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Vírus Maverick ataca brasileiros para roubar dados bancários via WhatsApp

O novo trojan bancário chamado Maverick está atacando usuários brasileiros, infectando computadores através de arquivos de atalho do Windows e se espalhando pelo WhatsApp Web. A Kaspersky, que identificou a ameaça, bloqueou mais de 62 mil tentativas de ataque apenas em outubro de 2025. O vírus verifica se a vítima está no Brasil, utilizando informações como fuso horário e idioma do sistema, antes de prosseguir com a infecção. Uma vez instalado, o Maverick tem a capacidade de monitorar o que o usuário digita, tirar capturas de tela e acessar informações de 26 bancos e 6 corretoras de criptomoedas. A infecção ocorre na memória do computador, dificultando a detecção por ferramentas de segurança. O trojan utiliza criptografia AES-256 para ocultar suas operações, indicando uma possível continuidade de campanhas maliciosas anteriores. Para se proteger, recomenda-se desconfiar de arquivos recebidos pelo WhatsApp, evitar clicar em arquivos de atalho de fontes não confiáveis e utilizar aplicativos de segurança.

Grupo APT Mysterious Elephant invade organização e rouba informações sensíveis

Um novo ataque de ciberespionagem foi identificado na região Ásia-Pacífico, com o grupo Mysterious Elephant, classificado como uma ameaça avançada persistente (APT), atacando agências governamentais e de política externa. Desde sua descoberta em 2023, o grupo tem se destacado por suas táticas adaptáveis, especialmente ao explorar plataformas de mensagens como o WhatsApp para roubar documentos e arquivos.

A campanha mais recente, iniciada em 2025, mostra uma evolução significativa nas técnicas operacionais do grupo, que agora utiliza malware desenvolvido sob medida e utilitários de código aberto modificados, como BabShell e MemLoader. Os ataques geralmente começam com e-mails de spear-phishing que imitam correspondências oficiais, utilizando temas diplomáticos para enganar as vítimas. Uma vez que o sistema é comprometido, o BabShell estabelece uma conexão de shell reverso, permitindo que os atacantes mantenham controle e executem comandos.

Trojan bancário explora WhatsApp para acesso remoto completo

Uma nova campanha de malware em larga escala foi identificada no Brasil, envolvendo um Trojan bancário chamado Maverick, que se espalha através do WhatsApp. O ataque utiliza arquivos LNK maliciosos enviados em arquivos ZIP, contornando as restrições da plataforma de mensagens. Ao abrir o arquivo, o Trojan executa um comando PowerShell que baixa cargas adicionais de um servidor de comando e controle (C2), utilizando um canal de comunicação que valida rigorosamente o acesso. O Maverick se destaca por sua capacidade de se propagar rapidamente entre contatos do WhatsApp, enviando mensagens de spam com novos arquivos maliciosos. Além disso, o malware monitora navegadores e visa 26 portais bancários brasileiros, além de exchanges de criptomoedas. O componente principal, chamado Maverick Agent, permite que os atacantes tenham controle total do sistema da vítima, incluindo captura de tela e registro de teclas. Nos primeiros dez dias de outubro, mais de 62.000 tentativas de infecção foram bloqueadas, evidenciando a gravidade da ameaça, que é direcionada a usuários brasileiros, utilizando verificação de idioma e fuso horário.

O mundo online e a evolução das fraudes cibernéticas

O cenário da cibersegurança está em constante transformação, com novas fraudes e ataques surgindo a cada semana. Hackers estão se tornando mais sofisticados, utilizando aplicativos confiáveis e sites legítimos para enganar usuários e roubar informações sem que eles percebam. Um exemplo alarmante é a operação do governo dos EUA que apreendeu US$ 15 bilhões em criptomoedas de uma rede de fraudes que operava na Ásia, onde trabalhadores eram forçados a realizar esquemas de investimento fraudulentos. Além disso, um novo trojan bancário chamado Maverick, que utiliza o WhatsApp para roubar dados de usuários brasileiros, foi identificado, destacando a vulnerabilidade de plataformas populares. Pesquisas também revelaram que é possível interceptar comunicações de satélites militares e comerciais com equipamentos comuns, expondo dados sensíveis. Por fim, protocolos legados do Windows continuam a ser explorados para roubo de credenciais, evidenciando a necessidade de atualização e segurança em sistemas. Este artigo destaca a urgência de uma resposta proativa na defesa contra essas ameaças emergentes.

