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Novo trojan bancário Astaroth usa WhatsApp para se espalhar no Brasil

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma nova campanha que utiliza o WhatsApp como vetor de distribuição para um trojan bancário chamado Astaroth, visando usuários no Brasil. Denominada Boto Cor-de-Rosa pela Acronis Threat Research Unit, a campanha se destaca pelo uso de um módulo de worm em Python que coleta a lista de contatos do WhatsApp da vítima e envia mensagens maliciosas para cada um deles, facilitando a propagação do malware. O Astaroth, que opera desde 2015, é conhecido por roubar dados financeiros e tem se adaptado a novas táticas, como o uso do WhatsApp, uma plataforma amplamente utilizada no Brasil. A campanha atual, que começou em setembro de 2025, envolve o envio de arquivos ZIP contendo scripts que, ao serem extraídos, instalam o trojan. O malware não só propaga-se automaticamente, mas também monitora a atividade de navegação da vítima, ativando-se em sites bancários para roubar credenciais. A Acronis destacou que o autor do malware implementou um mecanismo para rastrear métricas de propagação em tempo real, aumentando a eficácia do ataque.

Cuidado com o Boto novo golpe no WhatsApp seduz vítimas

Uma nova campanha de malware, chamada ‘Boto Cor-de-Rosa’, foi identificada por especialistas da Acronis, utilizando o WhatsApp como meio para disseminar um software malicioso com foco em roubo de dados financeiros. O golpe se inicia quando a vítima recebe uma mensagem com um arquivo ZIP infectado, disfarçado de solicitação amigável. A mensagem é elaborada com uma linguagem casual e adaptada ao horário local, aumentando a probabilidade de que a vítima clique no arquivo. Uma vez extraído, o malware instala um payload bancário e um módulo de propagação que coleta automaticamente os contatos da vítima, enviando o mesmo arquivo malicioso para eles. O malware também monitora seu desempenho em tempo real, registrando estatísticas sobre a disseminação. Embora a ameaça tenha sido bloqueada, especialistas alertam para a necessidade de cautela ao abrir arquivos não solicitados, mesmo que enviados por contatos conhecidos, pois podem ser a porta de entrada para o roubo de informações sigilosas.

WhatsApp corrige problema de privacidade antigo de forma silenciosa

O WhatsApp, um dos aplicativos de comunicação mais populares do mundo, corrigiu recentemente uma vulnerabilidade relacionada ao fingerprinting, que permitia a cibercriminosos identificar o dispositivo utilizado pelos usuários. Apesar da criptografia de ponta a ponta (E2EE) que protege a comunicação, falhas no design do aplicativo possibilitavam que hackers descobrissem informações sensíveis, como o sistema operacional do dispositivo. A correção foi implementada de forma silenciosa e incompleta, afetando inicialmente apenas a lógica de encriptação no Android, que agora se tornou randômica, dificultando a identificação do dispositivo. No entanto, outras plataformas ainda não receberam atualizações semelhantes, o que mantém a possibilidade de identificação. Pesquisadores de segurança, como Tal Be’ery, já haviam alertado sobre essa falha anteriormente, mas a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, não reconheceu a gravidade do problema. A falta de transparência e reconhecimento por parte da empresa em relação aos pesquisadores que reportaram a vulnerabilidade levanta preocupações sobre a privacidade dos usuários e a responsabilidade da plataforma em garantir a segurança de seus dados.

Pacote falso de API sequestra contas do WhatsApp com 56 mil downloads

Um novo golpe de cibersegurança tem chamado a atenção ao utilizar um pacote de API falso do WhatsApp, conhecido como ’lotusbail’, que já foi baixado mais de 56 mil vezes desde seu lançamento em maio de 2025. Especialistas da Koi Security alertam que, embora o pacote pareça funcional, ele é projetado para roubar credenciais do WhatsApp, interceptar mensagens e instalar um backdoor persistente no dispositivo da vítima. O ataque se concretiza através da captura de tokens de autenticação, permitindo que os hackers vinculem seu dispositivo à conta da vítima sem que esta perceba. Mesmo após a desinstalação do pacote, o acesso à conta permanece, pois a vinculação não é removida automaticamente. O malware utiliza técnicas de antidepuração para evitar ser detectado, tornando-se um risco significativo para os usuários do WhatsApp. Este incidente destaca a necessidade urgente de conscientização e proteção contra ameaças digitais, especialmente em plataformas amplamente utilizadas como o WhatsApp.

Da isca ao Pix como funcionam os golpes digitais no Brasil

O Brasil enfrenta uma crescente onda de golpes digitais, que utilizam engenharia social, inteligência artificial e automação para enganar vítimas. Os golpistas se aproveitam de eventos de grande visibilidade, como a declaração do Imposto de Renda e programas sociais, para criar campanhas de phishing que induzem as pessoas a fornecer dados pessoais ou realizar transferências via Pix. O uso de canais variados, como e-mails, SMS (smishing) e redes sociais, amplia o alcance dessas fraudes. Técnicas como vishing, whaling e clone phishing são comuns, e a clonagem de contas de WhatsApp se tornou uma prática recorrente, onde golpistas se passam por conhecidos para solicitar dinheiro. Para se proteger, é essencial ativar a verificação em duas etapas e estar atento a mensagens suspeitas. O aumento de 80% nas tentativas de phishing no Brasil, com mais de 553 milhões de ataques bloqueados em um ano, destaca a urgência de medidas de segurança mais robustas tanto para indivíduos quanto para empresas.

Pacote malicioso no npm compromete contas do WhatsApp

Pesquisadores de cibersegurança revelaram um novo pacote malicioso no repositório npm, chamado ’lotusbail’, que se disfarça como uma API funcional do WhatsApp. Desde sua publicação em maio de 2025, o pacote foi baixado mais de 56.000 vezes, com 711 downloads apenas na última semana. O malware é capaz de interceptar mensagens, roubar credenciais do WhatsApp e instalar um backdoor persistente no dispositivo da vítima. Ele captura tokens de autenticação, histórico de mensagens, listas de contatos e arquivos de mídia, enviando esses dados para um servidor controlado pelo atacante de forma criptografada. Além disso, o pacote permite que o dispositivo do invasor se conecte à conta do WhatsApp da vítima, garantindo acesso contínuo mesmo após a desinstalação do pacote. A técnica utilizada envolve um wrapper malicioso de WebSocket que redireciona informações de autenticação e mensagens. O ’lotusbail’ também possui funcionalidades anti-debugging que dificultam a detecção. Este incidente destaca a crescente sofisticação dos ataques à cadeia de suprimentos, onde pacotes maliciosos se disfarçam como ferramentas legítimas, representando um risco significativo para desenvolvedores e usuários do WhatsApp.

