Vulnerabilidade

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no framework Langflow

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) emitiu um alerta sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-33017, que afeta o framework Langflow, amplamente utilizado para a construção de agentes de inteligência artificial. Com uma pontuação de 9.3 em 10, essa falha permite a execução remota de código, possibilitando que atacantes criem fluxos públicos sem autenticação. A exploração começou rapidamente após a divulgação do aviso, com atividades de escaneamento automatizado iniciando em apenas 20 horas e a coleta de dados em 24 horas. O Langflow, um framework visual open-source com 145 mil estrelas no GitHub, é um alvo atrativo para hackers devido à sua popularidade. A CISA recomenda que administradores de sistemas atualizem para a versão 1.9.0 ou superior para mitigar a vulnerabilidade ou restrinjam o endpoint vulnerável. Embora a CISA não tenha classificado a exploração como relacionada a ransomware, a urgência da atualização é clara, especialmente para organizações sob a Diretiva Operacional Vinculativa (BOD) 22-01. A situação destaca a importância de monitorar o tráfego de saída e rotacionar credenciais em caso de atividades suspeitas.

Vulnerabilidade na extensão do Chrome do Claude permite ataques silenciosos

Pesquisadores de cibersegurança identificaram uma vulnerabilidade crítica na extensão do Google Chrome do assistente Claude, da Anthropic, que poderia ser explorada para injetar comandos maliciosos apenas ao visitar uma página da web. A falha, chamada ShadowPrompt, resulta de uma lista de permissões excessivamente permissiva e uma vulnerabilidade de cross-site scripting (XSS) em um componente CAPTCHA da Arkose Labs. Essa combinação permite que um atacante injete código JavaScript que simula um comando legítimo do usuário, possibilitando o roubo de dados sensíveis, acesso ao histórico de conversas e até ações em nome da vítima, como o envio de e-mails. Após a divulgação responsável da vulnerabilidade em dezembro de 2025, a Anthropic lançou uma correção que restringe as permissões da extensão, enquanto a Arkose Labs também corrigiu a falha de XSS. A crescente complexidade e capacidade dos assistentes de IA os tornam alvos valiosos para ataques, destacando a importância de uma segurança robusta nas extensões de navegador.

Ataques exploram vulnerabilidade PolyShell em Magento e Adobe Commerce

Recentemente, a vulnerabilidade PolyShell, presente nas versões 2 do Magento Open Source e Adobe Commerce, começou a ser explorada em massa, afetando mais de 56% das lojas vulneráveis. A empresa de segurança Sansec relatou que os ataques começaram em 19 de março, apenas dois dias após a divulgação pública do problema. A falha está relacionada à API REST do Magento, que permite o upload de arquivos, possibilitando a execução remota de código e a tomada de controle de contas através de cross-site scripting (XSS) armazenado, dependendo da configuração do servidor web.

TP-Link corrige falhas críticas em roteadores Archer NX

A TP-Link anunciou a correção de várias vulnerabilidades em sua série de roteadores Archer NX, incluindo uma falha de gravidade crítica, identificada como CVE-2025-15517. Essa vulnerabilidade permite que atacantes contornem a autenticação e façam upload de novos firmwares, afetando os modelos Archer NX200, NX210, NX500 e NX600. A falha se origina de uma verificação de autenticação ausente em certos endpoints CGI do servidor HTTP, permitindo acesso não autenticado a ações que deveriam ser restritas a usuários autenticados. Além disso, a TP-Link removeu uma chave criptográfica hardcoded (CVE-2025-15605) que permitia a atacantes autenticados descriptografar e modificar arquivos de configuração. Outras duas vulnerabilidades de injeção de comando (CVE-2025-15518 e CVE-2025-15519) também foram corrigidas, permitindo que administradores executassem comandos arbitrários. A empresa recomenda fortemente que os usuários atualizem para a versão mais recente do firmware para evitar possíveis ataques. A CISA já havia classificado outras falhas da TP-Link como exploradas em ataques, destacando a necessidade de atenção contínua à segurança desses dispositivos.

Citrix corrige vulnerabilidades críticas em NetScaler ADC e Gateway

A Citrix lançou patches para duas vulnerabilidades críticas que afetam seus dispositivos NetScaler ADC e soluções de acesso remoto seguro NetScaler Gateway. A primeira falha, identificada como CVE-2026-3055, resulta de uma validação insuficiente de entrada, permitindo que atacantes remotos não privilegiados possam acessar informações sensíveis, como tokens de sessão, em dispositivos configurados como provedores de identidade SAML. A empresa recomenda que os clientes afetados atualizem suas versões imediatamente. A segunda vulnerabilidade, CVE-2026-4368, afeta dispositivos configurados como Gateways e pode permitir que atores maliciosos com privilégios baixos explorem uma condição de corrida, resultando em confusão de sessões de usuários. Ambas as falhas impactam as versões 13.1 e 14.1 do NetScaler ADC e Gateway. A Shadowserver, um grupo de vigilância de segurança na internet, está monitorando mais de 30.000 instâncias do NetScaler ADC expostas online, mas não há informações sobre quantas estão vulneráveis. Especialistas em cibersegurança alertam que a exploração dessas falhas é iminente, especialmente devido à similaridade com vulnerabilidades anteriores amplamente exploradas, como CitrixBleed.

Hackers podem roubar PINs e dados de carteiras de criptomoedas em Android

Um novo estudo da equipe Donjon da Ledger revelou uma vulnerabilidade crítica em smartphones Android que utilizam processadores MediaTek. Essa falha permite que hackers acessem dados sensíveis, como PINs e frases-semente de carteiras de criptomoedas, mesmo quando os dispositivos estão desligados. O ataque é realizado através de uma conexão USB, onde os invasores podem extrair chaves criptográficas antes que o sistema operacional seja carregado. Essa vulnerabilidade afeta cerca de um quarto dos smartphones Android no mundo, destacando a fragilidade da segurança em dispositivos móveis. O CTO da Ledger, Charles Guillemet, enfatizou que smartphones não foram projetados para serem cofres e que a atualização de segurança é crucial para mitigar esses riscos. A vulnerabilidade foi divulgada sob o processo padrão de 90 dias, e a MediaTek já começou a implementar patches para os fabricantes de dispositivos. Usuários são aconselhados a instalar atualizações de segurança imediatamente para proteger seus dados.

Citrix lança atualizações de segurança para vulnerabilidades críticas

A Citrix divulgou atualizações de segurança para corrigir duas vulnerabilidades em seu NetScaler ADC e NetScaler Gateway, incluindo uma falha crítica que pode ser explorada para vazar dados sensíveis. A primeira vulnerabilidade, CVE-2026-3055, possui um CVSS de 9.3 e refere-se a uma validação insuficiente de entrada que pode permitir que atacantes remotos não autenticados leiam informações sensíveis da memória do dispositivo. Para que essa exploração seja bem-sucedida, o dispositivo deve estar configurado como um Provedor de Identidade SAML (SAML IDP). A segunda vulnerabilidade, CVE-2026-4368, com um CVSS de 7.7, resulta de uma condição de corrida que pode levar à confusão de sessões de usuário, exigindo que o dispositivo esteja configurado como um gateway ou servidor AAA. As versões afetadas incluem NetScaler ADC e Gateway 14.1 antes de 14.1-66.59 e 13.1 antes de 13.1-62.23. Embora não haja evidências de exploração ativa, a história de falhas de segurança em dispositivos NetScaler torna urgente que os usuários apliquem as atualizações. Especialistas alertam que a exploração dessas vulnerabilidades é altamente provável, dada a importância crítica dos NetScalers em ambientes corporativos.

