<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Remediação on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/remedia%C3%A7%C3%A3o/</link><description>Recent content in Remediação on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 10 Apr 2026 13:39:58 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/remedia%C3%A7%C3%A3o/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Modelo de Defesa em Cibersegurança Precisa de Mudanças Urgentes</title><link>https://brdefense.center/news/modelo-de-defesa-em-ciberseguranca-precisa-de-muda/</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:39:58 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/modelo-de-defesa-em-ciberseguranca-precisa-de-muda/</guid><description>&lt;p>Um novo estudo da Qualys revela que o modelo operacional de segurança cibernética está falhando em proteger as organizações. A análise de vulnerabilidades exploradas pela CISA nos últimos quatro anos mostra que 63% das vulnerabilidades críticas permanecem abertas após sete dias, um aumento em relação a 56%. Apesar de um esforço significativo das equipes de segurança, que fecharam 400 milhões de eventos de vulnerabilidade a mais anualmente, a velocidade de exploração das falhas está superando a de remediação. O estudo destaca que 88% das vulnerabilidades armadas foram corrigidas mais lentamente do que foram exploradas, com exemplos como o Spring4Shell, que foi explorado dois dias antes de sua divulgação, enquanto a média de remediação levou 266 dias. A pesquisa sugere que a verdadeira métrica de risco deve ser a exposição cumulativa, não apenas a contagem de CVEs. Para enfrentar essa nova realidade, as organizações precisam adotar operações de risco autônomas e fechadas, que integrem inteligência artificial para acelerar a resposta a ameaças. O artigo conclui que o tempo para exploração não voltará a números positivos e que o volume de vulnerabilidades continuará a crescer, exigindo uma reavaliação urgente das estratégias de defesa.&lt;/p></description></item></channel></rss>