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Microsoft enfrenta problemas de busca em aplicativos do Microsoft 365

A Microsoft confirmou que alguns usuários estão enfrentando dificuldades ao realizar buscas em aplicativos do Microsoft 365, incluindo Outlook na web, Outlook desktop, SharePoint Online e OneDrive. Um relatório de incidente, rastreado sob o código MO1456424 no Microsoft 365 Admin Center, indica que a causa raiz é uma recente implementação que gerou problemas de utilização de recursos. A empresa afirmou que a investigação revelou uma ineficiência na utilização de recursos, resultando em impacto para usuários que dependem da infraestrutura afetada. A Microsoft já desenvolveu uma correção e a implementou para reduzir a pressão sobre os recursos e restaurar o serviço para todos os usuários afetados. Embora a empresa ainda não tenha especificado quais regiões foram impactadas, a situação foi classificada como um incidente, o que geralmente indica um problema crítico de serviço com impacto perceptível para os usuários. Este não é o primeiro incidente desse tipo; no ano passado, a Microsoft lidou com problemas semelhantes que afetaram a busca de arquivos em seus serviços. Além disso, a empresa também enfrentou uma grande interrupção em julho, que afetou serviços como Azure e Microsoft 365 na América do Norte, devido a um erro em seu sistema de manutenção de rede automatizado.

Gangues de ransomware exploram vulnerabilidade crítica do SharePoint

A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) confirmou que gangues de ransomware começaram a explorar uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código no Microsoft SharePoint, identificada como CVE-2026-45659. Essa falha, que permite a execução de código arbitrário em servidores SharePoint não corrigidos, foi classificada como ativamente explorada desde julho. A vulnerabilidade resulta de uma fraqueza na desserialização de dados não confiáveis, permitindo que atacantes com privilégios baixos realizem ataques de baixa complexidade. A CISA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de vulnerabilidades conhecidas e ordenou que agências federais protegessem seus servidores em um prazo de três dias. A agência também recomendou que as equipes de segurança monitorassem os servidores afetados, aplicassem os patches mais recentes da Microsoft e utilizassem o Microsoft Defender Antivirus para detectar e remediar possíveis compromissos. Atualmente, mais de 8.500 servidores SharePoint estão expostos online, com mais de 200 deles sem correções para essa vulnerabilidade. A situação é alarmante, pois a exploração de falhas no SharePoint tem sido um vetor frequente de ataque para atores maliciosos, representando riscos significativos para a segurança cibernética.

Hackers comprometem servidores do governo suíço via SharePoint

O Escritório Federal de Tecnologia da Informação e Telecomunicações da Suíça (BIT) confirmou que hackers exploraram vulnerabilidades em seus servidores Microsoft SharePoint, comprometendo cerca de 200 contas. O ataque foi detectado em 28 de julho, quando especialistas de segurança notaram atividades incomuns. Após a confirmação da violação, o BIT bloqueou o acesso externo ao SharePoint, corrigiu as vulnerabilidades suspeitas e redefiniu as senhas das contas afetadas. Acredita-se que os atacantes tenham explorado falhas divulgadas pela Microsoft em meados de julho, que foram corrigidas nas atualizações de Patch Tuesday. Entre as vulnerabilidades mencionadas estão a CVE-2026-56164, que permite escalonamento de privilégios, e a CVE-2026-50522, uma falha crítica de execução remota de código. Até o momento, não há evidências de que dados além das credenciais de login tenham sido roubados, e informações confidenciais não eram armazenadas na plataforma afetada. O BIT está reinstalando os servidores comprometidos como precaução e o acesso externo permanecerá bloqueado até a conclusão desse processo. Não houve reivindicação de responsabilidade por parte de grupos de ransomware até o momento.

Microsoft Teams e serviços do Microsoft 365 enfrentam interrupções

No dia 23 de julho, a Microsoft confirmou que seus serviços, incluindo Microsoft Teams e Microsoft 365, estão enfrentando uma interrupção significativa, afetando principalmente usuários na América do Norte. Às 11h11 ET, o Downdetector registrou 2.403 relatos de problemas, um aumento considerável em relação à média normal de 29. A maioria das queixas (78%) estava relacionada ao SharePoint, seguida pelo Excel (11%) e pelo Microsoft 365 Admin Center (6%). A empresa informou que a funcionalidade de chat do Microsoft Teams também está degradada, com usuários relatando que imagens não estão carregando. Além disso, o acesso ao OneDrive e ao SharePoint Online pode resultar em erros. A interrupção começou às 10h44 ET e afeta usuários que acessam o Microsoft 365 por determinados caminhos de rede na América do Norte. A Microsoft está redirecionando o tráfego para algumas das infraestruturas afetadas e observou uma recuperação parcial para alguns usuários. Um novo comunicado está previsto para ser emitido até às 14h ET. Este incidente destaca a importância de testar cada camada de segurança antes que atacantes o façam, já que 54% dos ataques bem-sucedidos não são detectados.