Atualização de emergência da Microsoft corrige falha em contas Microsoft

A Microsoft lançou uma atualização de emergência para resolver um problema significativo que impede o login em contas Microsoft em diversos aplicativos, incluindo Teams e OneDrive. O erro surgiu após a instalação da atualização cumulativa KB5079473, liberada durante o Patch Tuesday deste mês, que gerou uma mensagem de erro informando que os dispositivos afetados não estão conectados à Internet, mesmo quando estão. Além do Teams e OneDrive, aplicativos como Microsoft Edge, Microsoft 365 Copilot e ferramentas do Office, como Excel e Word, também foram impactados. A Microsoft confirmou que o problema afeta apenas operações de login com contas Microsoft, não impactando empresas que utilizam o Entra ID para autenticação. Enquanto uma solução definitiva está sendo desenvolvida, a empresa sugeriu que os usuários reiniciassem seus PCs como uma medida temporária. Para corrigir o problema, a Microsoft começou a distribuir a atualização opcional KB5085516, que inclui correções para a falha e melhorias de segurança. Essa atualização é aplicável a dispositivos Windows 11 nas versões 25H2 e 24H2 e pode ser instalada via Windows Update ou Catálogo de Atualizações da Microsoft.

Exploração de vulnerabilidade crítica no Quest KACE SMA

Uma grave vulnerabilidade de segurança, identificada como CVE-2025-32975, está sendo explorada por atores maliciosos em sistemas Quest KACE Systems Management Appliance (SMA) não atualizados. Com uma pontuação CVSS de 10.0, essa falha permite que atacantes contornem a autenticação e se façam passar por usuários legítimos, possibilitando a tomada de controle total de contas administrativas. A atividade maliciosa foi detectada pela Arctic Wolf, que observou tentativas de exploração a partir da semana de 9 de março de 2026, em ambientes de clientes expostos à internet. Os atacantes utilizam a vulnerabilidade para executar comandos remotos e implantar cargas úteis codificadas em Base64 a partir de um servidor externo. Além disso, foram identificadas modificações no Registro do Windows e a criação de contas administrativas adicionais. Para mitigar essa ameaça, é crucial que os administradores apliquem as atualizações mais recentes e evitem expor instâncias do SMA à internet. A falha foi corrigida em versões específicas do software lançadas em maio de 2025.

Oracle lança atualizações para falha crítica em gerenciadores de identidade

A Oracle divulgou atualizações de segurança para corrigir uma falha crítica que afeta o Oracle Identity Manager e o Oracle Web Services Manager, permitindo a execução remota de código. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-21992, possui uma pontuação CVSS de 9.8, indicando um risco elevado. Segundo a Oracle, a falha é explorável remotamente e sem necessidade de autenticação, o que a torna particularmente perigosa. As versões afetadas incluem o Oracle Identity Manager nas versões 12.2.1.4.0 e 14.1.2.1.0, e o Oracle Web Services Manager nas mesmas versões. A descrição da falha na base de dados de vulnerabilidades do NIST destaca que um atacante não autenticado com acesso à rede via HTTP pode comprometer os sistemas afetados. Embora a Oracle não tenha relatado exploração ativa da vulnerabilidade, recomenda a aplicação imediata das atualizações para garantir a proteção. Este alerta é especialmente relevante, considerando que, em novembro de 2025, uma falha semelhante no Oracle Identity Manager foi adicionada ao catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas da CISA, indicando um histórico de exploração ativa. Portanto, a atualização é crucial para a segurança das organizações que utilizam essas tecnologias.

Oracle corrige vulnerabilidade crítica em gerenciadores de identidade

A Oracle lançou uma atualização de segurança fora do cronograma para corrigir uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código não autenticada, identificada como CVE-2026-21992, que afeta o Oracle Identity Manager e o Oracle Web Services Manager. Essa falha, com uma pontuação de severidade CVSS v3.1 de 9.8, permite que atacantes explorem o sistema remotamente, sem necessidade de autenticação ou interação do usuário, aumentando o risco em servidores expostos. A Oracle recomenda fortemente que os clientes apliquem os patches imediatamente, especialmente aqueles que utilizam as versões 12.2.1.4.0 e 14.1.2.1.0 do Oracle Identity Manager e do Oracle Web Services Manager. A empresa não confirmou se a vulnerabilidade já foi explorada, mas enfatizou a importância de manter as versões ativas e aplicar todas as atualizações de segurança sem demora. A falha é considerada de baixa complexidade e pode ser explorada via HTTP, o que a torna ainda mais preocupante para as organizações que utilizam essas tecnologias. A Oracle também alertou os clientes para revisar o alerta de segurança para obter detalhes completos sobre os patches disponíveis.

CISA ordena correção urgente de vulnerabilidade crítica em Cisco FMC

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma ordem para que agências federais corrijam uma vulnerabilidade de alta severidade, identificada como CVE-2026-20131, no Cisco Secure Firewall Management Center (FMC) até o dia 22 de março. A Cisco divulgou um boletim de segurança no dia 4 de março, alertando os administradores de sistemas sobre a necessidade de aplicar as atualizações de segurança imediatamente, uma vez que não existem soluções alternativas disponíveis. A falha permite que um atacante remoto não autenticado execute código Java arbitrário como root em dispositivos afetados, devido à deserialização insegura de um fluxo de bytes Java fornecido pelo usuário. A situação se agrava com a confirmação de que a vulnerabilidade está sendo ativamente explorada por grupos de ransomware, como o Interlock, que a utilizam desde o final de janeiro. A CISA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploradas (KEV), destacando seu uso em campanhas de ransomware. Embora a ordem da CISA se aplique a agências federais, recomendações semelhantes são válidas para empresas privadas e governos estaduais e locais, dada a gravidade da situação.

Vulnerabilidade crítica na API REST do Magento permite execução de código

A Sansec alertou sobre uma falha de segurança crítica na API REST do Magento, que pode permitir que atacantes não autenticados façam upload de executáveis arbitrários, resultando em execução de código e possível tomada de conta. Denominada PolyShell, a vulnerabilidade se aproveita do fato de que o Magento aceita uploads de arquivos como parte das opções personalizadas de itens no carrinho. A falha afeta todas as versões do Magento Open Source e Adobe Commerce até a versão 2.4.9-alpha2. Embora a Adobe tenha corrigido o problema na versão pré-lançamento 2.4.9, as versões em produção permanecem vulneráveis. Para mitigar riscos, recomenda-se restringir o acesso ao diretório de uploads e verificar as regras do servidor web. Além disso, a Sansec observou uma campanha em andamento que comprometeu e desfigurou milhares de sites de e-commerce Magento, afetando grandes marcas globais. A situação destaca a necessidade urgente de ações corretivas por parte de administradores de sistemas e CISOs para proteger suas infraestruturas contra possíveis explorações dessa vulnerabilidade.

