 1.9.12 e anteriores do plugin, que é amplamente utilizado para criar formulários personalizados. O problema reside na funcionalidade de Cálculo Complexo do plugin, que aceita valores de campos de formulário e os insere em uma string de código PHP, executando-o com a função ’eval()’. Embora a entrada do usuário seja filtrada por ‘sanitize_text_field()’, essa função não escapa caracteres que podem influenciar a sintaxe do PHP, como aspas simples. Isso permite que um invasor feche a string pretendida, injete código PHP arbitrário e comente o restante do código gerado, resultando na execução do código no servidor. Dados do Wordfence indicam que a exploração começou em 13 de abril, com mais de 29.300 tentativas bloqueadas. Os administradores de sites são aconselhados a revisar logs e contas de administrador em busca de atividades suspeitas, especialmente aquelas relacionadas ao nome de usuário ‘diksimarina’. Um patch foi disponibilizado em 18 de março para corrigir a vulnerabilidade.

Vulnerabilidade crítica no Everest Forms Pro compromete sites WordPress

Uma falha de segurança crítica foi identificada no plugin Everest Forms Pro, utilizado em sites WordPress, afetando cerca de 4.000 instalações ativas. A vulnerabilidade, classificada como CVE-2026-3300, possui uma pontuação CVSS de 9.8 e permite a execução remota de código, resultando na possibilidade de comprometimento total do site. O problema reside na função process_filter() do addon de Cálculo, que concatena valores de campos de formulário submetidos pelo usuário em uma string de código PHP sem a devida sanitização, permitindo que atacantes não autenticados injetem e executem código PHP arbitrário. Desde o início das tentativas de exploração em 13 de abril de 2026, mais de 29.300 tentativas de ataque foram bloqueadas, com um padrão comum de criação de contas de administrador maliciosas. Além disso, a Sansec alertou sobre campanhas de skimmer que utilizam Stripe como servidor de comando e controle, aproveitando-se da reputação da marca para evitar detecções. Essas campanhas têm como alvo páginas de checkout de plataformas como Magento e Adobe Commerce, extraindo dados financeiros de usuários desavisados. A combinação dessas vulnerabilidades e ataques representa um risco significativo para a segurança de sites e dados de clientes.

Vulnerabilidade crítica no plugin Kirki do WordPress permite escalonamento de privilégios

Uma vulnerabilidade crítica de escalonamento de privilégios, identificada como CVE-2026-8206, foi descoberta no plugin Kirki para WordPress, permitindo que hackers assumam qualquer conta de usuário, incluindo as de administradores. A falha, que afeta versões do plugin até a 6.0.6, foi introduzida na versão 6.0.0 e impacta cerca de 40% da base de usuários do plugin, que está ativo em mais de 500 mil sites. A vulnerabilidade se origina da exposição de um endpoint da API REST para redefinição de senhas, onde o plugin aceita um endereço de e-mail arbitrário durante as solicitações de redefinição. Isso permite que atacantes não autenticados gerem links de redefinição de senha para qualquer usuário registrado, enviando-os para e-mails sob seu controle. A empresa de segurança Wordfence bloqueou mais de 222 tentativas de exploração em apenas 24 horas. A correção foi disponibilizada na versão 6.0.7, lançada em 18 de maio de 2026, e é crucial que os administradores de sites atualizem o plugin ou o desativem para evitar comprometimentos. A vulnerabilidade representa um risco significativo, pois, uma vez que um atacante obtenha acesso administrativo, ele pode instalar plugins maliciosos, modificar conteúdos do site e acessar bancos de dados privados.

