Vpn

Aumento de VPNs e aplicativos de segurança na Venezuela após ações dos EUA

Após a captura e deposição do presidente Nicolás Maduro, a Venezuela viu um aumento significativo no uso de VPNs, proxies e carteiras digitais. O clima de insegurança gerado pela invasão estadunidense levou os cidadãos a buscarem formas de proteger suas comunicações e transações financeiras, especialmente em relação a criptomoedas. De acordo com dados da SimilarWeb e Appfigures, o volume de downloads de aplicativos de segurança cresceu exponencialmente, com destaque para o LatLon VPN e ThetaProxy no Android, e Proton VPN e X (antigo Twitter) no iOS. Essa busca por privacidade e acesso à informação não é nova, pois o país já enfrenta restrições de internet há anos, com bloqueios a serviços de DNS e plataformas como TikTok. O aumento no uso de tecnologias de evasão de censura reflete a necessidade urgente dos venezuelanos de contornar a censura e garantir a segurança em um ambiente digital cada vez mais hostil.

Surfshark VPN marcos de 2025 e plano para 2026

Em 2025, a Surfshark focou na profundidade de sua infraestrutura, aprimorando os sistemas que sustentam seus serviços de cibersegurança e privacidade. Este movimento ocorreu em um ano marcado pela adoção acelerada de tecnologias de IA generativa e um aumento significativo nas violações de dados em todo o mundo. O CEO da Surfshark, Vytautas Kaziukonis, destacou que o principal objetivo da empresa foi elevar o padrão de desempenho das VPNs, priorizando estabilidade e velocidade em vez de recursos chamativos. Uma das inovações mais significativas foi o lançamento do Everlink, uma infraestrutura de VPN auto-reparadora que mantém conexões estáveis mesmo diante de falhas de servidores. Além disso, a Surfshark implementou servidores com capacidade de 100 Gbps para atender à crescente demanda por maior largura de banda. A empresa também lançou ferramentas como o Email Scam Checker e recursos de mascaramento de identidade, em resposta ao aumento de ataques de phishing e vazamentos de dados. Para 2026, a Surfshark planeja expandir suas capacidades de proteção de identidade e demonstrar a eficácia dessas ferramentas em cenários do mundo real, sinalizando uma transição de uma simples VPN para uma solução abrangente de seguro digital.

Legislação e desafios o que 2026 reserva para a indústria de VPNs?

O artigo da TechRadar discute os desafios que a indústria de VPNs enfrentará até 2026, destacando a crescente pressão regulatória e as ameaças tecnológicas. A verificação de idade é um tema central, com governos buscando implementar medidas de segurança infantil que possam tornar as VPNs obsoletas. A colaboração entre a SafeToNet e a HMD exemplifica uma abordagem que bloqueia conteúdo impróprio diretamente no nível do sistema operacional, independentemente do uso de VPNs. Além disso, a possibilidade de proibições ou restrições a VPNs já é debatida em regiões como o Reino Unido e a União Europeia.

Extensão de VPN rouba dados de conversas do ChatGPT e Gemini

Especialistas da KOI identificaram que a extensão de VPN Urban VPN, com mais de 6 milhões de usuários, está coletando secretamente conversas de usuários de ferramentas de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini. Apesar de sua promessa de segurança, a extensão utiliza um código malicioso que intercepta o tráfego entre o usuário e as plataformas de IA, permitindo a captura de dados pessoais, incluindo perguntas e respostas, mesmo quando a VPN não está conectada. Os dados coletados são enviados para um servidor da Urban VPN e posteriormente comercializados para análises de marketing, afetando mais de 8 milhões de usuários dos navegadores Chrome e Edge. A KOI recomenda a desinstalação imediata da extensão, pois ela pode ser uma porta de entrada para outras ameaças digitais. Este incidente destaca a importância da vigilância em relação a ferramentas que prometem privacidade, mas que podem comprometer a segurança dos usuários.

Dicas de segurança online para as compras de Natal

Com a chegada das festas de fim de ano, a atividade de golpistas aumenta, tornando essencial a adoção de medidas de segurança online. Especialistas da Norton VPN alertam que um simples clique em um link malicioso pode transformar as compras natalinas em um pesadelo. O aumento de sites fraudulentos, que cresceu mais de 250% antes do Black Friday de 2025, destaca a importância de estar atento a ofertas que parecem boas demais para serem verdade. Os golpistas estão se adaptando, utilizando e-mails, mensagens de texto e chamadas telefônicas para enganar os consumidores. Para se proteger, é fundamental usar o bom senso, verificar a legitimidade das ofertas digitando o endereço do site diretamente no navegador e não se deixar levar pela pressão do tempo. Além disso, ferramentas como proteção contra fraudes por IA e VPNs podem ajudar a mitigar riscos. A conscientização e a cautela são as melhores defesas contra essas ameaças durante a temporada de compras.

A criptografia pós-quântica não é o fim NordVPN busca inovações em 2026

Em agosto de 2024, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) lançou os primeiros padrões de criptografia resistentes a quânticos, marcando um novo capítulo na segurança de VPNs. A NordVPN, uma das principais fornecedoras do setor, adotou esses padrões em outubro de 2024, começando pela proteção em dispositivos Linux. Em 2025, a empresa expandiu a criptografia pós-quântica (PQE) para todos os seus aplicativos, utilizando o algoritmo ML-KEM, que é fundamental para a troca de chaves criptográficas. A NordVPN implementou uma abordagem híbrida, combinando algoritmos PQE com métodos de criptografia clássicos, e introduziu uma inovação ao trocar chaves de criptografia a cada 90 segundos, um método patenteado. O CTO da NordVPN, Marijus Briedis, destacou que a implementação da PQE é apenas o primeiro passo, com planos para integrar segurança pós-quântica na fase de autenticação, um aspecto crucial para garantir a confiança em identidades digitais. Embora não haja uma data definida para essa integração, a expectativa é que ocorra no primeiro semestre de 2026. A empresa busca liderar a indústria em agilidade criptográfica, permitindo adaptações rápidas a novas ameaças quânticas.

Esqueça OpenVPN e WireGuard Este é o protocolo VPN do futuro

O artigo da TechRadar destaca o lançamento do protocolo NordWhisper pela NordVPN, projetado para contornar restrições de rede sem comprometer a experiência do usuário. Lançado em janeiro de 2025, o NordWhisper utiliza tecnologia de túnel web inovadora, que imita o tráfego da web comum, tornando-se quase invisível para firewalls que bloqueiam assinaturas de VPN. Embora atualmente esteja disponível apenas para Windows, Android e Linux, sua compatibilidade foi expandida para iPhone e Mac. Além disso, a introdução do Encrypted Client Hello (ECH) em agosto de 2025 visa proteger a privacidade dos usuários ao impedir que intermediários vejam quais serviços estão sendo acessados. O artigo também menciona a crescente importância da privacidade dos metadados, uma vez que ferramentas de censura modernas utilizam aprendizado de máquina para analisar padrões de tráfego. A NordVPN está desenvolvendo tecnologias que podem melhorar a privacidade dos metadados e está se preparando para integrar o protocolo QUIC, visando um futuro totalmente baseado em TLS para resistência à censura. Com o aumento das restrições na internet globalmente, soluções de VPN confiáveis e resistentes à censura se tornam cada vez mais essenciais.

