Vpn

Afiliado do ransomware Akira desativa EDR em ataque cibernético

Um ataque de ransomware da família Akira ocorreu em 4 de agosto, quando um hacker obteve acesso inicial a um sistema comprometido através de um dispositivo SonicWall VPN exposto, que não possuía autenticação multifator (MFA). Após duas horas do login bem-sucedido, o invasor conectou-se ao controlador de domínio via RDP, enumerou usuários e computadores do Active Directory e transferiu dados para um bucket S3 controlado pelo atacante usando ferramentas como WinRAR e s5cmd. Para manter o acesso remoto, o hacker instalou o AnyDesk e forçou o sistema a reiniciar em Modo Seguro com Rede, desativando a proteção em tempo real do Microsoft Defender e o agente da Huntress. Embora o ransomware não tenha conseguido criptografar arquivos devido a erros de memória, o atacante conseguiu roubar credenciais e dados em menos de cinco horas. A Huntress recomenda a implementação de MFA em todas as contas VPN e monitoramento de alterações na configuração de inicialização do Modo Seguro. Este incidente destaca a importância de medidas de segurança robustas, especialmente em ambientes que utilizam tecnologias amplamente adotadas no Brasil.

Mais de 737 extensões do Chrome imitam serviços de VPN e proxy

Um estudo da empresa de segurança Socket revelou que mais de 737 extensões publicadas na Chrome Web Store se passavam por serviços de VPN e proxy conhecidos, como Proton VPN e NordVPN. Essas extensões, que foram baixadas cerca de 75 mil vezes, principalmente por usuários russos, redirecionavam o tráfego dos navegadores através de proxies SOCKS5 operados por um único provedor. Os pesquisadores identificaram comportamentos de ameaça, incluindo a configuração de 520 extensões para direcionar todo o tráfego do Chrome através dos proxies do operador e a resolução de nomes de host de proxy por meio do Cloudflare ou Google DNS-over-HTTPS, visando proteger o domínio do operador. Além disso, algumas extensões promoviam servidores premium inexistentes em locais como Japão e Canadá, indicando uma tentativa de fraude de assinatura. Embora mais de 200 extensões tenham sido removidas, mais de 500 ainda estão disponíveis. A Socket recomenda que os usuários verifiquem seus navegadores e removam qualquer extensão suspeita, além de restaurar a configuração de proxy do Chrome para o normal.

Extensões de VPN maliciosas visam usuários de língua russa

Um conjunto massivo de 737 extensões gratuitas de VPN e proxy foi descoberto, principalmente direcionado a usuários de língua russa que buscam acessar serviços bloqueados. Essas extensões, publicadas em pelo menos 40 contas de desenvolvedores na Chrome Web Store, acumulam 75.486 instalações. Dentre elas, 274 imitam 66 marcas estabelecidas de VPN e privacidade, como Proton VPN e NordVPN. As extensões interceptam o tráfego do navegador, redirecionando-o através de uma infraestrutura de proxy controlada por um único provedor. A maioria das extensões configura o ‘chrome.proxy.settings’ para um servidor SOCKS5 fixo, permitindo que o ator da ameaça observe destinos do navegador e endereços IP de origem. Além disso, 221 extensões foram removidas da loja, mas 516 permanecem ativas. O ator da ameaça parece operar um negócio de VPN por assinatura na Rússia, utilizando um número de contribuinte de 12 dígitos. As extensões também apresentam sinais de fraude, como a promoção de servidores premium inexistentes e tentativas de enganar o processo de revisão da Chrome Web Store. Este incidente destaca a importância da vigilância e da verificação de extensões de navegador, especialmente para usuários que buscam serviços de privacidade.

Hackers russos usam ofertas de emprego falsas para atacar profissionais de TI

Hackers associados ao grupo de ameaças russo Sandworm estão atacando administradores de sistemas e profissionais de TI por meio de ofertas de emprego falsas desde pelo menos maio. Um relatório da Equipe de Resposta a Emergências de Computador da Ucrânia (CERT-UA) detalha uma campanha de engenharia social atribuída ao UAC-0145, considerado um subgrupo do Sandworm. Os atacantes se passam por empresas de TI e recrutadores, estudando currículos em sites de emprego e contatando as vítimas diretamente. As conversas são transferidas para o Telegram para agendar entrevistas por vídeo no Zoom, onde os candidatos recebem tarefas técnicas fictícias que exigem conexão a uma VPN corporativa. Em um caso, os atacantes se fizeram passar pela empresa internacional Sopra Steria, utilizando endereços de e-mail semelhantes aos da empresa na Bulgária. Durante a entrevista, instruções adicionais são enviadas por e-mail, incluindo arquivos de configuração para conectar-se a uma VPN ‘corporativa’. O arquivo baixado gera um erro falso, levando a vítima a baixar um cliente modificado chamado ‘SopraVPN’, que contém um código PowerShell malicioso. A CERT-UA recomenda que provedores de telecomunicações e empresas de TI restrinjam o acesso a recursos corporativos a dispositivos gerenciados e monitorados continuamente. O grupo APT44 é conhecido por atacar infraestrutura crítica e entidades governamentais, o que representa um risco significativo para a segurança cibernética.

Campanha de Engenharia Social Alvo de Profissionais de TI na Ucrânia

O Computer Emergency Response Team da Ucrânia (CERT-UA) revelou uma nova campanha de engenharia social realizada por atores de ameaças associados ao Estado russo, visando trabalhadores de TI no país. Os atacantes se disfarçam como recrutadores para induzir as vítimas a instalar malware. A atividade, atribuída ao grupo Sandworm, está em andamento desde maio de 2026. Os atacantes utilizam sites de busca de emprego para contatar candidatos, geralmente administradores de sistemas ou especialistas em TI, em nome de empresas legítimas. Após uma conversa inicial via chat online, a comunicação é transferida para aplicativos de mensagens como o Telegram, onde um suposto gerente de RH realiza uma entrevista. Durante o processo, os candidatos recebem instruções para uma entrevista técnica, que envolve a conexão a uma VPN corporativa através de um cliente VPN modificado, chamado SopraVPN. Este cliente, ao ser instalado, permite que os atacantes executem comandos arbitrários no dispositivo da vítima. O CERT-UA alerta os profissionais de TI sobre a importância de estar atentos a técnicas de engenharia social e recomenda que as organizações permitam acesso a recursos corporativos apenas de dispositivos gerenciados com software de segurança apropriado.

NordVPN supera concorrentes em testes independentes de velocidade e proteção contra malware

Recentemente, a NordVPN se destacou em testes independentes realizados por laboratórios de segurança, recebendo a certificação AAA do West Coast Labs para seu antivírus, que bloqueou 99,1% das amostras de malware testadas. Além disso, a Artifact Security classificou a NordVPN como a provedora mais rápida e confiável em um teste global de desempenho, com tempos de conexão de apenas 1,8 segundos e sem vazamentos de dados. Esses resultados são significativos para usuários que buscam um equilíbrio entre segurança e velocidade, permitindo navegação rápida sem comprometer a proteção contra ameaças online.