Cerca de 2.000 sites WordPress infectados com malware via Steam

Cerca de 1.980 sites WordPress foram comprometidos por um malware que utiliza comentários de perfis da Steam Community para ocultar dados de comando e controle (C2). Os atacantes empregaram caracteres Unicode invisíveis para codificar um payload que gera uma URL para um script malicioso. Essa técnica permite que os hackers evitem a manutenção de uma infraestrutura C2 separada e contornem métodos tradicionais de detecção. A infecção inicial pode ter ocorrido por meio de logins de administrador roubados, credenciais FTP/SFTP comprometidas ou exploração de temas e plugins vulneráveis. O malware, uma vez instalado, utiliza carregamentos de páginas do WordPress para acessar perfis da Steam e extrair texto que, embora pareça benigno, contém caracteres invisíveis que disfarçam cargas maliciosas. O payload decodificado leva a um URL que injeta código JavaScript em todas as páginas do WordPress. Os pesquisadores da GoDaddy alertam que a defesa deve incluir a verificação de URLs da Steam, injeções de JavaScript suspeitas e conexões inesperadas. A restauração a partir de um backup conhecido é a ação recomendada para mitigar os danos.

Vulnerabilidade crítica no WP Maps Pro permite controle total de sites WordPress

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-8732, afeta o plugin WP Maps Pro, utilizado em mais de 15.000 sites WordPress. Este problema de escalonamento de privilégios permite que atacantes não autenticados criem contas de administrador, possibilitando o controle total do site. A falha está relacionada a uma funcionalidade de ‘acesso temporário’ destinada ao suporte técnico, que não possui verificações adequadas de autenticação. A exploração dessa vulnerabilidade foi confirmada, com a Wordfence reportando 2.858 tentativas de ataque em apenas 24 horas. A versão 6.1.1 do plugin já corrige a falha, e é crucial que os proprietários de sites atualizem suas instalações para evitar comprometimentos. A vulnerabilidade possui uma pontuação CVSS de 9.8, indicando seu alto risco. Portanto, a atualização imediata é essencial para garantir a segurança dos sites afetados.

Hackers atacam sites WordPress com plugin WP Maps Pro vulnerável

Hackers estão explorando uma vulnerabilidade crítica no plugin WP Maps Pro, que permite a criação de contas de administrador sem autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-8732, afeta versões 6.1.0 e anteriores do plugin, que é amplamente utilizado para criar mapas interativos em sites de negócios, imobiliárias e turismo. A vulnerabilidade foi descoberta pelo pesquisador de segurança David Brown e se deve a uma funcionalidade de ‘acesso temporário’ que deveria permitir suporte técnico, mas que foi mal implementada, permitindo acesso não autenticado. Isso possibilita que atacantes enviem requisições manipuladas para criar novos usuários com privilégios de administrador, gerando URLs de login sem senha. A empresa de segurança Wordfence já bloqueou mais de 3.600 tentativas de exploração em um único dia. A versão 6.1.1 do WP Maps Pro foi lançada em 20 de maio de 2026, corrigindo a falha. Administradores de sites são aconselhados a atualizar seus plugins imediatamente, dado o aumento da atividade maliciosa.

Vulnerabilidade crítica no plugin Funnel Builder do WordPress

Uma vulnerabilidade crítica no plugin Funnel Builder para WordPress está sendo ativamente explorada para injetar código JavaScript malicioso nas páginas de checkout do WooCommerce, com o objetivo de roubar dados de pagamento. A falha afeta todas as versões do plugin anteriores à 3.15.0.3 e é utilizada em mais de 40.000 lojas WooCommerce. A vulnerabilidade permite que atacantes não autenticados injetem JavaScript arbitrário em cada página de checkout, disfarçando o código malicioso como scripts de análise do Google Tag Manager. Isso resulta na instalação de um skimmer de pagamento que captura números de cartões de crédito, CVVs e endereços de cobrança dos usuários durante a finalização da compra. A empresa responsável pelo plugin, FunnelKit, já lançou um patch para corrigir a falha. Os proprietários de sites são aconselhados a atualizar o plugin e revisar as configurações de scripts externos para remover qualquer código suspeito. A situação é alarmante, pois a injeção de código malicioso em plataformas amplamente utilizadas pode ter um impacto significativo na segurança das transações online.

