Segurança Nacional

Investigação sobre vulnerabilidade em ônibus elétricos chineses

O governo australiano está investigando a vulnerabilidade de ônibus elétricos fabricados pela Yutong Bus, uma empresa chinesa, que circulam no país. A falha identificada refere-se a um mecanismo de desligamento que pode ser acessado remotamente, levantando preocupações sobre a possibilidade de o governo chinês ou hackers maliciosos desativarem a frota em momentos críticos. Embora os pesquisadores tenham destacado que as vulnerabilidades encontradas não são incomuns em tecnologias integradas, a situação gera apreensão em relação à segurança nacional. Além disso, a Yutong já enfrentou polêmicas anteriormente, incluindo investigações sobre a origem de suas baterias. Em testes realizados na Noruega, foi confirmado que os ônibus possuem uma conexão remota, o que permite a desativação dos veículos pela fabricante. Os pesquisadores também identificaram falhas na atualização de software, embora não tenham encontrado evidências de que os mecanismos de desativação tenham sido projetados para fins maliciosos. O caso destaca a necessidade de monitoramento e avaliação contínua das tecnologias utilizadas no transporte público.

FCC proíbe drones estrangeiros por preocupações de segurança nacional

A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC) anunciou uma proibição de drones e componentes críticos fabricados em países estrangeiros, especialmente da China, devido a preocupações com a segurança nacional. A medida, que se alinha ao Ato de Autorização de Defesa Nacional de 2025, visa proteger o espaço aéreo americano e prevenir o uso indevido de drones por criminosos e agentes hostis. A FCC destacou que drones e componentes como sistemas de comunicação e controle de voo, se produzidos fora dos EUA, podem facilitar vigilância não autorizada e operações destrutivas. A proibição não afeta drones já adquiridos pelos consumidores, nem impede a venda de modelos aprovados anteriormente. Essa decisão é especialmente relevante à medida que os EUA se preparam para eventos de grande escala, como a Copa do Mundo de 2026 e as Olimpíadas de 2028. A FCC também indicou que componentes poderiam ser isentos se o Departamento de Segurança Interna dos EUA determinasse que não representam riscos. A medida reflete uma crescente preocupação com a segurança cibernética e a proteção de dados sensíveis em um cenário global cada vez mais complexo.