Campanha de phishing rouba contas do WhatsApp via código de pareamento

Uma nova campanha de phishing, identificada como GhostPairing, está sendo utilizada por cibercriminosos para roubar contas do WhatsApp. O ataque ocorre quando a vítima recebe uma mensagem de um contato conhecido, contendo um link que leva a uma página falsa do Facebook. Ao clicar, a vítima é induzida a fornecer seu número de telefone para ver um conteúdo supostamente legítimo. Em seguida, um código de pareamento é gerado e a vítima é instruída a usá-lo para vincular seu WhatsApp a um dispositivo comprometido. Isso permite que o hacker tenha acesso total ao histórico de conversas e mídias da vítima, possibilitando fraudes e enganos aos contatos da vítima sem que ela perceba. Embora a campanha tenha sido inicialmente observada na República Tcheca, especialistas alertam que pode se espalhar rapidamente para outras regiões. Para se proteger, é recomendado que os usuários verifiquem regularmente a aba de ‘dispositivos vinculados’ no WhatsApp e evitem clicar em links suspeitos.

Análise das Ameaças Cibernéticas da Semana Novas Táticas e Incidentes

O boletim semanal de ameaças cibernéticas destaca a evolução das táticas de ataque, com um foco em um esquema de fraude internacional desmantelado na Ucrânia, onde mais de 400 vítimas perderam mais de €10 milhões. As autoridades europeias, em colaboração com a Eurojust, prenderam 12 suspeitos envolvidos em call centers que enganavam vítimas, utilizando técnicas como a simulação de policiais para obter informações bancárias. Além disso, o governo do Reino Unido está pressionando a Apple e o Google a implementar sistemas de bloqueio de nudez em dispositivos móveis, visando proteger crianças. Outra ameaça emergente é o malware SantaStealer, que coleta dados sensíveis e opera de forma modular, dificultando a detecção. O artigo também menciona a resiliência de provedores de Bulletproof Hosting, que permitem que criminosos cibernéticos operem com agilidade. Por fim, novas técnicas de engenharia social, como o ataque GhostPairing, estão sendo utilizadas para sequestrar contas do WhatsApp, destacando a necessidade de vigilância constante. O cenário cibernético continua a se transformar rapidamente, exigindo atenção das organizações para mitigar riscos.

Malware evolui e usa IA para atacar via WhatsApp Web no Brasil

Uma análise da Trend Micro revelou a evolução da campanha maliciosa Water Saci, que utiliza o malware SORVEPOTEL para se propagar através do WhatsApp Web, especialmente entre usuários brasileiros. Os hackers mudaram suas táticas, substituindo o código PowerShell por Python, o que aumentou a compatibilidade com navegadores e a eficiência na automação do ataque. A campanha se baseia em engenharia social, induzindo os usuários a interagir com conteúdos maliciosos, como arquivos ZIP e PDF, além de mensagens fraudulentas que simulam atualizações do Adobe Acrobat.

Trojan bancário no WhatsApp e malware para Android ameaçam brasileiros

Duas novas campanhas de malware estão ameaçando usuários brasileiros, com foco em um trojan bancário que ataca o WhatsApp e um malware que compromete pagamentos NFC em dispositivos Android. Pesquisadores da Trend Micro identificaram que o grupo Water Saci está por trás do trojan, que se espalha através de arquivos HTA e PDFs maliciosos. Os cibercriminosos utilizam contatos confiáveis para enganar as vítimas, aumentando a probabilidade de que elas baixem os arquivos infectados. Uma vez instalado, o trojan rouba informações sensíveis, como senhas e dados de cartões de crédito. Além disso, o malware RelayNFC, que afeta pagamentos NFC, permite que hackers realizem transações fraudulentas ao interceptar dados do cartão da vítima quando este é encostado no dispositivo. Essa nova era de ameaças digitais no Brasil destaca a vulnerabilidade dos usuários e a necessidade de medidas de segurança mais robustas, especialmente em plataformas amplamente utilizadas como o WhatsApp.

Grupo Water Saci evolui táticas de malware para atacar usuários brasileiros

O grupo de cibercriminosos conhecido como Water Saci está aprimorando suas táticas de ataque, utilizando uma cadeia de infecção sofisticada que se espalha via WhatsApp. Recentemente, a ameaça se afastou do uso de PowerShell e adotou uma variante baseada em Python, permitindo a propagação de um trojan bancário através de arquivos HTA e PDFs. Os usuários recebem mensagens de contatos confiáveis, incentivando-os a abrir anexos maliciosos que iniciam a infecção. O novo método de ataque é caracterizado por uma estrutura de código orientada a objetos e melhor manuseio de erros, tornando a propagação mais rápida e resiliente. O malware é projetado para monitorar atividades bancárias, capturar dados sensíveis e contornar softwares de segurança. Além disso, o Water Saci pode ter utilizado ferramentas de inteligência artificial para converter scripts de PowerShell para Python, demonstrando um nível elevado de sofisticação. Essa campanha representa uma nova era de ameaças cibernéticas no Brasil, onde plataformas de mensagens populares são exploradas para disseminar malware em larga escala. Os especialistas alertam que a confiança dos usuários em canais de comunicação familiarizados é um vetor crítico para a propagação de ataques.

Agência dos EUA alerta sobre risco de espionagem no WhatsApp

A Agência de Cibersegurança e Infraestrutura de Segurança dos EUA (CISA) emitiu um alerta sobre o aumento de ataques cibernéticos utilizando spyware e trojans de acesso remoto (RAT) direcionados a usuários de aplicativos de mensagens como WhatsApp e Signal. Os cibercriminosos empregam técnicas de engenharia social para instalar spyware nos dispositivos, permitindo acesso não autorizado e o roubo de dados sensíveis, incluindo informações pessoais e financeiras.

Desde o início do ano, diversas campanhas de spyware foram identificadas, destacando-se cinco por sua escala e sofisticação. Entre elas, uma campanha que atacou o Signal, atribuída a hackers russos, e outra que utilizou os spywares ProSpy e ToSpy para invadir dispositivos no Oriente Médio. Além disso, uma campanha chamada ClayRat visou usuários na Rússia através de phishing, enquanto outra explorou falhas de segurança em dispositivos iOS e Samsung para coletar dados de usuários do WhatsApp.

Malware para Android monitora mensagens no WhatsApp e Telegram

Um novo trojan bancário, denominado Sturnus, está afetando dispositivos Android, permitindo que hackers roubem credenciais sensíveis e realizem fraudes financeiras. Especialistas da ThreatFabric identificaram que o malware não apenas compromete dados bancários, mas também assume o controle total do dispositivo, monitorando conversas em aplicativos de mensagens como WhatsApp e Telegram. O Sturnus se disfarça como aplicativos legítimos, como Google Chrome, e, uma vez instalado, estabelece um canal HTTPS criptografado para exfiltração de dados em tempo real. O malware utiliza serviços de acessibilidade do Android para capturar informações da tela, como botões pressionados e textos digitados, e realiza transferências bancárias sem o conhecimento do usuário. Embora ainda esteja em fase de desenvolvimento, o Sturnus já é considerado funcional e representa uma ameaça significativa, especialmente para instituições financeiras na Europa. A recomendação para usuários de Android é evitar a instalação de arquivos APK fora de lojas oficiais, a fim de mitigar riscos de infecção.