Vulnerabilidade no FortiOS permite bypass de autenticação em VPNs

A Fortinet alertou sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade de cinco anos, identificada como CVE-2020-12812, que afeta o FortiOS SSL VPN. Essa falha de autenticação inadequada permite que usuários loguem sem serem solicitados a fornecer um segundo fator de autenticação, caso a combinação de letras do nome de usuário seja alterada. O problema ocorre quando a autenticação de dois fatores (2FA) está habilitada em configurações específicas, como quando o método de autenticação é remoto (por exemplo, LDAP). A vulnerabilidade foi identificada como uma falha de correspondência sensível a maiúsculas e minúsculas entre autenticações locais e remotas. A Fortinet recomenda que as organizações atualizem para as versões mais recentes do FortiOS e desativem a sensibilidade a maiúsculas nos nomes de usuário para mitigar o risco. A falha já foi explorada por diversos agentes de ameaça, e o governo dos EUA a incluiu em sua lista de vulnerabilidades críticas em 2021. As empresas que utilizam o FortiOS devem agir rapidamente para evitar que usuários administrativos ou de VPN sejam autenticados sem 2FA.

Falha crítica no Fireware OS da WatchGuard expõe sistemas a ataques

A WatchGuard anunciou a correção de uma vulnerabilidade crítica em seu sistema operacional Fireware OS, identificada como CVE-2025-14733, com uma pontuação CVSS de 9.3. Essa falha, classificada como um ‘out-of-bounds write’, afeta o processo iked e permite que atacantes remotos não autenticados executem código arbitrário. A vulnerabilidade impacta configurações de VPN para usuários móveis e filiais que utilizam IKEv2, especialmente quando configuradas com um gateway dinâmico. Mesmo após a exclusão dessas configurações, o dispositivo pode permanecer vulnerável se uma VPN de filial para um gateway estático estiver ativa. A WatchGuard observou tentativas de exploração em tempo real, com IPs específicos associados a esses ataques. A empresa recomenda que os administradores desativem as VPNs dinâmicas e apliquem as atualizações de segurança imediatamente. O incidente destaca a importância de monitorar e proteger sistemas críticos, especialmente em um cenário onde a exploração ativa está em andamento.

Extensão do Chrome coleta dados de usuários de chatbots de IA

Uma extensão do Google Chrome chamada Urban VPN Proxy, que possui seis milhões de usuários e é marcada como ‘Destaque’ na loja, foi descoberta coletando silenciosamente dados de usuários que interagem com chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT e Microsoft Copilot. Apesar de se apresentar como uma ferramenta de VPN para proteger a identidade online, a versão 5.5.0 da extensão, lançada em julho de 2025, habilitou a coleta de dados de forma padrão. A coleta é realizada por meio de scripts JavaScript que interceptam as conversas dos usuários, capturando prompts, respostas dos chatbots e metadados de sessão, enviando essas informações para servidores remotos. A política de privacidade da Urban VPN menciona que os dados são coletados para melhorar a navegação segura e para fins de marketing, mas não garante a anonimização completa das informações. Além disso, a empresa BIScience, que possui a Urban Cyber Security Inc., é acusada de coletar dados de navegação sob políticas de privacidade enganosas. A situação levanta preocupações sobre a confiança em extensões de navegador e a proteção de dados pessoais, especialmente em um contexto onde os usuários compartilham informações sensíveis com chatbots.

Dinamarca quer proibir VPNs para desbloquear streams ilegais

O governo dinamarquês propôs uma nova legislação que visa proibir o uso de VPNs para acessar conteúdos de streaming geoblocados ou contornar restrições em sites ilegais. A proposta, parte de um esforço mais amplo para combater a pirataria online, gerou preocupações entre defensores dos direitos digitais, que consideram a redação do projeto como excessivamente ampla e com um ’toque totalitário’. O ministro da Cultura da Dinamarca, Jakob Engel-Schmidt, defendeu a proposta, afirmando que o objetivo é combater a pirataria, não tornar as VPNs ilegais. Atualmente, cerca de 9% da população dinamarquesa utiliza VPNs para acessar bibliotecas de streaming de outros países, como o Netflix americano. Se aprovada, a lei entrará em vigor em 1º de julho de 2026, e os infratores poderão enfrentar multas. A proposta se insere em um contexto mais amplo de legislação que tem sido criticada por especialistas em privacidade, incluindo tentativas de implementar o polêmico projeto de ‘Chat Control’ na UE, que visa monitorar mensagens digitais privadas. A proposta dinamarquesa representa uma escalada significativa, transferindo a responsabilidade legal dos provedores para os usuários finais.

Falha crítica em VPN corporativa permite invasão total de empresas

Uma grave vulnerabilidade foi descoberta em dispositivos da série AG da Array Networks, que utilizam VPN. Essa falha permite que hackers injetem comandos maliciosos, instalando web shells e criando usuários não autorizados nos sistemas afetados. A vulnerabilidade foi corrigida em uma atualização em maio de 2025, mas a falta de um identificador dificultou o rastreamento da falha. Especialistas do Japão alertaram que a vulnerabilidade está sendo explorada desde agosto, com ataques direcionados a organizações locais. Os incidentes envolvem a execução de comandos que permitem o acesso remoto ao servidor comprometido, resultando em controle total do sistema. A falha afeta modelos AG 9.4.5.8 e versões anteriores, especialmente em ambientes corporativos que utilizam o recurso DesktopDirect, que facilita o acesso remoto. A JPCERT recomendou que os usuários desativem o DesktopDirect e implementem filtros de URL até que novas atualizações sejam disponibilizadas. A Array Networks ainda não se pronunciou sobre os incidentes ou se haverá uma nova correção.

Pense antes de clicar aplicativos de compartilhamento expõem riscos de segurança

Um estudo da Surfshark revelou que muitos aplicativos de compartilhamento de arquivos gratuitos, como Dropbox, Box e WeTransfer, não oferecem proteção adequada contra malware. Box e WeTransfer disponibilizam a verificação de vírus apenas em planos pagos, enquanto Dropbox e iCloud não realizam nenhuma verificação, dependendo da segurança dos dispositivos Apple. Isso representa um risco significativo para os usuários, que podem inadvertidamente baixar arquivos infectados. A análise destaca que, embora esses serviços sejam amplamente utilizados, a segurança não é uma prioridade, especialmente nas versões gratuitas. A Surfshark alerta que a confiança excessiva nesses aplicativos pode comprometer a segurança dos dados dos usuários. Além disso, a discussão sobre a regulamentação no Reino Unido, que visa aumentar a responsabilidade das plataformas de compartilhamento de arquivos, levanta preocupações sobre privacidade e vigilância em massa. A utilização de antivírus e VPNs é recomendada para mitigar esses riscos. Por fim, apenas Google Drive e OneDrive oferecem verificação de vírus para usuários gratuitos, mas com limitações. Essa situação exige que os usuários façam escolhas informadas sobre os riscos que estão dispostos a correr ao compartilhar arquivos online.