Nova campanha de worm no WhatsApp entrega malware bancário no Brasil

Pesquisadores de segurança da Dell e da Sophos descobriram uma campanha ativa de malware que explora a plataforma WhatsApp Web para disseminar um worm auto-replicante. Iniciada em 29 de setembro de 2025, a campanha visa principalmente usuários brasileiros, utilizando mensagens enganosas e anexos ZIP maliciosos para comprometer sistemas. Os usuários recebem mensagens de contatos infectados contendo arquivos ZIP que aparentam ser documentos financeiros legítimos, mas que, ao serem abertos, executam comandos PowerShell ocultos. Esses comandos baixam scripts adicionais de um servidor de comando e controle, desativando mecanismos de segurança do Windows e permitindo a instalação de trojans bancários e ladrões de credenciais de criptomoedas. Entre os malwares identificados estão um trojan bancário conhecido como Maverick e um módulo de automação de navegador que utiliza o Selenium para controlar sessões do WhatsApp Web. A campanha já afetou mais de 1.000 endpoints em 400 ambientes na primeira semana, destacando a necessidade urgente de conscientização e proteção contra anexos ZIP recebidos por plataformas de mensagens.

Brasil enfrenta novo vírus que se espalha pelo WhatsApp Web

Pesquisadores da Trend Micro Research identificaram uma nova campanha de malware chamada Water Saci, que utiliza o WhatsApp Web para infectar computadores no Brasil. O vírus, conhecido como SORVEPOTEL, não se limita a roubar dados, mas foi projetado para se espalhar rapidamente, explorando a confiança dos usuários. A campanha utiliza mensagens de phishing que contêm arquivos ZIP maliciosos, persuadindo as vítimas a abrir anexos que parecem legítimos, como comprovantes de pagamento. Após a instalação, o malware se propaga automaticamente para todos os contatos do usuário no WhatsApp Web.

Atores de Ameaça Exploraram Mensagens do WhatsApp para Atacar Sistemas Windows com Malware SORVEP...

Uma campanha de malware chamada SORVEPOTEL foi identificada como uma ameaça significativa, visando ambientes Windows ao explorar sessões comprometidas do WhatsApp. A pesquisa indica que 457 das 477 infecções confirmadas estão concentradas no Brasil, com um foco particular em empresas e organizações públicas. O vetor inicial de infecção é um phishing convincente, enviado via WhatsApp ou e-mail, que contém um arquivo ZIP disfarçado de documento inofensivo. Ao ser aberto, o arquivo revela um atalho malicioso que executa um comando PowerShell ofuscado, baixando e executando scripts adicionais de domínios controlados pelos atacantes.

Novo malware se espalha pelo WhatsApp, afetando usuários brasileiros

Um novo malware autônomo, denominado SORVEPOTEL, está atacando usuários brasileiros através do WhatsApp, conforme relatado pela Trend Micro. Este malware se propaga rapidamente entre sistemas Windows, utilizando mensagens de phishing convincentes que contêm anexos ZIP maliciosos. Os pesquisadores observaram que a maioria das infecções ocorreu em setores como governo, serviços públicos, tecnologia e educação, com 457 dos 477 casos registrados no Brasil. O ataque começa com uma mensagem de phishing enviada de um contato comprometido, que inclui um arquivo ZIP disfarçado de recibo ou arquivo relacionado a aplicativos de saúde. Ao abrir o anexo, o usuário é levado a executar um arquivo de atalho do Windows que ativa um script PowerShell, baixando o payload principal de um servidor externo. O malware, uma vez instalado, se propaga automaticamente através do WhatsApp Web, enviando o arquivo ZIP para todos os contatos do usuário infectado, resultando em um grande volume de mensagens de spam e, frequentemente, na suspensão das contas. Embora o SORVEPOTEL não tenha mostrado interesse em roubo de dados ou ransomware, sua capacidade de se espalhar rapidamente representa uma ameaça significativa para empresas e usuários no Brasil.