Clientes de bancos brasileiros são alvos de novo malware no WhatsApp

Um novo trojan bancário, denominado “Eternidade Stealer”, está atacando usuários de WhatsApp no Brasil, conforme análise da Trustwave SpiderLabs. O malware é disseminado por hackers através do aplicativo de mensagens e possui a capacidade de se autorreplicar, facilitando sua propagação. O Eternidade Stealer combina um stealer baseado em Delphi e um dropper MSI, que permite o roubo de informações sensíveis, como dados bancários e listas de contatos. O ataque utiliza um VBScript, com um worm escrito em Python, que se instala silenciosamente no dispositivo da vítima, realizando uma varredura em busca de ferramentas antivírus e coletando dados críticos. Os bancos mais afetados incluem Itaú, Santander, Bradesco e Caixa, além de serviços como MercadoPago e Binance. Os especialistas alertam que o malware é mais difícil de remover do que outros trojans comuns e que mensagens personalizadas são enviadas para enganar as vítimas. Diante desse cenário, é crucial que os usuários permaneçam atentos a atividades suspeitas no WhatsApp para evitar golpes financeiros.

Campanha de Hacking do WhatsApp Alerta Usuários no Brasil

A CTM360 identificou uma campanha de hacking de contas do WhatsApp, chamada HackOnChat, que está se espalhando rapidamente pelo mundo. Os atacantes utilizam portais de autenticação enganosos e páginas de impersonação para enganar os usuários e comprometer suas contas. A campanha se destaca pelo uso de URLs maliciosas hospedadas em domínios de baixo custo, geradas por plataformas modernas de criação de sites, permitindo que os hackers criem novas páginas em grande escala. As técnicas de ataque incluem o sequestro de sessão, onde os criminosos aproveitam a funcionalidade de dispositivos vinculados para assumir sessões ativas do WhatsApp Web, e a tomada de conta, que envolve enganar as vítimas para que entreguem chaves de autenticação. Uma vez que os atacantes controlam uma conta, eles a utilizam para atingir os contatos da vítima, solicitando dinheiro ou informações sensíveis. A campanha tem mostrado um aumento significativo de atividades, especialmente no Oriente Médio e na Ásia, e destaca a eficácia das táticas de engenharia social, que exploram interfaces familiares e a confiança humana.

Golpistas usam videochamada do WhatsApp para roubar contas bancárias

Um novo golpe de cibersegurança está se espalhando, onde criminosos utilizam a funcionalidade de compartilhamento de tela do WhatsApp para roubar dados pessoais e dinheiro de vítimas. Segundo uma pesquisa da ESET, os golpistas iniciam o ataque com uma videochamada inesperada de um número desconhecido, alegando ser de um banco ou suporte da Meta. Eles criam um clima de pânico, informando que a conta da vítima pode estar comprometida. Para resolver a situação, os golpistas pedem que a vítima compartilhe a tela ou instale aplicativos de acesso remoto, como AnyDesk ou TeamViewer. Essa técnica de engenharia social se baseia em confiança, urgência e controle, levando as vítimas a revelarem informações sensíveis, como senhas e dados bancários. A Meta já tomou medidas para combater essa ameaça, banindo milhões de contas fraudulentas e alertando os usuários sobre os riscos de compartilhar a tela com desconhecidos. O golpe já causou perdas significativas, como um caso em Hong Kong onde uma vítima perdeu R$ 3,69 milhões. É crucial que os usuários estejam cientes desses riscos e adotem práticas seguras ao utilizar plataformas de comunicação.

Campanha de malware no Brasil usa engenharia social e WhatsApp

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma nova campanha que utiliza engenharia social e sequestro de contas do WhatsApp para disseminar um trojan bancário chamado Eternidade Stealer, visando usuários no Brasil. O malware, desenvolvido em Delphi, se destaca por sua capacidade de atualizar endereços de comando e controle (C2) via IMAP, permitindo que os atacantes mantenham controle sobre a infecção. A distribuição ocorre através de um worm no WhatsApp, utilizando um script em Python para automatizar o envio de mensagens maliciosas. O ataque começa com um script em Visual Basic ofuscado que, ao ser executado, entrega dois payloads: um script Python que propaga o malware e um instalador MSI que ativa o Eternidade Stealer. Este último verifica se o sistema está em português brasileiro antes de prosseguir, indicando um foco local. O Eternidade Stealer monitora janelas ativas e processos em busca de informações de credenciais bancárias, capturando dados de serviços como Bradesco e Binance. A campanha reflete uma tendência crescente de uso de malware baseado em Delphi na América Latina, aproveitando a popularidade do WhatsApp para realizar ataques em larga escala contra instituições brasileiras. Os especialistas alertam para a necessidade de vigilância em atividades suspeitas no WhatsApp e execuções inesperadas de scripts.

WhatsApp expõe dados de 206 milhões de brasileiros devido a falha

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Viena revelou uma falha de segurança no WhatsApp que expôs dados de 206 milhões de usuários brasileiros. A pesquisa, que envolveu a adição de números aleatórios ao aplicativo, resultou na coleta de 3,5 bilhões de números de celular, dos quais 57% tinham fotos de perfil visíveis e 29% apresentavam informações públicas, como status e nomes. Essa vulnerabilidade já havia sido reportada em 2017, mas a Meta, empresa controladora do WhatsApp, não implementou medidas eficazes para corrigi-la. Embora a Meta tenha afirmado que os dados expostos são informações públicas e que os usuários podem tornar suas informações privadas, os pesquisadores não encontraram barreiras significativas durante o teste. A situação é preocupante, especialmente considerando que 61% dos usuários brasileiros têm suas fotos de perfil expostas. Além disso, a pesquisa identificou usuários em países onde o aplicativo é banido, o que levanta questões sobre a segurança e privacidade em contextos de uso clandestino. A Meta declarou que está trabalhando em defesas contra scraping de dados, mas a eficácia dessas medidas ainda é questionada pelos pesquisadores.

Meta lança ferramenta para pesquisadores de segurança do WhatsApp

A Meta anunciou a disponibilização do WhatsApp Research Proxy para pesquisadores de bug bounty, visando aprimorar a segurança da plataforma de mensagens. A iniciativa busca facilitar a pesquisa em tecnologias específicas do WhatsApp, que continua sendo um alvo atrativo para atores patrocinados por estados e fornecedores de spyware. Nos últimos 15 anos, a Meta pagou mais de US$ 25 milhões em recompensas a mais de 1.400 pesquisadores, com mais de US$ 4 milhões pagos apenas neste ano. Entre as vulnerabilidades descobertas, destaca-se uma falha de validação incompleta em versões anteriores do WhatsApp, que poderia permitir que um usuário processasse conteúdo de URLs arbitrárias em dispositivos de outros usuários, embora não haja evidências de exploração dessa falha. Além disso, a Meta implementou proteções contra scraping após a descoberta de um método que poderia expor dados de 3,5 bilhões de usuários do WhatsApp. A empresa reafirmou que as mensagens dos usuários permanecem seguras devido à criptografia de ponta a ponta. A pesquisa também revelou números significativos de contas do WhatsApp em países onde o aplicativo é banido, como China e Myanmar.

