Snapchat

Homem é condenado por hackear contas do Snapchat e roubar fotos íntimas

Um homem de Illinois foi condenado a 76 meses de prisão por hackear contas do Snapchat de mais de 750 mulheres, roubando fotos íntimas que ele posteriormente vendeu online. Kyle Svara, de 26 anos, usou táticas de engenharia social para obter códigos de acesso, se passando por representante da Snap Inc. Entre maio de 2020 e fevereiro de 2021, ele atacou mais de 4.500 vítimas, acessando ilegalmente cerca de 517 contas. Além disso, Svara foi encontrado com material de abuso sexual infantil em sua conta Mega, contradizendo suas declarações de inocência durante a investigação. Ele também ofereceu seus serviços de hacking online, visando especificamente estudantes universitárias. Outro cliente, Steve Waithe, foi condenado por contratar Svara para hackear contas de alunas de sua universidade. Este caso destaca a crescente preocupação com a segurança digital e a proteção de dados pessoais, especialmente em plataformas populares entre jovens. A condenação de Svara serve como um alerta sobre os riscos de segurança associados ao uso de redes sociais e a necessidade de medidas de proteção mais robustas.

Homem de Illinois se declara culpado por hackeamento de contas do Snapchat

Kyle Svara, um homem de 26 anos de Illinois, se declarou culpado por invadir quase 600 contas do Snapchat de mulheres para roubar fotos nuas, que ele mantinha, vendia ou trocava online. Entre maio de 2020 e fevereiro de 2021, Svara utilizou táticas de engenharia social para obter códigos de acesso de centenas de vítimas, acessando pelo menos 59 contas sem permissão. Ele enviou mensagens a mais de 4.500 alvos, se passando por representantes do Snapchat, e conseguiu coletar credenciais de aproximadamente 570 vítimas. Svara também ofereceu seus “serviços” em várias plataformas online, negociando conteúdo roubado e hackeando contas a pedido de um ex-treinador da universidade, que foi condenado por sextortion. Agora, ele enfrenta várias acusações, incluindo roubo de identidade agravado e fraude eletrônica, com penas que podem somar até 20 anos de prisão. O caso destaca a crescente preocupação com a segurança digital e a privacidade, especialmente em plataformas populares entre jovens. O julgamento de Svara está agendado para 18 de maio de 2024.