Vulnerabilidade PolyShell afeta Magento e Adobe Commerce

Uma nova vulnerabilidade, chamada ‘PolyShell’, foi descoberta e afeta todas as versões estáveis 2 do Magento Open Source e do Adobe Commerce. Essa falha permite a execução de código não autenticado e a tomada de controle de contas. Embora não haja evidências de exploração ativa até o momento, a empresa de segurança eCommerce Sansec alerta que métodos de exploração já estão circulando, prevendo que ataques automatizados possam começar em breve. A Adobe lançou uma correção, mas ela está disponível apenas na segunda versão alfa da versão 2.4.9, deixando as versões de produção vulneráveis. A vulnerabilidade está relacionada à API REST do Magento, que aceita uploads de arquivos como parte das opções personalizadas para itens do carrinho. Quando um produto tem uma opção do tipo ‘arquivo’, o Magento processa um objeto file_info embutido que contém dados de arquivo codificados em base64, tipo MIME e nome do arquivo, escrevendo-o no servidor. A Sansec observou que muitos sites expõem arquivos no diretório de upload, aumentando o risco de execução remota de código ou tomada de conta via XSS armazenado. Até que a Adobe disponibilize um patch para as versões de produção, recomenda-se que os administradores de lojas restrinjam o acesso ao diretório pub/media/custom_options/, verifiquem as regras do servidor web e realizem varreduras em busca de shells e malware.

Hackers exploram vulnerabilidade do Zimbra para atacar entidades ucranianas

Hackers do grupo APT28, vinculado ao serviço de inteligência militar da Rússia (GRU), estão explorando uma vulnerabilidade crítica no Zimbra Collaboration Suite (ZCS) para atacar entidades governamentais da Ucrânia. A falha de segurança, identificada como CVE-2025-66376, foi corrigida em novembro e permite que atacantes não autenticados realizem execução remota de código (RCE) através de um ataque de cross-site scripting (XSS) armazenado. A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos EUA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de falhas ativamente exploradas e ordenou que agências federais protegessem seus servidores em um prazo de duas semanas. Os ataques, que utilizam e-mails de phishing, têm como alvo instituições críticas, como a Agência Estatal de Hidrologia da Ucrânia. Os hackers enviam mensagens que contêm um payload JavaScript ofuscado, que, ao ser aberto, coleta credenciais e dados sensíveis do usuário. A vulnerabilidade do Zimbra tem sido frequentemente alvo de grupos patrocinados pelo Estado russo, com um histórico de exploração em larga escala. A situação destaca a necessidade urgente de medidas de segurança para proteger sistemas vulneráveis, especialmente em um contexto de crescente atividade cibernética hostil.

Vulnerabilidade crítica no ScreenConnect pode permitir acesso não autorizado

A ConnectWise alertou os clientes do ScreenConnect sobre uma vulnerabilidade crítica de verificação de assinatura criptográfica, identificada como CVE-2026-3564, que pode resultar em acesso não autorizado e escalonamento de privilégios. Essa falha afeta versões do ScreenConnect anteriores à 26.1, uma plataforma de acesso remoto amplamente utilizada por provedores de serviços gerenciados (MSPs) e equipes de suporte. Um atacante pode explorar essa vulnerabilidade para extrair e utilizar chaves de máquina ASP.NET para autenticação de sessões não autorizadas. A ConnectWise implementou melhorias na proteção das chaves de máquina na versão 26.1, incluindo armazenamento criptografado e melhor gerenciamento. Os usuários da versão em nuvem foram atualizados automaticamente, enquanto os administradores de sistemas locais devem atualizar imediatamente. A empresa também observou tentativas de exploração da vulnerabilidade, embora não haja evidências de exploração ativa até o momento. A recomendação é que os administradores reforcem o acesso a arquivos de configuração e monitorem atividades de autenticação incomuns.

CISA ordena proteção de servidores contra vulnerabilidade no Zimbra

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) emitiu uma ordem para que agências governamentais dos EUA protejam seus servidores contra uma vulnerabilidade ativamente explorada no Zimbra Collaboration Suite (ZCS), identificada como CVE-2025-66376. Essa falha de segurança, classificada como de alta severidade, resulta de uma vulnerabilidade de cross-site scripting (XSS) armazenada na interface Classic UI, permitindo que atacantes remotos não autenticados executem JavaScript arbitrário através de e-mails HTML maliciosos. A CISA deu um prazo de duas semanas para que as agências federais implementem correções, conforme a Diretiva Operacional Vinculante (BOD) 22-01. Embora a BOD se aplique apenas a agências federais, a CISA recomendou que todas as organizações, incluindo as do setor privado, realizem a correção dessa falha. O Zimbra já foi alvo de ataques anteriores, com hackers explorando vulnerabilidades para comprometer milhares de servidores de e-mail globalmente. A situação destaca a necessidade urgente de ações de mitigação para evitar possíveis sequestros de sessões e roubo de dados sensíveis.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no Wing FTP Server

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) emitiu um alerta para que agências governamentais dos EUA protejam suas instâncias do Wing FTP Server contra uma vulnerabilidade ativa, identificada como CVE-2025-47813. Essa falha permite que atacantes com privilégios baixos descubram o caminho completo da instalação local do aplicativo em servidores não corrigidos. O Wing FTP Server é um software de servidor FTP multiplataforma, utilizado por mais de 10.000 clientes, incluindo grandes empresas como a Força Aérea dos EUA e a Sony. A vulnerabilidade foi corrigida na versão 7.4.4, lançada em maio de 2025, juntamente com outras falhas críticas que podem levar à execução remota de código e ao vazamento de informações. A CISA enfatizou que essa vulnerabilidade é um vetor de ataque comum e representa riscos significativos para a segurança federal. Embora o alerta se aplique principalmente a agências federais, a CISA incentivou também o setor privado a aplicar as correções necessárias o mais rápido possível, dada a gravidade da situação.

Vulnerabilidade crítica em plugin do WordPress afeta 60 mil sites

Uma vulnerabilidade crítica no plugin User Registration & Membership, desenvolvido pela WPEverest e instalado em mais de 60.000 sites WordPress, está sendo explorada por hackers. A falha, identificada como CVE-2026-1492, possui uma gravidade de 9.8, permitindo que atacantes criem contas de administrador sem autenticação, o que lhes confere acesso total ao site. Isso possibilita o roubo de dados, como informações de usuários registrados, e a inserção de códigos maliciosos para disseminar malware. A empresa de segurança WordPress Defiant bloqueou mais de 200 tentativas de exploração dessa vulnerabilidade em apenas 24 horas. A falha afeta todas as versões do plugin até a 5.1.2, e a correção foi disponibilizada na versão 5.1.3. Administradores de sites são aconselhados a atualizar para a versão mais recente, 5.1.4, ou desativar temporariamente o plugin se a atualização não for viável. A exploração de vulnerabilidades em plugins do WordPress é uma prática comum entre hackers, visando atividades maliciosas como distribuição de malware e phishing.