Vulnerabilidade crítica no plugin Funnel Builder do WordPress

Uma vulnerabilidade crítica no plugin Funnel Builder para WordPress está sendo explorada ativamente para injetar trechos de JavaScript malicioso nas páginas de checkout do WooCommerce. Essa falha, que não possui um identificador oficial, pode ser utilizada sem autenticação e afeta todas as versões do plugin anteriores à 3.15.0.3. O Funnel Builder, desenvolvido pela FunnelKit, é amplamente utilizado em mais de 40.000 sites para personalizar páginas de checkout. A empresa de segurança cibernética Sansec detectou que a carga maliciosa se disfarça como um script do Google Tag Manager/Google Analytics, estabelecendo uma conexão WebSocket com um servidor externo. Um atacante pode explorar essa vulnerabilidade para modificar as configurações globais do plugin, permitindo a injeção de JavaScript arbitrário nas configurações de “Scripts Externos”, resultando na execução de código malicioso em todas as páginas de checkout. Essa técnica permite que os criminosos roubem informações sensíveis, como números de cartões de crédito e endereços de cobrança. A FunnelKit lançou uma atualização para corrigir a vulnerabilidade, recomendando que os administradores de sites atualizem imediatamente para a versão mais recente e verifiquem possíveis scripts maliciosos nas configurações do plugin.

Vulnerabilidades no plugin Avada Builder para WordPress expõem dados

Duas vulnerabilidades críticas foram identificadas no plugin Avada Builder para WordPress, que possui cerca de um milhão de instalações ativas. A primeira, identificada como CVE-2026-4782, permite que usuários autenticados com nível de acesso de assinante leiam arquivos arbitrários no servidor, incluindo o wp-config.php, que contém credenciais sensíveis do banco de dados. A segunda vulnerabilidade, CVE-2026-4798, é uma injeção SQL que pode ser explorada por atacantes não autenticados, desde que o plugin WooCommerce tenha sido ativado e depois desativado. Essa falha permite a extração de informações sensíveis do banco de dados, como hashes de senhas. Ambas as vulnerabilidades foram descobertas pelo pesquisador de segurança Rafie Muhammad e reportadas ao programa de recompensas da Wordfence. A atualização para a versão 3.15.3 do Avada Builder é altamente recomendada para mitigar esses riscos. O impacto potencial é significativo, pois a exploração dessas falhas pode levar a um comprometimento total do site, afetando a segurança e a privacidade dos dados dos usuários.

Vulnerabilidade crítica no plugin Burst Statistics do WordPress

Hackers estão explorando uma vulnerabilidade crítica de bypass de autenticação no plugin Burst Statistics do WordPress, que permite acesso administrativo a sites. Este plugin, focado em privacidade, está ativo em aproximadamente 200 mil sites WordPress e é uma alternativa leve ao Google Analytics. A falha, identificada como CVE-2026-8181, foi introduzida na versão 3.4.0 do plugin, lançada em 23 de abril, e também está presente na versão 3.4.1. A vulnerabilidade permite que atacantes não autenticados se façam passar por usuários administradores conhecidos durante requisições da API REST, podendo até criar contas de administrador fraudulentas. O problema decorre da interpretação incorreta dos resultados da função ‘wp_authenticate_application_password()’, que trata um erro como uma autenticação bem-sucedida. A Wordfence, que descobriu a falha, já bloqueou mais de 7.400 tentativas de ataque em 24 horas. Os usuários do plugin são aconselhados a atualizar para a versão 3.4.2 ou desativar o plugin, pois cerca de 115 mil sites ainda estão vulneráveis a ataques de tomada de conta administrativa.