Suporte a VPN chega ao novo Amazon Fire TV Stick

A Amazon lançou uma atualização do sistema operacional Vega, que agora suporta VPNs no Fire TV Stick 4K Select. Essa nova funcionalidade é um alívio para os usuários que desejam melhorar sua experiência de streaming, permitindo acesso a catálogos de serviços como Netflix e Amazon Prime que possuem restrições geográficas. No entanto, até o momento, apenas duas VPNs, NordVPN e IPVanish, disponibilizaram aplicativos compatíveis com o Vega OS. Ambas as empresas estão oferecendo promoções significativas para o Black Friday, com descontos que podem chegar a 77%. O uso de uma VPN não apenas desbloqueia conteúdo restrito, mas também protege a privacidade do usuário, criptografando a conexão e evitando que terceiros monitorem as atividades de streaming. Embora o Surfshark seja considerado um dos melhores serviços de VPN, ainda não possui um aplicativo para o novo sistema da Amazon. A atualização é um passo importante para a Amazon, que busca atender a uma demanda crescente por segurança e privacidade no streaming.

Troquei o Google por uma alternativa segura agora está com 50 de desconto!

Com o aumento de violações de dados e ciberataques, muitos usuários estão buscando alternativas mais seguras para suas atividades online. O artigo destaca a importância de utilizar VPNs (Redes Privadas Virtuais) para aumentar a privacidade e segurança na navegação, mas alerta que isso não deve ser a única medida de proteção. A troca de serviços que coletam dados, como o Gmail, por opções mais seguras é essencial. A Proton, uma empresa suíça, oferece uma alternativa robusta ao Gmail, com um pacote de serviços que inclui Proton VPN, Proton Mail, Proton Drive, Proton Calendar e Proton Pass, todos com forte foco em privacidade. Durante a Black Friday, a Proton está oferecendo um desconto de 50%, reduzindo o preço do pacote para $6,49 por mês. O Proton VPN é destacado por sua política de não registro e forte criptografia, enquanto o Proton Mail garante que os e-mails sejam criptografados antes de serem enviados. Além disso, o Proton Drive e o Proton Calendar oferecem alternativas seguras para armazenamento e agendamento. Essa promoção é uma oportunidade para os usuários que desejam melhorar sua segurança digital a um custo reduzido.

Como assistir TV britânica de Natal no exterior em 2025

O artigo da TechRadar apresenta a programação da TV britânica para o Natal de 2025, destacando produções como ‘A Ghost Story for Christmas: The Room in the Tower’, com Joanna Lumley, e ‘Dear Father Christmas’, que promete uma abordagem divertida sobre a figura do Papai Noel. Além disso, menciona o retorno de personagens icônicos como Pat Butcher em ‘EastEnders’ e a animação ‘The Scarecrows’ Wedding’. Para quem estiver fora do Reino Unido durante as festividades, o texto sugere o uso de VPNs, como a NordVPN, para acessar serviços de streaming como BBC iPlayer e ITVX, que são restritos geograficamente. O uso de uma VPN não só facilita o acesso a esses conteúdos, mas também oferece proteção contra ameaças online. O artigo também lista uma série de especiais de Natal programados, que incluem desde comédias até dramas e animações, prometendo uma variedade de entretenimento para todos os gostos.

Quase 50 dos ataques de ransomware começam pela sua VPN

Um estudo da Beazley Security revelou que 48% dos ataques de ransomware têm início com o roubo de credenciais de VPN, um aumento alarmante de 38% em relação ao trimestre anterior. Os cibercriminosos utilizam técnicas como o credential stuffing para acessar redes privadas virtuais, explorando vulnerabilidades como a falta de Autenticação Multifator (MFA). Além disso, 23% dos ataques foram realizados através da exploração de serviços externos. A pesquisa também destacou que 65% dos sequestros digitais foram perpetrados por três grupos criminosos notórios. O aumento nos vazamentos de dados sensíveis, que subiu 11% em comparação ao trimestre anterior, gera preocupação entre especialistas em segurança. É fundamental que as empresas escolham cuidadosamente seus provedores de VPN e implementem medidas de segurança adicionais, como antivírus e políticas de proteção de dados, para mitigar esses riscos. O uso de VPNs, embora ofereça uma navegação mais segura, não garante proteção contra ataques de phishing e ransomware, exigindo uma abordagem holística de segurança digital.

Como navegar nas restrições da internet no Oriente Médio com VPN

Em 2025, pelo menos sete países do Oriente Médio, incluindo Turquia, Síria, Jordânia e Catar, impuseram restrições à internet, afetando o acesso de cidadãos e turistas a conteúdos online. Essas restrições variam de bloqueios temporários, como o ocorrido na Turquia, onde o acesso a redes sociais foi limitado por 42 horas, a bloqueios prolongados, como o do jogo Roblox no Catar, que permanece inacessível devido a preocupações com a segurança infantil. A resposta a essas limitações tem sido um aumento significativo no uso de VPNs, sendo o Proton VPN uma das opções mais populares. Com sede na Suíça, o Proton VPN se destaca por suas características avançadas de anti-censura, prometendo contornar bloqueios severos. A empresa oferece um serviço gratuito, essencial para aqueles que não podem pagar por opções premium, mas também disponibiliza uma versão paga com recursos adicionais, como uma rede de servidores em 127 países e uma política rigorosa de não registro. O Proton VPN também introduziu o protocolo Stealth e um recurso de ícone discreto para evitar a detecção em ambientes de censura. Essa ferramenta é especialmente relevante em países com alta vigilância e censura, tornando-se uma solução viável para quem busca privacidade e liberdade online.

IPVanish se une à NordVPN para suportar novo Fire TV Stick da Amazon

A IPVanish anunciou o lançamento de um novo aplicativo VPN compatível com o sistema operacional Vega OS, que alimenta os novos modelos do Fire TV Stick da Amazon. Essa atualização é uma resposta à ausência inicial de suporte a aplicativos VPN no lançamento do dispositivo, o que deixou muitos usuários preocupados com a privacidade e a capacidade de contornar restrições geográficas. A nova aplicação da IPVanish estará disponível para download assim que a Amazon liberar a atualização do sistema, prevista para a segunda metade de novembro. A empresa também garantiu que continuará a oferecer suporte ao seu aplicativo existente para dispositivos mais antigos que utilizam o FireOS. O novo aplicativo manterá características essenciais, como conexões seguras via protocolo WireGuard e uma política rigorosa de não registro de dados. A IPVanish se posiciona como uma das VPNs mais baixadas na Amazon Appstore, e sua rápida adaptação ao novo sistema é um sinal positivo para usuários preocupados com segurança online.

