Vpn

ExpressVPN é a forma mais barata de garantir segurança online

O artigo da TechRadar destaca a importância de utilizar uma VPN, como a ExpressVPN, especialmente durante viagens, como o feriado do Memorial Day. Conectar-se a redes Wi-Fi públicas, comuns em cafés e postos de gasolina, pode expor os usuários a riscos de segurança, como monitoramento de atividades online e interceptação de dados não criptografados. A ExpressVPN se destaca por oferecer servidores em todos os 50 estados dos EUA, além de chaves de criptografia seguras e ferramentas adicionais, como um gerenciador de senhas, dependendo do plano escolhido. Com um preço inicial de apenas $2,79 por mês, a ExpressVPN se posiciona como uma das opções mais acessíveis no mercado, superando concorrentes como NordVPN e ProtonVPN. O artigo também menciona que, embora a ExpressVPN tenha credenciais de segurança robustas, outras opções podem ser mais adequadas dependendo das necessidades específicas do usuário, como streaming ou privacidade. A ExpressVPN também oferece o Aircove, um roteador que integra a segurança da VPN de forma simplificada. Essa análise é relevante para usuários que buscam segurança online, especialmente em um cenário de crescente vigilância digital.

Autoridades desmantelam VPN criminosa usada em ataques cibernéticos

Autoridades da Europa e América do Norte anunciaram a desarticulação de um serviço de rede privada virtual (VPN) chamado First VPN, utilizado por criminosos para ocultar a origem de ataques de ransomware, roubo de dados e ataques de negação de serviço. A operação, liderada pela França e Países Baixos, contou com a colaboração de diversas nações desde dezembro de 2021, incluindo o Brasil. O First VPN oferecia serviços voltados para atividades ilícitas, permitindo pagamentos anônimos e uma infraestrutura oculta para que os usuários pudessem esconder suas identidades durante atividades criminosas. Entre os dias 19 e 20 de maio, as autoridades realizaram ações simultâneas, como a apreensão de 33 servidores e a prisão do administrador do serviço na Ucrânia. O First VPN operava desde 2014 e tinha servidores de saída em 27 países, incluindo os Estados Unidos. Estima-se que pelo menos 25 grupos de ransomware, como o Avaddon, tenham utilizado a infraestrutura do First VPN para realizar suas atividades. O serviço aceitava pagamentos em criptomoedas e oferecia suporte técnico através de plataformas de mensagens criptografadas. Essa operação destaca a crescente colaboração internacional no combate ao cibercrime e a importância de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.

Serviço de VPN First VPN desativado em operação internacional

O serviço de rede privada virtual (VPN) conhecido como ‘First VPN’, utilizado em ataques de ransomware e roubo de dados, foi desativado em uma operação conjunta de aplicação da lei internacional. Autoridades apreenderam dezenas de servidores do First VPN em 27 países, prenderam o administrador e realizaram uma busca domiciliar na Ucrânia. O serviço era promovido em fóruns de cibercrime como uma VPN focada na privacidade, que não registrava dados dos usuários e ignorava solicitações de informações por parte das autoridades. Embora as VPNs sejam usadas legitimamente para proteger a privacidade, contornar censura e permitir trabalho remoto seguro, criminosos também as utilizam para ocultar sua localização. A Europol informou que o nome do serviço foi mencionado em quase todas as investigações de cibercrime que apoiou. A investigação começou em dezembro de 2021 e envolveu a infiltração na infraestrutura da VPN, onde foram coletados dados de usuários e conexões utilizadas em ataques. A operação resultou na apreensão de 33 servidores e na identificação de usuários da plataforma, embora não tenha sido especificado se ações legais serão tomadas contra eles.

Ameaça a dispositivos SonicWall credenciais VPN comprometidas

Recentemente, a empresa de cibersegurança ReliaQuest identificou um ataque direcionado a dispositivos SonicWall Gen6 SSL-VPN, onde atores de ameaças conseguiram contornar a autenticação multifator (MFA) e acessar redes internas. O ataque, que levou entre 30 a 60 minutos para ser executado, envolveu a força bruta de credenciais VPN e a exploração da vulnerabilidade CVE-2024-12802. Essa falha permite que um invasor com credenciais válidas autentique-se diretamente, ignorando a MFA. Embora muitos dispositivos estivessem com o firmware atualizado, a falta de reconfiguração manual do servidor LDAP deixou as redes vulneráveis. Em um dos incidentes analisados, o invasor conseguiu acessar um servidor de arquivos em menos de meia hora e tentou implantar ferramentas como o Cobalt Strike, mas foi bloqueado por soluções de detecção de endpoint. A SonicWall já emitiu um aviso de segurança, alertando que a simples atualização do firmware não é suficiente para mitigar a vulnerabilidade, sendo necessária uma reconfiguração adicional. Dada a gravidade da situação e a possibilidade de exploração em diversos setores, é crucial que as empresas que utilizam esses dispositivos tomem medidas imediatas para garantir a segurança de suas redes.

A VPN ideal para sua mãe a mais bem avaliada e com bônus de 30

O artigo da TechRadar destaca o Norton VPN como uma excelente opção para iniciantes em cibersegurança, especialmente para usuários que buscam proteger a privacidade online de familiares, como mães. Com uma avaliação de 4.7/5 no Trustpilot, o Norton VPN é elogiado por sua facilidade de uso, permitindo que usuários se conectem rapidamente com um simples clique no botão ‘Conectar’. Além disso, a TechRadar está oferecendo um cartão-presente de $30 da Amazon para quem assinar um dos planos de dois anos, reduzindo o custo efetivo de $59.99 para $29.99. O artigo sugere que, ao instalar o VPN para um familiar, é recomendável ativar a função de Conexão Automática, garantindo que a proteção esteja sempre ativa ao ligar o dispositivo. No entanto, é aconselhável ter cautela com a ativação do ‘kill switch’, que pode causar confusões ao bloquear o acesso à internet. O Norton VPN também oferece uma garantia de devolução do dinheiro em 60 dias, permitindo que os usuários testem o serviço sem riscos financeiros.

GrapheneOS corrige falha de VPN no Android que Google ignorou

O GrapheneOS, uma distribuição alternativa do Android focada em privacidade, lançou uma atualização para corrigir uma falha de segurança no Android 16, que permite que aplicativos comuns vazem dados fora de um túnel VPN ativo. Essa vulnerabilidade, conhecida como ‘Tiny UDP Cannon’, foi descoberta por um pesquisador de segurança e classificada pela equipe de segurança do Android do Google como ‘Não será corrigida’. O problema reside em uma funcionalidade do Android que não verifica se um aplicativo deve estar restrito a uma conexão VPN, permitindo que dados sejam enviados pela conexão padrão de internet. Embora a exploração exija que um aplicativo malicioso já esteja instalado no dispositivo, a falha representa um risco significativo para usuários que dependem de configurações de privacidade rigorosas, como o ‘Always-On VPN’. O GrapheneOS desativou a funcionalidade vulnerável, eliminando a superfície de ataque, mas isso pode resultar em uma leve perda de eficiência na rede. Para usuários do Android padrão, a solução temporária envolve desativar a função manualmente, mas isso não é permanente. A situação destaca a importância de manter aplicativos atualizados e de usar VPNs confiáveis, mesmo com a vulnerabilidade existente.