Campanha de phishing ataca credenciais do ManageWP via Google

Uma nova campanha de phishing está direcionando usuários do ManageWP, plataforma da GoDaddy para gerenciamento de sites WordPress, através de resultados patrocinados no Google. Os atacantes utilizam uma abordagem de adversário no meio (AiTM), onde uma página de login falsa atua como um proxy em tempo real entre a vítima e o serviço legítimo do ManageWP. Essa técnica permite que os criminosos capturem credenciais e, em seguida, solicitem o código de autenticação de dois fatores (2FA) para acessar as contas. Pesquisadores da Guardio Labs alertam que o resultado malicioso aparece acima do legítimo na busca por ‘managewp’, enganando usuários que confiam no Google para acessar o serviço. A campanha já afetou 200 vítimas únicas, e os pesquisadores conseguiram infiltrar a infraestrutura de comando e controle dos atacantes, revelando um sistema interativo de phishing. A plataforma ManageWP é amplamente utilizada, com seu plugin ativo em mais de 1 milhão de sites, o que aumenta a gravidade da ameaça. Os pesquisadores também encontraram um acordo em russo no código, indicando que a operação pode ser parte de uma estrutura de phishing privada.

Plugin Quick PagePost Redirect do WordPress com backdoor ativo

O plugin Quick Page/Post Redirect, utilizado em mais de 70.000 sites WordPress, foi comprometido por um backdoor que permite a injeção de código arbitrário. A vulnerabilidade foi descoberta por Austin Ginder, fundador da provedora de hospedagem WordPress Anchor, após alertas de segurança em 12 sites infectados. O plugin, que serve para criar redirecionamentos, teve versões oficiais (5.2.1 e 5.2.2) que incluíam um mecanismo de autoatualização oculto, apontando para um domínio de terceiros, anadnet[.]com. Embora esse mecanismo tenha sido removido em versões subsequentes, sites que ainda utilizam as versões afetadas receberam silenciosamente uma versão adulterada (5.2.3) que introduziu um backdoor passivo. Esse backdoor é ativado apenas para usuários não logados, dificultando a detecção por administradores. O verdadeiro risco reside na capacidade de execução de código arbitrário, que permanece latente, pois o subdomínio malicioso não está resolvendo atualmente, mas ainda está ativo. A recomendação para os usuários afetados é desinstalar o plugin e aguardar uma versão limpa (5.2.4) do WordPress.org. Ginder também fez um apelo para que os responsáveis pelo backdoor publiquem um manifesto de atualização que force a remoção do código malicioso.

Vulnerabilidade crítica no LMDeploy é explorada em menos de 13 horas

Uma vulnerabilidade de alta severidade foi identificada no LMDeploy, um toolkit de código aberto para compressão e implantação de modelos de linguagem, e já está sendo ativamente explorada. A falha, classificada como CVE-2026-33626 com um score CVSS de 7.5, refere-se a uma vulnerabilidade de Server-Side Request Forgery (SSRF) que permite o acesso a dados sensíveis. O problema reside na função load_image() que não valida endereços IP internos, possibilitando que atacantes acessem serviços de metadados em nuvem e redes internas. A exploração bem-sucedida pode permitir o roubo de credenciais de nuvem e a movimentação lateral em redes internas. A empresa Sysdig detectou a primeira tentativa de exploração em um sistema honeypot apenas 12 horas após a divulgação da vulnerabilidade, com o atacante realizando uma varredura de portas em serviços internos. Este incidente destaca a rapidez com que as vulnerabilidades estão sendo exploradas, especialmente em um contexto onde a inteligência artificial está acelerando a criação de exploits. Além disso, outras vulnerabilidades em plugins do WordPress e dispositivos Modbus também estão sendo alvo de ataques, evidenciando um cenário de ameaças em expansão.