Máfia das VPNs do Irã é culpada por atraso na liberação do Telegram

O Irã continua a manter a proibição do Telegram, que já dura sete anos, e um legislador iraniano atribui essa situação à chamada ‘máfia das VPNs’. O secretário da Comissão de Indústrias e Minas do parlamento, Mostafa Pourdehghan, afirmou que o lobby em favor da venda de VPNs, que movimenta cerca de 50 trilhões de tomans (aproximadamente 450 milhões de dólares), está impedindo a liberação do aplicativo. Desde 2018, os cidadãos iranianos têm acesso ao Telegram apenas por meio de VPNs, devido a restrições impostas em nome da segurança nacional. Apesar de o governo estar em conversações para potencialmente desbloquear o serviço, as condições impostas incluem a limitação de conteúdo considerado provocativo e a colaboração com a justiça iraniana em solicitações de dados. Essas exigências, segundo Pourdehghan, estão em desacordo com os princípios de liberdade de expressão defendidos pelo fundador do Telegram, Pavel Durov. A crescente utilização de VPNs no Irã, que atinge cerca de 90% da população, reflete a repressão à liberdade de acesso à internet, com a maioria das plataformas de redes sociais ainda bloqueadas no país. A situação levanta preocupações sobre a liberdade digital e os direitos dos cidadãos no Irã.

VPNs gratuitas representam risco à segurança? Saiba mais

O uso de VPNs gratuitas tem se tornado comum entre usuários que buscam privacidade online, mas essas ferramentas podem apresentar riscos significativos à segurança. Muitas VPNs gratuitas monetizam seus serviços coletando e vendendo dados dos usuários, o que contraria o propósito de proteção da privacidade. Além disso, algumas dessas VPNs podem conter malware ou falhas de segurança que expõem os dados pessoais dos usuários. É essencial que os usuários compreendam que, embora a ideia de uma VPN gratuita seja atraente, a falta de transparência e a possibilidade de exploração de dados podem resultar em consequências graves. Para garantir uma navegação segura, é recomendável optar por serviços de VPN pagos e confiáveis, que oferecem criptografia robusta e políticas claras de privacidade. A escolha de uma VPN deve ser feita com cautela, considerando a reputação do provedor e as práticas de segurança adotadas.

NordVPN lança app de VPN para Fire TV Stick da Amazon

A NordVPN anunciou o lançamento de um novo aplicativo de VPN para o Fire TV Stick 4K Select da Amazon, que agora opera com o sistema operacional Linux, conhecido como Vega OS. Este é um marco, pois a NordVPN se torna a primeira provedora a oferecer uma solução nativa de VPN para este dispositivo. O aplicativo foi desenvolvido especificamente para o novo sistema, garantindo que os usuários possam proteger suas atividades online enquanto assistem a conteúdos de streaming. Entre as funcionalidades do app estão o protocolo NordLynx, que proporciona streaming rápido e sem interrupções, e a conexão automática, que oferece proteção instantânea. Os usuários aguardam apenas a atualização de software da Amazon para baixar o aplicativo na loja de apps. A mudança para o Vega OS visa criar um ecossistema mais seguro, prevenindo instalações não autorizadas de aplicativos. Embora a novidade seja empolgante, usuários que já possuem outras soluções de VPN podem hesitar em investir em um novo serviço. A NordVPN não anunciou exclusividade com a Amazon, e outras provedores, como a Surfshark, também estão desenvolvendo suas versões do aplicativo.

Windscribe provoca NordVPN com teste de velocidade para provar que é mais rápido

A disputa entre provedores de VPN ganhou um novo capítulo quando a Windscribe, conhecida por seu serviço de VPN gratuito, afirmou que sua solução é mais rápida que a NordVPN, uma das líderes do setor. Em um post nas redes sociais, a Windscribe compartilhou um teste de velocidade que mostrava sua VPN gratuita superando a NordVPN em termos de velocidade de download. O teste foi realizado em um servidor da Surfshark, outro competidor de peso no mercado. Embora a postagem tenha gerado burburinho, especialistas alertam que um único teste de velocidade não é conclusivo. A velocidade de uma VPN pode ser influenciada por diversos fatores, como a localização do servidor, a carga de usuários, a hora do dia e o protocolo utilizado. Portanto, sem detalhes adicionais sobre as condições do teste, é difícil validar a alegação de forma científica. A Windscribe se posiciona como uma opção robusta no mercado de VPNs gratuitas, oferecendo 10GB de dados mensais e acesso a servidores em mais de 10 países. Em contraste, a NordVPN é vista como uma opção premium, com uma vasta rede de servidores e recursos avançados de segurança. Apesar do tom humorístico da provocação, os usuários devem considerar uma variedade de fatores antes de escolher um serviço de VPN, incluindo análises detalhadas e garantias de devolução de dinheiro.

NordVPN desmistifica mitos de segurança online em Nova York

A NordVPN realizou uma ação impactante em Times Square, onde três hackers éticos interagiram com o público para desmistificar a segurança online. A campanha surgiu após uma pesquisa alarmante que revelou que 73% dos americanos acreditam que seus softwares antivírus os protegem de roubo de identidade e garantem privacidade online. No entanto, os especialistas destacaram que o papel principal dos antivírus é proteger dispositivos contra malware, e não garantir segurança total na internet. Durante a ação, os hackers mostraram aos participantes como seus dados pessoais, como senhas e endereços, estavam expostos online, gerando surpresa e choque. A NordVPN enfatizou que, embora uma VPN não seja uma solução mágica, é uma ferramenta essencial para minimizar a pegada digital e aumentar a segurança, especialmente ao usar redes Wi-Fi públicas. A empresa também disponibiliza um monitor de dark web para ajudar os usuários a verificar se seus dados estão expostos. A campanha visa alertar sobre a falsa sensação de segurança que muitos têm em relação à proteção online.

Vírus disfarçado de jogo e VPN controla webcam e rouba senhas

Pesquisadores da FortiGuard Labs alertam sobre um novo malware chamado Stealit, que opera como um serviço comercial de roubo de dados. Este vírus, direcionado principalmente a usuários do Windows, é capaz de assumir o controle do computador da vítima, capturando informações sensíveis, como senhas e dados pessoais. O Stealit utiliza uma ferramenta chamada Single Executable Application (SEA), que permite que todos os arquivos maliciosos sejam compactados em um único programa, facilitando sua execução mesmo em sistemas sem Node.js instalado.

Vulnerabilidade da VPN da WatchGuard Permite Execução Remota de Código

Uma vulnerabilidade crítica nos dispositivos de segurança de rede Firebox da WatchGuard pode permitir que um atacante remoto e não autenticado execute código arbitrário, comprometendo redes corporativas. A falha, identificada como CVE-2025-9242, está relacionada ao gerenciamento de conexões VPN IKEv2 e recebeu uma pontuação de severidade crítica de 9.3 em 10. Essa vulnerabilidade é um problema de escrita fora dos limites dentro do processo iked do sistema operacional Fireware, que gerencia trocas de chaves IKEv2 para VPNs. Os atacantes podem explorar essa falha enviando um pacote especialmente elaborado a um dispositivo afetado, provocando um estouro de buffer baseado em pilha. A WatchGuard recomenda que os clientes atualizem seus sistemas imediatamente, com versões corrigidas já disponíveis. A vulnerabilidade afeta uma ampla gama de modelos Firebox, incluindo dispositivos de pequeno escritório e unidades empresariais maiores, com um potencial de ataque significativo, dado que a empresa protege mais de 250.000 negócios e 10 milhões de endpoints. Administradores são aconselhados a priorizar a aplicação de patches para evitar possíveis explorações, especialmente por grupos de ransomware.