Google confirma invasão de Android por brecha da Qualcomm

A Google confirmou a exploração da vulnerabilidade de segurança CVE-2026-21385, que afeta dispositivos Android devido a uma falha em um componente da Qualcomm. Essa vulnerabilidade, classificada como de alta severidade, permite que hackers acessem dados sensíveis da memória dos aparelhos. A Qualcomm foi notificada sobre o problema em dezembro de 2025 e, embora tenha alertado os consumidores em fevereiro de 2026, a Google não forneceu detalhes técnicos sobre como a falha foi explorada. A vulnerabilidade se refere a uma leitura excessiva (over-read) no componente gráfico, que pode levar à corrupção de memória e, consequentemente, comprometer a segurança dos usuários. Apesar de a Google ter mencionado que a exploração foi limitada e direcionada, a falta de informações detalhadas gera preocupações sobre a segurança dos dispositivos Android. A última atualização do Android, lançada em março de 2026, abordou 120 vulnerabilidades, mas não incluiu um patch específico para a falha da Qualcomm, deixando os usuários em uma situação de incerteza até que novas atualizações sejam disponibilizadas.

Vulnerabilidade crítica no FreeScout permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade de severidade máxima foi identificada na plataforma FreeScout, que permite a execução remota de código (RCE) sem interação do usuário ou autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-28289, contorna uma correção anterior (CVE-2026-27636) que afetava usuários autenticados com permissões de upload. Pesquisadores da OX Security descobriram que um atacante pode explorar essa vulnerabilidade enviando um e-mail malicioso para qualquer endereço configurado no FreeScout. O problema reside na manipulação de nomes de arquivos, onde um espaço em branco invisível (Unicode U+200B) pode ser adicionado antes do nome do arquivo, permitindo que ele seja salvo como um arquivo oculto e contorne as verificações de segurança. A exploração pode resultar em comprometimento total do servidor, violação de dados e interrupção de serviços. A versão 1.8.207 do FreeScout, lançada recentemente, corrige essa falha, mas recomenda-se desabilitar a configuração ‘AllowOverrideAll’ no Apache para maior segurança. Embora não haja exploração ativa observada até o momento, a natureza da vulnerabilidade indica um alto risco de atividade maliciosa iminente.

Extensão falsa no Chrome usa Gemini para roubar arquivos do PC

Pesquisadores da Unit 42, da Palo Alto Networks, identificaram uma vulnerabilidade crítica no Google Chrome, registrada como CVE-2026-0628, que permitia a hackers escalarem privilégios e acessarem arquivos do sistema através de extensões maliciosas. A falha, já corrigida pela Google em janeiro de 2026, estava relacionada ao cumprimento inadequado das políticas da tag WebView no navegador, afetando versões anteriores à 143.0.7499.192. Um agente malicioso poderia injetar scripts em páginas privilegiadas, comprometendo o painel do Gemini Live, uma ferramenta de inteligência artificial do Google. Essa brecha, apelidada de Glic Jack, possibilitava que extensões com permissões básicas acessassem a câmera, microfone e arquivos locais do usuário. A integração do Gemini no Chrome, realizada em setembro de 2025, ampliou a superfície de ataque, tornando o navegador vulnerável a novos tipos de exploração. A descoberta da falha foi feita em 23 de novembro de 2025, e a vulnerabilidade representa um risco significativo para a segurança dos usuários do Chrome, especialmente no contexto de um aumento nas ameaças cibernéticas.

CISA adiciona vulnerabilidade crítica do VMware Aria Operations ao KEV

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma nova vulnerabilidade crítica, CVE-2026-22719, no seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). Essa falha, com uma pontuação CVSS de 8.1, permite que atacantes não autenticados executem comandos arbitrários, potencialmente levando à execução remota de código durante a migração assistida de produtos no VMware Aria Operations. A vulnerabilidade foi identificada como uma injeção de comando e afeta produtos como VMware Cloud Foundation e VMware vSphere Foundation 9.x.x.x, além do VMware Aria Operations 8.x. A correção foi disponibilizada nas versões 9.0.2.0 e 8.18.6, respectivamente. Para clientes que não podem aplicar o patch imediatamente, a Broadcom oferece um script de contorno. Embora a Broadcom tenha reconhecido relatos de exploração ativa da vulnerabilidade, ainda não há detalhes sobre a natureza dos ataques ou os responsáveis. As agências do Federal Civilian Executive Branch (FCEB) têm até 24 de março de 2026 para aplicar as correções. A situação exige atenção imediata, especialmente considerando o potencial impacto em ambientes corporativos que utilizam essas tecnologias.

Vulnerabilidade do VMware Aria Operations é explorada em ataques

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma vulnerabilidade do VMware Aria Operations, identificada como CVE-2026-22719, em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas, indicando que a falha está sendo utilizada em ataques. A Broadcom, responsável pela VMware, confirmou que está ciente de relatos sobre a exploração da vulnerabilidade, mas não conseguiu confirmar a veracidade das informações. A falha, que permite a injeção de comandos por atacantes não autenticados, pode resultar na execução remota de código durante a migração assistida do produto. A vulnerabilidade foi divulgada e corrigida em 24 de fevereiro de 2026, com uma pontuação CVSS de 8.1, sendo considerada importante. A CISA exige que as agências civis federais tratem o problema até 24 de março de 2026. A Broadcom também disponibilizou um script temporário para mitigar a falha, que deve ser executado como root em cada nó do Aria Operations. Especialistas recomendam que as organizações apliquem os patches de segurança ou implementem as soluções alternativas o mais rápido possível, especialmente se a exploração estiver em andamento.

Falha de segurança crítica no OpenClaw permite controle total por atacantes

Pesquisadores de segurança da Oasis descobriram uma vulnerabilidade de alta gravidade na plataforma OpenClaw, um agente de IA de código aberto amplamente utilizado, que permite a atacantes obter controle total sobre dispositivos afetados. A falha, chamada ‘ClawJacked’, permite que sites maliciosos realizem ataques de força bruta na autenticação do gateway local, bastando que a vítima acesse um site comprometido. O OpenClaw, que possui mais de 100 mil estrelas no GitHub, conecta-se a aplicativos de mensagens e calendários, facilitando a interação do usuário com suas funcionalidades. A vulnerabilidade reside no próprio sistema, sem necessidade de plugins ou extensões, tornando-a facilmente explorável. Após a divulgação responsável, um patch foi disponibilizado em 24 horas, e os usuários são aconselhados a atualizar para a versão 2026.2.25 ou superior. A falha destaca a importância de práticas robustas de segurança, especialmente em plataformas populares que lidam com dados sensíveis.

