Segurança De Dados

Microsoft introduz novos prompts de permissão em Windows 11

A Microsoft anunciou a implementação de novos prompts de permissão em seu sistema operacional Windows 11, semelhante aos utilizados em smartphones, para solicitar consentimento dos usuários antes que aplicativos acessem recursos sensíveis como arquivos, câmeras e microfones. Essa mudança, parte das iniciativas ‘Windows Baseline Security Mode’ e ‘User Transparency and Consent’, visa aumentar a segurança e a transparência, permitindo que os usuários revoguem permissões a qualquer momento. O engenheiro da plataforma Windows, Logan Iyer, destacou que essa nova abordagem foi motivada por aplicativos que frequentemente ignoram configurações de segurança e instalam softwares indesejados sem consentimento. Além disso, a Microsoft está implementando salvaguardas de integridade em tempo de execução, garantindo que apenas aplicativos, serviços e drivers devidamente assinados possam ser executados. Essas mudanças são parte da iniciativa Secure Future Initiative (SFI), que surgiu após um relatório do Cyber Safety Review Board do Departamento de Segurança Interna dos EUA, que classificou a cultura de segurança da Microsoft como ‘inadequada’ após um incidente de violação de dados. O lançamento será gradual e ajustado com base no feedback de desenvolvedores e parceiros.

Riscos de Segurança em Fluxos de Trabalho com Inteligência Artificial

Com a crescente integração de assistentes de IA nas atividades diárias, a segurança cibernética deve ir além da proteção dos modelos de IA. Recentes incidentes revelaram que o maior risco reside nos fluxos de trabalho que cercam esses modelos. Dois complementos do Chrome, disfarçados de assistentes de IA, foram identificados como responsáveis por roubar dados de chat de mais de 900 mil usuários do ChatGPT e DeepSeek. Além disso, pesquisadores demonstraram como injeções de comandos ocultas em repositórios de código podem enganar assistentes de codificação da IBM, fazendo com que executem malware. Esses ataques não comprometeram os algoritmos de IA, mas exploraram o contexto em que operam. À medida que as empresas utilizam IA para automatizar tarefas, a segurança deve se concentrar na proteção dos fluxos de trabalho, e não apenas nos modelos. Isso implica em entender onde a IA é utilizada, restringir acessos desnecessários e monitorar comportamentos anômalos. Ferramentas como a Reco estão surgindo para ajudar a proteger esses fluxos de trabalho em tempo real, oferecendo visibilidade e controle sobre o uso de IA nas organizações.

A Evolução da Cibersegurança em um Mundo Impulsionado por IA

A cibersegurança está passando por uma transformação significativa, impulsionada por mudanças nas infraestruturas de nuvem, pontos finais distribuídos e cadeias de suprimento complexas. O foco da segurança deixou de ser uma coleção de soluções pontuais e passou a ser uma questão de arquitetura, confiança e velocidade de execução. O relatório analisa como áreas centrais da cibersegurança, como autenticação, segurança de dados em SaaS, proteção da cadeia de suprimento de software e gerenciamento de riscos humanos, estão se adaptando a adversários que utilizam técnicas técnicas e sociais de forma mais rápida e integrada.

Vulnerabilidade crítica no LangChain Core pode comprometer segredos

Uma falha de segurança crítica foi identificada no LangChain Core, um pacote Python essencial para aplicações que utilizam modelos de linguagem. A vulnerabilidade, classificada como CVE-2025-68664 e com um CVSS de 9.3, permite que atacantes explorem funções de serialização, como dumps() e dumpd(), para injetar dados maliciosos e potencialmente roubar segredos sensíveis. O problema reside na falta de escape de dicionários que contêm chaves ’lc’, que são usadas internamente pelo LangChain. Isso pode resultar na extração de segredos de variáveis de ambiente e na execução de código arbitrário. Para mitigar a vulnerabilidade, a equipe do LangChain lançou um patch que altera as configurações padrão, bloqueando a execução de templates Jinja2 e desativando a carga automática de segredos do ambiente. Além disso, uma falha semelhante foi encontrada no LangChain.js, com a CVE-2025-68665, que também permite a extração de segredos. Dada a gravidade da situação, os usuários são fortemente aconselhados a atualizar para versões corrigidas o mais rápido possível.

