Unc3886

Grupo de hackers chinês invade operadoras de telecomunicações em Cingapura

O grupo de hackers chinês conhecido como UNC3886 comprometeu as quatro maiores operadoras de telecomunicações de Cingapura - Singtel, StarHub, M1 e Simba - pelo menos uma vez no último ano. Embora os invasores tenham conseguido acesso limitado a sistemas críticos, não houve interrupções nos serviços. Em resposta, Cingapura lançou a ‘Operação Cyber Guardian’ para conter a atividade do grupo nas redes das operadoras. A Agência de Cibersegurança de Cingapura (CSA) revelou que os atacantes utilizaram um exploit de zero-day para contornar firewalls e roubar dados técnicos. Além disso, foi identificado o uso de rootkits para manter a furtividade e persistência durante o ataque. Apesar da confirmação de comprometimento, as autoridades não encontraram evidências de acesso ou roubo de dados sensíveis de clientes. A CSA e a Autoridade de Desenvolvimento de Mídia e Telecomunicações (IMDA) mobilizaram mais de cem investigadores de seis agências governamentais para investigar a situação. O Ministro do Desenvolvimento Digital e Informação de Cingapura, Josephine Teo, destacou que, embora o ataque não tenha causado danos significativos, é um lembrete da importância do trabalho dos defensores cibernéticos.

Grupo de espionagem cibernética UNC3886 ataca telecomunicações de Cingapura

A Agência de Cibersegurança de Cingapura (CSA) revelou que o grupo de espionagem cibernética vinculado à China, conhecido como UNC3886, lançou uma campanha direcionada contra o setor de telecomunicações do país. Todos os quatro principais operadores de telecomunicações de Cingapura – M1, SIMBA Telecom, Singtel e StarHub – foram alvos dos ataques. O grupo, ativo desde pelo menos 2022, utiliza dispositivos de borda e tecnologias de virtualização para obter acesso inicial. Em um incidente, UNC3886 empregou um exploit de zero-day para contornar um firewall e extrair dados técnicos. Além disso, o grupo utilizou rootkits para garantir acesso persistente e ocultar suas atividades. Apesar das invasões, a CSA afirmou que não houve evidências de exfiltração de dados pessoais dos clientes e que as operações de telecomunicações não foram severamente afetadas. Para mitigar a ameaça, a CSA lançou a operação CYBER GUARDIAN, que resultou na implementação de medidas de remediação e no fechamento de pontos de acesso do grupo. A situação destaca a crescente preocupação com a segurança cibernética em setores críticos e a necessidade de vigilância contínua.