Private Internet Access dobra sua rede de servidores VPN para streaming

A Private Internet Access (PIA) anunciou uma expansão significativa em sua rede de servidores VPN otimizados para streaming, aumentando de 13 para 35 locais dedicados. Essa atualização inclui 22 novos países, como França, Espanha e Brasil, permitindo que os usuários acessem uma gama mais ampla de conteúdos online. Os novos servidores são monitorados e testados regularmente para garantir a compatibilidade com diversas plataformas de streaming, facilitando a experiência do usuário ao evitar a frustração de tentar diferentes locais. A PIA, que já é reconhecida por sua política de não registro de dados, busca melhorar sua posição no mercado, especialmente após algumas críticas relacionadas à velocidade e problemas de desbloqueio. A nova funcionalidade é automaticamente integrada aos aplicativos da PIA, sem necessidade de atualizações ou mudanças de plano. A expansão é parte de um esforço contínuo da empresa para aprimorar sua infraestrutura até 2026, incluindo a disponibilização do aplicativo em lojas alternativas como a F-Droid. Essa mudança é relevante para usuários que buscam acessar conteúdos restritos geograficamente, uma vez que as plataformas de streaming costumam bloquear endereços IP associados a VPNs.

VPN da IPVanish para Apple TV agora suporta WireGuard e OpenVPN

A IPVanish anunciou uma atualização significativa em seu aplicativo para Apple TV, que agora suporta os protocolos WireGuard e OpenVPN, além do já existente IKEv2. Essa mudança é relevante para usuários que buscam uma experiência de streaming mais rápida e estável, pois a escolha do protocolo pode impactar diretamente a velocidade e a segurança da conexão. O WireGuard, conhecido por sua eficiência e baixa latência, é ideal para streaming em 4K, enquanto o OpenVPN oferece flexibilidade e é útil em redes que tentam bloquear conexões VPN. A atualização é acessível a todos os assinantes, que podem simplesmente atualizar o aplicativo na App Store da tvOS. A IPVanish se destaca como a única provedora a oferecer essa combinação de protocolos na Apple TV, o que pode ser um diferencial importante para quem busca uma solução robusta de VPN para entretenimento em casa. Além disso, a empresa destaca que seu serviço é um dos mais acessíveis do mercado, com planos a partir de $2,19 por mês, permitindo que os usuários protejam múltiplos dispositivos simultaneamente.

O que as avaliações da Play Store revelam sobre expectativas de VPNs

Um estudo recente analisou quase 30.000 avaliações de VPNs na Google Play Store, revelando que muitos usuários têm expectativas irreais sobre a proteção de privacidade e segurança que esses serviços oferecem. Embora 65% das avaliações sejam positivas, a insatisfação aumenta para 41% quando se trata de questões de privacidade e segurança. A pesquisa destacou três mitos comuns: primeiro, que uma VPN pode impedir todos os ataques de hackers; segundo, que oferece proteção infalível; e terceiro, que garante anonimato total. A realidade é que, enquanto uma VPN criptografa dados em trânsito, não protege informações já compartilhadas ou previne ataques de phishing. Além disso, muitos relatos de falhas de segurança podem ser atribuídos a erros de configuração ou mal-entendidos sobre o funcionamento das VPNs. O artigo sugere que a indústria precisa melhorar a comunicação sobre o que uma VPN realmente pode fazer, a fim de alinhar as expectativas dos usuários com a realidade do serviço.

Atualizar seu app pode não garantir sua segurança vulnerabilidades no OpenVPN

Um estudo recente revelou que mais da metade dos aplicativos de VPN para Windows analisados utilizam versões desatualizadas do OpenVPN, um protocolo fundamental para a segurança das conexões VPN. O OpenVPN, que é um projeto de código aberto, serve como base para muitos serviços comerciais de VPN. No entanto, muitos provedores de VPN atualizam seus aplicativos sem atualizar o código do OpenVPN, o que pode deixar os usuários vulneráveis a uma série de ameaças de segurança. A pesquisa auditou 32 clientes de VPN e descobriu que 56% deles utilizavam uma versão do OpenVPN que não era atualizada há mais de um ano, com 12,5% usando versões com mais de cinco anos. Isso levanta preocupações significativas sobre a privacidade e a segurança dos usuários, uma vez que versões mais antigas podem não incluir correções para vulnerabilidades conhecidas. Especialistas alertam que a falta de atualizações pode facilitar ataques, pois vulnerabilidades documentadas podem ser exploradas por atacantes. A situação é preocupante, pois a atualização do OpenVPN requer testes rigorosos e pode ser adiada por questões de compatibilidade e estabilidade. Portanto, é essencial que os provedores de VPN priorizem a atualização de seus componentes para garantir a segurança dos usuários.

VPNs enfrentam reclamações sobre renovações automáticas e preços

O setor de VPNs enfrenta sérios problemas relacionados a renovações automáticas e aumentos de preços, conforme revelado por uma análise de quase 30.000 avaliações de usuários no Google Play. Embora a maioria dos usuários esteja satisfeita com a funcionalidade das aplicações, cerca de 60% das críticas relacionadas a preços e faturamento são negativas. Os principais fornecedores, como NordVPN, ExpressVPN e Surfshark, têm enfrentado escrutínio legal devido a práticas de renovação automática. Proton VPN se destaca com apenas 35% de comentários negativos sobre faturamento, em grande parte devido à sua opção gratuita. No entanto, a insatisfação é alta entre os usuários pagantes, com NordVPN apresentando 83% de críticas negativas sobre preços. Os problemas mais comuns incluem dificuldades em cancelar testes gratuitos, renovações automáticas inesperadas e aumentos de preços na renovação. Para evitar surpresas, recomenda-se que os usuários desativem a renovação automática imediatamente após a assinatura. A situação exige que os provedores de VPN adotem práticas mais transparentes e justas em relação à cobrança.

Grupo vinculado ao Irã esconde ferramentas de vigilância em aplicativos falsos

Um novo relatório do Insikt Group da Recorded Future revela que um grupo de ameaças vinculado ao Irã, identificado como TAG-182, está utilizando aplicativos falsos de VPN e reprodutores de mídia para disseminar um software de vigilância chamado MarkiRAT. Esses aplicativos, como o Pis2ray VPN e o YESHICA YEPlayer, não estão disponíveis nas lojas oficiais, como Google Play ou App Store, e têm como alvo principal usuários iranianos, tanto dentro quanto fora do país. O MarkiRAT é um Trojan de acesso remoto que permite que atacantes capturem telas e controlem dispositivos de forma discreta, utilizando técnicas que disfarçam suas atividades como processos normais do sistema. A campanha de distribuição se intensificou após protestos nas ruas do Irã e durante períodos de interrupção da internet, quando os usuários mais necessitam de soluções de privacidade. O relatório destaca a importância de baixar aplicativos apenas de fontes confiáveis e alerta para os riscos de aplicativos promovidos em redes sociais. Essa situação serve como um lembrete da vulnerabilidade de usuários em ambientes censurados e da necessidade de uma vigilância constante em relação a ferramentas de segurança.