Vulnerabilidade no Google permite invasão do Gemini por hackers

Uma nova vulnerabilidade nas chaves de API da Google foi descoberta, permitindo que hackers utilizem essas chaves para invadir o assistente de IA Gemini e acessar dados privados. A pesquisa da TruffleSecurity revelou que cerca de 3.000 chaves de API estavam expostas em códigos de diversas organizações na internet. Essas chaves, que antes não eram consideradas sensíveis, passaram a ser um vetor de ataque após a introdução do Gemini, pois agora servem como credenciais de autenticação. A exposição dessas chaves pode resultar em dívidas significativas para os usuários, com potenciais perdas financeiras diárias na ordem de milhares de dólares. O problema foi reportado à Google, que reconheceu a falha como uma “escalada de privilégios de serviço único” e está trabalhando em soluções para mitigar o risco, como a detecção e bloqueio de chaves vazadas. Os desenvolvedores são aconselhados a auditar suas chaves de API e verificar a configuração de segurança de suas aplicações.

Falha de segurança no Google Chrome permite escalonamento de privilégios

Pesquisadores em cibersegurança revelaram uma vulnerabilidade crítica no Google Chrome, identificada como CVE-2026-0628, que poderia permitir que atacantes escalassem privilégios e acessassem arquivos locais do sistema. A falha, classificada com um CVSS de 8.8, foi atribuída a uma aplicação insuficiente de políticas no tag WebView. O problema foi corrigido pela Google em janeiro de 2026 nas versões 143.0.7499.192/.193 para Windows/Mac e 143.0.7499.192 para Linux.

A vulnerabilidade permitia que extensões maliciosas, mesmo com permissões básicas, injetassem scripts ou HTML em páginas privilegiadas, como o novo painel Gemini do Chrome, que foi introduzido em setembro de 2025. Isso poderia resultar em acesso não autorizado à câmera, microfone e arquivos locais do usuário. A pesquisa destaca um vetor de ataque emergente relacionado à integração de inteligência artificial (IA) nos navegadores, que, embora ofereça funcionalidades úteis, também pode ser explorado para ações privilegiadas indesejadas.

Vulnerabilidade grave no OpenClaw permite controle remoto por sites maliciosos

Pesquisadores de segurança revelaram uma vulnerabilidade crítica, chamada “ClawJacked”, na popular plataforma de IA OpenClaw. Essa falha permite que sites maliciosos realizem ataques de força bruta silenciosos em instâncias locais do OpenClaw, possibilitando o controle total sobre a plataforma. A vulnerabilidade foi descoberta pela Oasis Security, que notificou a OpenClaw, resultando em um patch liberado na versão 2026.2.26 em 26 de fevereiro. O problema decorre do serviço de gateway do OpenClaw estar vinculado ao localhost por padrão, expondo uma interface WebSocket. Como as políticas de origem cruzada dos navegadores não bloqueiam conexões WebSocket para localhost, um site malicioso pode usar JavaScript para abrir uma conexão com o gateway local e tentar autenticação sem alertas. Apesar de o OpenClaw ter limitações de taxa para prevenir ataques de força bruta, o endereço de loopback (127.0.0.1) é isento por padrão, permitindo que tentativas de login sejam feitas a centenas por segundo. Com acesso autenticado, um atacante pode interagir diretamente com a plataforma de IA, comprometendo dados sensíveis e executando comandos arbitrários. A Oasis demonstrou a exploração da vulnerabilidade e enfatizou a necessidade urgente de atualização para a versão corrigida para evitar comprometimentos.

OpenClaw corrige falha crítica que permite controle de agentes de IA

A OpenClaw, plataforma de segurança para agentes de inteligência artificial (IA), corrigiu uma vulnerabilidade de alta severidade, identificada como ClawJacked, que poderia permitir que sites maliciosos se conectassem a um agente de IA local e assumissem o controle. Segundo a Oasis Security, a falha reside no sistema central da OpenClaw, sem depender de plugins ou extensões. O ataque ocorre quando um desenvolvedor acessa um site controlado por um atacante, onde um JavaScript malicioso abre uma conexão WebSocket com o gateway da OpenClaw, utilizando um método de força bruta para descobrir a senha de acesso. Uma vez autenticado, o script registra-se como um dispositivo confiável, permitindo ao invasor controlar completamente o agente de IA, acessar dados de configuração e logs de aplicação. A OpenClaw lançou uma correção em menos de 24 horas após a divulgação responsável da vulnerabilidade. Além disso, a plataforma enfrenta uma crescente análise de segurança devido ao acesso que os agentes de IA têm a sistemas diversos, aumentando o potencial de danos em caso de comprometimento. Os usuários são aconselhados a aplicar atualizações imediatamente e a auditar o acesso concedido aos agentes de IA.

Vulnerabilidade crítica no Junos OS Evolved permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no sistema operacional Junos OS Evolved, utilizado em roteadores da série PTX da Juniper Networks. Denominada CVE-2026-21902, essa falha pode permitir que um atacante não autenticado execute código remotamente com privilégios de root. A origem do problema está na atribuição incorreta de permissões no framework de ‘Detecção de Anomalias On-Box’, que deveria ser acessível apenas por processos internos através da interface de roteamento interna. Contudo, a falha permite o acesso ao framework por meio de uma porta exposta externamente. Como o serviço é executado com privilégios de root e está habilitado por padrão, um atacante que já estiver na rede pode obter controle total do dispositivo sem autenticação. A vulnerabilidade afeta versões do Junos OS Evolved anteriores a 25.4R1-S1-EVO e 25.4R2-EVO. A Juniper Networks já disponibilizou correções para as versões afetadas. Embora a empresa não tenha conhecimento de exploração maliciosa até o momento da publicação do aviso de segurança, recomenda-se restringir o acesso aos pontos vulneráveis e, se necessário, desabilitar o serviço vulnerável. Essa situação é preocupante, especialmente considerando que equipamentos da Juniper são alvos atrativos para hackers avançados, devido ao seu uso por provedores de serviços de internet e grandes empresas.

Vulnerabilidade crítica no Cisco Catalyst SD-WAN exposta a ataques

Uma nova vulnerabilidade de alta severidade foi descoberta nos sistemas Cisco Catalyst SD-WAN Controller e SD-WAN Manager, permitindo que atacantes remotos não autenticados contornem a autenticação e obtenham privilégios administrativos. A falha, identificada como CVE-2026-20127, possui uma pontuação CVSS de 10.0, indicando seu potencial crítico. A exploração bem-sucedida pode permitir que um invasor acesse configurações da rede SD-WAN, comprometendo a segurança de sistemas em diversas configurações, incluindo ambientes on-premises e na nuvem. A Cisco já lançou correções para várias versões afetadas e recomenda que os usuários auditem logs de autenticação para identificar acessos não autorizados. A Australian Cyber Security Centre (ASD-ACSC) alertou que a exploração dessa vulnerabilidade está em andamento desde 2023, com um grupo de ameaças sofisticadas, identificado como UAT-8616, utilizando-a para comprometer redes SD-WAN. A CISA também emitiu uma diretiva de emergência exigindo que agências federais apliquem as correções rapidamente, destacando a urgência da situação.

