Telnet

Falha crítica no Linux expõe 800 mil servidores a invasão sem senha

Uma falha crítica de autenticação no Telnet, identificada como CVE-2026-24061, expôs cerca de 800 mil servidores a invasões sem necessidade de senha. A vulnerabilidade afeta versões do telnetd GNU InetUtils desde 1.9.3 até 2.7, sendo corrigida apenas na versão 2.8, lançada em 20 de janeiro de 2026. A empresa de segurança Shadowserver está monitorando os endereços IP afetados, com a maioria localizada na Ásia (380 mil), América do Sul (170 mil) e Europa (100 mil). Apesar da correção, muitos dispositivos, especialmente aqueles que operam com sistemas legados e Internet das Coisas, podem ainda estar vulneráveis. Desde a divulgação da falha, atividades maliciosas foram detectadas, com 83% dos ataques visando o usuário root. Os atacantes tentaram executar malwares Python, mas falharam devido à falta de diretórios e binários. Para mitigar o risco, recomenda-se desabilitar o serviço telnetd vulnerável ou bloquear a porta TCP 23 nos firewalls.

Cibersegurança Vulnerabilidade crítica no servidor Telnet do GNU InetUtils

A Shadowserver, entidade de monitoramento de segurança na internet, identificou quase 800 mil endereços IP com impressões digitais de Telnet, em meio a ataques que exploram uma vulnerabilidade crítica de bypass de autenticação no servidor telnetd do GNU InetUtils. Essa falha de segurança, identificada como CVE-2026-24061, afeta versões do GNU InetUtils de 1.9.3 a 2.7, sendo corrigida na versão 2.8, lançada em 20 de janeiro. A vulnerabilidade permite que um cliente malicioso se conecte ao servidor telnetd e se logue como root, ignorando os processos normais de autenticação, ao enviar um valor específico na variável de ambiente USER. A atividade maliciosa começou logo após a divulgação da vulnerabilidade, com tentativas de exploração detectadas em 21 de janeiro, utilizando 18 endereços IP em 60 sessões Telnet. Embora a maioria dos ataques pareça automatizada, alguns foram realizados por operadores humanos. Administradores de sistemas são aconselhados a desativar o serviço telnetd vulnerável ou bloquear a porta TCP 23 em seus firewalls, caso não consigam atualizar imediatamente seus dispositivos.

Falha crítica na rede do GNU permite acesso total sem login

Uma falha de segurança crítica foi identificada no daemon telnet InetUtils do sistema GNU, que permite a hackers obter acesso total a servidores sem a necessidade de autenticação. Classificada como CVE-2026-24061, a vulnerabilidade recebeu uma pontuação de 9,8 em 10, indicando seu nível crítico. O problema reside na manipulação da variável de ambiente USER, onde um atacante pode usar o valor -f root para contornar a autenticação e se logar como root. Essa falha, que passou despercebida por 11 anos, foi introduzida em um commit de 2015 e afeta todas as versões do InetUtils entre 1.9.3 e 2.7. A descoberta foi feita por Kyu Neushwaistein em 19 de janeiro de 2026, e, segundo a empresa de segurança GreyNoise, já houve tentativas de exploração da vulnerabilidade em pelo menos 21 endereços IP em várias partes do mundo. Para mitigar o problema, recomenda-se aplicar patches, restringir o acesso ao serviço telnet e, como solução temporária, desabilitar o servidor telnetd ou customizar o login para bloquear o parâmetro -f.

Vulnerabilidade crítica no telnetd do GNU InetUtils exposta após 11 anos

Uma falha de segurança crítica foi revelada no daemon telnet do GNU InetUtils, afetando todas as versões desde a 1.9.3 até a 2.7. Classificada como CVE-2026-24061, a vulnerabilidade possui uma pontuação de 9.8 no sistema CVSS, indicando seu alto risco. O problema permite que um atacante contorne a autenticação remota ao manipular a variável de ambiente USER com o valor ‘-f root’. Isso resulta em um login automático como root, comprometendo a segurança do sistema. A falha foi introduzida em um commit de código em março de 2015 e descoberta recentemente por um pesquisador de segurança. Nos últimos dias, 21 endereços IP únicos foram identificados tentando explorar essa vulnerabilidade, todos marcados como maliciosos e originários de países como Hong Kong, EUA, Japão e Alemanha. Para mitigar os riscos, recomenda-se aplicar patches atualizados e restringir o acesso à porta telnet apenas a clientes confiáveis. Alternativamente, os usuários podem desativar o servidor telnetd ou utilizar uma ferramenta de login personalizada que não permita o parâmetro ‘-f’.