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Annas Archive disponibiliza músicas do Spotify para download em meio a processos

O repositório clandestino Anna’s Archive, após enfrentar processos judiciais nos Estados Unidos movidos pelo Spotify, mudou seu domínio para a Groenlândia e começou a liberar músicas do serviço de streaming para download. O site, que anteriormente apenas indexava metadados das faixas, agora disponibiliza até 2,8 milhões de músicas, totalizando cerca de 6 terabytes de dados. A adição de 47 novos torrents, cada um contendo cerca de 60.000 arquivos, foi notada por usuários no último domingo (8). Embora o Anna’s Archive tenha removido temporariamente a seção dedicada ao Spotify após os processos, a nova listagem de downloads sugere que a plataforma pode continuar a expandir seu acervo. Até o momento, nem o Anna’s Archive nem o Spotify comentaram sobre a situação. Este incidente levanta questões sobre a legalidade do compartilhamento de conteúdo protegido por direitos autorais e os riscos associados ao uso de repositórios piratas.

Annas Archive perde domínio .pm e registra novo site na Groenlândia

O Anna’s Archive, uma biblioteca clandestina, enfrenta uma intensa batalha legal contra o Spotify, que resultou na perda de vários domínios, incluindo o recente .pm, devido à pressão dos EUA. O site, que armazena uma vasta coleção de músicas e outros conteúdos, foi processado pelo Spotify por supostamente obter centenas de terabytes de dados da plataforma. Após a perda do domínio .org, o Anna’s Archive optou por não divulgar mais os metadados do Spotify, mas a pressão legal continua. Em resposta, o repositório registrou um novo domínio na Groenlândia, o annas-archive.gl, utilizando servidores que dificultam o cumprimento de ordens judiciais dos EUA. Essa estratégia geopolítica reflete a tensão entre a Dinamarca e os Estados Unidos, que têm interesse na ilha. Apesar disso, a tática não é infalível, como demonstrado pelo caso do The Pirate Bay, que também foi suspenso na Groenlândia. A situação levanta questões sobre a eficácia das medidas antipirataria e a proteção de conteúdos digitais na era da informação.

Spotify e gravadoras processam Annas Archive por US 13 trilhões

O Spotify, em colaboração com grandes gravadoras como Universal Music Group, Sony Music Entertainment e Warner Music Group, processou o repositório clandestino Anna’s Archive por violação massiva de direitos autorais. A ação judicial, que exige uma indenização exorbitante de US$ 13 trilhões, surge após o vazamento de 300 TB de músicas, incluindo 86 milhões de faixas do catálogo do Spotify. Este número representa 99,6% das reproduções na plataforma e cerca de 37% do total de 256 milhões de faixas disponíveis. Após o incidente, o Spotify desativou contas de usuários que estavam extraindo dados ilegalmente e moveu uma ação judicial no final de 2025. O juiz Jed S. Rakoff concedeu uma liminar que proíbe o Anna’s Archive de distribuir os arquivos extraídos, enquanto provedores de serviços como a Cloudflare também estão impedidos de hospedar o repositório. O caso destaca a crescente preocupação com a segurança e a proteção de direitos autorais na era digital, especialmente em um cenário onde a pirataria e o vazamento de dados se tornam cada vez mais comuns.

Spotify enfrenta desafios legais contra repositório clandestino

O Spotify está em uma batalha judicial contra o Anna’s Archive, um repositório virtual que alega ter obtido ilegalmente uma vasta biblioteca de músicas da plataforma. Nos Estados Unidos, decisões judiciais resultaram na suspensão dos domínios .org, .in e .se, mas a aplicação dessas ordens enfrenta resistência em outros países. Para se proteger, o Anna’s Archive migrou seus servidores para Njalla, um domínio que prioriza a privacidade e a proteção contra ordens judiciais. A corte americana emitiu uma liminar para cobrir todos os domínios do Anna’s Archive, mas a resposta de instituições em outros países, como a Suécia e a França, tem sido de não acatar automaticamente as decisões dos EUA, exigindo ordens locais. Enquanto isso, o site desabilitou downloads de torrents de música, possivelmente como uma medida para mitigar a pressão legal. A situação continua a evoluir, e o futuro do Anna’s Archive permanece incerto, com a expectativa de novos desdobramentos na disputa legal.

Hackers vazam 86 milhões de músicas do Spotify em violação de segurança

O Spotify confirmou uma violação de segurança que resultou no vazamento de aproximadamente 86 milhões de músicas de seu catálogo, totalizando cerca de 300 TB de dados. O ataque foi realizado pelo grupo hacker conhecido como Anna’s Archive, que se autodenomina ‘arquivista’. Utilizando uma técnica chamada ‘scraping’, o grupo extraiu uma quantidade massiva de conteúdo da plataforma de streaming, conseguindo copiar quase 99,6% das reproduções disponíveis. O Spotify, em resposta ao incidente, desativou contas de usuários maliciosos e implementou medidas de segurança adicionais para prevenir novos vazamentos. Apesar da gravidade do ataque, a empresa afirmou que os usuários da plataforma não foram afetados diretamente. O Anna’s Archive justificou sua ação como uma tentativa de criar um ‘arquivo de preservação’ da música na internet, o que levanta questões sobre direitos autorais e a ética do compartilhamento de dados. O incidente destaca a vulnerabilidade de plataformas de streaming e a necessidade de reforço nas medidas de segurança para proteger conteúdos digitais.

Golpes de phishing envolvendo PayPal e Spotify aumentam saiba como se proteger

Nos últimos meses, campanhas de phishing que se passam por PayPal e Spotify têm crescido de forma alarmante, especialmente após um vazamento de dados que afetou até 15,8 milhões de contas do PayPal. Os cibercriminosos estão utilizando informações obtidas para enganar usuários e roubar dados bancários. Os golpes geralmente se apresentam na forma de e-mails que solicitam a atualização de informações de pagamento, com mensagens de urgência que ameaçam a interrupção do serviço caso a ação não seja realizada rapidamente. Os e-mails maliciosos frequentemente começam com saudações impessoais, como ‘Caro usuário’, e incluem links que, ao serem clicados, podem comprometer a conta do usuário. Para se proteger, é fundamental verificar a procedência dos e-mails, evitando clicar em links suspeitos e sempre acessando diretamente os sites oficiais dos serviços. O PayPal e o Spotify oferecem orientações sobre como identificar comunicações legítimas e sugerem que os usuários mudem suas senhas ao suspeitar de atividades estranhas. A conscientização e a cautela são essenciais para evitar cair em tais armadilhas.

Spotify Lança Mensagens Diretas para Compartilhamento de Música, Levanta Preocupações de Segurança

O Spotify introduziu uma nova funcionalidade de mensagens diretas que permite aos usuários compartilhar músicas, podcasts e audiolivros diretamente no aplicativo. Disponível para usuários a partir de 16 anos em mercados selecionados, essa ferramenta visa centralizar as recomendações de conteúdo e aumentar o engajamento entre os usuários. Através de chats um-a-um, os usuários podem compartilhar faixas e reagir com emojis, facilitando a interação. Além disso, o Spotify implementou controles de privacidade, permitindo que os usuários aceitem ou rejeitem solicitações de mensagens e bloqueiem contatos indesejados.