É hora de abrir mais buracos na Internet fechada VPN gratuita promete contornar censura

A Unredacted, uma organização sem fins lucrativos focada na liberdade na internet, lançou a segunda versão de seu serviço de VPN gratuito, o FreeSocks v2, que promete contornar bloqueios de censura de forma mais eficaz. Com o aumento das restrições à internet em todo o mundo, a nova versão foi projetada para ser mais resistente a bloqueios, utilizando um sistema flexível que incorpora um proxy baseado em Xray. Desde seu lançamento inicial em 2023, o FreeSocks já distribuiu mais de 60.000 chaves de acesso a usuários em regiões com censura severa.

IPVanish torna OpenVPN quase três vezes mais rápido no Windows

A IPVanish lançou uma nova versão de seu aplicativo para Windows, incorporando o recurso OpenVPN Data Channel Offload (DCO), que promete aumentar a velocidade de download do OpenVPN em até 196%. Essa melhoria é especialmente significativa, pois o OpenVPN, apesar de ser um dos protocolos mais confiáveis e amplamente utilizados, sempre enfrentou desafios de velocidade. O DCO transfere a carga de criptografia para o núcleo do sistema operacional, reduzindo a latência e a carga da CPU, sem comprometer a segurança do protocolo. Além disso, a IPVanish trocou o cifrador OpenVPN de AES-256-CBC para AES-256-GCM, o que diminui em 32% o tempo de conexão com os servidores. No entanto, há uma limitação: o modo de alta velocidade não pode ser usado simultaneamente com o recurso OpenVPN Scramble, que oculta o tráfego VPN, o que pode ser uma consideração importante para usuários em redes restritas. O DCO atualmente é exclusivo para usuários do Windows, não estando disponível em macOS, iOS ou Android devido a restrições nos núcleos desses sistemas operacionais.

Não é verificação de idade privacidade é a principal razão para uso de VPNs por crianças no Reino...

Um recente relatório do governo britânico revela que a principal motivação para o uso de VPNs entre crianças no Reino Unido é a proteção da privacidade online, e não a evasão de verificações de idade, como se pensava anteriormente. A pesquisa, realizada com mais de 2.000 jovens de 11 a 17 anos, mostrou que 30% dos usuários ativos de VPNs utilizam essas ferramentas para garantir sua privacidade digital. Apenas 20% dos usuários de VPNs afirmaram usar o serviço para contornar verificações de idade, o que representa apenas 7% de todas as crianças britânicas. Além disso, a maioria dos jovens que contornam essas verificações o faz através de métodos mais simples, como mudar para plataformas que não exigem verificação de idade ou fornecendo informações falsas, como datas de nascimento. O relatório sugere que a narrativa de que a restrição ao uso de VPNs é essencial para a aplicação das leis de verificação de idade pode não ser justificada, especialmente à medida que as plataformas implementam métodos mais rigorosos de verificação. A discussão sobre a regulamentação do uso de VPNs no Reino Unido está em andamento, com apelos de grupos de defesa da privacidade para que essas ferramentas permaneçam acessíveis às crianças.

Departamento do Tesouro dos EUA sanciona provedores de ransomware

O Departamento do Tesouro dos EUA, por meio do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), impôs sanções a dois indivíduos e uma entidade envolvidos em ataques de ransomware contra organizações americanas. As sanções foram direcionadas ao First VPN Service (1VPNS), um provedor de rede privada virtual que oferecia serviços a grupos de ransomware, e seu administrador, Dmytro Rashevskyi. Desde sua criação em 2014, o 1VPNS se destacou por não manter registros de atividades dos usuários e por não cooperar com as autoridades. A investigação, que começou em dezembro de 2021, culminou na desmantelação da infraestrutura do 1VPNS, com a apreensão de 33 servidores em 27 países e a prisão de Rashevskyi. Além disso, o cidadão bielorrusso Yegeniy Vladimirovich Silayev, que vende ferramentas para ocultar malware, também foi sancionado. As operações de ransomware associadas a esses indivíduos causaram perdas bilionárias a empresas e infraestruturas críticas nos EUA. As sanções visam desmantelar redes de cibercrime, com a colaboração de autoridades do Reino Unido e da União Europeia.

EUA sancionam indivíduos e VPN por facilitar ataques de ransomware

O Departamento do Tesouro dos EUA sancionou dois indivíduos e um provedor de VPN, o First VPN Service (1VPNS), por facilitar atividades criminosas, incluindo ataques de ransomware. O administrador ucraniano Dmytro Rashevskyi e o belarusiano Yegeniy Vladimirovich Silayev foram acusados de ajudar grupos de ransomware a ocultar suas atividades. O First VPN foi desmantelado em maio de 2026 após uma operação conjunta de autoridades europeias e norte-americanas, que identificaram que o serviço era utilizado para esconder a origem de ataques cibernéticos contra empresas e instituições dos EUA. O uso dessa VPN resultou em perdas bilionárias para negócios americanos, afetando setores críticos como saúde e serviços financeiros. Além disso, o artigo menciona sanções impostas pelo Reino Unido e pela União Europeia a redes cibernéticas russas, que têm realizado operações de espionagem e sabotagem. O FBI alertou sobre a exploração de dispositivos de rede mal configurados por atores do FSB da Rússia, destacando a vulnerabilidade de infraestruturas críticas em todo o mundo.

Estudo revela falhas graves em aplicativos de VPN gratuitos

Um estudo recente analisou 281 dos aplicativos de VPN gratuitos mais populares disponíveis na Google Play Store e revelou que muitos deles falham em proteger a privacidade e a segurança dos usuários, que são as principais razões para a instalação de uma VPN. Os pesquisadores, da Universidade de Michigan, da Universidade do Novo México e do IIT Delhi, utilizaram um sistema de teste chamado MVPNalyzer, que identificou que 29 aplicativos permitiram vazamentos de tráfego, incluindo consultas DNS que expõem quais sites os usuários visitam. Além disso, 61 aplicativos enviaram dados em texto claro, acessíveis a qualquer um que monitorasse a rede. O estudo destacou cinco aplicativos que baixam arquivos de configuração sem criptografia, permitindo que atacantes redirecionem conexões para servidores controlados por eles. A pesquisa também revelou que 76 aplicativos rastreiam os usuários, enviando informações como o ID de publicidade do dispositivo. A maioria dos aplicativos analisados não seguiu as melhores práticas de segurança, com 89% utilizando um único método de autenticação e muitos empregando criptografia fraca ou desatualizada. Os resultados levantam preocupações sobre a confiabilidade dos aplicativos de VPN gratuitos, que frequentemente prometem privacidade, mas falham em implementá-la adequadamente.

Rússia abandona polêmica taxa de VPN após atrasos e reações negativas

O Ministério do Desenvolvimento Digital da Rússia anunciou a desistência de um plano que previa a cobrança de taxas sobre o tráfego de internet internacional, que visava taxar usuários em 150 rublos por gigabyte adicional após um limite mensal de 15GB. Essa proposta, que tinha como alvo principal os usuários de VPNs, foi abandonada após meses de atrasos técnicos e forte resistência da indústria. A reversão da política foi confirmada pelo vice-ministro Ivan Lebedev durante uma sessão da Duma Estatal, onde ele afirmou que as taxas para tráfego estrangeiro não estão mais sendo consideradas. A ideia inicial surgiu em uma reunião em março, mas enfrentou dificuldades logísticas e pressão de operadoras de telecomunicações que não estavam preparadas para implementar as mudanças. Embora a desistência da taxa represente uma vitória para os defensores da privacidade, a demanda por ferramentas de contorno de censura continua alta, especialmente após o bloqueio de plataformas globais como YouTube e Facebook. A situação reflete um ambiente digital hostil, onde o governo russo intensifica suas tentativas de controlar o acesso à informação na internet.