Malware Maverick se espalha pelo WhatsApp e ameaça usuários brasileiros

Pesquisadores de segurança cibernética descobriram semelhanças entre um malware bancário chamado Coyote e um novo programa malicioso denominado Maverick, que está sendo disseminado via WhatsApp. Ambos os malwares, escritos em .NET, têm como alvo usuários e instituições financeiras no Brasil, apresentando funcionalidades semelhantes, como a capacidade de monitorar aplicativos bancários e se propagar através do WhatsApp Web. O Maverick, documentado pela Trend Micro, é atribuído a um ator de ameaças conhecido como Water Saci e utiliza um malware auto-propagante chamado SORVEPOTEL, que entrega um arquivo ZIP contendo o payload do Maverick. Este malware monitora abas de navegador em busca de URLs de instituições financeiras e pode coletar informações do sistema e exibir páginas de phishing para roubo de credenciais. A Sophos levantou a possibilidade de que Maverick seja uma evolução do Coyote, e a Kaspersky confirmou sobreposições de código entre os dois. A campanha também se destaca por sua capacidade de contornar a autenticação do WhatsApp Web, permitindo acesso imediato às contas dos usuários. Com mais de 148 milhões de usuários ativos no Brasil, a popularidade do WhatsApp torna essa ameaça particularmente preocupante.

Pesquisadores Revelam Conexões entre Malware Bancário Maverick e Coyote

Pesquisadores da CyberProof e outras equipes de segurança revelaram uma onda de ataques que se espalham pelo WhatsApp, mostrando conexões operacionais e técnicas entre os trojans bancários Maverick e Coyote. Essas campanhas visam principalmente usuários brasileiros, utilizando comunicações legítimas para induzir as vítimas a baixar arquivos ZIP maliciosos. Um exemplo é o arquivo NEW-20251001_152441-PED_561BCF01.zip, que disfarça um atalho como PDF, mas executa uma sequência de comandos ofuscados.

Após a abertura do arquivo, um script PowerShell é ativado, que baixa um segundo payload em .NET, realizando verificações para evitar ambientes de análise. O malware se conecta a servidores de comando e controle, permitindo o roubo de dados e a hijack de sessões do WhatsApp Web. A persistência é garantida através da criação de arquivos em diretórios de inicialização, assegurando a reinfecção após reinicializações.

Malware LANDFALL explora vulnerabilidade zero-day da Samsung via WhatsApp

Pesquisadores de cibersegurança da Palo Alto Networks, através da Unidade 42, identificaram uma campanha sofisticada de spyware para Android, chamada LANDFALL, que explora uma vulnerabilidade crítica zero-day em dispositivos Samsung Galaxy. Essa vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-21042, reside na biblioteca de processamento de imagens da Samsung e permite que atacantes realizem operações de vigilância avançadas. O malware foi disseminado por meio de imagens maliciosas enviadas pelo WhatsApp, que aparentavam ser arquivos comuns, mas continham código malicioso embutido. Essa técnica de ataque é semelhante a cadeias de exploração observadas anteriormente em dispositivos iOS. O LANDFALL é capaz de gravar áudio, interceptar chamadas, rastrear localização e coletar dados pessoais, como fotos e mensagens. A campanha, que começou em meados de 2024, foi descoberta enquanto os pesquisadores investigavam uma cadeia de exploração paralela para iOS. A Samsung lançou um patch para a vulnerabilidade em abril de 2025, mas a campanha permaneceu ativa por meses, destacando a complexidade das operações de spyware comercial. A análise sugere conexões com atores de ameaças do Oriente Médio, especialmente com o grupo Stealth Falcon, conhecido por operar nos Emirados Árabes Unidos.

Vírus disfarçado de WhatsApp rouba SMS e códigos de verificação bancária

Uma nova campanha de cibercriminosos tem se aproveitado da popularidade do WhatsApp e de ferramentas de inteligência artificial para roubar dados pessoais dos usuários. Identificada pela empresa de segurança Appknox, a campanha envolve aplicativos falsos que imitam a interface do WhatsApp, ChatGPT e DALL·E, disponíveis em lojas digitais alternativas. Esses aplicativos maliciosos, como o WhatsApp Plus, solicitam permissões excessivas, como acesso a SMS e registros de chamadas, permitindo que os criminosos capturem informações sensíveis sem o consentimento dos usuários. O malware pode operar mesmo quando o aplicativo está fechado, utilizando bibliotecas nativas para monitorar atividades. A Appknox alerta que a falha nos mecanismos de verificação de aplicativos torna a situação ainda mais crítica, exigindo uma vigilância constante nas lojas de aplicativos e a educação dos usuários sobre a instalação de aplicativos apenas em plataformas oficiais. A descoberta dessa campanha é um sinal de alerta para empresas, pois dispositivos comprometidos podem ser usados para roubar códigos de verificação bancária e facilitar fraudes.

Aplicativos maliciosos do ChatGPT rastreiam usuários e roubam dados

O crescimento explosivo de aplicativos móveis impulsionados por IA criou um ambiente propício para cibercriminosos que exploram a confiança nas marcas. Pesquisadores da Appknox identificaram um aumento preocupante de clones falsos do ChatGPT, DALL·E e WhatsApp em lojas de aplicativos alternativas, que utilizam marcas conhecidas para enganar usuários e comprometer dispositivos empresariais. Em 2024, aplicativos relacionados à IA representaram 13% de todos os downloads globais, totalizando 17 bilhões, tornando-se alvos atraentes para ataques. As ameaças variam de adware oportunista a infraestruturas de spyware. Um exemplo alarmante é o WhatsApp Plus, que se disfarça como uma versão aprimorada do mensageiro, mas contém malware que solicita permissões extensivas, permitindo que atacantes interceptem códigos de autenticação e acessem contatos. A análise de tráfego de rede revelou técnicas de mascaramento de tráfego malicioso. Para ambientes corporativos, as implicações são catastróficas, com riscos de violação de normas como GDPR e HIPAA, podendo resultar em multas milionárias. Os pesquisadores ressaltam que os mecanismos tradicionais de verificação de aplicativos falham em prevenir ameaças pós-lançamento, destacando a necessidade de monitoramento contínuo e educação dos usuários sobre downloads seguros.