A repressão ao uso de VPNs em Utah e recomendações de segurança

O estado de Utah, nos Estados Unidos, está implementando uma legislação que visa regular o uso de VPNs como parte de suas leis de verificação de idade, tornando-se o primeiro estado a adotar tal medida. Especialistas em direitos digitais expressam preocupação com o impacto dessa legislação na privacidade online dos cidadãos. O uso de VPNs é essencial para proteger dados pessoais contra provedores de internet, garantir segurança em conexões Wi-Fi públicas e facilitar o streaming de conteúdo. Para os residentes de Utah, é crucial escolher um VPN que ofereça servidores locais, desempenho robusto e segurança rigorosa. Entre as opções recomendadas estão o NordVPN, que se destaca pela velocidade e segurança, o ExpressVPN, conhecido por sua proteção e cobertura ampla, e o Private Internet Access (PIA), que é uma alternativa mais econômica. Cada um desses serviços oferece características específicas que atendem às necessidades dos usuários em Utah, especialmente em um cenário de crescente vigilância estatal.

Como assistir Bilibili fora da China streaming online com VPN

O Bilibili é uma plataforma de compartilhamento de vídeos muito popular na China, especialmente entre os jovens, oferecendo uma vasta gama de conteúdos que vão desde anime e jogos até documentários e programas de TV. No entanto, o acesso ao Bilibili é restrito geograficamente, o que significa que usuários fora da China não conseguem acessar a plataforma devido a acordos de licenciamento. Para contornar essa limitação, a utilização de uma VPN (Rede Privada Virtual) é recomendada. O artigo sugere o NordVPN como a melhor opção para desbloquear o Bilibili, permitindo que usuários em países como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália acessem o conteúdo normalmente. O processo para assistir ao Bilibili é simples: basta visitar o site ou baixar o aplicativo, criar uma conta e, se estiver fora da China, usar uma VPN para obter um endereço IP chinês. O Bilibili oferece uma experiência gratuita, mas também disponibiliza uma assinatura premium que proporciona benefícios adicionais, como a remoção de anúncios e acesso a conteúdos em alta definição. Com mais de 36 milhões de usuários pagantes e 4,7 bilhões de interações mensais, a plataforma se destaca como uma importante comunidade de entretenimento na China.

Como assistir Kayo Sports fora da Austrália transmita de qualquer lugar com VPN

O Kayo Sports é um serviço de streaming australiano que oferece mais de 50 esportes ao vivo e sob demanda, sendo considerado o ‘Netflix dos esportes’ na Austrália. No entanto, o acesso ao Kayo é restrito geograficamente, o que significa que usuários fora da Austrália não conseguem acessar seu conteúdo devido a acordos de licenciamento. Para contornar essa limitação, é recomendado o uso de uma VPN, como a NordVPN, que permite desbloquear o serviço e assistir normalmente de qualquer lugar do mundo. Para começar a usar o Kayo, é necessário criar uma conta no site oficial, o que requer um número de telefone australiano. O serviço oferece uma opção gratuita, Kayo Freebies, além de planos pagos que variam de $29,99 a $45,99 por mês, com uma avaliação gratuita de 7 dias disponível apenas para usuários com IP australiano. O Kayo Sports cobre uma ampla gama de esportes, incluindo críquete, F1, basquete, golfe e muito mais, mas não inclui algumas competições populares como a Premier League de futebol. O serviço é compatível com diversos dispositivos, incluindo smartphones, consoles de jogos e smart TVs.

Mercado Anônimo Russo RAMP Um Alvo para Cibercriminosos

O RAMP (Russian Anonymous Marketplace) foi um fórum de cibercrime que operou de 2021 até sua apreensão pelo FBI em janeiro de 2026. Com mais de 7.700 usuários registrados, o fórum facilitava a venda de acessos a redes corporativas, malware e dados roubados, destacando-se pela sua acessibilidade tanto na rede Tor quanto na clearnet. O acesso a redes corporativas era o foco principal, com 333 threads oferecendo pontos de entrada, sendo o RDP (Remote Desktop Protocol) o tipo mais comum. Os Estados Unidos foram o principal alvo, representando 40% das listagens. O fórum também promovia programas de ransomware como serviço (RaaS), com divisões de lucros que chegaram a 90% para os afiliados. A atividade no fórum aumentou 348% em um ano, indicando uma resiliência após ações de law enforcement. O aumento das listagens de acesso VPN reflete uma mudança nas táticas de ataque, especialmente após a divulgação de vulnerabilidades críticas em produtos populares como Cisco e Fortinet. O RAMP exemplifica a crescente complexidade e a interconexão do cibercrime global, exigindo atenção redobrada das organizações, especialmente em setores críticos como governo, finanças e tecnologia.

Uso do Proton VPN aumenta na Turquia após propostas regulatórias

O uso do Proton VPN na Turquia disparou após o governo local anunciar propostas de regulamentação que visam restringir o acesso a serviços de VPN não autorizados. A Autoridade de Tecnologias da Informação e Comunicação (BTK) está desenvolvendo um sistema de licenciamento para VPNs e uma linha direta móvel para monitorar o acesso de menores a conteúdos violentos. A demanda por VPNs aumentou significativamente, com o número de inscrições diárias do Proton VPN dobrando. A empresa, que opera sob uma política de ’não registro’, afirmou que nunca irá monitorar os dados dos usuários, mesmo que solicitado pelas autoridades. A proposta de regulamentação, que visa proteger crianças de conteúdos digitais nocivos, levanta preocupações entre defensores da privacidade, que temem que isso criminalize a navegação segura na internet para todos os cidadãos. Além disso, a BTK planeja implementar um sistema de ’linha direta’ para usuários menores de 18 anos, permitindo um controle parental mais rigoroso sobre o uso da internet. Essa situação destaca um dilema entre a proteção da infância e a preservação da privacidade digital.

Última chance para aproveitar oferta exclusiva da Surfshark

O Surfshark, um dos principais serviços de VPN, está oferecendo uma promoção exclusiva para leitores do TechRadar, com descontos de até 88% e 4 meses adicionais de proteção. Os preços começam a partir de apenas $1,78 por mês, totalizando menos de $50 por 28 meses de serviço. Essa oferta torna o Surfshark uma opção acessível, especialmente em comparação com concorrentes como o NordVPN, que é mais caro. O plano One, que custa $61,04, inclui recursos como proteção contra vírus, alertas de vazamento de dados e um mecanismo de busca seguro. Embora o Surfshark seja classificado como o segundo melhor VPN em geral, ele se destaca por oferecer conexões simultâneas ilimitadas, o que é ideal para famílias. Recentemente, a empresa anunciou um novo protocolo chamado Dausos, que promete melhorar a segurança e a velocidade, posicionando-se como um forte concorrente no mercado de cibersegurança. Todos os planos vêm com uma garantia de devolução do dinheiro em 30 dias, permitindo que os usuários testem o serviço sem riscos.