Como assistir Philo fora dos EUA transmita online com VPN

O artigo da TechRadar apresenta um guia sobre como assistir ao serviço de streaming Philo, que é restrito aos Estados Unidos, a partir de qualquer lugar do mundo utilizando uma VPN. Philo oferece uma vasta biblioteca de filmes, programas de TV e canais ao vivo, sendo uma das melhores plataformas freemium disponíveis nos EUA. Para acessar o conteúdo, os usuários fora dos EUA precisam de um endereço IP americano, o que pode ser conseguido através de serviços de VPN, como o NordVPN, que é recomendado no artigo. O serviço oferece uma versão gratuita e planos pagos que incluem mais de 70 canais de TV ao vivo e armazenamento ilimitado de DVR por até um ano. O artigo também destaca a variedade de conteúdos disponíveis, incluindo filmes clássicos, séries populares e programação de estilo de vida. Além disso, menciona que a plataforma é geograficamente restrita devido a acordos de licenciamento, o que torna o uso de VPN uma solução viável para desbloquear o acesso ao serviço. O guia é útil para quem deseja manter o acesso ao Philo enquanto viaja ou reside fora dos EUA.

Transmissões da Copa do Mundo congelam por causa de bloqueadores de anúncios

O uso de VPNs com bloqueadores de anúncios pode causar problemas durante transmissões ao vivo, como as da Copa do Mundo de 2026. Esses bloqueadores, ao detectarem anúncios, podem interromper a transmissão inteira, pois muitos serviços de streaming utilizam inserções de anúncios do lado do servidor (SSAI), que são entregues a partir do mesmo servidor que o conteúdo. Isso significa que o bloqueador não consegue diferenciar entre o anúncio e o conteúdo da transmissão, resultando em travamentos ou telas pretas. Para evitar esses problemas, os usuários devem desativar o bloqueador de anúncios em suas VPNs ao acessar serviços de streaming que dependem de anúncios, como o ITVX. Alternativamente, é possível usar ferramentas como o R.O.B.E.R.T da Windscribe, que permite criar regras de whitelist para manter o bloqueador ativo enquanto assiste. O artigo também recomenda o Norton VPN, que oferece uma garantia de devolução de 60 dias e é eficaz para streaming, permitindo desativar o bloqueador com facilidade.

Malásia intensifica combate ao uso indevido de VPNs, mas elas continuam legais

O governo da Malásia anunciou uma ação rigorosa contra o uso indevido de VPNs, especialmente em casos que envolvem atividades criminosas ou a violação da nova lei que proíbe o uso de redes sociais por menores de 16 anos. O vice-ministro do Interior, Datuk Seri Dr. Shamsul Anuar Nasarah, afirmou que a utilização de VPNs para contornar essas restrições será investigada, mas ressaltou que a posse e o uso de VPNs em si não são ilegais. A medida faz parte de um esforço mais amplo para proteger crianças online, em resposta ao aumento de crimes cibernéticos. As plataformas de redes sociais agora têm a obrigação de verificar a idade dos usuários, e a não conformidade pode resultar em multas de até RM10 milhões. Embora a ação se concentre em comportamentos ilegais, especialistas em direitos digitais criticam a abordagem, argumentando que a verificação de idade pode levar à normalização da vigilância e ao risco de exposição de dados pessoais. Para os usuários comuns de VPN, a mensagem é clara: o uso de VPNs para proteção de dados e privacidade continua legal e não deve ser interrompido.

Economize em roaming e assista à Copa do Mundo com segurança

O artigo da TechRadar apresenta uma solução acessível para quem viaja durante a Copa do Mundo, permitindo evitar altas taxas de roaming e melhorar a experiência de streaming. A proposta é um plano avançado da ExpressVPN, que oferece uma combinação de ferramentas por apenas $3 por mês. Este plano inclui uma VPN, eSIM com dados ilimitados por três dias, gerenciamento de senhas, proteção de identidade e e-mails privados. Com isso, os usuários podem acessar serviços de streaming gratuitos, como BBC e ITV, sem custos adicionais, além de se protegerem contra roubo de identidade. O plano avançado normalmente custa cerca de $4,50 por mês, mas está em promoção por $83,72, incluindo quatro meses extras de proteção. A ExpressVPN é destacada como uma das VPNs mais seguras, com cobertura em 150 países. Além disso, a utilização da VPN pode melhorar a conexão em estádios, onde a Wi-Fi costuma ser lenta. Embora existam outras opções de VPN no mercado, a ExpressVPN se destaca por oferecer a chance de ganhar ingressos para jogos da Copa do Mundo.

Desfrute de transmissões mais suaves da Copa com apps de VPN na TV

Com a Copa do Mundo se aproximando, muitos fãs de futebol buscam maneiras de assistir aos jogos de forma mais eficiente. O artigo da TechRadar sugere que, em vez de usar métodos tradicionais como espelhamento de tela, os usuários podem optar por aplicativos de VPN nativos disponíveis em dispositivos como Apple TV e Fire TV. Essa abordagem promete uma experiência de streaming mais fluida e sem interrupções. Para começar, basta acessar as lojas de aplicativos de cada dispositivo, instalar o aplicativo da VPN desejada e configurar a localização do servidor para países como Reino Unido ou Austrália, onde as transmissões estão disponíveis. O artigo recomenda o Norton VPN, que oferece uma garantia de devolução do dinheiro em 60 dias, ideal para quem deseja testar o serviço durante o torneio. Outras opções como ExpressVPN e NordVPN também são mencionadas, cada uma com suas características específicas. A facilidade de instalação e uso direto na TV torna essa solução atraente para quem não quer perder nenhum momento da Copa do Mundo.

VPNs gratuitas e apps de streaming expõem redes empresariais a riscos

Um estudo recente revela que muitos usuários de VPNs gratuitas e aplicativos de streaming podem estar inadvertidamente contribuindo para atividades criminosas, ao permitir que suas conexões de internet sejam utilizadas como proxies residenciais. Esses serviços, que prometem anonimato, frequentemente não obtêm permissão dos usuários e podem resultar em suas redes sendo marcadas como fraudulentas. A pesquisa da Infoblox Threat Intel indica que mais de 65% dos clientes de sua nuvem de defesa contra ameaças realizaram consultas DNS a domínios associados a redes de proxies residenciais, totalizando mais de 500 bilhões de consultas mensais. Essa prática não só compromete a segurança e a privacidade dos usuários, mas também pode levar a problemas legais, uma vez que é difícil provar que um usuário foi apenas um intermediário em atividades maliciosas. Para mitigar esses riscos, recomenda-se realizar auditorias de software, monitorar dispositivos conectados e investir em serviços que bloqueiem solicitações suspeitas. Além disso, usuários podem verificar o perfil de risco de seus endereços IP para identificar se já foram vítimas de abusos.