Novo vírus se disfarça de app de VPN e IPTV para roubar contas bancárias

Especialistas em segurança da Cleafy identificaram um novo aplicativo malicioso chamado Mbdro Pro IP TV + VPN, que se disfarça como um serviço de VPN e streaming para Android. Este aplicativo não apenas falha em fornecer as funcionalidades prometidas, mas também instala um trojan bancário conhecido como Klopatra, que ainda não foi classificado em uma família de malwares específica. O Klopatra utiliza engenharia social para enganar os usuários e roubar suas credenciais, permitindo que os atacantes realizem transações fraudulentas. O uso de aplicativos falsos de VPN e IPTV está se tornando uma tendência crescente, com riscos ocultos mesmo em aplicativos legítimos disponíveis na Play Store. Um estudo recente da Open Technology Fund revelou que 32 VPNs comerciais, utilizadas por mais de um bilhão de pessoas, apresentam sérios problemas de segurança. Para se proteger, os usuários devem baixar aplicativos apenas de fontes confiáveis e verificar as permissões solicitadas. A situação é alarmante, pois muitos usuários, ao buscar serviços clandestinos, ignoram as soluções de segurança disponíveis.

Violação do Ransomware BlackSuit Ligada a Credenciais VPN Comprometidas

Um grande fabricante sofreu um ataque de ransomware devastador após a obtenção de credenciais VPN roubadas. O grupo cibercriminoso Ignoble Scorpius utilizou um ataque de phishing por voz para enganar um funcionário, que forneceu suas informações de login em um site falso. Com essas credenciais, os atacantes conseguiram acesso à rede e rapidamente elevaram seus privilégios, realizando um ataque DCSync para coletar credenciais administrativas adicionais.

Os invasores se moveram lateralmente pela rede, utilizando ferramentas como Advanced IP Scanner para mapear servidores valiosos e instalaram um Trojan de acesso remoto para garantir acesso contínuo. Eles comprometeram um segundo controlador de domínio, extraindo mais de 400 GB de dados sensíveis antes de implantar o ransomware BlackSuit, que criptografou centenas de máquinas virtuais, paralisando as operações da empresa.

Comprometimento generalizado de dispositivos SonicWall SSL VPN

A empresa de cibersegurança Huntress alertou sobre um comprometimento generalizado de dispositivos SonicWall SSL VPN, que permitiu o acesso a múltiplos ambientes de clientes. Os atacantes estão autenticando rapidamente em várias contas, sugerindo que possuem credenciais válidas, em vez de utilizar força bruta. Desde 4 de outubro de 2025, mais de 100 contas SonicWall em 16 clientes foram afetadas, com autenticações originadas do IP 202.155.8[.]73. Embora alguns atacantes tenham se desconectado rapidamente, outros realizaram atividades de varredura de rede e tentativas de acesso a contas locais do Windows. Este incidente segue a revelação de que arquivos de configuração de firewall armazenados em contas MySonicWall foram expostos de forma não autorizada, afetando todos os clientes que utilizam o serviço de backup em nuvem da SonicWall. A Huntress recomenda que as organizações redefinam suas credenciais e implementem autenticação multifator (MFA) para proteger suas contas administrativas e remotas. O aumento das atividades de ransomware, como a campanha Akira, que explora falhas conhecidas, destaca a importância de manter práticas de atualização de segurança rigorosas.

VPNs gratuitas riscos de privacidade e coleta de dados

O uso de VPNs gratuitas, que antes eram vistas como ferramentas de proteção online, agora levanta sérias preocupações sobre a privacidade dos usuários. Um estudo da Zimperium zLabs revelou que muitas dessas aplicações solicitam permissões excessivas e utilizam códigos desatualizados, expondo os usuários a riscos de vigilância. Algumas VPNs pedem acesso a informações sensíveis, como logs do sistema e localização em tempo real, o que pode transformá-las em ferramentas de espionagem. Além disso, muitas dessas aplicações ainda utilizam bibliotecas OpenSSL vulneráveis, como a que foi afetada pelo bug Heartbleed de 2014, e não validam corretamente os certificados, aumentando o risco de ataques man-in-the-middle. A pesquisa não revelou quais aplicativos estão envolvidos, deixando os usuários em uma posição vulnerável ao escolherem serviços gratuitos. Para garantir a segurança, é aconselhável optar por provedores que realizam auditorias independentes e que têm políticas de privacidade transparentes, evitando permissões invasivas.

Windscribe VPN torna WireGuard mais resistente a ataques quânticos

A Windscribe, provedora de serviços de VPN, anunciou uma atualização significativa em seu protocolo WireGuard, incorporando novas proteções contra a criptografia quântica. Essa atualização visa proteger os dados dos usuários contra ameaças futuras que podem surgir com o avanço da computação quântica, que possui a capacidade de decifrar métodos de criptografia tradicionais de maneira mais rápida e eficiente. Embora a Windscribe já oferecesse uma forma básica de criptografia pós-quântica, a nova implementação adiciona uma camada extra de segurança, utilizando um sistema híbrido que combina algoritmos de criptografia tradicionais com algoritmos resistentes a ataques quânticos. Essa mudança é especialmente relevante, pois a troca de chaves de criptografia, fundamental para a proteção dos dados, agora é realizada utilizando métodos que resistem a potenciais ataques de computadores quânticos. A atualização está disponível para usuários de desktop, Android e iOS, e pode ser ativada ao fazer logout e login novamente no aplicativo. A Windscribe se posiciona assim na vanguarda da segurança em VPNs, preparando-se para um futuro onde a computação quântica pode representar uma ameaça real à segurança online.

VPNs gratuitas podem ser porta de entrada para hackers

Uma pesquisa da Zimperium zLabs analisou 800 aplicativos de VPN gratuitos para Android e iOS, revelando falhas críticas de segurança. Muitos desses aplicativos apresentam comportamentos maliciosos, como vazamento de dados pessoais e falta de privacidade. Três aplicativos ainda utilizam uma versão desatualizada da biblioteca OpenSSL, tornando os usuários vulneráveis ao bug Heartbleed, que permite acesso remoto a informações sensíveis. Além disso, 1% dos aplicativos analisados são suscetíveis a ataques man-in-the-middle, possibilitando a interceptação de dados. A pesquisa também destacou problemas de permissões excessivas, como um aplicativo de iOS que solicita acesso à localização o tempo todo, o que é desnecessário para uma VPN. A falta de transparência é um problema recorrente, com 25% dos aplicativos na App Store não apresentando um manifesto de privacidade válido. Essa situação é preocupante, especialmente para empresas que adotam políticas de BYOD (Bring Your Own Device), pois os dispositivos pessoais podem comprometer a segurança dos sistemas internos.