WhatsApp adiciona criptografia por chave para fortalecer segurança de backups

O WhatsApp anunciou uma atualização de segurança que simplifica e fortalece a proteção dos backups de chats. A nova funcionalidade de backups criptografados por chave elimina a necessidade de senhas complexas ou longas chaves de criptografia, permitindo que os usuários protejam seus backups utilizando métodos biométricos como impressão digital, reconhecimento facial ou código de bloqueio de tela. Essa mudança visa resolver um problema comum enfrentado por milhões de usuários, que muitas vezes armazenam memórias valiosas em suas conversas, como fotos e mensagens importantes. Com a criptografia de ponta a ponta já implementada para os chats, agora essa proteção se estende aos backups, garantindo que nem mesmo o WhatsApp tenha acesso aos dados dos usuários. A implementação da nova funcionalidade será gradual, permitindo que a empresa colete feedback dos usuários e otimize a experiência em diferentes dispositivos. Essa atualização representa um avanço significativo na segurança e na conveniência, permitindo que os usuários mantenham suas conversas privadas sem a necessidade de conhecimentos técnicos especializados.

Golpe de compartilhamento de tela no WhatsApp rouba senhas ao vivo

Golpistas estão utilizando uma nova tática de engenharia social para roubar senhas e dados pessoais de usuários do WhatsApp e Facebook Messenger. A estratégia envolve a criação de contas falsas que se passam por suporte de empresas conhecidas. Os criminosos aguardam que usuários relatem problemas nas redes sociais e, em seguida, entram em contato oferecendo ajuda. Durante uma chamada de vídeo, eles solicitam que a vítima compartilhe a tela do celular. Embora não consigam acessar a senha diretamente, conseguem visualizar informações como nome de usuário e e-mail, além do código de verificação enviado para login, facilitando o roubo de contas. Para combater essa prática, a Meta implementará avisos quando usuários tentarem compartilhar a tela com contatos desconhecidos e monitorará conversas em busca de sinais de golpes. A empresa também destaca que a população idosa é a mais afetada por esses crimes virtuais e recomenda que os usuários verifiquem a autenticidade das comunicações recebidas.

Hackers do Pwn2Own reportam vulnerabilidade no WhatsApp à Meta

Durante a competição de hacking Pwn2Own Irlanda 2025, realizada em Cork, de 21 a 23 de outubro, a equipe Z3 decidiu não demonstrar publicamente uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código sem clique no WhatsApp. Em vez disso, optaram por relatar a falha de forma privada à Meta, a empresa-mãe do WhatsApp, através de um processo de divulgação coordenada. Essa decisão surpreendeu os participantes, pois a exploração poderia ter rendido à equipe um prêmio recorde de US$ 1 milhão. A Zero Day Initiative (ZDI), organizadora do evento, elogiou a escolha da equipe, que priorizou a segurança dos usuários em vez de um espetáculo público. A vulnerabilidade é considerada de alto risco, pois permite que atacantes comprometam dispositivos sem qualquer interação do usuário, tornando-se uma ameaça significativa, especialmente para os três bilhões de usuários do WhatsApp. A Meta se comprometeu a reforçar a segurança do aplicativo e a ZDI concedeu um prazo de até 90 dias para que a empresa desenvolva e implemente correções antes de qualquer divulgação pública. Embora os detalhes técnicos da vulnerabilidade não tenham sido divulgados, especialistas esperam que a Meta atue rapidamente para mitigar o risco de exploração real.

Meta Introduz Novas Ferramentas de Segurança para Usuários do Messenger e WhatsApp

A Meta lançou um conjunto de novas ferramentas de segurança para o Messenger e WhatsApp, com o objetivo de proteger contas e ajudar especialmente os idosos a evitar fraudes comuns. Essas funcionalidades foram introduzidas durante o Mês de Conscientização sobre Cibersegurança e fazem parte de uma campanha global contra fraudes. Desde o início do ano, as equipes de segurança da Meta identificaram e interromperam quase 8 milhões de contas no Facebook e Instagram ligadas a centros de fraudes que visam pessoas em todo o mundo, incluindo idosos. Os novos recursos permitirão que os usuários relatem mensagens suspeitas com mais facilidade e bloqueiem automaticamente contas que apresentem comportamentos fraudulentos. Além disso, a Meta firmou parceria com o National Elder Fraud Coordination Center, uma organização sem fins lucrativos que reúne bancos, autoridades policiais e grupos de defesa para combater fraudes direcionadas a idosos. As fraudes mais comuns incluem serviços de reforma de casas falsos e serviços de recuperação de dinheiro que imitam sites oficiais, como o do FBI. O relatório de Crimes na Internet de 2024 do FBI revelou que americanos com 60 anos ou mais perderam cerca de 4,8 bilhões de dólares devido a fraudes no ano passado. As novas ferramentas e dicas visam tornar o Messenger e o WhatsApp mais seguros, especialmente para os idosos, que são mais vulneráveis a esses golpes.

Campanha de spam no WhatsApp Web afeta usuários brasileiros

Pesquisadores da Socket identificaram uma campanha de spamware que afeta usuários brasileiros do WhatsApp Web, envolvendo 131 extensões maliciosas do Google Chrome. Essas extensões, que compartilham o mesmo código-fonte e design, têm como objetivo contornar as restrições de envio de mensagens da plataforma, permitindo o envio em massa de spam. Com cerca de 20.905 usuários ativos, as extensões se disfarçam como ferramentas de automação para ajudar empresas a maximizar vendas. A campanha está em operação há pelo menos nove meses, com atualizações frequentes. A DBX Tecnologia, responsável pela extensão original, oferece um programa white-label que permite rebranding e revenda das extensões, prometendo lucros significativos. Essa prática viola as políticas da Chrome Web Store e levanta preocupações sobre a segurança e privacidade dos usuários, especialmente em relação à conformidade com a LGPD. Além disso, a Socket alerta que a DBX Tecnologia também promove vídeos que ensinam a burlar os algoritmos anti-spam do WhatsApp.

Pesquisadores brasileiros desmantelam campanha de malware no WhatsApp Web

Pesquisadores da empresa de segurança cibernética Solo Iron, no Brasil, desmontaram uma campanha de malware conhecida como Maverick, que se espalha pelo WhatsApp Web. O vírus, que opera como um trojan, infecta computadores e rouba dados bancários. A investigação revelou que a operação dos hackers começou em 1º de outubro e utilizava técnicas de engenharia social para disseminar arquivos maliciosos disfarçados de documentos financeiros. O malware, que funciona na memória da máquina, evita a detecção por antivírus tradicionais ao não gravar arquivos em disco. A equipe da Solo Iron conseguiu acessar a infraestrutura dos cibercriminosos, revelando a escala da operação e os domínios envolvidos. O ataque é caracterizado por um alto nível de automação e permite que os criminosos monitorem a disseminação do trojan através de um painel administrativo. A análise detalhada do malware e suas implicações estão disponíveis no blog da Solo Iron.

