Soc

Investimentos em SOC A chave para a segurança cibernética eficaz

As empresas atualmente são desafiadas a manter entre 6 a 8 ferramentas de detecção de ameaças, consideradas essenciais na defesa cibernética. No entanto, muitos líderes de segurança enfrentam dificuldades para justificar a alocação de recursos para suas equipes de Centro de Operações de Segurança (SOC), resultando em investimentos assimétricos. Um estudo de caso recente revelou que, apesar de oito ferramentas de segurança de e-mail falharem em detectar um ataque de phishing sofisticado direcionado a executivos, as equipes do SOC conseguiram identificar a ameaça rapidamente após relatos de funcionários. Essa eficácia se deve a um investimento equilibrado ao longo do ciclo de alerta, que não negligencia o SOC. O artigo destaca que a falta de recursos no SOC pode dificultar a identificação de ameaças e sobrecarregar os analistas com alertas, comprometendo a capacidade de investigação. A adoção de plataformas de SOC baseadas em inteligência artificial (IA) está emergindo como uma solução eficaz, permitindo que equipes pequenas realizem investigações mais profundas e reduzam significativamente os falsos positivos. O investimento em SOC não apenas maximiza o retorno sobre os investimentos em ferramentas de detecção, mas também se torna crucial à medida que as ameaças se tornam mais sofisticadas.

Como evitar o burnout em equipes de cibersegurança

O burnout nas equipes de Segurança da Informação (SOC) é um problema crescente, causado principalmente pela sobrecarga de alertas e pela falta de ferramentas adequadas. O artigo apresenta três passos práticos para mitigar esse desgaste e melhorar a eficiência das equipes. O primeiro passo é reduzir a sobrecarga de alertas, utilizando análises em tempo real que oferecem contexto completo sobre as ameaças, permitindo que os analistas priorizem e ajam com confiança. O segundo passo envolve a automação de tarefas repetitivas, liberando os analistas para se concentrarem em investigações mais complexas. A combinação de automação com análise interativa pode aumentar significativamente a eficiência das operações. Por fim, a integração de inteligência de ameaças em tempo real ajuda a minimizar o trabalho manual, permitindo que os analistas acessem dados atualizados sem precisar alternar entre várias ferramentas. Essas melhorias não apenas ajudam a prevenir o burnout, mas também tornam as equipes mais ágeis e focadas em suas atividades principais.

Centros de Operações de Segurança enfrentam sobrecarga de alertas

Os Centros de Operações de Segurança (SOC) estão sobrecarregados, com analistas lidando com milhares de alertas diariamente, muitos dos quais são falsos positivos. A falta de contexto ambiental e inteligência de ameaças relevantes dificulta a verificação rápida dos alertas realmente maliciosos. Embora as ferramentas tradicionais sejam precisas, elas falham em fornecer uma visão abrangente, permitindo que atacantes sofisticados explorem vulnerabilidades invisíveis. Para mitigar essa situação, as plataformas de gerenciamento de exposição podem transformar as operações dos SOCs, integrando inteligência de exposição diretamente nos fluxos de trabalho dos analistas. Isso melhora a visibilidade da superfície de ataque e permite uma priorização mais eficaz dos ativos críticos. A gestão contínua de exposições fornece contexto em tempo real sobre sistemas e vulnerabilidades, tornando a triagem de alertas mais eficiente. Além disso, a integração com ferramentas como EDRs e SIEMs permite que os analistas correlacionem exposições descobertas com técnicas específicas de ataque, criando uma inteligência acionável. Essa abordagem não apenas melhora a resposta a incidentes, mas também promove uma redução sistemática das exposições, contribuindo para um ambiente de segurança mais robusto.