Moscovo restringe banda da internet em ataque a usuários de VPN

Recentemente, cerca de 20 empresas de telecomunicações russas assinaram um moratório que congela a expansão de canais de comunicação para a Europa, com o objetivo de limitar o uso de VPNs no país. Essa medida, que visa restringir a liberdade na internet, resulta na imposição de um ‘filtro econômico’ que pode aumentar os custos de acesso a serviços estrangeiros e forçar plataformas digitais a estabelecer servidores locais na Rússia. O uso de VPNs é identificado como tráfego estrangeiro nas redes de telecomunicações, e a limitação da largura de banda pode saturar as linhas existentes, dificultando ainda mais o acesso à internet global. Além disso, a partir de abril, as principais operadoras de telecomunicações da Rússia desativaram a opção de pagamento de assinaturas de VPNs via contas de celular, visando desestimular o uso dessas ferramentas. Embora as autoridades afirmem que não há proibição direta do uso de VPNs, discussões sobre penalidades para usuários têm ocorrido, refletindo um ambiente cada vez mais hostil para a privacidade digital. Essa situação destaca a luta contínua contra a censura e a vigilância na internet na Rússia.

Como assistir MasterChef Austrália online Meghan Markle como jurada

O MasterChef Austrália retorna em 2026 com uma nova temporada que contará com a participação especial de Meghan Markle, Duquesa de Sussex, como jurada. A estreia está marcada para o dia 19 de abril de 2026, às 18h (horário local). Os fãs do programa poderão assistir gratuitamente pela Channel 10, de segunda a sexta-feira, às 18h, e aos domingos, às 18h30. Para aqueles que estão fora da Austrália e desejam acessar o conteúdo, a utilização de uma VPN, como a Surfshark, é recomendada. Essa ferramenta permite que usuários de outros países assistam ao programa como se estivessem na Austrália, contornando bloqueios geográficos. A participação de Meghan Markle gerou reações mistas, com críticos questionando sua presença no programa, alegando que foi uma estratégia de marketing para aumentar a audiência. Apesar das controvérsias, a expectativa é alta para a nova temporada, que contará com 60 episódios e um elenco de jurados renomados, incluindo chefs premiados. Para assistir, basta se inscrever na Surfshark e seguir alguns passos simples para configurar a localização virtual.

Detectar, bloquear e evitar como sobreviver à repressão de VPNs na Rússia

A partir de 15 de abril, provedores de internet na Rússia são obrigados a restringir o uso de VPNs, conforme instruções do Ministro de Desenvolvimento Digital, Maksut Shadaev. Essa medida visa reduzir o uso de ferramentas de contorno de censura, que se tornaram essenciais para os cidadãos russos diante do aumento das restrições na internet. As novas obrigações incluem a detecção de conexões VPN e a negação de acesso a usuários que as utilizam. Provedores como Yandex e VK já começaram a alertar seus usuários sobre possíveis falhas em seus aplicativos quando uma VPN está ativa. Apesar das novas regras, alguns serviços de VPN, como Amnezia e Windscribe, continuam operando na Rússia, implementando protocolos de ocultação para evitar a detecção. Especialistas alertam que a situação pode evoluir rapidamente, e a repressão à liberdade na internet pode se intensificar, similar ao que ocorreu na China. A implementação de medidas de censura ativa representa uma mudança significativa na abordagem do governo russo em relação ao controle da informação online.

Grupo de liberdade de imprensa pede transparência sobre vigilância de VPNs nos EUA

A Freedom of the Press Foundation (FPF) está exigindo transparência do Congresso dos EUA sobre a vigilância governamental de usuários de redes privadas virtuais (VPNs). A preocupação surge após relatos de que cidadãos americanos que utilizam VPNs para proteger sua privacidade digital podem ser tratados como alvos estrangeiros, o que os expõe a monitoramento sem mandado. A FPF destaca que jornalistas e milhões de cidadãos usam VPNs para evitar censura e proteger informações sensíveis. A legislação atual, como a Seção 702 do Foreign Intelligence Surveillance Act (FISA), permite que agências de inteligência monitorem comunicações estrangeiras sem mandado, mas a FPF alerta que isso pode resultar em vigilância indevida de cidadãos americanos. Além disso, a FPF menciona o risco de que dados criptografados coletados hoje possam ser decifrados no futuro por computadores quânticos. A FPF pede que o Congresso implemente reformas rigorosas para proteger a privacidade dos cidadãos, incluindo o fechamento de brechas legais que permitem buscas sem mandado em dados coletados sob a Seção 702. A urgência dessa questão é reforçada pela necessidade de garantir que a privacidade digital dos cidadãos não seja comprometida por práticas de vigilância excessivas.

Censores russos visam Google em campanha contra VPNs

Em março de 2026, a Rússia intensificou sua repressão ao uso de VPNs, com a Roskomnadzor emitindo 233 ordens de remoção de aplicativos do Google Play, especificamente direcionadas a ferramentas que contornam restrições de internet. Além disso, foram solicitadas a remoção de mais de 500 URLs dos resultados de busca do Google. Apesar da pressão, o Google tem resistido em grande parte a essas ordens, removendo apenas seis aplicativos até o momento, segundo Benjamin Ismail, diretor da GreatFire. Em contraste, a Apple removeu pelo menos 60 aplicativos de VPN de sua loja russa em 2024. A situação se agrava com o aumento da censura na internet na Rússia, onde apenas sites aprovados estão acessíveis em grandes cidades como Moscou e São Petersburgo. O governo russo, por meio do ministro de Desenvolvimento Digital, anunciou planos para reduzir o uso de VPNs, impondo novas multas e restrições. Enquanto isso, algumas VPNs resistentes à censura, como Amnezia VPN e Windscribe, continuam operando no país. A remoção do ZoogVPN, um aplicativo popular, foi considerada um falso positivo por seus desenvolvedores, mas destaca a crescente dificuldade de acesso à internet livre na Rússia.

Aplicativo da NymVPN para Mac ganha recurso de split tunneling

A NymVPN lançou uma atualização significativa para seu aplicativo de Mac, agora na versão v2026.6, que inclui o recurso de split tunneling, muito aguardado pelos usuários. Essa funcionalidade, que já estava disponível na versão Android, permite que os usuários escolham quais aplicativos devem passar pelo túnel VPN e quais devem se conectar diretamente à internet. Isso é especialmente útil para proteger o tráfego sensível enquanto mantém a velocidade e a compatibilidade de outros aplicativos. Para utilizar o split tunneling, os usuários precisam conceder acesso total ao disco para selecionar os aplicativos desejados. Além disso, a atualização traz melhorias na autenticação segura e um processo de login mais fluido, permitindo que os usuários gerem um código seguro diretamente do aplicativo, em vez de depender de uma frase mnemônica de 24 palavras. A NymVPN também anunciou um programa de testes Alpha, onde os usuários podem ajudar a moldar o futuro do aplicativo. Embora a NymVPN ainda esteja em desenvolvimento e não concorra diretamente com as melhores VPNs do mercado, a frequência das atualizações sugere um compromisso com a melhoria contínua e a entrega de funcionalidades prometidas.