Meta lança ferramentas para proteger usuários de Messenger e WhatsApp

No dia 21 de outubro de 2025, a Meta anunciou novas ferramentas para proteger os usuários do Messenger e do WhatsApp contra possíveis fraudes. No WhatsApp, serão introduzidos avisos quando os usuários tentarem compartilhar a tela com contatos desconhecidos durante chamadas de vídeo, prevenindo a exposição de informações sensíveis, como dados bancários e códigos de verificação. No Messenger, uma nova configuração chamada ‘Detecção de Fraudes’ permitirá que os usuários recebam alertas sobre mensagens suspeitas de contatos desconhecidos. A detecção ocorre no dispositivo do usuário, garantindo que as conversas com criptografia de ponta a ponta permaneçam seguras. Caso uma mensagem seja identificada como potencialmente fraudulenta, os usuários poderão optar por enviar as mensagens para uma revisão por inteligência artificial, embora isso desative a criptografia. A Meta também relatou ter tomado medidas contra mais de 21 mil páginas e contas no Facebook que se passavam por suporte ao cliente, além de ter desativado cerca de 8 milhões de contas associadas a centros de fraudes. Esses esquemas, frequentemente relacionados a fraudes de investimento, manipulam emocionalmente as vítimas, levando-as a perder grandes quantias de dinheiro. A empresa continua a trabalhar para combater esses crimes, especialmente aqueles que visam populações vulneráveis, como os idosos.

Mais de 130 extensões maliciosas do Chrome expostas em ataque a usuários do WhatsApp

Pesquisadores de cibersegurança da Socket descobriram uma campanha sofisticada de spam que envolve 131 extensões do Chrome, direcionadas a usuários do WhatsApp. Essas extensões, que compartilham códigos e infraestrutura idênticos, afetam pelo menos 20.905 usuários ativos, violando as políticas do Chrome Web Store e do WhatsApp. A operação é conduzida pela DBX Tecnologia, uma empresa brasileira que licencia versões personalizadas das extensões para revendedores, prometendo margens de lucro significativas. Apesar da diversidade de marcas, todas as extensões foram publicadas por apenas duas contas de desenvolvedor. As extensões utilizam métodos técnicos avançados para injetar código malicioso na interface do WhatsApp Web, permitindo o envio automatizado de mensagens em massa, o que contraria as políticas de consentimento do WhatsApp. A Socket já solicitou a remoção das extensões e a suspensão das contas dos desenvolvedores. A empresa recomenda que organizações adotem ferramentas de proteção para extensões do Chrome e monitorem as permissões e atualizações das extensões em uso.

Campanha de spam usa extensões falsas do WhatsApp Web no Brasil

Pesquisadores de cibersegurança descobriram uma campanha coordenada que utiliza 131 extensões clonadas do WhatsApp Web para Google Chrome, visando usuários brasileiros. Essas extensões, que compartilham o mesmo código e design, têm cerca de 20.905 usuários ativos e funcionam como spamware, automatizando o envio de mensagens em massa para contornar as regras de anti-spam do WhatsApp. A campanha está em andamento há pelo menos nove meses, com atualizações recentes observadas em outubro de 2025. As extensões, que se apresentam como ferramentas de gerenciamento de relacionamento com clientes (CRM), são publicadas principalmente por uma entidade chamada ‘WL Extensão’. A prática viola as políticas do Chrome Web Store, que proíbem a submissão de múltiplas extensões com funcionalidades duplicadas. Além disso, a empresa DBX Tecnologia, responsável pela extensão original, promove um programa de revenda que permite a rebranding das extensões, incentivando a proliferação de clones. Essa situação levanta preocupações sobre a segurança e a privacidade dos usuários, especialmente em um contexto onde o WhatsApp é amplamente utilizado no Brasil.

Vírus Maverick ataca brasileiros para roubar dados bancários via WhatsApp

O novo trojan bancário chamado Maverick está atacando usuários brasileiros, infectando computadores através de arquivos de atalho do Windows e se espalhando pelo WhatsApp Web. A Kaspersky, que identificou a ameaça, bloqueou mais de 62 mil tentativas de ataque apenas em outubro de 2025. O vírus verifica se a vítima está no Brasil, utilizando informações como fuso horário e idioma do sistema, antes de prosseguir com a infecção. Uma vez instalado, o Maverick tem a capacidade de monitorar o que o usuário digita, tirar capturas de tela e acessar informações de 26 bancos e 6 corretoras de criptomoedas. A infecção ocorre na memória do computador, dificultando a detecção por ferramentas de segurança. O trojan utiliza criptografia AES-256 para ocultar suas operações, indicando uma possível continuidade de campanhas maliciosas anteriores. Para se proteger, recomenda-se desconfiar de arquivos recebidos pelo WhatsApp, evitar clicar em arquivos de atalho de fontes não confiáveis e utilizar aplicativos de segurança.

Grupo APT Mysterious Elephant invade organização e rouba informações sensíveis

Um novo ataque de ciberespionagem foi identificado na região Ásia-Pacífico, com o grupo Mysterious Elephant, classificado como uma ameaça avançada persistente (APT), atacando agências governamentais e de política externa. Desde sua descoberta em 2023, o grupo tem se destacado por suas táticas adaptáveis, especialmente ao explorar plataformas de mensagens como o WhatsApp para roubar documentos e arquivos.

A campanha mais recente, iniciada em 2025, mostra uma evolução significativa nas técnicas operacionais do grupo, que agora utiliza malware desenvolvido sob medida e utilitários de código aberto modificados, como BabShell e MemLoader. Os ataques geralmente começam com e-mails de spear-phishing que imitam correspondências oficiais, utilizando temas diplomáticos para enganar as vítimas. Uma vez que o sistema é comprometido, o BabShell estabelece uma conexão de shell reverso, permitindo que os atacantes mantenham controle e executem comandos.

Trojan bancário explora WhatsApp para acesso remoto completo

Uma nova campanha de malware em larga escala foi identificada no Brasil, envolvendo um Trojan bancário chamado Maverick, que se espalha através do WhatsApp. O ataque utiliza arquivos LNK maliciosos enviados em arquivos ZIP, contornando as restrições da plataforma de mensagens. Ao abrir o arquivo, o Trojan executa um comando PowerShell que baixa cargas adicionais de um servidor de comando e controle (C2), utilizando um canal de comunicação que valida rigorosamente o acesso. O Maverick se destaca por sua capacidade de se propagar rapidamente entre contatos do WhatsApp, enviando mensagens de spam com novos arquivos maliciosos. Além disso, o malware monitora navegadores e visa 26 portais bancários brasileiros, além de exchanges de criptomoedas. O componente principal, chamado Maverick Agent, permite que os atacantes tenham controle total do sistema da vítima, incluindo captura de tela e registro de teclas. Nos primeiros dez dias de outubro, mais de 62.000 tentativas de infecção foram bloqueadas, evidenciando a gravidade da ameaça, que é direcionada a usuários brasileiros, utilizando verificação de idioma e fuso horário.