Hackers exploram vulnerabilidade crítica no plugin Breeze Cache do WordPress

Hackers estão explorando ativamente uma vulnerabilidade crítica no plugin Breeze Cache para WordPress, que permite o upload de arquivos arbitrários no servidor sem autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-3844, já foi utilizada em mais de 170 tentativas de exploração, conforme relatado pela solução de segurança Wordfence. O plugin, desenvolvido pela Cloudways, possui mais de 400 mil instalações ativas e é projetado para melhorar o desempenho do site através de cache e otimização de arquivos. A vulnerabilidade recebeu uma pontuação de severidade crítica de 9.8 em 10 e foi descoberta pelo pesquisador de segurança Hung Nguyen. O problema se origina da falta de validação do tipo de arquivo na função ‘fetch_gravatar_from_remote’, permitindo que um atacante não autenticado faça o upload de arquivos, o que pode levar à execução remota de código e à tomada total do site. A exploração bem-sucedida só é possível se o complemento ‘Host Files Locally - Gravatars’ estiver ativado, o que não é a configuração padrão. A Cloudways corrigiu a falha na versão 2.4.5, lançada recentemente. Os administradores de sites que utilizam o Breeze Cache devem atualizar para a versão mais recente ou desativar temporariamente o plugin para evitar riscos.

Mais de 30 plugins do WordPress comprometidos com código malicioso

Recentemente, mais de 30 plugins do pacote EssentialPlugin foram comprometidos com um código malicioso que permite acesso não autorizado a sites que os utilizam. O código backdoor foi inserido no ano passado, mas começou a ser distribuído por meio de atualizações apenas recentemente, gerando páginas de spam e redirecionamentos, conforme as instruções de um servidor de comando e controle (C2). O problema foi identificado por Austin Ginder, fundador da Anchor Hosting, após receber uma dica sobre um dos plugins. Investigações subsequentes revelaram que o backdoor estava presente em todos os plugins do pacote desde agosto de 2025, após a aquisição do projeto por um novo proprietário. O código malicioso, que se mantinha inativo até então, foi ativado e começou a se comunicar com uma infraestrutura externa para baixar um arquivo que injeta malware no arquivo de configuração do WordPress. A equipe do WordPress.org agiu rapidamente, desativando os plugins e forçando uma atualização para neutralizar a comunicação do backdoor. No entanto, alertaram que a ação não limpa o arquivo de configuração principal, que contém configurações críticas do site. Administradores de sites que utilizam produtos EssentialPlugin devem estar atentos, pois o malware pode estar oculto em outros arquivos além do identificado.

Plugin do WordPress é comprometido com backdoor por atacantes desconhecidos

Um incidente de segurança cibernética recente revelou que atacantes desconhecidos comprometeram o sistema de atualização do plugin Smart Slider 3 Pro, utilizado em sites WordPress e Joomla. A versão afetada, 3.5.1.35, foi lançada em 7 de abril de 2026 e, em um intervalo de aproximadamente seis horas, permitiu que uma versão maliciosa fosse instalada em mais de 800 mil sites. O malware incluía um backdoor que possibilitava a criação de contas de administrador ocultas e a execução remota de comandos no servidor. A empresa Nextend, responsável pelo plugin, agiu rapidamente para desativar seus servidores de atualização e remover a versão comprometida. Os usuários afetados foram aconselhados a atualizar para a versão 3.5.1.36 e realizar uma série de etapas de limpeza, incluindo a remoção de contas suspeitas e arquivos persistentes. Este incidente destaca a vulnerabilidade das cadeias de suprimento de software, onde um ataque pode ocorrer através de canais de atualização confiáveis, tornando as defesas tradicionais ineficazes.

