Valve

Promotora de Nova York processa Valve por jogos de azar com loot boxes

A Procuradora Geral de Nova York, Letitia James, processou a Valve Corporation, desenvolvedora e publicadora de jogos, por supostamente facilitar atividades de jogo ilegal entre crianças e adolescentes através de loot boxes em sua plataforma Steam. A Valve, que opera um dos maiores serviços de distribuição digital de jogos do mundo, é acusada de violar as leis de jogo do estado ao permitir que jogadores ganhem prêmios virtuais aleatórios que podem ser trocados por dinheiro real, semelhante a máquinas caça-níqueis. James destacou que essas práticas são prejudiciais e viciantes, especialmente para os jovens, e que a Valve lucrou bilhões com isso. O processo se concentra em jogos populares como Counter-Strike 2, Team Fortress 2 e Dota 2, onde os jogadores podem adquirir itens valiosos, com alguns itens alcançando preços superiores a um milhão de dólares. A Procuradora Geral pediu ao tribunal que proíba permanentemente a Valve de operar loot boxes no estado e que devolva os lucros obtidos com essa prática. O caso levanta preocupações sobre a introdução de jogos de azar entre crianças, que têm maior probabilidade de desenvolver problemas relacionados ao jogo na vida adulta.

Microsoft reconhece ameaça do SteamOS, mas promessas são tardias

O artigo da TechRadar analisa a evolução do mercado de jogos para PC e a resposta tardia da Microsoft ao crescimento do SteamOS, sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela Valve. Historicamente, o Windows foi a plataforma dominante para jogos, mas a falta de inovação e a complacência da Microsoft permitiram que a Valve emergisse como uma concorrente séria. O Steam, lançado em 2003, tornou-se a principal loja de jogos para PC, representando cerca de 75% das vendas até 2013. A introdução do SteamOS em 2014 e do Proton, uma camada de compatibilidade que permite que jogos do Windows rodem no Linux, desafiou a supremacia do Windows. Além disso, o Steam Deck, um console portátil que utiliza o SteamOS, demonstrou a viabilidade de uma alternativa ao Windows para jogos. A Microsoft, percebendo a ameaça, começou a vender seus jogos no Steam em 2019, mas a sua resposta foi considerada insuficiente e tardia, especialmente em um cenário onde o Windows 11 apresenta problemas de usabilidade para jogos em dispositivos portáteis. O artigo conclui que a complacência da Microsoft pode ter consequências negativas para sua posição no mercado de jogos para PC.