Oferta recorde da ExpressVPN ainda disponível aproveite o melhor preço

A ExpressVPN está oferecendo um desconto inédito em seus planos, com preços a partir de apenas $2,27 por mês, o que representa a menor tarifa já registrada pela empresa. Este valor é uma oportunidade rara para acessar as novas ferramentas da ExpressVPN, como ExpressAI e MailGuard, sem o custo habitual. O plano mais vantajoso parece ser o Advanced, que custa $2,92 por mês e inclui recursos adicionais como gerenciamento de senhas, proteção contra ameaças e um gerador de alias de e-mail, além de permitir 12 conexões simultâneas. A promoção ainda inclui uma garantia de devolução do dinheiro em 30 dias, tornando a oferta ainda mais atraente. Embora a ExpressVPN seja frequentemente considerada uma opção cara, este desconto significativo pode ser uma oportunidade valiosa para aqueles que buscam segurança online. Comparando com concorrentes como NordVPN e Surfshark, a ExpressVPN se destaca em segurança e confiabilidade, mesmo que não seja a mais rápida em termos de velocidade. Com a promoção ainda ativa, é um bom momento para considerar a adesão a este serviço.

Acesso remoto e ferramentas administrativas um novo vetor de ataque

O relatório anual de ameaças de 2026 da Blackpoint Cyber revela uma mudança significativa no comportamento de atacantes, que agora utilizam credenciais válidas e ferramentas legítimas para realizar intrusões em organizações. O estudo, baseado em milhares de investigações de segurança, destaca que 32,8% dos incidentes analisados envolveram abuso de VPN SSL, onde os atacantes se autenticaram com credenciais comprometidas, permitindo acesso a redes internas sem acionar alarmes. Além disso, 30,3% dos casos envolveram o uso indevido de ferramentas de Monitoramento e Gerenciamento Remoto (RMM), como o ScreenConnect, que se misturaram com atividades normais de TI. O relatório também aponta que campanhas de engenharia social, como as que utilizam CAPTCHAs falsos, foram responsáveis por 57,5% dos incidentes, mostrando que a interação do usuário é um fator crítico. Apesar da implementação de autenticação multifator (MFA) em muitos ambientes de nuvem, ataques de phishing ainda resultaram em compromissos de contas, com 16% dos casos documentados. O relatório sugere que as equipes de segurança tratem o acesso remoto como uma atividade de alto risco e mantenham um inventário rigoroso das ferramentas de RMM utilizadas.

Rússia busca reduzir uso de VPN com novas restrições e multas

O governo russo anunciou uma nova estratégia para restringir o uso de VPNs no país, com o objetivo de impedir que cidadãos contornem bloqueios estatais, especialmente em relação ao aplicativo de mensagens Telegram. O Ministro do Desenvolvimento Digital, Maksut Shadaev, afirmou que a meta é diminuir a utilização de VPNs, e que plataformas digitais deverão bloquear usuários identificados como utilizadores desses serviços. Além disso, o governo está considerando a implementação de uma taxa para usuários que excedam 15GB de dados internacionais por mês. Essa medida se insere em um contexto mais amplo de repressão digital na Rússia, onde mais de 400 serviços de VPN já foram restringidos, representando um aumento de 70% em relação ao ano anterior. A situação se agrava com a aprovação de uma lei que permite ao Serviço Federal de Segurança (FSB) ordenar o desligamento de comunicações de forma direcionada. Embora o uso de VPNs ainda não seja ilegal, as ações do governo indicam uma intensificação da repressão à liberdade digital no país.

Como assistir Sky Go de qualquer lugar

O Sky Go é um aplicativo que permite aos assinantes da Sky TV no Reino Unido assistirem a uma variedade de conteúdos, incluindo séries, filmes e eventos esportivos ao vivo, em dispositivos móveis. No entanto, o acesso ao Sky Go é restrito a usuários localizados no Reino Unido, o que pode ser frustrante para aqueles que viajam para o exterior. Para contornar essa limitação, o uso de uma VPN (Rede Privada Virtual) é recomendado. A VPN permite que os usuários se conectem a servidores localizados no Reino Unido, fazendo com que pareça que estão acessando o serviço de dentro do país. O artigo destaca a importância de escolher um serviço de VPN confiável, como o NordVPN, que oferece segurança e desempenho adequados para streaming. Além disso, o texto fornece informações sobre os planos de assinatura da Sky TV, que variam em preço e conteúdo, e sugere que os usuários considerem pacotes que incluem serviços adicionais, como Netflix e Disney Plus, para maximizar sua experiência de entretenimento. O uso de uma VPN não só facilita o acesso ao Sky Go, mas também protege a privacidade do usuário ao navegar na internet.

Registro de VPN quais dados sua VPN precisa coletar?

As VPNs (Redes Privadas Virtuais) são ferramentas essenciais para proteger a privacidade online, mas é crucial entender quais dados elas coletam para operar. Embora uma VPN precise de algumas informações para funcionar, como logs de conexão, que incluem o endereço IP original e os horários de início e término das sessões, a coleta excessiva de dados pode comprometer a privacidade do usuário. VPNs que se autodenominam ‘sem registros’ prometem não armazenar informações sobre as atividades online, mas muitas ainda mantêm dados mínimos para garantir a operação do serviço. É importante diferenciar entre VPNs ‘sem registros’ e ‘zero registros’, sendo que as últimas não mantêm nenhum tipo de log, nem mesmo dados não identificáveis. A coleta de logs de atividade, que pode incluir sites visitados e consultas DNS, é a maior preocupação em termos de privacidade, pois pode permitir a reconstrução das atividades do usuário. Além disso, VPNs gratuitas frequentemente coletam dados de forma excessiva, vendendo informações para terceiros. Para escolher uma VPN confiável, os usuários devem priorizar provedores com práticas transparentes e um histórico sólido de proteção à privacidade.

Mozilla lança Firefox 149 com proteção de privacidade e VPN embutida

A Mozilla lançou a versão 149 do Firefox, que inclui uma nova ferramenta de VPN embutida, oferecendo até 50 GB de tráfego mensal para usuários com conta Mozilla. Essa funcionalidade utiliza um servidor proxy seguro para redirecionar apenas o tráfego do navegador, ao contrário do Mozilla VPN comercial, que cobre todo o tráfego do sistema. A empresa destaca que essa ferramenta é útil para proteger a privacidade em redes Wi-Fi públicas, ao buscar informações sensíveis ou realizar compras online. Os usuários são notificados quando se aproximam do limite de dados e podem ativar a VPN em sites específicos para economizar tráfego. Além disso, o Firefox 149 introduz a função Split View, permitindo que os usuários visualizem várias abas lado a lado, e melhora a segurança ao bloquear notificações de sites considerados maliciosos. A atualização também corrige 46 vulnerabilidades de segurança, com mais da metade delas classificadas como de alta severidade, incluindo falhas críticas que podem comprometer a segurança do usuário. A nova funcionalidade de VPN será lançada progressivamente em regiões como EUA, Reino Unido, Alemanha e França, sem previsão de expansão para outras áreas no momento.

Mantenha-se seguro neste feriado de primavera com oferta exclusiva da NordVPN

A NordVPN lançou uma oferta exclusiva para leitores da TechRadar, válida por uma semana, que promete aumentar a segurança dos dados durante o feriado de primavera. A promoção, que começa em 23 de março, oferece até US$ 50 em cartões-presente da Amazon e 4 meses adicionais de cobertura ao adquirir planos de 2 anos. A NordVPN é reconhecida como a melhor VPN do mercado, com um preço mensal a partir de apenas US$ 2,91, o mais baixo desde a Black Friday. Além disso, a empresa tem aprimorado sua experiência móvel, expandindo o recurso de Proteção de Chamadas na Europa e introduzindo um layout de aplicativo mais limpo. O plano NordVPN Plus é recomendado, pois inclui recursos como gerenciamento de senhas com o NordPass, proteção contra ameaças e alertas de vazamento de dados. A promoção termina às 23h59 do dia 28 de março, e é uma oportunidade para quem busca segurança online a um preço acessível.

