<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Tds on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/tds/</link><description>Recent content in Tds on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 04 Jun 2026 09:34:38 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/tds/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Operação de malware disfarçada de projetos open-source é descoberta</title><link>https://brdefense.center/news/operacao-de-malware-disfarcada-de-projetos-open-so/</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 09:34:38 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/operacao-de-malware-disfarcada-de-projetos-open-so/</guid><description>&lt;p>Pesquisadores de cibersegurança identificaram uma operação em larga escala que se disfarça de projetos de código aberto e freeware para redirecionar usuários desavisados a um Sistema de Distribuição de Tráfego (TDS) e entregar famílias de malware, como Remus Stealer, AnimateClipper e o framework SessionGate. Os sites envolvidos são bem projetados e imitam portais legítimos, utilizando uma camada de JavaScript hospedada no CloudFront que transforma cliques em downloads em redirecionamentos para o TDS. Essa operação visa aquisição e monetização de tráfego, levando usuários a uma infraestrutura de entrega de malware. Os ataques visam especificamente usuários que buscam ferramentas de segurança em motores de busca, como o Google, fazendo com que esses sites falsos apareçam no topo dos resultados. A análise de telemetria do VirusTotal revelou entre 2.000 a 3.500 submissões de amostras associadas à família SessionGate, com a maioria das submissões originárias de países como Turquia, Polônia, Brasil e Alemanha. O objetivo final da infecção é entregar um payload único por cliente, dificultando a análise e a recuperação do payload. Essa situação representa um risco significativo para usuários que buscam ferramentas de segurança, especialmente no Brasil, onde a popularidade de tais ferramentas pode ser explorada por cibercriminosos.&lt;/p></description></item></channel></rss>