Vulnerabilidade crítica no Cisco Catalyst SD-WAN expõe redes a ataques

A Cisco alertou sobre uma vulnerabilidade crítica de bypass de autenticação, identificada como CVE-2026-20127, que está sendo ativamente explorada em ataques zero-day. Essa falha afeta o Cisco Catalyst SD-WAN Controller e o Cisco Catalyst SD-WAN Manager, tanto em instalações locais quanto na nuvem. A vulnerabilidade permite que atacantes remotos comprometam controladores e adicionem pares maliciosos a redes-alvo. A falha está relacionada a um mecanismo de autenticação de peering que não funciona corretamente, permitindo que um invasor envie solicitações manipuladas e obtenha acesso a contas de usuário privilegiadas. Com esse acesso, o atacante pode manipular a configuração da rede SD-WAN. A Cisco recomenda que as organizações atualizem seus sistemas imediatamente, pois não há soluções alternativas que mitiguem completamente o problema. Além disso, a CISA emitiu uma diretiva de emergência exigindo que agências federais realizem inventários e apliquem patches até 27 de fevereiro de 2026, dada a gravidade da situação. A exploração da vulnerabilidade representa uma ameaça iminente para redes federais e privadas, e as organizações devem investigar atividades maliciosas em seus sistemas expostos à internet.

Zyxel lança atualizações de segurança para vulnerabilidades críticas em roteadores

A Zyxel, fornecedora de redes de Taiwan, divulgou atualizações de segurança para corrigir uma vulnerabilidade crítica que afeta mais de uma dúzia de modelos de roteadores. Identificada como CVE-2025-13942, essa falha de injeção de comandos foi encontrada na função UPnP de dispositivos como CPE 4G LTE/5G NR, CPE DSL/Ethernet, ONTs de fibra e extensores sem fio. A Zyxel alerta que atacantes remotos não autenticados podem explorar essa vulnerabilidade para executar comandos do sistema operacional em dispositivos não corrigidos, utilizando requisições SOAP UPnP maliciosas. No entanto, a empresa ressalta que a exploração bem-sucedida é limitada, pois requer que tanto o UPnP quanto o acesso WAN estejam habilitados, sendo que este último está desativado por padrão. Além disso, a Zyxel também corrigiu duas vulnerabilidades de injeção de comandos pós-autenticação (CVE-2025-13943 e CVE-2026-1459) que permitem a execução de comandos do sistema por meio de credenciais comprometidas. A CISA dos EUA está monitorando 12 vulnerabilidades da Zyxel que estão sendo ativamente exploradas. A empresa recomenda fortemente que os usuários instalem os patches para garantir a proteção adequada.

Marquis processa SonicWall por negligência em ataque de ransomware

A Marquis Software Solutions entrou com um processo contra a SonicWall, alegando negligência grave e falsas representações que resultaram em um ataque de ransomware que afetou 74 bancos nos EUA. O ataque, ocorrido em 14 de agosto de 2025, comprometeu a rede da Marquis após a invasão de um firewall da SonicWall, resultando no roubo de informações pessoais sensíveis, como nomes, endereços e números de segurança social. A investigação revelou que os hackers exploraram dados de configuração extraídos da infraestrutura de backup em nuvem da SonicWall, e não uma falha não corrigida, como inicialmente se pensava. A SonicWall introduziu uma vulnerabilidade em seu serviço de backup em nuvem MySonicWall devido a uma alteração de código em fevereiro de 2025, permitindo acesso não autorizado a arquivos de backup de configuração do firewall. Embora a SonicWall tenha inicialmente estimado que apenas 5% de seus clientes foram afetados, foi posteriormente confirmado que todos os clientes estavam em risco. A Marquis agora busca compensação financeira e está enfrentando mais de 36 ações coletivas relacionadas ao ataque. Este caso destaca a importância da segurança cibernética e a responsabilidade dos fornecedores em proteger os dados de seus clientes.

Vulnerabilidade no FileZen pode permitir execução de comandos remotos

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) adicionou uma nova vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-25108, ao seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). Com uma pontuação CVSS v4 de 8.7, essa falha de injeção de comandos do sistema operacional pode permitir que um usuário autenticado execute comandos arbitrários através de requisições HTTP especialmente elaboradas. A vulnerabilidade afeta as versões 4.2.1 a 4.2.8 e 5.0.0 a 5.0.10 do FileZen, um produto de transferência de arquivos da Soliton Systems K.K. A exploração bem-sucedida dessa falha só é possível se a opção de verificação de antivírus do FileZen estiver ativada. A empresa já recebeu relatos de danos causados por essa vulnerabilidade. Para mitigar o risco, os usuários são aconselhados a atualizar para a versão 5.0.11 ou posterior e a trocar todas as senhas de usuários, uma vez que um atacante pode logar com contas reais. A CISA recomenda que as agências federais dos EUA apliquem as correções necessárias até 17 de março de 2026.

Vulnerabilidade no GitHub Codespaces permite controle malicioso por AI

Uma vulnerabilidade descoberta no GitHub Codespaces, chamada RoguePilot, permitiu que atacantes injetassem instruções maliciosas no GitHub Copilot, potencialmente assumindo o controle de repositórios. Essa falha, identificada pela Orca Security, foi corrigida pela Microsoft após uma divulgação responsável. O ataque ocorre quando um usuário abre um Codespace a partir de um problema no GitHub que contém instruções ocultas. Essas instruções são processadas automaticamente pelo Copilot, permitindo que os atacantes executem comandos maliciosos sem que o usuário perceba. A vulnerabilidade é um exemplo de injeção de prompt passiva, onde comandos maliciosos são incorporados em dados processados por modelos de linguagem. Além disso, a pesquisa revelou que técnicas de aprendizado de reforço podem ser usadas para remover características de segurança dos modelos, aumentando o risco de exploração. O uso de backdoors em sistemas de IA também foi destacado, permitindo que atacantes interceptem e manipulem dados sem o conhecimento do usuário. Essa situação levanta preocupações significativas sobre a segurança em ambientes de desenvolvimento baseados em IA, especialmente em relação à proteção de dados sensíveis.

Mais de 1 bilhão de Androids vulneráveis como se proteger

Recentemente, foi identificado que mais de um bilhão de smartphones Android, representando cerca de 42% dos dispositivos ativos, estão vulneráveis a malwares devido a falhas de segurança que não serão corrigidas. Essa situação afeta principalmente aparelhos que operam com Android 12 ou versões anteriores, que não receberão mais atualizações de segurança. A fragmentação do sistema operacional entre diferentes fabricantes dificulta a aplicação de correções em massa, tornando esses dispositivos alvos fáceis para hackers.

Hackers exploram vulnerabilidade crítica no BeyondTrust Remote Support

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) alertou que hackers estão explorando ativamente a vulnerabilidade CVE-2026-1731 no produto BeyondTrust Remote Support. Essa falha de segurança afeta as versões 25.3.1 ou anteriores do Remote Support e 24.3.4 ou anteriores do Privileged Remote Access, permitindo a execução remota de código. A CISA incluiu essa vulnerabilidade no catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploitadas (KEV) em 13 de fevereiro, dando um prazo de três dias para que agências federais aplicassem o patch ou interrompessem o uso do produto. A BeyondTrust divulgou a CVE-2026-1731 em 6 de fevereiro, classificando-a como uma vulnerabilidade de execução remota de código pré-autenticação, causada por uma fraqueza de injeção de comando do sistema operacional. Explorações de prova de conceito (PoC) surgiram rapidamente, e a exploração no mundo real começou quase imediatamente. A BeyondTrust confirmou que a exploração foi detectada em 31 de janeiro, tornando a CVE-2026-1731 uma vulnerabilidade zero-day por pelo menos uma semana. Para clientes da aplicação em nuvem, o patch foi aplicado automaticamente em 2 de fevereiro. Já os clientes de instâncias auto-hospedadas precisam verificar a aplicação do patch ou instalá-lo manualmente. As versões recomendadas são 25.3.2 para Remote Support e 25.1.1 ou mais recente para Privileged Remote Access.