O mundo online e a evolução das fraudes cibernéticas

O cenário da cibersegurança está em constante transformação, com novas fraudes e ataques surgindo a cada semana. Hackers estão se tornando mais sofisticados, utilizando aplicativos confiáveis e sites legítimos para enganar usuários e roubar informações sem que eles percebam. Um exemplo alarmante é a operação do governo dos EUA que apreendeu US$ 15 bilhões em criptomoedas de uma rede de fraudes que operava na Ásia, onde trabalhadores eram forçados a realizar esquemas de investimento fraudulentos. Além disso, um novo trojan bancário chamado Maverick, que utiliza o WhatsApp para roubar dados de usuários brasileiros, foi identificado, destacando a vulnerabilidade de plataformas populares. Pesquisas também revelaram que é possível interceptar comunicações de satélites militares e comerciais com equipamentos comuns, expondo dados sensíveis. Por fim, protocolos legados do Windows continuam a ser explorados para roubo de credenciais, evidenciando a necessidade de atualização e segurança em sistemas. Este artigo destaca a urgência de uma resposta proativa na defesa contra essas ameaças emergentes.

Nova campanha de worm no WhatsApp entrega malware bancário no Brasil

Pesquisadores de segurança da Dell e da Sophos descobriram uma campanha ativa de malware que explora a plataforma WhatsApp Web para disseminar um worm auto-replicante. Iniciada em 29 de setembro de 2025, a campanha visa principalmente usuários brasileiros, utilizando mensagens enganosas e anexos ZIP maliciosos para comprometer sistemas. Os usuários recebem mensagens de contatos infectados contendo arquivos ZIP que aparentam ser documentos financeiros legítimos, mas que, ao serem abertos, executam comandos PowerShell ocultos. Esses comandos baixam scripts adicionais de um servidor de comando e controle, desativando mecanismos de segurança do Windows e permitindo a instalação de trojans bancários e ladrões de credenciais de criptomoedas. Entre os malwares identificados estão um trojan bancário conhecido como Maverick e um módulo de automação de navegador que utiliza o Selenium para controlar sessões do WhatsApp Web. A campanha já afetou mais de 1.000 endpoints em 400 ambientes na primeira semana, destacando a necessidade urgente de conscientização e proteção contra anexos ZIP recebidos por plataformas de mensagens.

Brasil enfrenta novo vírus que se espalha pelo WhatsApp Web

Pesquisadores da Trend Micro Research identificaram uma nova campanha de malware chamada Water Saci, que utiliza o WhatsApp Web para infectar computadores no Brasil. O vírus, conhecido como SORVEPOTEL, não se limita a roubar dados, mas foi projetado para se espalhar rapidamente, explorando a confiança dos usuários. A campanha utiliza mensagens de phishing que contêm arquivos ZIP maliciosos, persuadindo as vítimas a abrir anexos que parecem legítimos, como comprovantes de pagamento. Após a instalação, o malware se propaga automaticamente para todos os contatos do usuário no WhatsApp Web.

Atores de Ameaça Exploraram Mensagens do WhatsApp para Atacar Sistemas Windows com Malware SORVEP...

Uma campanha de malware chamada SORVEPOTEL foi identificada como uma ameaça significativa, visando ambientes Windows ao explorar sessões comprometidas do WhatsApp. A pesquisa indica que 457 das 477 infecções confirmadas estão concentradas no Brasil, com um foco particular em empresas e organizações públicas. O vetor inicial de infecção é um phishing convincente, enviado via WhatsApp ou e-mail, que contém um arquivo ZIP disfarçado de documento inofensivo. Ao ser aberto, o arquivo revela um atalho malicioso que executa um comando PowerShell ofuscado, baixando e executando scripts adicionais de domínios controlados pelos atacantes.

Novo malware se espalha pelo WhatsApp, afetando usuários brasileiros

Um novo malware autônomo, denominado SORVEPOTEL, está atacando usuários brasileiros através do WhatsApp, conforme relatado pela Trend Micro. Este malware se propaga rapidamente entre sistemas Windows, utilizando mensagens de phishing convincentes que contêm anexos ZIP maliciosos. Os pesquisadores observaram que a maioria das infecções ocorreu em setores como governo, serviços públicos, tecnologia e educação, com 457 dos 477 casos registrados no Brasil. O ataque começa com uma mensagem de phishing enviada de um contato comprometido, que inclui um arquivo ZIP disfarçado de recibo ou arquivo relacionado a aplicativos de saúde. Ao abrir o anexo, o usuário é levado a executar um arquivo de atalho do Windows que ativa um script PowerShell, baixando o payload principal de um servidor externo. O malware, uma vez instalado, se propaga automaticamente através do WhatsApp Web, enviando o arquivo ZIP para todos os contatos do usuário infectado, resultando em um grande volume de mensagens de spam e, frequentemente, na suspensão das contas. Embora o SORVEPOTEL não tenha mostrado interesse em roubo de dados ou ransomware, sua capacidade de se espalhar rapidamente representa uma ameaça significativa para empresas e usuários no Brasil.

Vulnerabilidade 0-Click do WhatsApp Explorável via Imagem DNG Maliciosa

Uma nova vulnerabilidade de execução remota de código (RCE) sem interação do usuário foi descoberta no WhatsApp, afetando dispositivos iOS, macOS e iPadOS. A falha, identificada como CVE-2025-55177, permite que atacantes enviem uma imagem DNG maliciosa que, ao ser processada automaticamente pelo aplicativo, compromete completamente o dispositivo da vítima. O ataque ocorre em duas etapas: primeiro, uma falha lógica no manuseio de mensagens do WhatsApp permite que um invasor falsifique a origem de uma mensagem e insira um arquivo DNG malicioso na conversa. Em seguida, uma segunda vulnerabilidade, CVE-2025-43300, no parser de arquivos DNG, causa corrupção de memória, permitindo que o invasor execute código arbitrário. A exploração é silenciosa, sem necessidade de interação do usuário, tornando a detecção extremamente difícil. Tanto o WhatsApp quanto a Apple estão cientes das vulnerabilidades e estão trabalhando em correções. Usuários são aconselhados a atualizar seus aplicativos assim que as correções forem disponibilizadas e a ter cautela ao receber mensagens multimídia não solicitadas. A situação destaca a complexidade de proteger aplicativos de mensagens contra vetores de ataque que exploram formatos de arquivo aparentemente seguros.

Apple corrige falha crítica que pode ter sido explorada em ataques direcionados

A Apple anunciou a correção de uma vulnerabilidade crítica (CVE-2025-43300) em seu componente ImageIO, que permite a corrupção de memória ao processar arquivos de imagem maliciosos. Com uma pontuação CVSS de 8.8, essa falha foi identificada como parte de ataques sofisticados direcionados a menos de 200 indivíduos. Além disso, a WhatsApp confirmou que uma vulnerabilidade em seus aplicativos para iOS e macOS (CVE-2025-55177, CVSS 5.4) foi encadeada com a falha da Apple, potencializando os riscos de espionagem. As atualizações de segurança foram disponibilizadas para várias versões do iOS e macOS, incluindo versões mais antigas, visando proteger dispositivos como iPhone 8, iPhone 6s e iPad Air 2. Embora não haja evidências de que as falhas tenham sido amplamente exploradas, a Apple recomenda que os usuários mantenham seus sistemas atualizados para garantir a proteção. Além da correção das vulnerabilidades mencionadas, a atualização também aborda outras falhas de segurança em componentes como Safari e WebKit, que poderiam permitir acesso não autorizado a dados sensíveis e causar falhas inesperadas no sistema.