Reino Unido gasta milhões em VPNs enquanto considera proibição para crianças

O governo do Reino Unido tem investido mais de £2 milhões em tecnologia de VPN para órgãos públicos, como Ofcom, Ofsted e NHS, enquanto discute a possibilidade de proibir o uso de VPNs por crianças. Embora as VPNs sejam reconhecidas como ferramentas legítimas para proteger dados e privacidade, a proposta de regulamentação visa implementar medidas de verificação de idade que poderiam restringir o acesso de jovens a esses serviços. A análise de contratos públicos revela que Ofsted, responsável pela inspeção de escolas, destinou £490.000 para um serviço de VPN gerenciado, enquanto outras entidades, como HM Revenue & Customs, também investiram em soluções de VPN. A situação levanta preocupações sobre a segurança cibernética e a privacidade, especialmente considerando que as mesmas tecnologias utilizadas por órgãos governamentais são acessíveis a consumidores. Especialistas alertam que a regulação excessiva pode prejudicar a reputação do Reino Unido como um ambiente seguro para negócios digitais. A consulta pública em andamento busca entender as implicações de restringir o uso de VPNs, tanto para a privacidade dos usuários quanto para a inovação no setor.

AdGuard entra no metaverso extensões de VPN e bloqueador de anúncios no Meta Quest

A AdGuard lançou recentemente duas extensões focadas em privacidade para o navegador do Meta Quest: o AdGuard Ad Blocker e o AdGuard VPN. Essas ferramentas visam melhorar a experiência de navegação em realidade virtual, que frequentemente é vulnerável a rastreamento e anúncios intrusivos. O bloqueador de anúncios remove anúncios, rastreadores e pop-ups, enquanto a extensão VPN oferece anonimato e acesso a conteúdos geograficamente restritos, criptografando o tráfego do navegador e mascarando o endereço IP do usuário. Essa iniciativa é significativa, pois marca um avanço na personalização e controle do usuário dentro do metaverso, onde a navegação pode ser tão suscetível a ameaças quanto em dispositivos tradicionais. As extensões são compatíveis com os headsets Quest 2, Quest Pro, Quest 3 e Quest 3S, e a instalação é feita diretamente no navegador do dispositivo. A AdGuard se posiciona como uma das primeiras a oferecer essas soluções no ecossistema ainda em desenvolvimento do Meta Quest, destacando a importância de uma navegação segura e sem distrações em ambientes imersivos.

ExpressVPN relança preços baixos para o T20 Cricket World Cup

A ExpressVPN anunciou a reabertura de suas tarifas mais baixas, coincidentemente com a final da Copa do Mundo de Críquete T20, que ocorrerá no dia 8 de outubro. A empresa oferece planos de dois anos a partir de apenas US$ 2,44 por mês, com pagamento antecipado de US$ 68,40. Para aqueles que desejam uma solução temporária, um plano mensal está disponível por US$ 12,99. A utilização de uma VPN, como a ExpressVPN, é especialmente útil para quem está viajando e deseja acessar serviços de streaming de críquete de sua região, já que a ferramenta permite a criptografia do tráfego online e a conexão a servidores seguros. A ExpressVPN se destaca pela facilidade de uso, com aplicativos intuitivos para dispositivos móveis e tablets. Além disso, oferece recursos como bloqueio de anúncios e malware, proteção de e-mail e a capacidade de conectar até 10 dispositivos simultaneamente. Todos os planos incluem uma garantia de devolução do dinheiro em 30 dias, proporcionando segurança ao usuário. Embora existam opções mais baratas no mercado, a ExpressVPN é recomendada por sua velocidade e segurança, sendo uma escolha sólida para streaming.

Assinatura Premium do Calm com planos Surfshark para segurança online

O artigo da TechRadar destaca uma parceria entre a Surfshark, um dos principais provedores de VPN, e o Calm, um aplicativo de meditação e bem-estar. Ao assinar um plano de um ou dois anos da Surfshark, os usuários ganham uma assinatura de 12 meses do Calm Premium, uma oferta que combina proteção digital com ferramentas para melhorar o sono e gerenciar o estresse. A Surfshark é reconhecida por seu custo acessível e desempenho rápido, oferecendo recursos como proteção contra vírus, pesquisa segura e alertas de violação de dados. O plano mais econômico, o Surfshark Starter, custa $47,85 e inclui três meses adicionais de proteção. Para melhor custo-benefício, o plano Surfshark One de dois anos é recomendado, custando $67,23 antes de impostos. Embora a Surfshark não seja considerada a melhor VPN do mercado, a inclusão da assinatura do Calm e suas funcionalidades robustas tornam a oferta atraente. O artigo também alerta sobre a necessidade de desativar a renovação automática para evitar taxas elevadas após o término do plano.

NordVPN renova experiência móvel com estatísticas mais claras e navegação facilitada

A NordVPN lançou uma atualização significativa para seus aplicativos móveis, focando em uma interface mais limpa e intuitiva. As mudanças foram baseadas em pesquisas e feedback dos usuários, visando simplificar a navegação sem comprometer as funcionalidades avançadas. A nova interface destaca servidores sugeridos imediatamente ao abrir o aplicativo, permitindo conexões rápidas sem a necessidade de navegar por múltiplos menus. Além disso, a busca foi unificada em um único campo, facilitando a localização de servidores específicos. A atualização também introduz novas estatísticas de conexão e gráficos de proteção contra ameaças, aumentando a transparência sobre a segurança do usuário. Embora a atualização não tenha introduzido novos protocolos de criptografia, ela representa um passo importante na evolução do produto, reafirmando o compromisso da NordVPN com a experiência do usuário. A empresa também celebra seu 14º aniversário com promoções que incluem cartões-presente da Amazon em planos de dois anos, reforçando seu apelo no mercado de VPNs.

Extensões falsas do Proton VPN aparecem na Chrome Web Store

Recentemente, a Proton alertou sobre a presença de extensões falsas do Proton VPN na Chrome Web Store, que permaneceram ativas por semanas antes de serem removidas. A empresa notificou o Google pelo menos três vezes neste ano sobre essas extensões fraudulentas, que foram capazes de passar pelos processos de verificação da loja. Os atacantes utilizaram o nome e a marca da Proton para enganar os usuários e instalar softwares maliciosos, com o objetivo de roubar credenciais de login e monitorar atividades de navegação. A Proton criticou a lentidão do processo de remoção, afirmando que cada minuto que essas extensões permanecem online representa um risco à segurança de centenas de milhares de pessoas. O alerta destaca a vulnerabilidade dos usuários a ferramentas maliciosas que se disfarçam como aplicativos legítimos, especialmente em um cenário onde a demanda por VPNs confiáveis é alta, como na Rússia. Para se proteger, a Proton recomenda que os usuários acessem diretamente o site oficial da empresa para baixar suas ferramentas, em vez de buscar na loja de extensões. Além disso, é importante verificar a identidade do desenvolvedor e os tipos de permissões solicitadas pelas extensões antes da instalação.