SSD portátil iKlips S oferece alta velocidade, mas com capacidade limitada

O iKlips S USB-C Nano Touch Fingerprint SSD é um dispositivo de armazenamento compacto que se destaca pela velocidade de transferência de dados, sendo capaz de mover 1GB em aproximadamente três segundos. Com dimensões de apenas 14 x 26 x 17 mm e pesando 5,2 gramas, ele é ideal para usuários que buscam portabilidade. O SSD oferece taxas de leitura de até 450MB/s e escrita de 400MB/s, superando as unidades flash convencionais. No entanto, sua capacidade de 256GB pode ser insuficiente para fluxos de trabalho criativos mais intensos. A segurança é garantida por um sensor de impressão digital que permite o registro de até 20 usuários, mas a ausência de criptografia AES-256 pode ser uma preocupação para profissionais que lidam com dados sensíveis. Apesar de sua praticidade e velocidade, o iKlips S pode não atender às necessidades de usuários que trabalham com grandes volumes de dados, sendo mais adequado para transferências rápidas e temporárias. Com um preço em torno de $89, o dispositivo é uma opção interessante para quem precisa de um armazenamento portátil, mas sua durabilidade e segurança a longo prazo ainda são incertas.

Identidades de máquina a nova era da segurança em nuvem

Com o aumento exponencial de identidades de máquina em ambientes de nuvem, as empresas estão experimentando ganhos significativos de produtividade ao eliminar credenciais estáticas, como chaves de API e senhas. Embora soluções de gerenciamento de segredos, como HashiCorp Vault e CyberArk, tenham sido adotadas, elas ainda dependem de segredos estáticos que requerem gerenciamento cuidadoso. A transição para identidades gerenciadas, que emitem credenciais temporárias e rotacionadas automaticamente, representa uma mudança de paradigma. Provedores de nuvem como AWS, Azure e Google Cloud estão liderando essa transformação, oferecendo soluções que simplificam a autenticação e a autorização entre diferentes plataformas. No entanto, a realidade é complexa, pois APIs de terceiros e sistemas legados ainda exigem segredos compartilhados. A falta de visibilidade sobre o uso atual de credenciais é um desafio significativo, e plataformas como GitGuardian ajudam as organizações a mapear suas identidades não humanas antes da implementação de sistemas modernos. A redução do uso de segredos estáticos pode melhorar a segurança e a eficiência operacional, mas requer uma abordagem estratégica para a migração e gerenciamento de segredos remanescentes.

A segurança de dados em IA desafios e soluções para empresas

A rápida adoção da Inteligência Artificial (IA) nas empresas trouxe benefícios significativos, mas também desafios de segurança. O artigo destaca que a maior preocupação não é a imprudência dos funcionários ao usar ferramentas de IA, mas sim a inadequação dos modelos de avaliação de risco das organizações. Muitas soluções de segurança legadas não conseguem monitorar adequadamente o uso de IA, resultando em decisões inadequadas, como proibições que podem levar ao uso de ferramentas não autorizadas. O processo de compra de soluções de segurança de dados em IA deve ser reavaliado, focando em como as ferramentas são utilizadas no dia a dia, em vez de apenas comparar funcionalidades. O artigo sugere que a jornada do comprador deve incluir a descoberta de ferramentas em uso, monitoramento em tempo real e enforcement que não seja apenas de bloqueio. Além disso, fatores não técnicos, como a experiência do usuário e a capacidade de adaptação a novas ferramentas, são cruciais para o sucesso das soluções. O equilíbrio entre segurança e produtividade é essencial, e a abordagem mais eficaz é permitir o uso de IA em contextos autorizados, enquanto se interceptam comportamentos de risco em tempo real.

O SSD Externo da TeamGroup com rastreamento pelo Find My da Apple

A TeamGroup lançou o T-CREATE EXPERT P34F Find My External SSD, um dispositivo inovador que prioriza a segurança de dados através de rastreamento de localização. Integrado ao aplicativo ‘Find My’ da Apple, o SSD permite que os usuários localizem o dispositivo em tempo real, emitindo um som quando está próximo. Com um design compacto, menor que um cartão de crédito e pesando apenas 70 gramas, o SSD é feito de uma liga de zinco, o que garante durabilidade. Ele se conecta via USB 3.2 Gen2x1 com interface Type-C e é compatível com sistemas Windows, macOS e Thunderbolt. A proposta do dispositivo não é competir em velocidade, mas sim oferecer uma solução de segurança que reduz o risco de perda de dados, algo que pode ser mais crítico do que a perda do próprio hardware. O SSD também possui um orifício para cordão, facilitando o transporte e a prevenção de perdas. A TeamGroup garante que o produto passa por testes rigorosos e oferece uma garantia de três anos, além de utilizar embalagens ecológicas para minimizar o desperdício eletrônico. Essa abordagem focada na segurança pode atrair usuários que priorizam a proteção de dados em suas rotinas diárias.