Vulnerabilidades Ios

CISA ordena correção de vulnerabilidades do iOS em ataques cibernéticos

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) emitiu uma ordem para que agências governamentais dos EUA corrigissem três vulnerabilidades do iOS, que estão sendo exploradas em ataques de roubo de criptomoedas e ciberespionagem, utilizando o kit de exploração DarkSword. Pesquisadores do Google e da iVerify identificaram uma cadeia de seis vulnerabilidades, incluindo CVE-2025-31277, CVE-2025-43529, CVE-2026-20700, CVE-2025-14174, CVE-2025-43510 e CVE-2025-43520, que permitem a execução remota de código em iPhones não corrigidos. Embora a Apple já tenha lançado patches para essas falhas, dispositivos rodando iOS entre as versões 18.4 e 18.7 ainda estão vulneráveis. O DarkSword está associado a grupos de ameaças, como UNC6748 e UNC6353, que realizam ataques direcionados a usuários de iPhone em sites comprometidos. A CISA alertou que essas vulnerabilidades representam riscos significativos e recomendou que todas as organizações, incluindo as do setor privado, priorizem a segurança de seus dispositivos. O alerta destaca a necessidade de ações imediatas para mitigar os riscos associados a essas falhas.

CISA ordena correção de falhas de segurança em iOS após ataques

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma ordem para que agências federais corrijam três vulnerabilidades de segurança no iOS, que estão sendo exploradas em ataques de ciberespionagem e roubo de criptomoedas, utilizando o kit de exploração Coruna. Pesquisadores do Google Threat Intelligence Group (GTIG) identificaram que o Coruna utiliza uma cadeia de exploits que ataca 23 vulnerabilidades do iOS, muitas das quais foram utilizadas em ataques zero-day. As falhas não afetam versões recentes do iOS e são bloqueadas se o usuário estiver em modo de navegação privada ou com o modo de bloqueio ativado. O Coruna permite que atacantes contornem a autenticação de código, escapem de sandbox e executem código remotamente no WebKit, elevando permissões a privilégios de Kernel. O kit foi observado em uso por diversos grupos de ameaças, incluindo um grupo suspeito de estar vinculado ao estado russo e um ator de ameaças da China. A CISA incluiu as vulnerabilidades em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e ordenou que as agências federais protejam seus dispositivos até 26 de março. Embora a ordem se aplique apenas a agências federais, a CISA recomenda que todas as organizações, incluindo empresas do setor privado, priorizem a correção dessas falhas.