Como escolher uma VPN para verificação de idade

Com a implementação da Lei de Segurança Online no Reino Unido, o interesse em redes privadas virtuais (VPNs) aumentou, especialmente entre novos usuários. As novas regras de verificação de idade limitam o acesso a conteúdos online, como sites para adultos e aplicativos de namoro, levando muitos a buscar VPNs como uma solução. No entanto, especialistas alertam que nem todas as VPNs são confiáveis. O artigo destaca a importância de escolher uma VPN que tenha um histórico de auditoria transparente e protocolos de segurança robustos, como OpenVPN e WireGuard. VPNs como NordVPN e ExpressVPN se destacam por suas políticas rigorosas de não registro e auditorias independentes. Além disso, é crucial considerar a localização dos servidores, pois isso impacta a capacidade de contornar restrições geográficas. O uso de VPNs gratuitas é desaconselhado, pois muitas comprometem a privacidade do usuário. A escolha de uma VPN amigável ao usuário também é fundamental, especialmente para aqueles que não têm experiência técnica. O artigo conclui que, com as novas leis, a escolha de uma VPN confiável é mais importante do que nunca para proteger a privacidade online.

Afeganistão desliga completamente a internet nem VPNs ajudam

A partir de 29 de setembro de 2025, o Afeganistão sofreu um desligamento total da internet, uma medida justificada pelas autoridades como uma forma de ‘prevenir a imoralidade’. Especialistas, no entanto, acreditam que o verdadeiro objetivo é silenciar a dissidência e restringir a comunicação entre os cidadãos. A organização de monitoramento da internet, NetBlocks, observou uma queda drástica na conectividade desde o início de setembro, culminando em um apagão total de comunicação. Neste cenário, as VPNs, que normalmente ajudam a contornar restrições governamentais, não conseguem funcionar, pois dependem de uma conexão ativa à internet. A única alternativa viável para os afegãos são a internet via satélite e cartões SIM estrangeiros, que, no entanto, apresentam barreiras de custo e disponibilidade. A situação é alarmante, pois a falta de acesso à internet impacta negativamente todos os aspectos da vida dos cidadãos, incluindo educação, saúde e emprego. A especialista Felicia Anthonio, da Access Now, destaca que essa medida é uma tentativa de controle da informação e um ataque aos direitos humanos, especialmente para mulheres, jornalistas e comunidades marginalizadas. A comunidade internacional é chamada a agir em apoio aos direitos humanos no Afeganistão, onde o uso de desligamentos de internet se torna uma prática comum entre regimes autoritários.

Jogadores estão abusando de VPNs para jogar EA FC26 e prejudicando o jogo

Um erro de precificação regional em EA Sports FC 26 permitiu que jogadores utilizassem VPNs para comprar FC points a preços extremamente baixos. Ao se conectarem a servidores VPN na Indonésia, os usuários conseguiram adquirir 18.500 FC points, normalmente avaliados em mais de 120 dólares, por menos de 1 dólar. Essa prática, considerada uma exploração do sistema, levou a relatos de banimentos de contas por parte da EA. Embora o uso de VPNs possa oferecer benefícios legítimos, como maior privacidade e segurança, a utilização para manipular preços é vista como uma violação das regras do jogo. A EA ainda não confirmou oficialmente os banimentos, mas a recomendação é que jogadores desativem o crossplay para evitar interações com contas que possam ter se beneficiado do erro. O incidente destaca a necessidade de uma vigilância mais rigorosa sobre o uso de tecnologias que, embora úteis, podem ser mal utilizadas para obter vantagens injustas em jogos online.

Contas VPN da SonicWall comprometidas por ransomware Akira

O ransomware Akira está explorando a vulnerabilidade CVE-2024-40766 para acessar dispositivos VPN SSL da SonicWall, mesmo em contas que utilizam autenticação multifator (MFA). Pesquisadores de segurança, como os da Arctic Wolf Labs, relataram um aumento nos logins maliciosos em instâncias da SonicWall SSL VPN, sugerindo que os atacantes conseguiram comprometer as sementes de senhas de uso único (OTP), permitindo que contornassem as proteções de MFA. Apesar de a SonicWall ter lançado patches e recomendado a redefinição de credenciais, os ataques continuam a ocorrer. O Google identificou um grupo de ameaças, denominado UNC6148, que está utilizando credenciais e sementes de OTP roubadas em campanhas de ataque direcionadas a dispositivos SonicWall SMA 100, que estão fora de suporte. Isso levanta preocupações significativas sobre a eficácia das medidas de segurança implementadas, uma vez que os atacantes estão conseguindo autenticar-se em contas protegidas por MFA. A situação destaca a necessidade de vigilância contínua e de ações proativas para proteger as infraestruturas de TI contra essas ameaças emergentes.

Projeto de lei em Michigan ameaça o discurso político e o uso de VPNs

Um projeto de lei em Michigan, conhecido como ‘Anticorruption of Public Morals Act’, propõe a proibição do uso e promoção de ferramentas de contorno, como VPNs, para acessar conteúdos restritos. Essa legislação, que visa a verificação de idade para acesso a conteúdos adultos, pode transformar provedores de serviços de internet (ISPs) em responsáveis por monitorar e bloquear o acesso a essas ferramentas, resultando em multas de até $500.000 por não conformidade. A proposta gera preocupações sobre a segurança na internet e a liberdade de expressão, pois pode criar um precedente perigoso para a censura online nos Estados Unidos. A Proton VPN expressou sua preocupação, afirmando que a medida pode prejudicar a privacidade e segurança dos usuários, além de potencialmente abrir caminho para legislações mais restritivas em outros estados. Embora a proposta ainda não tenha sido aprovada, seu impacto pode ser significativo, afetando a forma como os cidadãos acessam informações e se comunicam online.

EventVPN um modelo de anúncios focado em privacidade para VPNs gratuitas

O mercado de VPNs gratuitas enfrenta uma crise, com um aumento na demanda levando a uma proliferação de aplicativos inseguros e fraudulentos. Muitos desses serviços são desenvolvidos por atores mal-intencionados que monetizam dados dos usuários através de anúncios invasivos ou, em casos extremos, espalham malware. O EventVPN, criado pela ExpressVPN, surge como uma alternativa, oferecendo acesso gratuito e ilimitado sem comprometer a privacidade do usuário. Ao contrário de outros serviços freemium que limitam o uso ou oferecem recursos básicos, o EventVPN combina uma infraestrutura de VPN premium com um modelo de anúncios que prioriza a privacidade. Utilizando sistemas de publicidade da Apple, o EventVPN promete desvincular os dados do usuário do processo de publicidade, permitindo que os usuários desfrutem de recursos como streaming seguro e suporte a P2P sem restrições de largura de banda. Embora a experiência do usuário inclua anúncios, há a opção de um plano premium que elimina esses anúncios. A proposta é inovadora, mas ainda resta saber se conseguirá realmente transformar o mercado de VPNs gratuitas, que atualmente carece de qualidade e segurança.