Vulnerabilidade 0-Click do WhatsApp Explorável via Imagem DNG Maliciosa

Uma nova vulnerabilidade de execução remota de código (RCE) sem interação do usuário foi descoberta no WhatsApp, afetando dispositivos iOS, macOS e iPadOS. A falha, identificada como CVE-2025-55177, permite que atacantes enviem uma imagem DNG maliciosa que, ao ser processada automaticamente pelo aplicativo, compromete completamente o dispositivo da vítima. O ataque ocorre em duas etapas: primeiro, uma falha lógica no manuseio de mensagens do WhatsApp permite que um invasor falsifique a origem de uma mensagem e insira um arquivo DNG malicioso na conversa. Em seguida, uma segunda vulnerabilidade, CVE-2025-43300, no parser de arquivos DNG, causa corrupção de memória, permitindo que o invasor execute código arbitrário. A exploração é silenciosa, sem necessidade de interação do usuário, tornando a detecção extremamente difícil. Tanto o WhatsApp quanto a Apple estão cientes das vulnerabilidades e estão trabalhando em correções. Usuários são aconselhados a atualizar seus aplicativos assim que as correções forem disponibilizadas e a ter cautela ao receber mensagens multimídia não solicitadas. A situação destaca a complexidade de proteger aplicativos de mensagens contra vetores de ataque que exploram formatos de arquivo aparentemente seguros.

Apple corrige falha crítica que pode ter sido explorada em ataques direcionados

A Apple anunciou a correção de uma vulnerabilidade crítica (CVE-2025-43300) em seu componente ImageIO, que permite a corrupção de memória ao processar arquivos de imagem maliciosos. Com uma pontuação CVSS de 8.8, essa falha foi identificada como parte de ataques sofisticados direcionados a menos de 200 indivíduos. Além disso, a WhatsApp confirmou que uma vulnerabilidade em seus aplicativos para iOS e macOS (CVE-2025-55177, CVSS 5.4) foi encadeada com a falha da Apple, potencializando os riscos de espionagem. As atualizações de segurança foram disponibilizadas para várias versões do iOS e macOS, incluindo versões mais antigas, visando proteger dispositivos como iPhone 8, iPhone 6s e iPad Air 2. Embora não haja evidências de que as falhas tenham sido amplamente exploradas, a Apple recomenda que os usuários mantenham seus sistemas atualizados para garantir a proteção. Além da correção das vulnerabilidades mencionadas, a atualização também aborda outras falhas de segurança em componentes como Safari e WebKit, que poderiam permitir acesso não autorizado a dados sensíveis e causar falhas inesperadas no sistema.

Apple alerta usuários na França sobre campanha de spyware

A Apple notificou usuários na França sobre uma campanha de spyware que visa dispositivos vinculados a contas do iCloud. O alerta foi emitido em 3 de setembro de 2025, sendo a quarta notificação do ano, com alertas anteriores em março, abril e junho. O CERT-FR (Computer Emergency Response Team da França) informou que esses ataques complexos têm como alvo indivíduos de destaque, como jornalistas, advogados e políticos. A situação se agrava após a descoberta de uma falha de segurança no WhatsApp que foi combinada com um bug no iOS, permitindo ataques de zero-click. A Apple introduziu uma nova funcionalidade de segurança chamada Memory Integrity Enforcement (MIE) para combater vulnerabilidades de corrupção de memória. Um relatório do Atlantic Council revelou um aumento significativo no número de investidores dos EUA em tecnologias de spyware, com 31 novos investidores em um ano, superando outros países como Israel e Itália. O relatório destaca a crescente importância de corretores e vendedores no mercado de spyware, que agora detêm uma fatia de mercado maior do que antes.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no WhatsApp

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade crítica no WhatsApp, identificada como CVE-2025-55177, que já está sendo explorada por cibercriminosos em campanhas de ataque. Essa falha de zero-day afeta a funcionalidade de sincronização de dispositivos do aplicativo, permitindo que atacantes manipulem mensagens de sincronização e forcem dispositivos a processar conteúdo malicioso. O problema reside em uma verificação de autorização incorreta no framework de sincronização entre dispositivos, classificada como CWE-863. A CISA estabeleceu um prazo até 23 de setembro para que agências federais e organizações de infraestrutura crítica implementem correções. A exploração dessa vulnerabilidade pode levar a acessos não autorizados, exfiltração de dados e instalação de malware, ampliando significativamente o risco para os usuários do WhatsApp. A natureza silenciosa do ataque, que não requer interação do usuário, torna a conscientização tradicional ineficaz contra essa ameaça.