CISA alerta sobre ataque FortiBleed a dispositivos Fortinet

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) alertou os clientes da Fortinet sobre uma campanha de ataque chamada FortiBleed, que comprometeu mais de 86 mil dispositivos FortiGate acessíveis pela internet. Acredita-se que o ataque seja realizado por atores de ameaça de língua russa, que utilizam uma abordagem automatizada para explorar credenciais padrão e específicas de organizações. Dados da SOCRadar indicam que 35% das credenciais comprometidas são contas administrativas genéricas, enquanto 28,3% são contas do sistema Fortinet. Os setores mais afetados incluem telecomunicações, governo e educação, com a maioria das exposições localizadas na Índia, EUA, México, Colômbia e Tailândia. O ataque envolve a varredura em massa de dispositivos Fortinet e o uso de combinações conhecidas de login e senha para obter acesso. A CISA recomenda que as organizações terminem todas as sessões ativas, redefinam senhas e implementem autenticação multifator (MFA) para mitigar os riscos. O incidente destaca a importância de práticas adequadas de segurança de senhas e a vulnerabilidade de dispositivos de segurança de perímetro a ataques automatizados.

CISA alerta sobre vazamento de credenciais da Fortinet em 74 mil dispositivos

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta para clientes da Fortinet após a exposição de quase 74 mil credenciais de firewalls e VPNs em um vazamento de dados conhecido como ‘FortiBleed’. O incidente envolve credenciais comprometidas que foram utilizadas por atores maliciosos para atacar dispositivos Fortinet acessíveis pela internet em organizações governamentais e do setor privado ao redor do mundo. A CISA recomenda que os proprietários de dispositivos FortiGate encerrem todas as sessões de VPN e administrativas, redefinam senhas e implementem autenticação multifator resistente a phishing. O vazamento foi descoberto pelo pesquisador de segurança Volodymyr Diachenko, que encontrou um servidor contendo credenciais válidas, incluindo nomes de usuário e senhas em texto claro. A análise da empresa de inteligência em segurança Hudson Rock revelou que o vazamento abrange 21.632 domínios únicos em 194 países, afetando grandes organizações como Samsung, Mercedes-Benz e Toyota. A operação está ligada a um grupo de ameaças de língua russa, que realizou mais de 1,16 bilhão de tentativas de credenciais contra alvos FortiGate. A CISA monitora 26 falhas de segurança da Fortinet que foram exploradas em ataques recentes, incluindo 13 relacionadas a ransomware.

Ataque massivo a firewalls da Fortinet pode afetar 75 mil usuários

Um novo incidente de segurança cibernética, denominado ‘FortiBleed’, foi descoberto pelo pesquisador Bob Diachenko, revelando um vazamento de credenciais de VPN da Fortinet que pode afetar cerca de 75 mil usuários. O arquivo encontrado contém nomes de usuários, endereços de e-mail e senhas em texto claro de grandes empresas, como Chevron, Samsung e Toyota. O ataque foi realizado por um ator de ameaças de língua russa, que utilizou técnicas de força bruta e exploração ativa, realizando mais de 1,1 bilhão de tentativas de credenciais contra mais de 320 mil instâncias do FortiGate. Apesar de a Fortinet afirmar que os dados vazados são uma reedição de incidentes anteriores e não de uma nova violação, recomenda-se que as organizações afetadas realizem a rotação de senhas e implementem autenticação multifator (MFA) para mitigar riscos. O incidente destaca a vulnerabilidade de sistemas amplamente utilizados e a necessidade de práticas de segurança robustas.

Vazamento de dados FortiBleed expõe credenciais de VPN da Fortinet

Um novo vazamento de dados, denominado ‘FortiBleed’, revelou credenciais de VPN da Fortinet e FortiGate de 73.932 URLs de firewall em organizações ao redor do mundo. O pesquisador de segurança Bob Diachenko descobriu um servidor contendo credenciais válidas, incluindo nomes de usuário, endereços de e-mail e senhas em texto simples. Entre as empresas afetadas estão Chevron, Samsung, Foxconn e AT&T. A operação foi supostamente realizada por um grupo de ameaças de língua russa, que realizou mais de 1,16 bilhões de tentativas de credenciais contra alvos da FortiGate. Os atacantes interceptaram hashes de autenticação SSL VPN e os quebraram usando um cluster de 45 GPUs. O vazamento também inclui informações sobre a indústria, receita e número de funcionários de cada organização, possivelmente para planejar ataques. A empresa de inteligência de ameaças Hudson Rock analisou os dados e confirmou que o conjunto contém 73.932 URLs únicas de firewall em 194 países, afetando 21.632 domínios únicos. O vazamento é considerado um dos maiores conjuntos de credenciais comprometidas relacionadas à Fortinet já descobertos.

Inteligência de IP e o Desafio da Infraestrutura Anônima

As equipes de segurança enfrentam um desafio crescente na análise de dados de IP, especialmente com o aumento do uso de infraestrutura de anonimização, como VPNs e proxies residenciais. Um estudo recente da Spur Intelligence revelou que quase metade dos profissionais de segurança entrevistados relatou impactos operacionais significativos devido a tentativas de roubo de contas e abuso de credenciais através dessas tecnologias. Embora as organizações reconheçam a importância da inteligência de IP, muitas ainda a utilizam de forma reativa, principalmente após a geração de alertas. A falta de contexto em dados de IP, como classificação de infraestrutura e padrões comportamentais, dificulta a tomada de decisões eficazes. Além disso, a preocupação com riscos internos, como o uso de dispositivos pessoais e aplicativos de consumo, é frequentemente subestimada. Para enfrentar esses desafios, as equipes de segurança devem integrar a inteligência de IP em seus fluxos de trabalho de forma proativa, buscando não apenas identificar endereços IP suspeitos, mas também entender a infraestrutura e o comportamento por trás deles. O futuro da inteligência de IP está em fornecer contexto rico, automação e uma base sólida para controles de segurança baseados em risco.

Samsung MAX VPN encerra atividades, usuários buscam alternativas

O Samsung MAX VPN, um aplicativo popular entre usuários de dispositivos Galaxy, encerrou suas atividades em 15 de junho de 2026, deixando mais de 50 milhões de usuários em busca de alternativas para proteger sua privacidade online. O aplicativo, que oferecia recursos de mascaramento de IP e compressão de dados, não será mais funcional, e os usuários que tentarem acessá-lo encontrarão uma mensagem de despedida. A Samsung ainda não anunciou um substituto nativo, o que aumenta a urgência para que os usuários encontrem uma solução de VPN confiável. A falta de proteção em redes Wi-Fi públicas pode expor informações sensíveis, como senhas e dados bancários, a hackers. O Google Play Store oferece diversas opções de VPNs de terceiros com protocolos de segurança robustos. É aconselhável que os usuários verifiquem as políticas de registro e as localizações dos servidores ao escolher um novo provedor de VPN, garantindo que seus dados de navegação permaneçam privados.