Desapareça online extensões de VPN da Windscribe recebem atualização de privacidade

A Windscribe VPN lançou uma nova funcionalidade chamada Anti-Fingerprinting, disponível nas extensões do Chrome e Edge, que visa aumentar a privacidade dos usuários ao limitar o rastreamento online. Essa atualização é especialmente relevante em um cenário onde técnicas de rastreamento, como o fingerprinting de navegador, estão se tornando mais comuns, substituindo os cookies tradicionais. O fingerprinting coleta informações sobre o dispositivo e o navegador do usuário, criando um perfil único que pode ser utilizado para rastreamento persistente e publicidade direcionada. A nova funcionalidade da Windscribe atua ’enganando’ essas características, dificultando a formação de um perfil preciso. Além disso, a extensão já oferece bloqueio de anúncios, proteção contra vazamentos de WebRTC e a possibilidade de simular localização, fuso horário e idioma. A Windscribe destaca que a combinação da extensão com seu aplicativo VPN proporciona uma proteção ainda mais robusta, garantindo que a privacidade do usuário seja mantida tanto em nível de dispositivo quanto de navegador.

ExpressVPN lança serviço gratuito de VPN para combater riscos

A ExpressVPN lançou o EventVPN, um novo software de VPN gratuito e seguro, com o objetivo de oferecer privacidade premium sem custo. O serviço surge em resposta ao aumento de aplicativos de VPN gratuitos de baixa qualidade, que frequentemente comprometem a segurança dos usuários. O EventVPN combina recursos avançados de segurança com um modelo de publicidade focado na privacidade, permitindo que os usuários acessem servidores em mais de 35 países. A versão gratuita cobre um dispositivo, enquanto a versão paga permite até oito dispositivos e acesso a mais de 125 locais. Shay Peretz, COO da ExpressVPN, enfatiza que a privacidade deve ser um direito humano acessível a todos. O EventVPN se destaca por não gerenciar dados pessoais dos usuários, utilizando validação de conta da Apple para garantir anonimato. Com a crescente demanda por VPNs devido a censura e restrições na internet, a ExpressVPN busca oferecer uma alternativa segura e confiável, evitando os riscos associados a aplicativos gratuitos inseguros, que podem expor dados pessoais ou introduzir malware nos dispositivos dos usuários.

SonicWall orienta clientes a trocar senhas após vazamento de dados

A SonicWall alertou seus clientes sobre a necessidade urgente de redefinir senhas administrativas e de usuários em seus ambientes de firewall, após um vazamento de arquivos de backup do serviço MySonicWall. Entre 10 e 15 de setembro, um ator desconhecido explorou uma vulnerabilidade zero-day no sistema de upload de arquivos do portal, obtendo acesso a arquivos de configuração XML que continham credenciais criptografadas, chaves pré-compartilhadas de VPN e segredos de acesso à gestão. Embora os arquivos estivessem criptografados, a SonicWall confirmou que parâmetros de criptografia fracos permitiriam que adversários habilidosos quebrassem a proteção em poucas horas. A empresa recomenda que os clientes desativem interfaces de gerenciamento expostas à WAN e redefinam todas as contas de usuários locais, além de regenerar chaves de VPN e atualizar credenciais em servidores de autenticação. A SonicWall também enfatiza a importância de monitorar logs de auditoria para detectar atividades anômalas e promete lançar atualizações de firmware para corrigir a falha no portal MySonicWall.

Um grande retrocesso para a privacidade a indústria de VPN se manifesta contra o Chat Control

A indústria de VPNs expressou forte oposição ao projeto de lei dinamarquês conhecido como Chat Control, que visa obrigar serviços de mensagens a escanear chats de usuários em busca de material de abuso sexual infantil (CSAM). A VPN Trust Initiative (VTI), um consórcio de provedores de VPN, alertou que a proposta pode comprometer os padrões de criptografia, essenciais para a privacidade digital. O projeto exige que mensagens sejam escaneadas antes de serem criptografadas, o que, segundo especialistas, cria vulnerabilidades de segurança. Críticos, como Emilija Beržanskaitė da VTI, afirmam que a criptografia deve proteger todos ou ninguém. A proposta, que já enfrenta resistência de vários países da UE, pode ser aprovada em breve, com um prazo até 14 de outubro. Mais de 500 cientistas em criptografia assinaram uma carta alertando sobre os riscos da proposta. Apesar do apoio de 15 países, a oposição está crescendo, com oito nações já se manifestando contra. A VTI defende que a solução para a segurança infantil deve ser baseada em investigações direcionadas e não em escaneamento indiscriminado que compromete a privacidade de todos.

Mullvad introduz QUIC para disfarçar tráfego do WireGuard

A Mullvad, provedora de VPN, lançou uma nova funcionalidade de ofuscação QUIC para o protocolo WireGuard em suas aplicações desktop. Essa atualização visa dificultar a identificação e bloqueio do tráfego de VPN por firewalls sofisticados, especialmente em regiões com forte censura, como China e Rússia. O QUIC, que significa Quick UDP Internet Connections, é um protocolo de transporte leve e rápido, desenvolvido pelo Google, que melhora a latência e a resistência à perda de pacotes. A ofuscação QUIC encapsula os pacotes UDP do WireGuard dentro do QUIC, fazendo com que pareçam tráfego web comum e criptografado. Essa funcionalidade está disponível nas versões mais recentes dos aplicativos para Windows e Mac, e será implementada em futuras atualizações para Android e iOS. A Mullvad reafirma seu compromisso com o WireGuard, já que planeja descontinuar o suporte ao OpenVPN em 2026. A tendência de oferecer ferramentas de anti-censura está crescendo entre provedores de VPN, que buscam maneiras de garantir acesso à internet livre e aberta para seus usuários.

A Vigilância Online e o Impacto da Lei de Segurança no Reino Unido

Desde a introdução da Lei de Segurança Online (OSA) no Reino Unido, em 2022, houve um aumento significativo no uso de VPNs e na busca por métodos alternativos para acessar conteúdo restrito. A OSA, que visa proteger crianças e adultos online, resultou em um aumento de 56% nas buscas por informações sobre VPNs e um impressionante aumento de 1.800% nos downloads do ProtonVPN. No entanto, a lei também gerou preocupações sobre privacidade, especialmente com a exigência de verificação de idade para sites pornográficos e a possibilidade de escaneamento de mensagens em aplicativos de mensagens antes da criptografia. Essa abordagem levanta questões sobre a segurança dos dados pessoais dos usuários e a eficácia das tecnologias de verificação. Além disso, a OSA pode levar a um aumento na busca por identidades falsas e acesso à dark web, o que representa um risco adicional. Embora a OSA não imponha uma censura total, suas implicações para a privacidade e a segurança online são significativas e podem servir como um alerta para outros países, incluindo o Brasil, sobre os desafios da regulamentação da internet.