Falha crítica no SharePoint Server em exploração ativa

Uma vulnerabilidade crítica no Microsoft SharePoint Server, identificada como CVE-2026-50522, foi corrigida pela Microsoft em seu Patch Tuesday de julho de 2026, mas já está sendo ativamente explorada. Com uma pontuação CVSS de 9.8, a falha permite que um atacante autenticado como pelo menos um ‘Site Owner’ execute código remotamente no servidor. A vulnerabilidade é considerada de baixo nível de complexidade, o que significa que não requer um conhecimento profundo do sistema para ser explorada. A empresa de segurança watchTowr relatou que a exploração está ocorrendo em implementações locais do SharePoint, especialmente após a divulgação de um exploit público que permite a extração de chaves de máquina, garantindo acesso persistente. Além disso, a CISA alertou que múltiplas vulnerabilidades no SharePoint estão sendo exploradas, afetando todas as versões suportadas do software. As implicações incluem a possibilidade de execução remota de código e atividades pós-exploração, como o roubo de chaves de máquina do Internet Information Services (IIS). A situação exige que as organizações não apenas apliquem os patches, mas também rotacionem credenciais que possam ter sido expostas.

Falha crítica no Microsoft SharePoint Server exige atenção urgente

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma nova vulnerabilidade crítica no Microsoft SharePoint Server em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). A falha, identificada como CVE-2026-58644, possui uma pontuação CVSS de 9.8 e permite que atacantes não autorizados executem código arbitrário. A vulnerabilidade pode ser explorada remotamente, com um nível de complexidade baixo, pois não requer conhecimento prévio significativo do sistema. As versões afetadas incluem o Microsoft SharePoint Server Subscription Edition, SharePoint Server 2019 e SharePoint Enterprise Server 2016. A Microsoft lançou patches para corrigir a falha em 14 de julho de 2026, mas a CISA alertou que a vulnerabilidade já estava sendo explorada ativamente antes da disponibilização das correções. Além disso, a CISA destacou a necessidade de aplicar as últimas atualizações de segurança, verificar a integração do Antimalware Scan Interface (AMSI) e evitar a exposição direta dos servidores SharePoint à internet. A situação é crítica, pois envolve a possibilidade de acesso não autorizado a instâncias locais do SharePoint, o que pode resultar em roubo de dados e instalação de malware.

CISA alerta sobre vulnerabilidades ativas no SharePoint Server

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta sobre a exploração ativa de três vulnerabilidades no SharePoint Server, que afetam todas as versões suportadas do software, incluindo a Subscription Edition. As falhas, identificadas como CVE-2026-32201, CVE-2026-45659 e CVE-2026-56164, permitem que atacantes contornem a autenticação e executem código remotamente, possibilitando atividades de pós-exploração, como o roubo de chaves de máquina do Internet Information Services (IIS) e a instalação de malware. Além disso, a CISA destacou outras duas vulnerabilidades (CVE-2026-55040 e CVE-2026-58644) que foram corrigidas pela Microsoft, mas que ainda não foram exploradas ativamente. A CISA recomenda que as equipes de segurança monitorem de perto os servidores afetados e apliquem os patches mais recentes da Microsoft, além de implementar medidas adicionais de segurança, como restringir o acesso externo e usar proxies reversos. Desde novembro de 2021, a CISA identificou 11 vulnerabilidades no SharePoint que foram exploradas em ataques, incluindo ataques de ransomware.

Grupo Helix usa táticas de phishing para extorquir dados do SharePoint

Um novo grupo de extorsão de dados, conhecido como Helix, está utilizando táticas focadas em identidade, como vishing (phishing por voz), phishing de código de dispositivo e abuso de autenticação multifatorial (MFA) para roubar dados de ambientes SharePoint. O contato inicial é feito por meio de vishing, onde os atacantes se passam por gerentes das vítimas, utilizando nomes ou técnicas de falsificação de ID para parecerem legítimos. O objetivo é enganar os alvos em esquemas de phishing de código de dispositivo para obter acesso às suas contas. Após a invasão, os operadores do Helix registram rapidamente um novo aplicativo de autenticação multifatorial para garantir a persistência, explorando e enumerando o SharePoint antes de exfiltrar arquivos. Os dados roubados são geralmente utilizados para extorquir as organizações vítimas, ameaçando publicá-los a menos que um resgate seja pago. Pesquisadores da ReliaQuest identificaram que o comportamento de exfiltração do SharePoint é a assinatura técnica mais forte do Helix, com uma coleta automatizada que se mostrou consistente em vários incidentes. Para mitigar esses ataques, recomenda-se desativar a autenticação por código de dispositivo sempre que possível e restringir o acesso ao SharePoint a dispositivos gerenciados.