Todos precisamos de proteção digital e o ESET Home Security é excelente

Com o aumento das ameaças digitais, a proteção básica já não é suficiente. O ESET Home Security Ultimate, disponível por $89,99 (50% de desconto), oferece uma solução abrangente de segurança digital. Este pacote inclui proteção avançada contra malware, detecção de ameaças baseada em IA, um firewall robusto e uma rede de proteção para dispositivos inteligentes. Além disso, oferece uma VPN ilimitada, proteção de identidade com monitoramento da dark web, alertas de ameaças à identidade e assistência para recuperação de carteiras perdidas, tudo isso com um seguro de até $1 milhão. O plano Ultimate é ideal para quem busca a melhor proteção, superando as opções Essential e Premium. A oferta é válida até 21 de março, destacando a urgência em garantir a segurança digital. Com ferramentas como modos de navegação e banco seguros, o ESET Home Security Ultimate se posiciona como uma solução completa para proteger a vida online dos usuários.

Corte espanhola ordena bloqueio de sites de pirataria por VPNs

Um tribunal espanhol concedeu medidas cautelares contra os provedores de VPN NordVPN e ProtonVPN, obrigando-os a bloquear 16 sites que facilitam a pirataria de transmissões de futebol. As restrições se aplicam a uma lista dinâmica de endereços IP na Espanha, sem possibilidade de apelação. A LaLiga, organizadora do futebol profissional no país, e sua parceira de transmissão, Telefónica, devem preservar evidências digitais das transmissões ilegais. A decisão é considerada sem precedentes na Espanha e se alinha a ações semelhantes na França, reconhecendo a responsabilidade dos provedores de VPN na prevenção de infrações de direitos autorais. Em resposta, a ProtonVPN questionou a validade do processo, alegando falta de notificação adequada, enquanto a NordVPN criticou a abordagem, afirmando que o bloqueio de domínios não resolve a raiz do problema da pirataria. A empresa destacou que as VPNs gratuitas permanecem como uma brecha para piratas, pois são mais difíceis de regular. A decisão levanta questões sobre a eficácia das medidas contra a pirataria e a responsabilidade dos provedores de serviços de internet.

Uso de VPNs dispara na Argentina após bloqueios de pirataria

Após o governo argentino bloquear permanentemente duas plataformas de streaming ilegal, o uso de serviços de VPN (Rede Privada Virtual) disparou no país. Provedores como Proton VPN e Windscribe relataram um aumento significativo no interesse e nas inscrições, conforme evidenciado por dados do Google Trends. A medida do governo, que incluiu o bloqueio de mais de 70 domínios relacionados a essas plataformas, visa combater a pirataria, mas também levanta preocupações sobre a liberdade na internet. Especialistas alertam que acessar essas plataformas ilegais não apenas representa um risco legal, mas também um potencial perigo cibernético, já que muitos aplicativos associados podem conter malware. Embora as VPNs não sejam atualmente um alvo das autoridades argentinas, a situação pode mudar, especialmente considerando precedentes em outros países, como a França, onde provedores de VPN foram obrigados a bloquear sites de streaming ilegal. A crescente popularidade das VPNs na Argentina reflete uma busca por privacidade e segurança online em um cenário de restrições governamentais.

CEO do Telegram condena novas restrições na Rússia

Pavel Durov, CEO do Telegram, criticou fortemente as novas restrições impostas pelo governo russo ao aplicativo de mensagens, prometendo resistir à censura estatal. As medidas, anunciadas pela Roskomnadzor, visam garantir a conformidade com a legislação russa e proteger os cidadãos, mas Durov as considera uma tentativa autoritária de forçar os usuários a migrarem para um aplicativo controlado pelo estado, o MAX, que possui potencial de vigilância. O aumento das restrições levou a um crescimento significativo no uso de VPNs, com a AmneziaVPN relatando uma onda de novos usuários. Especialistas alertam que as ações do governo russo indicam um objetivo de desconectar o país da internet global, com investimentos em tecnologias de inspeção profunda de pacotes (DPI) para bloquear serviços internacionais. O uso de VPNs está se tornando mais difícil, e Durov comparou a situação atual à censura enfrentada no Irã, onde tentativas de bloqueio falharam em impedir o uso do Telegram. A situação destaca a luta contínua pela liberdade de expressão e privacidade na era digital.

Surfshark e Internews oferecem VPN gratuita para jornalistas e ativistas

A Surfshark, em parceria com a Internews, lançou uma iniciativa para fornecer acesso gratuito a VPNs para jornalistas e ativistas em nove países de alto risco. Essa colaboração visa proteger a liberdade de imprensa em regiões afetadas por conflitos e repressão, oferecendo conexões criptografadas que ocultam endereços IP e permitem contornar bloqueios impostos por governos. A Surfshark fornecerá assinaturas do Surfshark One, que inclui ferramentas de segurança como antivírus e alertas de vazamento de dados, tudo protegido por criptografia AES de 256 bits. Além disso, a Internews organizou um treinamento em segurança digital para jornalistas sudaneses, capacitando-os a utilizar essas ferramentas em suas práticas diárias de reportagem. A VPN não apenas protege a identidade dos jornalistas, mas também garante a integridade das informações que eles transmitem, permitindo que verifiquem fatos e publiquem conteúdos sem medo de represálias. Essa iniciativa se junta a outros programas humanitários de VPN, como os da NordVPN e ExpressVPN, que também oferecem suporte a jornalistas em zonas de crise, reforçando a importância do acesso à internet segura e irrestrita para a liberdade de expressão.

Como assistir ao Super Bowl 2026 de qualquer lugar do mundo gratuitamente

O Super Bowl 2026, que ocorrerá no Levi’s Stadium, na Califórnia, promete ser um evento emocionante, com os New England Patriots enfrentando o Seattle Seahawks. Para os fãs que desejam assistir ao jogo gratuitamente, várias opções de streaming estão disponíveis. Nos Estados Unidos, a transmissão pode ser acessada pelo Peacock, que oferece um teste gratuito de 30 dias com o Walmart+. No Reino Unido, o Channel 5 permite a visualização com um código postal britânico, enquanto na Austrália, o 7Plus e na Nova Zelândia, o TVNZ Plus também oferecem transmissões gratuitas. Para aqueles que estão fora de seu país de origem e desejam acessar essas transmissões, o uso de uma VPN, como a NordVPN, é recomendado. A NordVPN é destacada como uma das melhores opções do mercado, oferecendo segurança online e a capacidade de desbloquear serviços de streaming. O artigo enfatiza a importância de proteger a privacidade online ao acessar conteúdos de diferentes regiões, comparando a falta de uma VPN a deixar a porta da frente aberta em uma cidade movimentada.