Usar ou não usar VPN? Surfshark apresenta resposta inusitada

No dia 20 de agosto, em Shoreditch, Londres, a Surfshark realizou uma ação de marketing inusitada para promover o uso de VPNs. O artista de rua KingMurals criou um mural ao vivo, destacando a importância das VPNs de forma divertida e acessível. O mural continha a palavra ‘VPN’ repetida 23 vezes, acompanhada de mensagens absurdas que enfatizavam que, independentemente de suas funções, o importante é que uma VPN faça seu trabalho. A campanha visa desmistificar o uso de VPNs, que muitas vezes é cercado por jargões técnicos, tornando a decisão de proteger a identidade digital mais simples e direta. Regimantas Urbanas, CMO da Surfshark, destacou que a simplicidade é uma prioridade para os consumidores, que buscam aplicativos intuitivos e informações claras. A ação também reflete um aumento no uso de VPNs, impulsionado por novas regulamentações de verificação de idade no Reino Unido e uma crescente conscientização sobre privacidade digital. A Surfshark acredita que não usar uma VPN está se tornando uma opção inviável, reforçando a ideia de que as VPNs são essenciais no cotidiano.

Windscribe facilita uso e personalização de seu aplicativo VPN

A Windscribe lançou uma atualização significativa para seu aplicativo VPN, focando na facilidade de uso e personalização. As mudanças incluem uma tela inicial mais limpa, uma seção de configurações simplificada e acesso mais rápido a configurações importantes. Os usuários agora podem escolher entre temas de interface, como o Alpha e o minimalista Van Gogh, além de modos claro e escuro para dispositivos móveis. A nova seção ‘Look and Feel’ permite personalizar ainda mais a experiência, com opções para adicionar fundos e sons personalizados ao conectar ou desconectar da VPN. A atualização também facilita o acesso a configurações cruciais, como o Auto-Secure, que ativa automaticamente a VPN em redes não confiáveis, e a troca de protocolos, que agora é feita com um único clique. Embora as opções de personalização sejam divertidas, elas também melhoram a usabilidade, especialmente para novos usuários que podem achar a interface anterior complexa. A Windscribe oferece uma versão gratuita e uma versão Pro, com preços acessíveis a partir de $5,75 por mês.

ExpressVPN Diferenças entre os planos Basic, Advanced e Pro

A ExpressVPN, uma das principais fornecedoras de serviços de VPN, introduziu recentemente três níveis de assinatura: Basic, Advanced e Pro. Cada plano oferece diferentes recursos e preços, permitindo que os usuários escolham a opção que melhor atende às suas necessidades. O plano Basic, por exemplo, oferece acesso à VPN e uma ferramenta de bloqueio de anúncios, cobrindo até 10 dispositivos, com preços a partir de $3,49 por mês em um plano de dois anos. O plano Advanced inclui um gerenciador de senhas e monitoramento de identidade, além de suportar até 12 dispositivos, com preços a partir de $4,49 por mês. Já o plano Pro, o mais completo, oferece proteção para até 14 dispositivos, um endereço IP dedicado e cinco dias de dados eSIM ilimitados, com preços a partir de $7,49 por mês. Todos os planos vêm com uma garantia de devolução do dinheiro em 30 dias, permitindo que os usuários testem o serviço sem riscos. Essa nova estrutura de preços facilita a escolha do plano ideal, especialmente para usuários casuais que buscam segurança online e acesso a conteúdos restritos geograficamente.

Rede ucraniana é flagrada em ataques cibernéticos massivos

Pesquisadores de cibersegurança identificaram uma rede de IPs ucranianos envolvida em campanhas massivas de força bruta e ‘password spraying’ direcionadas a dispositivos SSL VPN e RDP entre junho e julho de 2025. A atividade se originou de um sistema autônomo baseado na Ucrânia, o FDN3 (AS211736), que faz parte de uma infraestrutura abusiva mais ampla, incluindo outras redes ucranianas e um sistema baseado nas Seychelles. Essas redes, alocadas em agosto de 2021, frequentemente trocam prefixos IPv4 para evitar bloqueios e continuar suas atividades maliciosas. Os ataques, que atingiram um pico recorde entre 6 e 8 de julho de 2025, são utilizados por grupos de ransomware como vetor inicial para invadir redes corporativas. A análise também revelou conexões com provedores de hospedagem ‘bulletproof’, que oferecem anonimato e facilitam a continuidade das atividades maliciosas. A situação é preocupante, pois destaca a vulnerabilidade de tecnologias amplamente utilizadas, como VPNs e RDPs, que são alvos frequentes de ataques cibernéticos.

Alerta Crítico - Ataques Ucranianos Intensificam Assaltos a VPNs e RDP

Entre junho e julho de 2025, uma campanha coordenada de ataques de força bruta e password-spraying visou dispositivos SSL VPN e RDP em todo o mundo, com foco em sistemas interconectados registrados na Ucrânia e nas Seychelles. Analistas de segurança identificaram a atividade como sendo atribuída ao FDN3 (AS211736), controlado por Dmytro Nedilskyi, que realizou centenas de milhares de tentativas de login em um curto período. Os ataques utilizaram listas de credenciais conhecidas e visaram portas RDP e SSL VPN, com uma taxa de tentativas de 5.000 a 10.000 por hora. A infraestrutura dos atacantes é altamente evasiva, utilizando trocas de prefixos para evitar bloqueios e manter a pressão sobre os alvos. As organizações são aconselhadas a adotar estratégias proativas de detecção e resposta, utilizando serviços de inteligência de ameaças para mitigar esses ataques antes que ocorram. A situação representa um risco significativo para empresas que utilizam essas tecnologias, especialmente em um cenário onde a proteção de dados é crucial.

VPN gratuita captura telas de usuários do Chrome sem autorização

A Koi Security, empresa especializada em segurança digital, revelou que a VPN gratuita FreeVPN.One está comprometendo a privacidade de seus usuários ao capturar prints de tela de cada página visitada no navegador Chrome, sem o consentimento dos mesmos. A extensão da VPN, que deveria proteger a privacidade online, na verdade, aguarda o carregamento completo das páginas para garantir que as capturas sejam completas. Segundo a empresa, a justificativa apresentada pela FreeVPN.One para essa prática é a detecção de ameaças através de inteligência artificial, mas isso levanta sérias questões sobre a invasão de privacidade, uma vez que o simples envio do URL da página seria suficiente para identificar potenciais riscos. Além disso, a VPN também registra a localização do usuário por meio do endereço IP, acessando todos os sites visitados. O desenvolvedor da extensão, que se manteve anônimo, alegou que as capturas não são armazenadas permanentemente nem compartilhadas, mas não apresentou provas concretas para respaldar suas afirmações. Essa situação destaca os riscos associados ao uso de VPNs gratuitas, que frequentemente comprometem a segurança e a privacidade dos usuários em troca de serviços aparentemente benéficos.