Segurança Em Nuvem

Vulnerabilidade crítica em React Server Components pode permitir execução remota de código

Uma falha de segurança de alta severidade foi identificada nos React Server Components (RSC), com o identificador CVE-2025-55182, que permite a execução remota de código não autenticado. A vulnerabilidade, que possui uma pontuação CVSS de 10.0, resulta de um erro na forma como o React decodifica os dados enviados para os endpoints de funções do servidor. Mesmo que uma aplicação não utilize endpoints de funções do servidor, ela ainda pode ser vulnerável se suportar componentes do servidor do React. A empresa de segurança em nuvem Wiz relatou que 39% dos ambientes em nuvem podem ter instâncias vulneráveis a essa falha. As versões afetadas incluem 19.0, 19.1.0, 19.1.1 e 19.2.0 de pacotes npm como react-server-dom-webpack e react-server-dom-parcel. As correções foram lançadas nas versões 19.0.1, 19.1.2 e 19.2.1. Além disso, a vulnerabilidade também impacta o Next.js com App Router, identificado como CVE-2025-66478, afetando versões >=14.3.0-canary.77 e superiores. Dada a gravidade da situação, é altamente recomendável que os usuários apliquem as correções imediatamente para garantir a proteção adequada.

Vulnerabilidades do Fluent Bit colocam bilhões de containers em risco

Um estudo da Oligo revelou falhas críticas no Fluent Bit, uma ferramenta de processamento de logs amplamente utilizada em bilhões de containers em ambientes de nuvem, como AWS, Google Cloud e Microsoft Azure. As vulnerabilidades identificadas, incluindo CVE-2025-12972 e CVE-2025-12970, permitem que atacantes manipulem logs, contornem autenticações e executem códigos remotamente. A CVE-2025-12972 possibilita a sobrescrição de arquivos no disco, enquanto a CVE-2025-12970 explora um estouro de buffer na pilha, resultando em execução remota de código. Outras falhas, como CVE-2025-12977, permitem o redirecionamento de logs e a injeção de entradas enganosas, comprometendo a integridade dos dados. A Oligo observou que algumas dessas vulnerabilidades estavam presentes há anos, aumentando o risco de exploração. A AWS já lançou uma atualização (versão 4.1.1) para mitigar esses problemas, e recomenda que os clientes atualizem suas implementações e utilizem ferramentas como Amazon Inspector e Security Hub para detectar anomalias. Apesar das correções, o amplo uso do Fluent Bit significa que o risco residual pode persistir, exigindo monitoramento contínuo e medidas de segurança adicionais.

Gestão da Segurança em IA Perguntas Cruciais para Escolher Soluções

No contexto atual de rápida evolução da inteligência artificial (IA) e das tecnologias em nuvem, as organizações estão cada vez mais adotando medidas de segurança para proteger dados sensíveis e garantir conformidade regulatória. As soluções de AI-SPM (Gestão da Postura de Segurança em IA) têm se destacado como ferramentas essenciais para proteger pipelines de IA e ativos de dados. O artigo destaca cinco perguntas críticas que as empresas devem fazer ao avaliar soluções de AI-SPM. A primeira pergunta aborda a necessidade de visibilidade e controle abrangentes sobre os riscos associados à IA e aos dados. A segunda pergunta foca na capacidade da solução de identificar e remediar riscos específicos da IA, como ataques adversariais e viés em modelos preditivos. A conformidade regulatória é o tema da terceira pergunta, enfatizando a importância de garantir que as soluções atendam a normas como a LGPD e o GDPR. A escalabilidade em arquiteturas dinâmicas de nuvem é discutida na quarta pergunta, enquanto a integração com ferramentas de segurança existentes é abordada na quinta. O artigo conclui ressaltando que a segurança em IA deve ser proativa, permitindo que as organizações inovem com confiança em um ambiente de ameaças em constante evolução.

Reduções de equipe aumentam riscos de segurança cibernética nas empresas

O cenário atual de redução de pessoal nas grandes empresas, como Wells Fargo e Bank of America, traz à tona um aumento significativo nos riscos de segurança cibernética. Com a diminuição das equipes de segurança, os Chief Information Security Officers (CISOs) enfrentam desafios crescentes, especialmente em relação ao gerenciamento de segredos codificados. Dados da IBM revelam que 86% das violações de segurança envolvem credenciais roubadas, com um tempo médio de 292 dias para identificação e contenção de incidentes. O custo médio de uma violação nos EUA atingiu US$ 10,22 milhões, e incidentes relacionados a segredos codificados podem custar até US$ 11 milhões. Além disso, as organizações perdem cerca de US$ 1,4 milhão anualmente gerenciando segredos manualmente, o que inclui tempo de desenvolvedores e analistas de segurança. A pesquisa da HashiCorp indica que até 40% dos segredos não gerenciados são de alto risco, aumentando a probabilidade de ataques cibernéticos. Para mitigar esses riscos, é essencial que as empresas adotem abordagens proativas e integradas para a detecção e remediação de segredos, reduzindo o tempo de resposta e melhorando a eficiência das equipes de segurança.

As 10 Melhores Ferramentas de Segurança em Nuvem em 2025

Com a rápida migração de operações empresariais para a nuvem, surgem novos desafios de segurança cibernética. O artigo destaca as 10 melhores empresas de segurança em nuvem para 2025, que oferecem plataformas de proteção de aplicações nativas em nuvem (CNAPP). Essas plataformas integram funções essenciais como gerenciamento de postura de segurança em nuvem (CSPM), proteção de carga de trabalho em nuvem (CWPP) e gerenciamento de direitos de infraestrutura em nuvem (CIEM). As soluções apresentadas vão além das ferramentas tradicionais, proporcionando visibilidade profunda, remediação automatizada e prevenção proativa de ameaças em ambientes multi-nuvem, como AWS, Azure e Google Cloud. Entre as empresas destacadas estão Wiz, Palo Alto Networks e CrowdStrike, cada uma com características únicas que atendem às necessidades de segurança em nuvem. A Wiz, por exemplo, se destaca por sua abordagem sem agentes, permitindo visibilidade rápida e abrangente. Já a Palo Alto Networks oferece uma plataforma integrada que simplifica a segurança em nuvem. O artigo é uma leitura essencial para profissionais de segurança que buscam entender as melhores opções disponíveis no mercado.