Proton VPN com preço baixo para assistir ao Super Bowl

Com a aproximação do Super Bowl, muitos fãs de esportes estão buscando maneiras de assistir ao evento mais importante do futebol americano. O artigo destaca a importância de utilizar uma VPN para acessar a transmissão americana, que oferece a melhor experiência, incluindo comerciais icônicos e comentários especializados. O Proton VPN, um serviço suíço, está disponível por apenas $2,99 por mês, um dos preços mais baixos já vistos, proporcionando uma economia significativa em comparação com outros serviços. O Proton VPN se destaca por sua capacidade de streaming, especialmente com a plataforma Peacock, garantindo conexões rápidas e estáveis. Além disso, o aplicativo permite a criação de um ‘Perfil Super Bowl LX’, facilitando o acesso à transmissão com um único clique. Para aqueles que não desejam um compromisso de longo prazo, uma opção mensal está disponível por $10, embora sem a garantia de reembolso. O artigo também menciona que o Proton VPN oferece proteção para até 10 dispositivos e recursos de bloqueio de anúncios e malware, tornando-o uma escolha robusta para quem busca segurança online enquanto assiste ao Super Bowl.

Experimente o Super Bowl LX como um local com este VPN

Com a aproximação do Super Bowl LX em 2026, muitos espectadores fora dos Estados Unidos buscam maneiras de assistir ao evento com a mesma qualidade e experiência que os locais. O artigo destaca o NordVPN como a melhor opção para streaming, especialmente para acessar plataformas como Peacock e NBC. O autor, Rob Dunne, testou o NordVPN e constatou que ele oferece menos quedas de conexão e menos buffering em comparação com outros serviços, como Surfshark e Proton VPN. Os planos do NordVPN começam a partir de R$ 18,00 por mês, com uma garantia de reembolso de 30 dias, permitindo que os usuários experimentem o serviço sem riscos. Além de acesso a mais de 3.000 servidores nos EUA, o NordVPN também oferece proteção contra ameaças e um gerenciador de senhas. O uso de um VPN não só melhora a experiência de streaming, mas também garante segurança durante a transmissão do evento, especialmente em um contexto onde as interrupções comerciais e a análise especializada são altamente valorizadas. Para aqueles que buscam alternativas mais baratas, o artigo menciona Surfshark e PrivadoVPN, embora com algumas limitações em comparação ao NordVPN.

Windscribe oferece soluções para usuários no Irã e Rússia diante de bloqueios de VPN

A Windscribe, provedora de VPN, anunciou novas funcionalidades para ajudar usuários no Irã e na Rússia a contornar as crescentes restrições de acesso à internet. A empresa está priorizando a implementação do protocolo AmneziaWG, que visa driblar técnicas avançadas de Inspeção Profunda de Pacotes (DPI) ao simular tráfego web comum. Recentemente, o governo iraniano iniciou um sistema de whitelist, restringindo o acesso a um número limitado de sites, o que torna o uso de VPNs ainda mais desafiador. A Windscribe está desenvolvendo um sistema adicional para combater essa nova abordagem de bloqueio. A empresa planeja lançar uma versão beta do aplicativo para Android e Windows, com a expectativa de que todos os usuários, incluindo os do serviço gratuito, tenham acesso às novas funcionalidades. O CEO da Windscribe, Yegor Sak, destacou que a equipe está trabalhando para garantir que as soluções sejam eficazes e acessíveis, especialmente em um momento crítico de censura na internet. A mudança para um sistema de whitelist no Irã e a evolução das técnicas de bloqueio na Rússia exigem que os provedores de VPN se adaptem rapidamente a essas novas ameaças.

Google desmantela rede de proxies residenciais IPIDEA usada por cibercriminosos

Recentemente, o Google Threat Intelligence Group (GTIG), em colaboração com parceiros da indústria, desmantelou a IPIDEA, uma das maiores redes de proxies residenciais utilizadas por cibercriminosos. A operação incluiu a remoção de domínios associados aos serviços da IPIDEA, que afirmava oferecer serviços de VPN para 6,7 milhões de usuários em todo o mundo. A rede utilizava endereços IP de usuários residenciais e pequenas empresas, comprometendo dispositivos através de aplicativos maliciosos. O Google revelou que mais de 550 grupos de ameaças, incluindo atores de países como China, Irã, Rússia e Coreia do Norte, utilizaram os nós de saída da IPIDEA em uma única semana. As atividades maliciosas observadas incluíram acesso a plataformas SaaS, controle de botnets e ataques de força bruta. A infraestrutura da IPIDEA era composta por cerca de 7.400 servidores que gerenciavam tarefas de proxy. Embora a ação do GTIG tenha impactado significativamente as operações da IPIDEA, os operadores podem tentar reconstruir sua infraestrutura. O Google recomenda cautela ao usar aplicativos que oferecem serviços de VPN gratuitos ou que pagam por largura de banda, especialmente aqueles de desenvolvedores não confiáveis.

A batalha da Rússia contra VPNs entra em nova fase O que esperar em 2026

A luta da Rússia para estabelecer uma internet nacional e fechada se intensificou, com o órgão de censura Roskomnadzor bloqueando 1,3 milhão de páginas da web em um ano, um aumento de 59% em relação ao ano anterior. Em resposta, as redes privadas virtuais (VPNs) tornaram-se essenciais para os usuários que desejam acessar conteúdos bloqueados, mas agora também estão sob ataque, sendo a categoria de sites bloqueados que mais cresce. Especialistas afirmam que a maioria dos protocolos de VPN está bloqueada no país, restando apenas alguns que se disfarçam como outros protocolos de rede. A situação se agravou com a aprovação de um decreto que permite ao Roskomnadzor bloquear serviços diretamente, tornando-o um ‘super-regulador’. Embora alguns serviços de VPN ocidentais ainda funcionem, muitos enfrentam dificuldades significativas, com um recente bloqueio que resultou em uma queda de 90% no tráfego russo. Para 2026, espera-se que o bloqueio de VPNs se intensifique, com o governo alocando recursos significativos para tecnologias de bloqueio. A crescente repressão à internet na Rússia levanta preocupações sobre a liberdade digital e a privacidade, refletindo uma tendência que pode se espalhar para outras democracias ocidentais.

AdGuard torna seu protocolo VPN TrustTunnel de código aberto

A AdGuard anunciou que seu protocolo VPN personalizado, TrustTunnel, agora é de código aberto. Este protocolo utiliza HTTP/2 e HTTP/3 sobre TLS para simular tráfego web normal, dificultando a detecção e o bloqueio por parte de provedores de internet e governos. Com o aumento da adoção de VPNs, as medidas de censura e bloqueio têm se tornado mais sofisticadas, levando provedores a aprimorar suas funcionalidades de resistência à censura. O TrustTunnel já está em uso nos aplicativos VPN da AdGuard e, ao ser disponibilizado como código aberto, permite que desenvolvedores auditem, modifiquem e integrem o protocolo em seus próprios projetos, aumentando a transparência e a confiança dos usuários. Além disso, o protocolo promete conexões mais rápidas e ininterruptas, permitindo que os usuários definam regras de roteamento específicas para diferentes aplicativos e sites. A AdGuard também lançou um aplicativo cliente para iOS e Android, permitindo que usuários avançados se conectem a seus servidores domésticos utilizando o TrustTunnel. Essa iniciativa é especialmente relevante em um contexto global de crescente censura, onde países como a Rússia criminalizam o uso de VPNs para contornar restrições.