Vulnerabilidade do PAN-OS permite acesso não autorizado a VPNs

A Palo Alto Networks alertou sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade no PAN-OS, identificada como CVE-2026-0257, que possui uma pontuação CVSS de 7.8. Essa falha de autenticação permite que atacantes contornem controles de segurança e estabeleçam conexões VPN não autorizadas através dos portais GlobalProtect. A exploração foi observada em ataques limitados, com atividades iniciais registradas em 17 de maio de 2026. Até o momento, não se identificou comportamento pós-acesso ou movimentação lateral, e apenas uma pequena fração dos dispositivos sondados conseguiu estabelecer sessões VPN. A Palo Alto Networks disponibilizou indicadores de comprometimento (IoCs) e recomenda que os clientes verifiquem os logs do GlobalProtect em busca de eventos de conexão bem-sucedidos que correspondam a configurações específicas de cliente. A CISA dos EUA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploitadas, exigindo que agências federais mitigassem a falha até 1º de junho de 2026.

Como usar uma VPN na sua smart TV durante a Copa do Mundo

Com a Copa do Mundo de 2026 em andamento, muitos espectadores desejam acompanhar os jogos de qualquer lugar, garantindo uma conexão segura. O uso de uma VPN (Rede Privada Virtual) é recomendado para streaming, pois protege a privacidade e os dados pessoais. Embora a maioria dos principais provedores de VPN ofereça aplicativos para desktops, dispositivos móveis e tablets, alguns também disponibilizam apps que podem ser instalados diretamente nas TVs. No entanto, a compatibilidade varia: Android TV, Google TV, Amazon Fire OS e Apple TV suportam aplicativos nativos, enquanto TVs Samsung com Tizen OS e LG com webOS não oferecem esse suporte. Para essas TVs, uma alternativa é utilizar o Smart DNS, que redireciona consultas de DNS, permitindo o acesso a conteúdos, mas sem a proteção de uma VPN. Outra opção é conectar um laptop ou dispositivo móvel à TV via cabo HDMI para transmitir o conteúdo. É importante lembrar que a transmissão de um dispositivo com VPN para um TV sem VPN pode não funcionar devido à necessidade de ambos estarem na mesma rede. Portanto, a melhor abordagem é usar uma VPN diretamente na TV, se possível, ou conectar-se via HDMI.

Como escolher as configurações de VPN para streaming estável na Copa de 2026

Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, muitos usuários buscarão maneiras de assistir aos jogos de forma segura e estável, especialmente durante eventos de alta demanda. O uso de uma VPN (Rede Privada Virtual) pode ser uma solução eficaz para contornar problemas comuns, como congestionamento de rede e restrições geográficas. No entanto, para otimizar a performance de streaming, é crucial ajustar algumas configurações da VPN. O artigo destaca a importância de escolher o protocolo adequado, sendo o WireGuard recomendado por sua velocidade e confiabilidade. Além disso, a desativação de recursos como obfuscação e bloqueadores de anúncios pode melhorar a conexão, evitando interrupções durante momentos críticos dos jogos. O uso de split tunneling também é sugerido, permitindo que o tráfego de streaming utilize a VPN enquanto outros aplicativos funcionam normalmente. Essas configurações são essenciais para garantir uma experiência de visualização fluida e sem interrupções durante a Copa do Mundo, especialmente em um cenário de alta demanda de internet.

NordVPN oferece 75 de desconto e 3 meses grátis em promoção

A NordVPN, conhecida por suas soluções de segurança digital, está oferecendo uma promoção significativa que inclui 75% de desconto em seu plano de dois anos, reduzindo o custo mensal de R$ 31,90 para apenas R$ 10,36. Além disso, a oferta inclui três meses adicionais gratuitos e um cupom que garante 5% de desconto extra, válido até 18 de junho. A NordVPN combina funcionalidades de VPN e antivírus, proporcionando proteção contra sites falsos, phishing e downloads perigosos, o que é especialmente relevante para usuários que realizam compras online ou acessam redes Wi-Fi públicas. A interface intuitiva e o suporte ao cliente eficiente são pontos destacados por usuários, tornando o serviço acessível tanto para iniciantes quanto para usuários experientes. A promoção é uma oportunidade atraente para quem busca aumentar a segurança digital, especialmente em um cenário onde golpes online estão em ascensão, como durante eventos de alta demanda por ingressos e promoções.

Windscribe agora aceita pagamentos em dinheiro por assinaturas de VPN

A Windscribe, provedora canadense de VPN, anunciou que agora aceita pagamentos em dinheiro para sua assinatura Pro de um ano, que custa 69 dólares. Essa opção visa oferecer total anonimato financeiro aos usuários, evitando o rastreamento comum associado a métodos digitais, como cartões de crédito ou PayPal. No entanto, a empresa alerta que essa é a forma mais lenta e arriscada de pagamento, já que o envio de dinheiro físico pode resultar em perdas, atrasos ou danos durante o transporte. Windscribe recomenda que a maioria dos usuários continue utilizando métodos digitais, destacando que a opção de pagamento em dinheiro é destinada a um pequeno grupo que realmente precisa de privacidade total. Além disso, os pagamentos em dinheiro são limitados a assinaturas anuais e não são reembolsáveis, o que aumenta o risco para o consumidor. Apesar das vantagens de privacidade, a empresa enfatiza que a maioria dos usuários deve optar por métodos mais seguros e rápidos para proteger sua identidade online.

CISA ordena proteção contra vulnerabilidade crítica em VPNs da Check Point

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) emitiu uma ordem para que agências governamentais dos EUA protejam suas implementações de VPN de Acesso Remoto e Acesso Móvel da Check Point contra uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-50751. Essa falha de segurança permite que atacantes remotos não autenticados contornem a autenticação e estabeleçam conexões VPN em dispositivos afetados, especialmente aqueles que utilizam o protocolo de troca de chaves IKEv1, que já está obsoleto. A Check Point lançou atualizações de segurança para corrigir essa vulnerabilidade, que foi explorada em ataques que começaram em 7 de maio e aumentaram durante o fim de semana. Embora os ataques tenham afetado apenas algumas dezenas de organizações globalmente, a Check Point associou um dos incidentes ao grupo de ransomware Qilin, que já comprometeu mais de 400 vítimas desde sua aparição em agosto de 2022. A CISA incluiu a CVE-2026-50751 em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Explotadas, exigindo que as agências federais implementem as correções até 11 de junho. A agência também recomendou que equipes de segurança, incluindo as do setor privado, adotem as atualizações de segurança imediatamente.

Vulnerabilidade crítica em VPNs da Check Point é explorada ativamente

A Check Point alertou sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-50751, que afeta implementações de VPN de Acesso Remoto e Acesso Móvel configuradas para usar o protocolo de troca de chaves IKEv1, já obsoleto. Com uma pontuação CVSS de 9.3, a falha permite que um atacante remoto não autenticado contorne a autenticação de usuários e estabeleça uma conexão VPN sem a necessidade de uma senha válida. Os produtos afetados incluem várias versões de Security Gateways e Spark Firewalls, com a exploração sendo observada desde 7 de maio de 2026, e um aumento significativo nas atividades de exploração a partir de junho. A Check Point identificou que a infraestrutura do ator de ameaças está explorando outras vulnerabilidades relacionadas a VPNs, e que a atividade se limita a algumas dezenas de organizações globalmente. Além disso, uma segunda vulnerabilidade, CVE-2026-50752, foi descoberta, permitindo ataques do tipo adversário-no-meio em conexões VPN site-a-site, embora não haja evidências de exploração real. A situação requer atenção imediata das organizações afetadas para evitar comprometimentos de segurança.