Ameaça de Segurança no WhatsApp Novo Golpe Permite Hackers Controlarem Chats Privados

Uma nova campanha de phishing sofisticada está afetando usuários do WhatsApp, onde mensagens enganosas de contatos, como “Oi, encontrei sua foto por acaso!”, são utilizadas para induzir cliques em links maliciosos. Ao clicar, as vítimas são redirecionadas para uma página falsa de login do Facebook, onde, ao inserir suas credenciais, os hackers conseguem explorar a funcionalidade de vinculação de dispositivos do WhatsApp. Isso permite que os atacantes assumam o controle total das conversas, mídias e contatos da vítima.

Cibersegurança Pequenas Falhas Podem Gerar Grandes Riscos

O cenário atual da cibersegurança revela que os ataques não se concentram mais em falhas isoladas, mas em uma rede de pequenas vulnerabilidades que, quando combinadas, podem resultar em riscos significativos. Recentemente, o WhatsApp corrigiu uma vulnerabilidade em seus aplicativos para iOS e macOS, que poderia ter sido explorada em conjunto com uma falha da Apple, permitindo que usuários não autorizados acessassem conteúdos de URLs arbitrárias. Além disso, o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou uma rede de trabalhadores de TI fraudulentos da Coreia do Norte, que gerou receitas para programas de armas de destruição em massa. Também foi relatada uma falha crítica no Docker Desktop, que poderia permitir que atacantes assumissem o controle do sistema host. Outro ataque notável foi o MixShell, que visou fabricantes e empresas de cadeia de suprimentos nos EUA, utilizando formulários de contato para enganar as vítimas. O grupo UNC6395 comprometeu instâncias do Salesforce, enquanto o Storm-0501 evoluiu suas táticas de ransomware, explorando contas privilegiadas. Esses incidentes destacam a necessidade de uma abordagem proativa na segurança cibernética, onde a interação entre pequenas falhas pode levar a consequências devastadoras.

WhatsApp corrige vulnerabilidade crítica em iOS e macOS

O WhatsApp anunciou a correção de uma vulnerabilidade de segurança em seus aplicativos para iOS e macOS, identificada como CVE-2025-55177, com uma pontuação CVSS de 8.0, indicando um risco elevado. Essa falha está relacionada à autorização insuficiente de mensagens de sincronização de dispositivos vinculados, o que poderia permitir que um usuário não autorizado processasse conteúdo de uma URL arbitrária no dispositivo de um alvo. A vulnerabilidade afeta versões anteriores do WhatsApp para iOS (antes da 2.25.21.73), WhatsApp Business para iOS (2.25.21.78) e WhatsApp para Mac (2.25.21.78). A empresa também alertou que essa falha poderia ser combinada com outra vulnerabilidade da Apple, CVE-2025-43300, que foi utilizada em ataques direcionados a indivíduos específicos. O ataque, descrito como um ‘zero-click’, não requer interação do usuário, aumentando a gravidade da situação. O WhatsApp notificou usuários que acreditam ter sido alvos de uma campanha de spyware avançada e recomendou a realização de um reset de fábrica nos dispositivos afetados, além de manter os aplicativos atualizados. A situação destaca a crescente ameaça de spyware a jornalistas e defensores dos direitos humanos.

Vulnerabilidade Zero-Day do WhatsApp Explorada em Ataques a Dispositivos Apple

O WhatsApp emitiu um alerta crítico sobre uma vulnerabilidade zero-click (CVE-2025-55177) que está sendo explorada em ataques sofisticados contra usuários de iOS e macOS. Essa falha, que afeta versões anteriores do aplicativo, permite que atacantes acionem remotamente o processamento de conteúdo de URLs arbitrárias no dispositivo da vítima, sem necessidade de interação do usuário. A gravidade da situação aumenta quando essa vulnerabilidade é combinada com outra falha no sistema operacional da Apple (CVE-2025-43300), que pode levar à corrupção de memória e acesso não autorizado a dados do dispositivo. O WhatsApp notificou usuários que podem ter sido alvo desses ataques, alertando sobre o risco de comprometimento de dados sensíveis. A empresa já implementou mitigação em suas atualizações, mas enfatiza a importância de os usuários atualizarem seus dispositivos Apple com os patches de segurança mais recentes. A situação é particularmente preocupante para jornalistas e defensores dos direitos humanos, que são frequentemente alvos de campanhas de espionagem avançadas.