Como assistir o Six Nations 2026 online com uma VPN

O Six Nations 2026 promete ser uma das edições mais competitivas do torneio, com seleções como França, Inglaterra e Irlanda se destacando. Os campeões atuais, França, possuem um elenco talentoso, enquanto a Inglaterra busca manter seu bom desempenho e a Irlanda deseja recuperar o título após uma temporada decepcionante. Itália e Escócia também devem ser levadas a sério, especialmente após a vitória da Itália sobre a Austrália. Para os fãs de rugby, muitos jogos serão transmitidos gratuitamente no Reino Unido, Irlanda e França, através de plataformas como BBC iPlayer, ITVX, RTÉ Player, Virgin Media Play e France TV. Para quem estiver fora desses países durante o torneio, o uso de uma VPN, como a NordVPN, é recomendado para acessar as transmissões como se estivesse em casa. Além disso, a VPN oferece proteção contra ameaças online, tornando-se uma ferramenta útil para quem viaja. A competição ocorrerá ao longo de seis semanas, com jogos programados para começar em fevereiro de 2026.

Como assistir The Fall and Rise of Reggie Dinkins online

O novo sitcom esportivo ‘The Fall and Rise of Reggie Dinkins’, estrelado por Tracy Morgan e Daniel Radcliffe, estreou no dia 18 de janeiro de 2026, após o NFL, e já está disponível para streaming gratuito no CTV, no Canadá. A série segue Reggie Dinkins, um jogador de futebol em decadência que busca redenção. O episódio piloto recebeu críticas mistas, com alguns elogiando o humor e outros criticando o ritmo lento. Para os fãs fora do Canadá, é possível assistir ao programa utilizando uma VPN, como a NordVPN, que permite contornar bloqueios geográficos. Nos Estados Unidos, os episódios são transmitidos pela NBC e ficam disponíveis no Peacock no dia seguinte, com uma assinatura a partir de $7,99 por mês. No Reino Unido e na Austrália, ainda não há datas de lançamento confirmadas. A série promete abordar temas de superação e confrontação com o passado, com um elenco que inclui Erika Alexander e Bobby Moynihan.

Como assistir a 5ª temporada de Shoresy na SBS - é GRÁTIS

A 5ª temporada de Shoresy, um spin-off da popular série Letterkenny, estará disponível para streaming gratuito na SBS On Demand a partir de 15 de janeiro de 2026. A série, que segue o personagem Shoresy, interpretado por Jared Keeso, promete trazer novas aventuras e desafios para o time Sudbury Bulldogs em sua temporada mais difícil até agora. Para assistir, os residentes australianos podem acessar o site da SBS On Demand ou baixar o aplicativo disponível para iOS e Android. É necessário registrar-se com um código postal australiano. Para aqueles fora da Austrália, como nos EUA, Reino Unido e Canadá, é possível acessar o conteúdo utilizando uma VPN, como o NordVPN, que permite desbloquear a plataforma e assistir ao conteúdo de forma segura. A SBS On Demand é compatível com diversos dispositivos, incluindo smart TVs, consoles de jogos e dispositivos móveis, facilitando o acesso ao conteúdo. A série é composta por seis episódios, com o primeiro episódio já disponível no dia de Natal de 2025.

Como assistir A Knight of the Seven Kingdoms online com uma VPN

A série A Knight of the Seven Kingdoms, que faz parte da franquia Game of Thrones, estreia no dia 18 de janeiro de 2026, com episódios disponíveis em diferentes plataformas de streaming, como HBO Max nos EUA e na Austrália, Sky no Reino Unido e Crave no Canadá. A trama se passa cerca de 90 anos antes dos eventos de Game of Thrones e acompanha as aventuras de Ser Duncan, o Alto, e seu jovem escudeiro Egg. A série promete uma adaptação fiel da novela The Hedge Knight, de George R.R. Martin, e, apesar de ter um tom mais tranquilo, ainda contará com sequências de ação, como torneios e julgamentos por combate.

Sorteio de contas vitalícias da Proton arrecada R 6,5 milhões para direitos digitais

A Proton, conhecida por seus serviços de VPN e e-mail seguro, arrecadou um recorde de R$ 6,5 milhões (US$ 1,27 milhão) em sua campanha de arrecadação de fundos de 2025, destinada a organizações que defendem os direitos digitais. O evento, que contou com a participação de mais de 50 mil pessoas e a venda de mais de 100 mil ingressos, premiou 10 contas vitalícias exclusivas da Proton. A Proton Foundation também contribuiu com R$ 1 milhão (US$ 200 mil) de suas reservas, totalizando um montante significativo para ser dividido entre dez grupos escolhidos pela comunidade, que atuam em diversas frentes, como proteção à privacidade, liberdade de expressão e infraestrutura de internet segura. Entre os beneficiários estão organizações como European Digital Rights (EDRi) e NLnet Foundation, que trabalham em advocacy e segurança técnica, respectivamente. Além de financiar essas iniciativas, a Proton oferece ferramentas gratuitas, como Proton VPN Free e Proton Mail, para garantir acesso à internet sem censura, especialmente em regimes repressivos. A empresa também se envolve em ações legais para promover mudanças regulatórias e defender a competitividade no setor tecnológico.

Usuários de VPN sob ataque em Jammu e Caxemira com proibição de 2 meses

As autoridades de Jammu e Caxemira impuseram uma proibição de dois meses ao uso de VPNs não autorizadas, citando a necessidade de combater atividades maliciosas. Desde a implementação da medida, cerca de 800 usuários foram identificados e penalizados por acessar aplicativos de VPN. A proibição foi justificada com base na Seção 163 do código de processo penal indiano, permitindo que a polícia realize buscas em dispositivos móveis para verificar a presença de aplicativos ilegais. Especialistas em direitos digitais consideram a ordem ’legalmente impermissível’, argumentando que a proibição geral de uma tecnologia não deve ser permitida sob poderes de emergência. A situação é preocupante, pois as VPNs são ferramentas essenciais para os cidadãos que buscam contornar a censura e proteger suas comunicações. A proibição atual pode ser uma formalidade, mas há riscos de extensão. A pressão sobre o uso de VPNs não é nova na região, que já enfrentou um shutdown de internet prolongado em 2019. Embora a situação seja crítica, especialistas recomendam o uso de protocolos ofuscados para tentar contornar a proibição, mas alertam sobre os riscos legais envolvidos.

Aumento de VPNs e aplicativos de segurança na Venezuela após ações dos EUA

Após a captura e deposição do presidente Nicolás Maduro, a Venezuela viu um aumento significativo no uso de VPNs, proxies e carteiras digitais. O clima de insegurança gerado pela invasão estadunidense levou os cidadãos a buscarem formas de proteger suas comunicações e transações financeiras, especialmente em relação a criptomoedas. De acordo com dados da SimilarWeb e Appfigures, o volume de downloads de aplicativos de segurança cresceu exponencialmente, com destaque para o LatLon VPN e ThetaProxy no Android, e Proton VPN e X (antigo Twitter) no iOS. Essa busca por privacidade e acesso à informação não é nova, pois o país já enfrenta restrições de internet há anos, com bloqueios a serviços de DNS e plataformas como TikTok. O aumento no uso de tecnologias de evasão de censura reflete a necessidade urgente dos venezuelanos de contornar a censura e garantir a segurança em um ambiente digital cada vez mais hostil.