Vulnerabilidade crítica no BeyondTrust é explorada por atacantes

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-1731, está sendo ativamente explorada por agentes maliciosos em produtos da BeyondTrust, como o Remote Support (RS) e o Privileged Remote Access (PRA). Com uma pontuação CVSS de 9.9, a falha permite que atacantes executem comandos do sistema operacional no contexto do usuário do site. Segundo um relatório da Palo Alto Networks, a exploração da vulnerabilidade tem sido utilizada para uma variedade de ações maliciosas, incluindo reconhecimento de rede, instalação de backdoors e ferramentas de gerenciamento remoto, além de roubo de dados. Os setores mais afetados incluem serviços financeiros, jurídicos, tecnologia, educação superior, varejo e saúde, com alvos localizados nos EUA, França, Alemanha, Austrália e Canadá. A falha é resultado de uma falha de sanitização em um script acessível via interface WebSocket, permitindo a injeção e execução de comandos shell arbitrários. A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) atualizou seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas para confirmar que a falha está sendo explorada em campanhas de ransomware. A relação entre CVE-2026-1731 e outra vulnerabilidade anterior destaca um problema recorrente de validação de entrada em diferentes caminhos de execução.

Notepad corrige falha que permitia invasão de malware por atualização

Recentemente, o programador Don Ho lançou a versão 8.9.2 do Notepad++, que corrige uma falha crítica de segurança que permitia a hackers invadir o mecanismo de atualização do editor de códigos e inserir malwares. Essa vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-25927, possibilitava a execução arbitrária de códigos no contexto do aplicativo, afetando usuários em diversas regiões, incluindo América do Sul, Austrália e Europa. A nova versão implementa medidas de segurança robustas, como a verificação da assinatura do instalador e a remoção de componentes inseguros, como o libcurl.dll, que poderia ser explorado para carregamento lateral de DLLs. Pesquisadores de segurança, como os da Rapid7 e Kaspersky, relataram que a backdoor chamada Chrysalis foi utilizada por um grupo hacker chinês, o Lotus Panda, desde junho de 2025. Diante disso, é altamente recomendável que os usuários atualizem imediatamente para a versão 8.9.2 e verifiquem a origem do instalador para garantir a segurança de seus sistemas.

Vulnerabilidade crítica no Windows Admin Center permite escalonamento de privilégios

A Microsoft divulgou uma vulnerabilidade crítica no Windows Admin Center, identificada como CVE-2026-26119, que permite a um atacante autorizado elevar seus privilégios em uma rede. Com uma pontuação CVSS de 8.8, essa falha foi descoberta pelo pesquisador Andrea Pierini e corrigida na versão 2511 do software, lançada em dezembro de 2025. A vulnerabilidade se origina de uma autenticação inadequada, que possibilita que um usuário padrão obtenha os direitos do usuário que está executando a aplicação afetada. Embora a Microsoft não tenha relatado a exploração ativa dessa falha, ela foi classificada como ‘Exploitation More Likely’, indicando um risco elevado. Pierini alertou que, sob certas condições, essa vulnerabilidade poderia levar a uma comprometimento total do domínio a partir de um usuário padrão. Dada a importância do Windows Admin Center em ambientes corporativos, a correção imediata é essencial para evitar possíveis ataques e garantir a segurança da rede.

Câmeras de segurança Honeywell vulneráveis a sequestro por hackers

Um alerta recente da Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) revelou que várias câmeras de segurança da Honeywell apresentam uma falha crítica de segurança, classificada com um escore de 9.8/10. Essa vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-1670, permite que atacantes não autenticados acessem feeds de vídeo e até assumam contas de usuários. A falha é caracterizada pela ‘falta de autenticação para funções críticas’, o que significa que um invasor pode alterar o endereço de e-mail de recuperação e comprometer ainda mais a rede alvo. A lista de modelos afetados inclui câmeras utilizadas em ambientes empresariais de médio porte, que são comuns em operações industriais e de infraestrutura crítica. A CISA recomenda que os proprietários das câmeras apliquem patches de segurança imediatamente e adotem medidas adicionais, como isolar redes de controle e utilizar VPNs seguras para acesso remoto. Embora a falha ainda não tenha sido explorada ativamente, a divulgação pode incentivar cibercriminosos a buscar sistemas vulneráveis. Portanto, a situação exige atenção urgente dos responsáveis pela segurança cibernética.

Vulnerabilidade crítica em telefones VoIP da Grandstream permite espionagem

Uma vulnerabilidade crítica nos telefones VoIP da série GXP1600 da Grandstream permite que um atacante remoto e não autenticado obtenha privilégios de root e escute comunicações de forma silenciosa. Essa falha, identificada como CVE-2026-2329, possui um escore de severidade de 9.3 e afeta seis modelos da série que utilizam versões de firmware anteriores à 1.0.7.81. Mesmo que o dispositivo vulnerável não esteja acessível diretamente pela internet, um invasor pode explorá-lo a partir de outro host na mesma rede. A falha reside no serviço API baseado na web do dispositivo, que aceita parâmetros sem autenticação, permitindo que um atacante cause um estouro de pilha e ganhe controle sobre os registros da CPU. A exploração possibilita a execução de comandos arbitrários, extração de credenciais de usuários locais e reconfiguração do dispositivo para usar um proxy SIP malicioso, permitindo a escuta de chamadas. A Grandstream lançou uma atualização de firmware em 3 de fevereiro para corrigir a vulnerabilidade. Usuários de produtos vulneráveis são fortemente aconselhados a aplicar as atualizações de segurança disponíveis o mais rápido possível.

