Um estudo recente da Lansweeper revela que 16,9% dos dispositivos Windows ainda operam com o Windows 10, o que representa um em cada seis PCs. Embora o Windows 11 tenha conquistado 78,8% do mercado, a migração para a nova versão está desacelerando, o que levanta preocupações de segurança. Dispositivos com Windows 10 apresentam, em média, três vezes mais vulnerabilidades conhecidas (CVEs) ativas do que os que utilizam Windows 11. Aproximadamente dois terços dessas vulnerabilidades são classificadas como altas ou críticas, e a taxa de exploração é 1,7 vezes maior em comparação ao Windows 11. O programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) da Microsoft oferece proteção até outubro de 2027 para consumidores e até outubro de 2028 para clientes comerciais, mas a situação é alarmante, especialmente em setores como saúde, varejo e manufatura, onde 23% dos dispositivos ainda utilizam o Windows 10. A análise também indica que apenas 2,8% dos dispositivos não atendem aos requisitos de hardware do Windows 11, sugerindo que a resistência à atualização não é apenas uma questão técnica, mas também de custo e complexidade. Com o fim iminente do suporte, é crucial que as empresas considerem a atualização para evitar riscos de segurança.