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SEC processa empresas por golpe de criptomoeda de US 14 milhões

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) apresentou acusações contra várias empresas envolvidas em um esquema de fraude em criptomoedas que lesou investidores em mais de US$ 14 milhões. As plataformas de negociação Morocoin Tech Corp., Berge Blockchain Technology Co., Ltd. e Cirkor Inc., além de clubes de investimento como AI Wealth Inc. e Lane Wealth Inc., foram citadas na denúncia. O golpe foi estruturado em várias etapas, atraindo vítimas por meio de anúncios nas redes sociais e interações em grupos de mensagens, onde os golpistas se passavam por profissionais financeiros, prometendo retornos com base em dicas de investimento geradas por inteligência artificial (IA). Os investidores foram convencidos a depositar fundos em plataformas de negociação falsas, que alegavam ter licenças governamentais. Quando tentaram retirar seus investimentos, foram solicitados a pagar taxas antecipadas. A SEC busca penalidades civis e a devolução dos valores, destacando a gravidade da fraude que afeta investidores de varejo nos EUA.

SEC desiste de processo contra SolarWinds por ataque cibernético

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) decidiu abandonar o processo judicial contra a SolarWinds e seu diretor de segurança da informação, Timothy G. Brown, que alegavam que a empresa havia enganado investidores sobre suas práticas de segurança cibernética, levando ao ataque à cadeia de suprimentos em 2020. A SEC havia acusado a SolarWinds de ‘fraude e falhas de controle interno’, afirmando que a empresa exagerou suas práticas de cibersegurança e não divulgou adequadamente os riscos conhecidos. O ataque, atribuído ao grupo APT29, patrocinado pelo Estado russo, expôs vulnerabilidades significativas. Em julho de 2024, o tribunal descartou várias alegações, afirmando que não havia evidências suficientes para sustentar as acusações. O CEO da SolarWinds, Sudhakar Ramakrishna, declarou que a empresa emerge mais forte e preparada após esse desafio. A decisão da SEC não reflete sua posição em outros casos relacionados, e a empresa continua a ser um ponto focal em discussões sobre segurança cibernética e conformidade regulatória.