CISA ordena correção urgente de vulnerabilidade crítica da Dell

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma ordem para que agências governamentais corrijam uma vulnerabilidade crítica da Dell em seus sistemas em um prazo de três dias. A falha, identificada como CVE-2026-22769, está sendo explorada ativamente por um grupo de hackers suspeito de ser ligado à China, conhecido como UNC6201. Essa vulnerabilidade, que envolve credenciais hardcoded no Dell RecoverPoint, uma solução para backup e recuperação de máquinas virtuais VMware, permite que os atacantes acessem redes de vítimas e implantem malwares, incluindo uma nova backdoor chamada Grimbolt. A CISA incluiu essa falha em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Explotadas (KEV), destacando a urgência de mitigações. Além disso, a CISA também alertou sobre outra vulnerabilidade crítica em instâncias do BeyondTrust Remote Support, exigindo ações rápidas para proteger as redes. A situação ressalta a importância de uma resposta ágil a vulnerabilidades críticas, especialmente em um cenário onde grupos de hackers estão cada vez mais sofisticados e ativos.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica em produtos CCTV da Honeywell

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade crítica em diversos produtos de CCTV da Honeywell, que pode permitir acesso não autorizado a feeds de câmeras e sequestro de contas. Identificada pelo pesquisador Souvik Kanda e classificada como CVE-2026-1670, a falha é categorizada como ‘falta de autenticação para função crítica’ e recebeu uma pontuação de severidade crítica de 9.8. A vulnerabilidade permite que um atacante não autenticado altere o endereço de e-mail de recuperação associado a uma conta de dispositivo, possibilitando o sequestro da conta e o acesso não autorizado às imagens das câmeras. A CISA recomenda que os usuários minimizem a exposição de dispositivos de controle em suas redes, utilizando firewalls e métodos seguros de acesso remoto, como VPNs atualizadas. Embora a Honeywell ainda não tenha publicado um aviso sobre a CVE-2026-1670, os usuários são aconselhados a entrar em contato com a equipe de suporte da empresa para orientações sobre correções. Até o momento, não há relatos conhecidos de exploração pública dessa vulnerabilidade.

Notepad corrige falhas de segurança após ataque de grupo chinês

O Notepad++ lançou uma atualização de segurança, versão 8.9.2, para corrigir vulnerabilidades exploradas por um grupo de ameaças avançadas da China. O ataque permitiu que os invasores sequestrassem o mecanismo de atualização do software, entregando malware a alvos específicos. A nova versão implementa um design de ‘dupla segurança’, que inclui a verificação do instalador assinado baixado do GitHub e a verificação do XML assinado retornado pelo servidor de atualizações. Além disso, foram feitas alterações significativas no componente de atualização automática, WinGUp, como a remoção de riscos de side-loading de DLLs e a restrição da execução de plugins apenas a programas assinados com o mesmo certificado. A atualização também corrige uma vulnerabilidade crítica (CVE-2026-25926) que poderia permitir a execução de código arbitrário. O incidente foi detectado após um comprometimento no provedor de hospedagem, que redirecionou usuários para servidores maliciosos desde junho de 2025. Usuários do Notepad++ são aconselhados a atualizar para a versão mais recente e garantir que os instaladores sejam baixados do domínio oficial.

Google corrige primeira vulnerabilidade zero-day do Chrome em 2026

O Google lançou um patch para uma vulnerabilidade crítica no navegador Chrome, identificada como CVE-2026-2441, que permite a execução de código arbitrário através de páginas HTML manipuladas. Essa falha, classificada com um índice de severidade de 8.3 em 10, foi ativamente explorada por atacantes antes da correção. O problema está relacionado a um erro de ‘uso após liberação’ em CSS, que afeta versões do Chrome anteriores à 145.0.7632.75 para Windows e Mac, e 144.0.7559.75 para Linux. O Google recomenda que todos os usuários atualizem imediatamente seus navegadores, especialmente aqueles que desativaram as atualizações automáticas. A empresa optou por não divulgar detalhes sobre as vítimas ou os atacantes para evitar que outros exploradores se aproveitem da situação até que a maioria dos usuários esteja protegida. Esta é a primeira vulnerabilidade zero-day do Chrome em 2026, e o Google já havia corrigido oito vulnerabilidades semelhantes no ano anterior, muitas das quais foram exploradas por atores patrocinados por estados. A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) ainda não incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de falhas conhecidas.

CISA ordena proteção contra vulnerabilidade crítica da BeyondTrust

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma ordem para que agências federais protejam suas instâncias do BeyondTrust Remote Support contra uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-1731, em um prazo de três dias. Essa falha de execução remota de código, resultante de uma injeção de comando do sistema operacional, afeta versões anteriores ao Remote Support 25.3.1 e Privileged Remote Access 24.3.4. Embora a BeyondTrust tenha corrigido suas instâncias SaaS em 2 de fevereiro de 2026, clientes que utilizam versões on-premise precisam aplicar os patches manualmente. A exploração bem-sucedida dessa vulnerabilidade permite que atacantes não autenticados executem comandos do sistema operacional, potencialmente comprometendo sistemas, acessando dados de forma não autorizada e causando interrupções nos serviços. A CISA incluiu a vulnerabilidade em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Explotadas (KEV) e alertou que dispositivos não corrigidos devem ser considerados comprometidos. Este incidente destaca a necessidade urgente de ações corretivas por parte de administradores de sistemas, especialmente em um contexto onde falhas anteriores da BeyondTrust já foram exploradas por grupos de ciberespionagem, como o Silk Typhoon, vinculado ao governo chinês.

Google corrige vulnerabilidade crítica do Chrome explorada em ataques

O Google lançou atualizações de emergência para corrigir uma vulnerabilidade de alta severidade no Chrome, identificada como CVE-2026-2441, que está sendo explorada em ataques zero-day. Essa falha, relatada pelo pesquisador de segurança Shaheen Fazim, é uma vulnerabilidade do tipo use-after-free, resultante de um erro de invalidação de iterador no CSSFontFeatureValuesMap, que pode causar falhas no navegador, problemas de renderização, corrupção de dados e comportamentos indefinidos. O patch foi considerado urgente, sendo implementado em versões estáveis do Chrome para Windows, macOS e Linux, com a atualização sendo disponibilizada globalmente nos próximos dias. Embora o Google tenha confirmado a exploração ativa dessa vulnerabilidade, não foram divulgados detalhes adicionais sobre os ataques. A empresa também indicou que o problema imediato foi resolvido, mas que ainda há trabalho a ser feito, sugerindo que a solução pode ser temporária. Essa é a primeira vulnerabilidade do Chrome explorada ativamente a ser corrigida em 2026, após um ano em que o Google tratou de oito zero-days, muitos deles relacionados a ataques de spyware contra indivíduos de alto risco.

Atualização de segurança do Chrome corrige vulnerabilidade crítica

Na última sexta-feira, o Google lançou atualizações de segurança para o navegador Chrome, visando uma vulnerabilidade de alta gravidade, identificada como CVE-2026-2441, com uma pontuação CVSS de 8.8. Essa falha, classificada como um erro ‘use-after-free’ em CSS, permite que um atacante remoto execute código arbitrário dentro de um sandbox através de uma página HTML manipulada. O pesquisador de segurança Shaheen Fazim descobriu e reportou a vulnerabilidade em 11 de fevereiro de 2026. Embora o Google não tenha revelado detalhes sobre como a falha está sendo explorada ou quem são os alvos, a empresa confirmou que um exploit para essa vulnerabilidade já está em uso ativo. Essa é a primeira falha zero-day explorada ativamente no Chrome que foi corrigida em 2026, destacando a atratividade das falhas em navegadores para agentes maliciosos, dada sua ampla instalação e superfície de ataque. Para proteção ideal, os usuários devem atualizar para as versões 145.0.7632.75/76 no Windows e macOS, e 144.0.7559.75 no Linux. Navegadores baseados em Chromium, como Microsoft Edge e Brave, também devem ser atualizados assim que as correções estiverem disponíveis.