X-VPN comprova credenciais de privacidade com auditoria independente

O X-VPN, um serviço de rede privada virtual (VPN), recentemente publicou os resultados de uma auditoria independente que confirma sua política de não registro de dados. Realizada por uma das ‘Big Four’ em conformidade com o padrão ISAE 3000, a auditoria verificou que a empresa não coleta nem armazena informações que possam identificar usuários ou suas atividades online. A análise abrangeu aspectos técnicos, segurança dos servidores e governança de dados, garantindo que apenas as informações mínimas necessárias para a operação do serviço sejam processadas. A auditoria, concluída em 28 de fevereiro de 2026, revelou que a infraestrutura do X-VPN é segura e que os mecanismos de supervisão operam com total independência e transparência. Essa validação externa é crucial, pois no setor de VPNs, a confiança é fundamental e a verificação independente ajuda a garantir que as promessas de privacidade sejam cumpridas na prática. Os usuários do X-VPN podem acessar o relatório completo após login em suas contas, destacando a importância da transparência em serviços de privacidade digital.

Falha crítica em VPNs da Check Point expõe organizações a ataques

A empresa israelense de cibersegurança Check Point divulgou atualizações de segurança para corrigir uma falha crítica, identificada como CVE-2026-50751, que afeta implementações de VPN de Acesso Remoto e Acesso Móvel. Essa vulnerabilidade permite que atacantes remotos não autenticados contornem a autenticação em VPNs e firewalls da Check Point, estabelecendo conexões de acesso remoto. A falha impacta apenas as configurações que utilizam o protocolo de troca de chaves IKEv1, que já está obsoleto. Os ataques começaram em 7 de maio e aumentaram em junho, afetando cerca de uma dúzia de organizações globalmente, com um caso relacionado à operação de ransomware Qilin. A Check Point recomenda que os clientes que ainda utilizam o IKEv1 apliquem as atualizações de segurança imediatamente. Além disso, a empresa identificou uma segunda vulnerabilidade, CVE-2026-50752, que afeta a validação de certificados no IKEv1, suscetível a ataques man-in-the-middle, embora ainda não haja evidências de exploração ativa dessa falha. Medidas de mitigação foram sugeridas para aqueles que não podem aplicar os patches imediatamente.

China intensifica repressão ao uso de VPNs

Pesquisas recentes indicam que o governo chinês está intensificando sua repressão ao uso de VPNs, especialmente na região autônoma do Xinjiang, onde o tráfego de internet via VPN para sites banidos é estimado em apenas 4%. Este dado foi coletado a partir de mais de 100 mil documentos da Geedge Networks. A censura na China é amplamente conhecida, com muitos sites ocidentais bloqueados ou de difícil acesso. A partir de abril de 2026, novas medidas foram implementadas para bloquear serviços de VPN, especialmente em datas sensíveis como o aniversário do massacre da Praça Tiananmen. O uso de VPNs na China é permitido, mas as opções disponíveis são monitoradas pelo governo, o que levanta preocupações sobre a privacidade dos usuários. A pesquisa também destaca que, enquanto o uso de VPNs é comum em países ocidentais, na China, a utilização é drasticamente menor, com apenas 2% do tráfego de internet durante períodos críticos sendo direcionado a aplicativos como o WhatsApp. A situação atual reflete um ambiente de crescente vigilância e controle sobre a comunicação digital dos cidadãos.

Navegador Hola para Windows sofre ataque na cadeia de suprimentos

O navegador Hola para Windows foi comprometido em um ataque à cadeia de suprimentos, resultando na instalação de um minerador de criptomoedas não declarado, identificado como Monero. A vulnerabilidade foi descoberta durante verificações de certificação periódicas realizadas pela AppEsteem, que anteriormente havia aprovado o software. A Hola, uma empresa israelense conhecida por seu serviço de VPN, confirmou a violação e alegou que apenas 0,1% de seus usuários foram afetados, sem evidências de acesso ou roubo de dados pessoais. O arquivo malicioso, denominado ‘me.exe’, foi encontrado em alguns sistemas e apresentava características suspeitas, como código ofuscado e a capacidade de se auto-replicar. A empresa já tomou medidas para reconstruir sua infraestrutura de distribuição e implementar controles de acesso mais rigorosos. Apesar da confirmação do ataque, a Hola assegura que não houve comprometimento significativo de dados dos usuários. A situação destaca a importância de monitoramento contínuo e verificação de integridade em softwares amplamente utilizados, especialmente em um contexto onde a segurança cibernética é cada vez mais crítica.

Vulnerabilidade em VPN expõe dados de instituições financeiras

Em abril, uma vulnerabilidade em uma VPN resultou em vazamentos de dados em mais de setenta instituições financeiras que utilizam a infraestrutura do software Marquis. Apesar de existir um patch e as instituições terem realizado testes de penetração recentes, a exposição de dados não foi evitada. O relatório Mandiant M-Trends 2026 aponta que o tempo médio de permanência de ameaças em 2025 foi de quatorze dias, com atores de espionagem permanecendo em média 122 dias. A CrowdStrike também destacou que os serviços financeiros estão entre os setores mais visados por intrusões. As regulamentações, como PCI DSS e NYDFS, enfatizam a necessidade de testes de penetração contínuos, não apenas anuais, para lidar com as mudanças frequentes na infraestrutura digital. Um exemplo alarmante foi a descoberta de uma falha em um portal de originação de hipotecas, onde dados de várias instituições eram acessíveis sem autenticação. Essa situação ilustra a necessidade urgente de um modelo de testes contínuos, que responda rapidamente às mudanças na infraestrutura, em vez de esperar por avaliações anuais. A falta de validação durante a maior parte do ano expõe as instituições a riscos significativos, tornando essencial a adoção de práticas de segurança mais dinâmicas e responsivas.

Dificuldades em chamadas Zoom? Este VPN pode melhorar sua experiência

Com o aumento do trabalho remoto, a qualidade das chamadas de vídeo se tornou essencial. Muitas pessoas enfrentam problemas de conexão, como buffering e lentidão, mesmo com uma velocidade de Wi-Fi aparentemente adequada. Esses problemas podem ser atribuídos a questões de peering entre provedores de internet (ISPs), que afetam a eficiência da conexão. Uma solução viável é o uso de uma VPN, como a ExpressVPN, que promete resolver esses problemas ao redirecionar o tráfego de internet através de seus servidores. Atualmente, a ExpressVPN está oferecendo um desconto significativo em seus planos de longo prazo, com preços a partir de $2,49 por mês. O plano básico permite a conexão de até 10 dispositivos e inclui ferramentas de proteção de e-mail. Além disso, a ExpressVPN é reconhecida por suas credenciais de segurança e políticas rigorosas de privacidade. Embora existam outras opções no mercado, como NordVPN e Surfshark, a ExpressVPN se destaca pela sua confiabilidade e suporte técnico. Para quem trabalha de casa, investir em uma VPN pode ser uma maneira eficaz de garantir uma experiência de trabalho mais fluida e produtiva.

