<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Segurança Agentiva on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/seguran%C3%A7a-agentiva/</link><description>Recent content in Segurança Agentiva on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Wed, 29 Jul 2026 14:02:48 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/seguran%C3%A7a-agentiva/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Segurança agentiva não precisa de nova definição apenas um novo olhar</title><link>https://brdefense.center/news/seguranca-agentiva-nao-precisa-de-nova-definicao-a/</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:02:48 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/seguranca-agentiva-nao-precisa-de-nova-definicao-a/</guid><description>&lt;p>O conceito de segurança agentiva está se tornando cada vez mais relevante na cibersegurança, especialmente com o avanço da inteligência artificial (IA). Tradicionalmente, as vulnerabilidades eram exploradas através de fraquezas humanas, mas agora, com a autonomia crescente dos agentes de IA, surgem novas formas de vetores de ataque que visam a própria autonomia das máquinas. Os agentes de IA não devem ser tratados como meras extensões de software, mas sim como entidades com identidades próprias, propósitos definidos e permissões específicas. Isso implica que as organizações precisam implementar controles rigorosos, como a separação de deveres e autenticação forte, adaptados para esses novos agentes. A falta de visibilidade e gestão eficaz pode levar a riscos significativos, como o acúmulo de agentes abandonados e credenciais armazenadas. Além disso, a pesquisa do NIST destaca a importância de registros verificáveis das ações dos agentes, enquanto a Cloud Security Alliance alerta que os protocolos tradicionais de gerenciamento de identidade e acesso não são suficientes para lidar com a dinâmica atual. Portanto, as empresas devem adotar princípios de zero-trust e garantir que as permissões dos agentes sejam específicas e temporárias, para mitigar os riscos associados a possíveis compromissos.&lt;/p></description></item></channel></rss>