<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Remotepe on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/remotepe/</link><description>Recent content in Remotepe on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 09:55:05 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/remotepe/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Malware RemotePE Ameaça do Grupo Lazarus a Setores Financeiros</title><link>https://brdefense.center/news/malware-remotepe-ameaca-do-grupo-lazarus-a-setores/</link><pubDate>Mon, 25 May 2026 09:55:05 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/malware-remotepe-ameaca-do-grupo-lazarus-a-setores/</guid><description>&lt;p>Pesquisadores de cibersegurança identificaram um malware multiplataforma conhecido como RemotePE, utilizado pelo grupo Lazarus, vinculado à Coreia do Norte, em ataques direcionados a organizações financeiras e de criptomoedas. O RemotePE faz parte de uma cadeia de ataque em múltiplas etapas que começa com o DPAPILoader, que descriptografa e carrega o RemotePELoader, que por sua vez se conecta a um servidor de comando e controle (C2) para receber o módulo principal, o RemotePE. Este malware, executado inteiramente na memória, não deixa rastros no sistema de arquivos, dificultando a detecção. A sequência de infecção inicia-se com engenharia social, onde um funcionário é abordado por um criminoso disfarçado de colega em plataformas como Telegram. O RemotePE permite uma variedade de comandos, incluindo operações de arquivos e gerenciamento de processos, e é projetado para manter acesso a longo prazo, visando furtos de dados ou grandes roubos financeiros. A análise indica que o RemotePE está em desenvolvimento ativo desde 2023, com um foco claro em alvos de alto valor, como instituições financeiras e de criptomoedas.&lt;/p></description></item></channel></rss>