Vulnerabilidade crítica em aplicativo VPN expõe redes a ataques

Um artigo recente destaca uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código (RCE) em um aplicativo VPN amplamente utilizado, que não foi detectada a tempo por serviços de alerta de vulnerabilidades. Em menos de 24 horas, atacantes exploraram essa falha, obtendo acesso à rede da empresa, o que foi finalmente identificado por ferramentas internas de monitoramento. O tempo é um fator crucial em cibersegurança, com um aumento de 67% nas novas vulnerabilidades entre 2023 e 2025 e uma redução no tempo médio para exploração de 4,2 meses para apenas 1,6 dias. Isso evidencia a necessidade urgente de um serviço de alerta de vulnerabilidades que forneça orientações de remediação imediatas. O SecAlerts, uma plataforma que oferece alertas instantâneos sobre vulnerabilidades, promete ajudar as empresas a se manterem à frente das ameaças, permitindo que respondam rapidamente antes que as falhas sejam exploradas. A ferramenta é acessível e pode ser utilizada por empresas de todos os tamanhos, oferecendo uma linha de defesa robusta contra ameaças cibernéticas.

Cansado de golpistas e spammers? Conheça nossa oferta exclusiva de VPN

Com o aumento constante de golpistas e spammers, a segurança nas comunicações se torna uma prioridade. O artigo destaca a Surfshark, uma VPN que oferece uma gama de ferramentas de segurança, incluindo um gerador de alias de e-mail, bloqueador de anúncios e cobertura ilimitada de dispositivos. A Surfshark não apenas protege a privacidade do usuário, mas também oferece funcionalidades como alertas de vazamento de dados pessoais e proteção contra e-mails fraudulentos. Os planos começam a partir de $1,99 por mês, com promoções que incluem cartões-presente da Amazon. Além das funções típicas de uma VPN, como acesso a conteúdos restritos geograficamente, a Surfshark se destaca pela proteção de identidade, permitindo que os usuários se registrem em sites com informações alternativas, reduzindo o risco de roubo de dados. A análise também menciona concorrentes como Proton VPN e NordVPN, mas enfatiza a vantagem da Surfshark em termos de cobertura de dispositivos e custo-benefício. Com a crescente incidência de fraudes, a adoção de ferramentas como a Surfshark se torna essencial para garantir uma navegação segura e protegida.

Vulnerabilidade em PAN-OS e Prisma Access sob exploração ativa

A Palo Alto Networks alertou sobre uma vulnerabilidade de média severidade, identificada como CVE-2026-0257, que afeta o software PAN-OS e o Prisma Access. Essa falha, com uma pontuação CVSS de 7.8, permite que atacantes contornem a autenticação e estabeleçam conexões VPN não autorizadas. O problema ocorre especificamente em firewalls que têm o portal ou gateway GlobalProtect configurados, especialmente quando os cookies de substituição de autenticação estão habilitados. Desde a divulgação da vulnerabilidade, foram observadas tentativas de exploração ativa, com a Rapid7 relatando que ataques bem-sucedidos foram detectados em diversos clientes, começando em 17 de maio de 2026. A Palo Alto Networks recomenda que as organizações afetadas atualizem seus dispositivos com um patch fornecido pelo fornecedor com urgência. Como medidas temporárias, sugere-se desativar a funcionalidade de substituição de autenticação ou gerar um novo certificado para essa função. A exploração dessa vulnerabilidade pode ter um impacto significativo nas organizações afetadas, especialmente em relação à segurança da rede interna.

NordVPN se rebrandiza como aplicativo de segurança digital completo

A NordVPN anunciou uma reestruturação significativa, transformando-se de um provedor de VPN autônomo em um aplicativo de segurança digital completo. A nova versão do aplicativo é organizada em três pilares principais: ‘conectar’, que se refere à tecnologia de rede privada virtual; ‘proteger’, onde a suíte Threat Protection se torna um antivírus de próxima geração; e ‘monitorar’, que inclui ferramentas como o Monitoramento da Dark Web. Segundo Marijus Briedis, CTO da NordVPN, essa mudança reflete a demanda dos usuários por segurança mais robusta e menos complexidade. O novo antivírus é projetado para oferecer proteção proativa em tempo real contra ameaças como phishing e malware, em vez de depender apenas da varredura reativa de arquivos. Em abril, a ferramenta de antivírus da NordVPN bloqueou 4,8 milhões de ameaças, a maioria delas relacionadas a malware. A abordagem da empresa prioriza a privacidade, coletando o mínimo de dados necessário para tomar decisões sobre ameaças, evitando que suas ferramentas de segurança se tornem produtos de vigilância. Essa reestruturação visa simplificar a experiência do usuário, reunindo tecnologia avançada de VPN e antivírus em um único aplicativo.

Anonimato Absoluto VPN aceita pagamentos em dinheiro e tem preço fixo

Em um cenário onde a privacidade online é constantemente ameaçada por empresas de publicidade e agências governamentais, o uso de uma VPN (Rede Privada Virtual) se torna essencial para proteger dados pessoais. O artigo destaca o Mullvad VPN, que se diferencia por permitir pagamentos em dinheiro, garantindo um nível elevado de anonimato. Com uma taxa mensal fixa de 5 euros, o Mullvad não exige informações pessoais para a assinatura, o que o torna uma opção atraente para aqueles que priorizam a privacidade. Além de aceitar pagamentos em criptomoedas, o serviço também oferece funcionalidades como um ‘kill switch’, conexões ofuscadas e uma política rigorosa de não registro de dados. Embora o Mullvad não possua recursos adicionais como monitoramento da dark web ou antivírus, sua transparência em relação à localização e propriedade dos servidores é um ponto positivo. O software é de código aberto, permitindo que usuários verifiquem a seriedade das alegações de privacidade da empresa. Para quem busca uma solução focada em segurança e anonimato, o Mullvad se destaca como uma escolha viável.

NymVPN lança atualizações significativas e segurança pós-quântica

O NymVPN, um provedor de serviços de VPN focado em privacidade, anunciou uma série de atualizações significativas em um período de dois meses, incluindo a introdução do split-tunneling e um bloqueador de anúncios em versão beta. Essas funcionalidades permitem que os usuários escolham quais aplicativos usarão a rede mixnet, enquanto outros podem se conectar normalmente. Além disso, a primeira fase da segurança pós-quântica foi implementada, utilizando um protocolo inovador chamado Lewes Protocol, que visa proteger dados contra a ameaça de futuros computadores quânticos. Outra novidade é o modelo de pagamento ‘Pay as You Go’, que permite acesso à rede sem a necessidade de criar uma conta ou fornecer informações pessoais. O NymVPN também está se preparando para lançar um aplicativo redesenhado, prometendo uma interface mais limpa e simples. Essas melhorias visam atender às expectativas dos usuários e reforçar a posição do NymVPN como uma opção de VPN que prioriza a privacidade, especialmente em um cenário de crescente vigilância digital.