<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Uat-10147 on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/uat-10147/</link><description>Recent content in Uat-10147 on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 24 Aug 2026 07:23:57 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/uat-10147/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Grupo cibercriminoso UAT-10147 ataca servidores web globalmente</title><link>https://brdefense.center/news/grupo-cibercriminoso-uat-10147-ataca-servidores-we/</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 07:23:57 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/grupo-cibercriminoso-uat-10147-ataca-servidores-we/</guid><description>&lt;p>Pesquisadores de cibersegurança revelaram detalhes sobre o grupo de cibercrime UAT-10147, que está atacando servidores web Windows e Linux em setores como educação, mídia, tecnologia e jogos. A maioria dos alvos está localizada no Brasil, Bolívia, China, Canadá e Vietnã. O grupo utiliza vulnerabilidades conhecidas para obter acesso inicial e emprega ferramentas de inteligência artificial (IA) para automatizar operações de intrusão e persistência. A análise de um diretório exposto revelou uma lista de cerca de 170.000 URLs, com os principais alvos nos EUA, Índia, Reino Unido, Alemanha e Países Baixos. O grupo realiza fraudes de SEO e roubo de dados, utilizando uma combinação de frameworks de código aberto e exploits para escalar privilégios e instalar malware. Entre as ferramentas utilizadas estão EfsPotato, Quasar RAT e SPECTRE, um backdoor cross-platform. O uso de IA, como o framework DeepAudit, sugere que os atacantes podem estar se preparando para identificar vulnerabilidades em ambientes-alvo ou melhorar sua própria postura defensiva. O impacto potencial é significativo, especialmente considerando a conformidade com a LGPD e a necessidade de ações rápidas por parte dos CISOs brasileiros.&lt;/p></description></item></channel></rss>