Engenharia social em service desk um risco crescente para empresas
A engenharia social aplicada em service desks continua a ser uma das táticas mais eficazes para invasores que buscam acesso a sistemas corporativos. Os ataques de 2025 contra grandes varejistas britânicos, como Marks & Spencer e Harrods, destacaram a vulnerabilidade desse ponto de entrada. No caso da M&S, os atacantes se passaram por um funcionário e convenceram um agente de suporte terceirizado a redefinir credenciais, permitindo acesso a sistemas internos. Recentemente, a Carnival Corporation também relatou um incidente de cibersegurança em que um funcionário foi enganado por um atacante. O FBI alertou sobre o grupo Silent Ransom, que se disfarça de suporte técnico para persuadir funcionários a participar de sessões de acesso remoto. Esses ataques são facilitados pela vulnerabilidade humana, acesso a credenciais e a capacidade de contornar defesas técnicas. Para se proteger, as organizações devem implementar verificações rigorosas de identidade, treinar equipes de suporte para reconhecer táticas de engenharia social e monitorar atividades incomuns. A situação é alarmante, pois a maioria dos ataques bem-sucedidos ocorre sem disparar alertas de segurança, evidenciando a necessidade urgente de medidas de proteção.