Hackers comprometem plugin Smart Slider 3 Pro para WordPress e Joomla

Recentemente, hackers invadiram o sistema de atualização do plugin Smart Slider 3 Pro, utilizado em mais de 900 mil sites WordPress e Joomla, e distribuíram uma versão maliciosa que contém múltiplas portas dos fundos. O desenvolvedor do plugin confirmou que apenas a versão 3.5.1.35 está comprometida e recomenda que os usuários atualizem imediatamente para a versão 3.5.1.36 ou revertam para a versão 3.5.1.34 ou anterior. A atualização maliciosa não apenas instalou backdoors em várias localizações, mas também criou um usuário oculto com permissões de administrador e roubou dados sensíveis. A análise da empresa PatchStack revelou que o malware é um kit de ferramentas multi-camadas que permite a execução de comandos remotamente, sem autenticação, e inclui uma segunda porta dos fundos autenticada. Além disso, o malware cria um diretório ‘mu-plugins’ que carrega um plugin disfarçado, tornando-se invisível no painel do WordPress. O alerta se estende também para instalações Joomla, onde o código malicioso pode criar contas de administrador ocultas e roubar informações do site. Administradores são aconselhados a remover o plugin comprometido e seguir um guia de limpeza manual fornecido pelo desenvolvedor.

Vulnerabilidade crítica no Ninja Forms permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no complemento premium Ninja Forms File Uploads para WordPress, permitindo o upload de arquivos arbitrários sem autenticação, o que pode resultar em execução remota de código. Classificada como CVE-2026-0740, essa falha já está sendo explorada em ataques ativos, com mais de 3.600 tentativas bloqueadas pelo firewall Wordfence em apenas 24 horas. O Ninja Forms, um construtor de formulários popular com mais de 600.000 downloads, permite que usuários criem formulários sem codificação. A extensão de upload de arquivos, utilizada por cerca de 90.000 clientes, apresenta uma gravidade de 9.8 em 10. A vulnerabilidade se origina da falta de validação dos tipos de arquivos e extensões no nome do arquivo de destino, permitindo que atacantes não autenticados façam upload de arquivos maliciosos, incluindo scripts PHP. A exploração dessa falha pode levar a consequências severas, como a instalação de web shells e a tomada total do site. A vulnerabilidade foi descoberta em 8 de janeiro e um patch completo foi disponibilizado em 19 de março. Usuários do Ninja Forms File Upload são fortemente aconselhados a atualizar para a versão mais recente para mitigar riscos.

Vulnerabilidade no plugin Smart Slider 3 afeta 800 mil sites WordPress

Uma vulnerabilidade no plugin Smart Slider 3, utilizado em mais de 800 mil sites WordPress, permite que usuários autenticados, como assinantes, acessem arquivos arbitrários no servidor. A falha, identificada como CVE-2026-3098, foi descoberta pelo pesquisador Dmitrii Ignatyev e afeta todas as versões do plugin até a 3.5.1.33. O problema se origina da falta de verificações de capacidade nas ações de exportação AJAX do plugin, permitindo que qualquer usuário autenticado invoque funções que não validam o tipo ou a origem dos arquivos. Isso significa que arquivos sensíveis, como o wp-config.php, que contém credenciais do banco de dados, podem ser acessados, aumentando o risco de roubo de dados e comprometimento total do site. Embora a vulnerabilidade tenha recebido uma classificação de severidade média, ela ainda representa um risco significativo, especialmente para sites com opções de assinatura. A Nextendweb, desenvolvedora do plugin, lançou um patch em 24 de março, mas estima-se que cerca de 500 mil sites ainda estejam vulneráveis. Os administradores de sites devem agir rapidamente para mitigar os riscos associados a essa falha.