Falha crítica no Microsoft SharePoint Server é explorada ativamente

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma vulnerabilidade de alta severidade no Microsoft SharePoint Server em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). A falha, identificada como CVE-2026-45659, possui uma pontuação CVSS de 8.8 e permite a execução remota de código devido à desserialização de dados não confiáveis. A Microsoft já disponibilizou correções em maio de 2026 para as versões afetadas do SharePoint. A CISA alerta que qualquer atacante autenticado pode explorar essa vulnerabilidade, sem a necessidade de privilégios elevados, o que a torna particularmente preocupante. Além disso, a Microsoft revelou que investigações de ransomware identificaram dois grupos de atacantes operando simultaneamente em uma mesma rede, complicando a resposta a incidentes. Um dos grupos, conhecido como Storm-2603, tem explorado vulnerabilidades em servidores SharePoint desde 2025, utilizando técnicas para mascarar suas atividades. Diante da exploração ativa, agências federais dos EUA foram orientadas a aplicar as correções até 4 de julho de 2026.

Mais de 1.300 servidores SharePoint da Microsoft expostos e vulneráveis

Mais de 1.300 servidores Microsoft SharePoint estão expostos na internet e ainda não foram corrigidos contra uma vulnerabilidade de spoofing, identificada como CVE-2026-32201. Essa falha afeta as versões SharePoint Enterprise Server 2016, SharePoint Server 2019 e a Subscription Edition. A Microsoft, ao lançar um patch em abril de 2026, destacou que a exploração bem-sucedida da vulnerabilidade permite que atacantes sem privilégios realizem spoofing de rede, aproveitando uma fraqueza na validação de entrada. Embora a Microsoft tenha classificado a vulnerabilidade como um zero-day, ainda não foram divulgadas informações sobre como foi explorada em ataques ou se há ligação com grupos de hackers específicos. A Shadowserver alertou que menos de 200 dos servidores vulneráveis foram corrigidos desde o lançamento do patch. A CISA, agência de cibersegurança dos EUA, incluiu a vulnerabilidade em seu catálogo de vulnerabilidades conhecidas e ordenou que agências federais aplicassem os patches em um prazo de duas semanas, destacando os riscos significativos que essa vulnerabilidade representa para a segurança federal. Além disso, a CISA também alertou sobre outra vulnerabilidade no Windows Task Host que permite a elevação de privilégios, exigindo atenção imediata das agências.

CISA alerta sobre falhas críticas em Zimbra e SharePoint

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta para que agências governamentais apliquem patches em duas vulnerabilidades críticas que estão sendo ativamente exploradas. A primeira, CVE-2025-66376, é uma vulnerabilidade de cross-site scripting (XSS) no Zimbra Collaboration Suite, que permite que atacantes abusem de diretrizes CSS em mensagens de e-mail HTML. A segunda, CVE-2026-20963, é uma vulnerabilidade de desserialização de dados não confiáveis no Microsoft Office SharePoint, permitindo que um invasor execute código remotamente. Ambas as falhas foram corrigidas em versões recentes dos softwares. O alerta da CISA é especialmente relevante após a descoberta de uma campanha de ataque, denominada Operação GhostMail, que utiliza a vulnerabilidade do Zimbra para roubar credenciais e dados sensíveis de usuários. Os atacantes, supostamente patrocinados pelo Estado russo, têm se concentrado em organizações ucranianas, mas a exploração dessas vulnerabilidades pode afetar usuários em todo o mundo, incluindo o Brasil. A CISA recomenda que as agências federais apliquem os patches até datas específicas para mitigar os riscos associados.