Apple alerta usuários na França sobre campanha de spyware

A Apple notificou usuários na França sobre uma campanha de spyware que visa dispositivos vinculados a contas do iCloud. O alerta foi emitido em 3 de setembro de 2025, sendo a quarta notificação do ano, com alertas anteriores em março, abril e junho. O CERT-FR (Computer Emergency Response Team da França) informou que esses ataques complexos têm como alvo indivíduos de destaque, como jornalistas, advogados e políticos. A situação se agrava após a descoberta de uma falha de segurança no WhatsApp que foi combinada com um bug no iOS, permitindo ataques de zero-click. A Apple introduziu uma nova funcionalidade de segurança chamada Memory Integrity Enforcement (MIE) para combater vulnerabilidades de corrupção de memória. Um relatório do Atlantic Council revelou um aumento significativo no número de investidores dos EUA em tecnologias de spyware, com 31 novos investidores em um ano, superando outros países como Israel e Itália. O relatório destaca a crescente importância de corretores e vendedores no mercado de spyware, que agora detêm uma fatia de mercado maior do que antes.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no WhatsApp

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade crítica no WhatsApp, identificada como CVE-2025-55177, que já está sendo explorada por cibercriminosos em campanhas de ataque. Essa falha de zero-day afeta a funcionalidade de sincronização de dispositivos do aplicativo, permitindo que atacantes manipulem mensagens de sincronização e forcem dispositivos a processar conteúdo malicioso. O problema reside em uma verificação de autorização incorreta no framework de sincronização entre dispositivos, classificada como CWE-863. A CISA estabeleceu um prazo até 23 de setembro para que agências federais e organizações de infraestrutura crítica implementem correções. A exploração dessa vulnerabilidade pode levar a acessos não autorizados, exfiltração de dados e instalação de malware, ampliando significativamente o risco para os usuários do WhatsApp. A natureza silenciosa do ataque, que não requer interação do usuário, torna a conscientização tradicional ineficaz contra essa ameaça.

Ameaça de Segurança no WhatsApp Novo Golpe Permite Hackers Controlarem Chats Privados

Uma nova campanha de phishing sofisticada está afetando usuários do WhatsApp, onde mensagens enganosas de contatos, como “Oi, encontrei sua foto por acaso!”, são utilizadas para induzir cliques em links maliciosos. Ao clicar, as vítimas são redirecionadas para uma página falsa de login do Facebook, onde, ao inserir suas credenciais, os hackers conseguem explorar a funcionalidade de vinculação de dispositivos do WhatsApp. Isso permite que os atacantes assumam o controle total das conversas, mídias e contatos da vítima.

Cibersegurança Pequenas Falhas Podem Gerar Grandes Riscos

O cenário atual da cibersegurança revela que os ataques não se concentram mais em falhas isoladas, mas em uma rede de pequenas vulnerabilidades que, quando combinadas, podem resultar em riscos significativos. Recentemente, o WhatsApp corrigiu uma vulnerabilidade em seus aplicativos para iOS e macOS, que poderia ter sido explorada em conjunto com uma falha da Apple, permitindo que usuários não autorizados acessassem conteúdos de URLs arbitrárias. Além disso, o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou uma rede de trabalhadores de TI fraudulentos da Coreia do Norte, que gerou receitas para programas de armas de destruição em massa. Também foi relatada uma falha crítica no Docker Desktop, que poderia permitir que atacantes assumissem o controle do sistema host. Outro ataque notável foi o MixShell, que visou fabricantes e empresas de cadeia de suprimentos nos EUA, utilizando formulários de contato para enganar as vítimas. O grupo UNC6395 comprometeu instâncias do Salesforce, enquanto o Storm-0501 evoluiu suas táticas de ransomware, explorando contas privilegiadas. Esses incidentes destacam a necessidade de uma abordagem proativa na segurança cibernética, onde a interação entre pequenas falhas pode levar a consequências devastadoras.

WhatsApp corrige vulnerabilidade crítica em iOS e macOS

O WhatsApp anunciou a correção de uma vulnerabilidade de segurança em seus aplicativos para iOS e macOS, identificada como CVE-2025-55177, com uma pontuação CVSS de 8.0, indicando um risco elevado. Essa falha está relacionada à autorização insuficiente de mensagens de sincronização de dispositivos vinculados, o que poderia permitir que um usuário não autorizado processasse conteúdo de uma URL arbitrária no dispositivo de um alvo. A vulnerabilidade afeta versões anteriores do WhatsApp para iOS (antes da 2.25.21.73), WhatsApp Business para iOS (2.25.21.78) e WhatsApp para Mac (2.25.21.78). A empresa também alertou que essa falha poderia ser combinada com outra vulnerabilidade da Apple, CVE-2025-43300, que foi utilizada em ataques direcionados a indivíduos específicos. O ataque, descrito como um ‘zero-click’, não requer interação do usuário, aumentando a gravidade da situação. O WhatsApp notificou usuários que acreditam ter sido alvos de uma campanha de spyware avançada e recomendou a realização de um reset de fábrica nos dispositivos afetados, além de manter os aplicativos atualizados. A situação destaca a crescente ameaça de spyware a jornalistas e defensores dos direitos humanos.

Vulnerabilidade Zero-Day do WhatsApp Explorada em Ataques a Dispositivos Apple

O WhatsApp emitiu um alerta crítico sobre uma vulnerabilidade zero-click (CVE-2025-55177) que está sendo explorada em ataques sofisticados contra usuários de iOS e macOS. Essa falha, que afeta versões anteriores do aplicativo, permite que atacantes acionem remotamente o processamento de conteúdo de URLs arbitrárias no dispositivo da vítima, sem necessidade de interação do usuário. A gravidade da situação aumenta quando essa vulnerabilidade é combinada com outra falha no sistema operacional da Apple (CVE-2025-43300), que pode levar à corrupção de memória e acesso não autorizado a dados do dispositivo. O WhatsApp notificou usuários que podem ter sido alvo desses ataques, alertando sobre o risco de comprometimento de dados sensíveis. A empresa já implementou mitigação em suas atualizações, mas enfatiza a importância de os usuários atualizarem seus dispositivos Apple com os patches de segurança mais recentes. A situação é particularmente preocupante para jornalistas e defensores dos direitos humanos, que são frequentemente alvos de campanhas de espionagem avançadas.