Vulnerabilidade crítica em plugin do WordPress afeta 60 mil sites

Uma vulnerabilidade crítica no plugin User Registration & Membership, desenvolvido pela WPEverest e instalado em mais de 60.000 sites WordPress, está sendo explorada por hackers. A falha, identificada como CVE-2026-1492, possui uma gravidade de 9.8, permitindo que atacantes criem contas de administrador sem autenticação, o que lhes confere acesso total ao site. Isso possibilita o roubo de dados, como informações de usuários registrados, e a inserção de códigos maliciosos para disseminar malware. A empresa de segurança WordPress Defiant bloqueou mais de 200 tentativas de exploração dessa vulnerabilidade em apenas 24 horas. A falha afeta todas as versões do plugin até a 5.1.2, e a correção foi disponibilizada na versão 5.1.3. Administradores de sites são aconselhados a atualizar para a versão mais recente, 5.1.4, ou desativar temporariamente o plugin se a atualização não for viável. A exploração de vulnerabilidades em plugins do WordPress é uma prática comum entre hackers, visando atividades maliciosas como distribuição de malware e phishing.

Plugin popular do WordPress permite que hackers invadam 50.000 sites

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no plugin Advanced Custom Fields: Extended (ACF Extended), utilizado em sites WordPress, que permite a hackers obterem permissões de administrador sem autenticação. Essa falha, classificada como CVE-2025-14533, está relacionada ao abuso de privilégios através do formulário de ação ‘Insert User / Update User’ nas versões 0.9.2.1 e posteriores. A vulnerabilidade se origina da falta de restrições adequadas durante a criação ou atualização de usuários, permitindo que qualquer hacker escolha o papel de um novo usuário. O pesquisador Andrea Bocchetti reportou a falha à empresa de segurança Wordfence em 10 de dezembro de 2025, e uma atualização foi disponibilizada quatro dias depois. Apesar de cerca de 50.000 sites estarem potencialmente vulneráveis, até o momento, não foram registrados ataques explorando essa falha. Contudo, a GreyNoise observou campanhas de hackers que visam falhas em plugins do WordPress, indicando um risco crescente para os usuários que ainda não atualizaram seus sistemas.

Vulnerabilidade crítica no plugin ACF Extended do WordPress

Uma vulnerabilidade de gravidade crítica foi identificada no plugin ACF Extended para WordPress, que atualmente está ativo em cerca de 100.000 sites. A falha, registrada como CVE-2025-14533, permite que atacantes não autenticados obtenham permissões administrativas ao explorar a ação de formulário ‘Inserir Usuário / Atualizar Usuário’. Essa vulnerabilidade afeta as versões 0.9.2.1 e anteriores do plugin, que não impõem restrições de função durante a criação ou atualização de usuários. Mesmo que as configurações de campo estejam adequadas, a exploração é possível, permitindo que o papel do usuário seja definido arbitrariamente, inclusive como ‘administrador’. Embora a exploração dessa falha seja severa, ela só pode ser realizada em sites que utilizam explicitamente um formulário de ‘Criar Usuário’ ou ‘Atualizar Usuário’ com um campo de função mapeado. A vulnerabilidade foi descoberta pelo pesquisador de segurança Andrea Bocchetti e corrigida pelo fornecedor em 14 de dezembro de 2025. Apesar de ainda não haver relatos de ataques, atividades de reconhecimento em larga escala visando plugins vulneráveis foram observadas, o que indica um potencial risco para os sites que não atualizaram para a versão corrigida.

Hackers exploram falha em plugin do WordPress para acessar sites vulneráveis

Pesquisadores da Patchstack identificaram uma vulnerabilidade crítica no plugin Modular DS do WordPress, classificada como CVE-2026-23550, que afeta as versões 2.5.1 e anteriores. Essa falha permite que hackers obtenham acesso administrativo a sites, colocando em risco a segurança de dados e operações. O problema decorre de falhas de projeto que aceitam solicitações como ‘confiáveis’ sem verificação criptografada da origem. Isso possibilita que, ao não fornecer um ID de usuário, o sistema faça login automaticamente como um administrador, permitindo o controle total do site. Após a notificação, a Modular DS lançou uma atualização para corrigir a vulnerabilidade, e os usuários são aconselhados a atualizar imediatamente para evitar ataques. A exploração dessa falha pode resultar em danos significativos, especialmente para empresas que dependem do WordPress para gerenciar seus sites.