Hackers exploram falha no SharePoint para invadir sistemas governamentais

Cibercriminosos têm explorado uma vulnerabilidade no ToolShell do Microsoft SharePoint, identificada como CVE-2025-53770, para invadir instituições governamentais em diversos continentes. Apesar de um patch ter sido lançado em julho de 2025 para corrigir a falha, ataques foram registrados em agências de telecomunicações no Oriente Médio, departamentos governamentais na África, agências estatais na América do Sul e uma universidade nos Estados Unidos. A vulnerabilidade permitia burlar a autenticação e executar códigos remotamente, sendo utilizada em conjunto com outras falhas, como CVE-2025-49704 e CVE-2025-49706, por grupos hackers chineses. Esses grupos, como Linen Typhoon e Violet Typhoon, têm utilizado malwares zero-day para realizar suas invasões. Além disso, técnicas de evasão de DLL foram empregadas para entregar malwares em servidores SQL e Apache HTTP. Os ataques visam roubar credenciais e garantir acesso persistente aos sistemas das vítimas, sugerindo um interesse em espionagem. A situação destaca a necessidade de vigilância contínua e atualização de sistemas para mitigar riscos de segurança.

Vulnerabilidade no OneDrive expõe segredos empresariais no SharePoint Online

Uma nova pesquisa da Entro Labs revelou uma vulnerabilidade crítica na funcionalidade de auto-sincronização do OneDrive da Microsoft, que está expondo segredos empresariais em larga escala. O estudo indica que um em cada cinco segredos expostos em ambientes corporativos provém do SharePoint, não por meio de ataques sofisticados, mas devido a uma configuração padrão do OneDrive que move automaticamente arquivos locais contendo credenciais sensíveis para repositórios na nuvem. A falha de segurança está relacionada ao recurso Known Folder Move (KFM), que sincroniza pastas críticas do usuário, como Desktop e Documentos, para o OneDrive. Isso resulta em uma exposição inadvertida de arquivos que deveriam ser mantidos localmente, tornando-os acessíveis a administradores e contas potencialmente comprometidas. A pesquisa também destaca que a maioria dos arquivos expostos são planilhas, representando mais de 50% dos segredos, seguidas por arquivos de texto e scripts. A situação é agravada pela ativação padrão do OneDrive em sistemas Windows 10/11, que pode levar usuários a fazer backup de arquivos sensíveis sem perceber. Para mitigar esses riscos, as equipes de segurança devem aumentar a conscientização sobre o comportamento de auto-sincronização e considerar desativar o KFM onde não for necessário.

Relatório aponta que Microsoft recorreu à China para corrigir falhas no SharePoint

A Microsoft enfrenta crescente escrutínio após a revelação de que a empresa utilizou engenheiros baseados na China para corrigir falhas no SharePoint, um produto que foi alvo de hackers apoiados pelo Estado. O ataque cibernético afetou centenas de empresas e agências governamentais dos EUA, incluindo o Departamento de Segurança Interna (DHS) e a Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA). As vulnerabilidades permitiram que os invasores acessassem completamente o conteúdo do SharePoint, executando código remotamente e implantando ransomware. Embora a Microsoft tenha emitido um patch rapidamente, ele foi insuficiente para conter os ataques. A empresa confirmou a participação de uma equipe de engenharia da China, mas afirmou que o trabalho era supervisionado por engenheiros dos EUA. Especialistas em cibersegurança expressaram preocupações sobre as leis chinesas que permitem que agências estatais exijam cooperação de empresas privadas, levantando temores sobre a coleta de inteligência. Em resposta à pressão, a Microsoft anunciou que encerrará o uso de engenheiros da China em projetos do Pentágono e está avaliando sua presença em outros projetos governamentais. A empresa também planeja descontinuar o suporte para o SharePoint On-Premises em julho de 2026, incentivando a migração para seu serviço em nuvem, Azure.

Microsoft restringe acesso a sistemas de alerta cibernético para empresas chinesas

A Microsoft decidiu restringir o acesso de algumas empresas chinesas ao seu sistema de alerta antecipado sobre vulnerabilidades cibernéticas, conhecido como MAPP (Microsoft Active Protections Program). Essa decisão foi tomada após uma série de ataques que exploraram falhas na plataforma SharePoint da empresa, afetando até 400 organizações. Suspeitas de envolvimento do governo chinês nos ataques levaram a Microsoft a acreditar que houve um vazamento de informações dentro do programa MAPP, que é utilizado para alertar empresas de segurança sobre ameaças e permitir que elas se preparem para possíveis ataques. As vulnerabilidades já foram corrigidas, mas foram utilizadas anteriormente para implantar ransomware, permitindo que atacantes extraíssem chaves criptográficas de servidores da Microsoft. A empresa confirmou que não enviará mais códigos de prova de conceito para empresas chinesas, uma medida que visa evitar que informações sobre as defesas dos sistemas sejam usadas por atacantes. A Microsoft continua a revisar os participantes do MAPP e pode suspender ou remover aqueles que violarem os termos do contrato, que proíbe a participação em ataques ofensivos.