Ransomware

Grupo de ransomware Qilin ameaça vazar dados do partido Die Linke

O grupo de ransomware Qilin comprometeu a rede do partido político alemão Die Linke, que é uma organização socialista democrática, e está ameaçando vazar dados sensíveis. Em 27 de março, um dia após a invasão, o partido revelou um incidente cibernético, mas não confirmou um vazamento de dados. A organização, que possui 123 mil membros e 64 representantes no Bundestag, afirmou que os atacantes visam publicar informações internas e dados pessoais de funcionários, embora a base de dados de membros não tenha sido afetada. O Die Linke identificou os atacantes como criminosos cibernéticos de língua russa, motivados tanto financeiramente quanto politicamente, e destacou que o ataque não parece ser acidental. Em 1º de abril, o Qilin reivindicou publicamente a responsabilidade pelo ataque, adicionando o partido à sua lista de vítimas sem divulgar amostras de dados. O partido notificou as autoridades alemãs e está colaborando com especialistas em TI para restaurar seus sistemas. O uso de ransomware é frequentemente associado a guerras híbridas e ataques a infraestruturas críticas, o que levanta preocupações sobre a segurança cibernética em contextos políticos.

Impacto Real do Ransomware em Diversos Setores

Em fevereiro de 2026, o Centro Médico da Universidade do Mississippi (UMMC) sofreu um ataque de ransomware que desativou seu sistema de registro eletrônico de saúde, afetando 35 clínicas e mais de 200 locais de telemedicina. O ataque resultou no cancelamento de tratamentos de quimioterapia e adiamentos de cirurgias não emergenciais, forçando a equipe médica a retornar a processos em papel. Este incidente é parte de uma tendência alarmante, com 93% das organizações de saúde nos EUA relatando pelo menos um ataque cibernético em 2025, e 72% afirmando que esses incidentes impactaram diretamente o atendimento ao paciente. Outros setores, como manufatura e finanças, também estão em risco, como evidenciado pelo ataque à BridgePay, que paralisou suas operações de processamento de pagamentos. A evolução do ransomware para táticas de dupla e tripla extorsão, onde dados sensíveis são exfiltrados antes da criptografia, torna as defesas tradicionais insuficientes. A plataforma D.AMO, desenvolvida pela Penta Security, oferece uma solução abrangente que combina criptografia, controle de acesso e recuperação de backup, visando neutralizar as ameaças de ransomware em todas as suas fases.

Ex-engenheiro é condenado por extorsão em ataque a servidores

Daniel Rhyne, um ex-engenheiro de infraestrutura, admitiu ter invadido a rede de sua empresa, uma indústria em Nova Jersey, e bloqueado o acesso de administradores a 254 servidores. Entre 9 e 25 de novembro, ele utilizou uma conta de administrador para agendar tarefas que deletaram contas de administradores de rede e alteraram senhas de 13 contas de domínio, além de 301 contas de usuários. Rhyne também programou a alteração de senhas de contas locais que afetariam 3.284 estações de trabalho e 254 servidores, além de desligar servidores aleatórios. Após a invasão, ele enviou um e-mail de extorsão aos colegas, exigindo um resgate de 20 bitcoins (aproximadamente R$ 750 mil) sob a ameaça de desligar 40 servidores diariamente. O ataque foi planejado com pesquisas na internet sobre como manipular logs do Windows e alterar senhas. Rhyne foi preso em agosto e enfrenta até 15 anos de prisão por suas ações. Este incidente destaca a vulnerabilidade das empresas a ataques internos e a necessidade de controles de segurança robustos.

Check City confirma vazamento de dados que afeta 322 mil pessoas

A Check City Partnership notificou 322.687 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em março de 2025, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, documentos de identidade emitidos pelo governo, números de contas financeiras e dados de cartões de crédito. O grupo cibercriminoso Clop reivindicou a responsabilidade pelo ataque, publicando amostras de documentos supostamente roubados. Embora a Check City tenha reconhecido uma interrupção na rede em abril de 2025, não confirmou se pagou um resgate ou como os atacantes conseguiram acessar seu sistema. Para mitigar os danos, a empresa está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e serviços de restauração de identidade aos afetados. O Clop, conhecido por explorar vulnerabilidades de software, já realizou 457 ataques de ransomware, sendo este o segundo maior ataque registrado por eles até agora. Em 2025, foram contabilizados 59 ataques confirmados a empresas financeiras nos EUA, comprometendo mais de 1,1 milhão de registros pessoais. O ataque à Check City destaca a crescente ameaça de ransomware no setor financeiro e a necessidade de vigilância contínua contra tais incidentes.

Loja de armas no Texas notifica vazamento de dados de 21 mil clientes

A loja de armas Mister Guns, localizada em Plano, Texas, está notificando 21.225 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em novembro de 2025, após um ataque cibernético realizado pelo grupo de ransomware Securotrop. O ataque resultou na extração de 290 GB de dados sensíveis, incluindo números de seguridade social, datas de nascimento, números de carteira de motorista, licenças de porte de arma e passaportes. Embora a notificação da loja afirme que não há evidências de uso indevido das informações, não foram oferecidos serviços de monitoramento de crédito gratuitos, uma prática comum em casos de vazamento de dados. O grupo Securotrop, que opera sob um modelo de Ransomware-as-a-Service (RaaS), já adicionou a Mister Guns ao seu site de vazamento de dados, mas a loja não confirmou se um resgate foi exigido ou pago. Este incidente é o terceiro maior ataque de ransomware a um varejista nos EUA em 2025, destacando a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de varejo, que já registrou 31 ataques confirmados este ano, afetando mais de 765 mil registros. A situação levanta preocupações sobre a segurança de dados e a necessidade de medidas de proteção mais robustas para evitar tais incidentes.

Grupo de ransomware Payouts King ataca UFP Technologies em 2026

O grupo de ransomware Payouts King reivindicou a responsabilidade por um ataque cibernético à UFP Technologies, ocorrido em fevereiro de 2026. A UFP, uma fabricante americana de dispositivos médicos, revelou o incidente em um comunicado à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, informando que um terceiro não autorizado acessou seus sistemas, resultando no roubo de arquivos e na interrupção de processos de faturamento e rotulagem. O grupo afirma ter roubado 620 GB de dados da empresa e listou a UFP em seu site de vazamento de dados. Até o momento, a UFP não confirmou a alegação do grupo, e detalhes sobre a natureza dos dados comprometidos, a forma como o ataque foi realizado, se um resgate foi pago ou o valor exigido permanecem desconhecidos. O Payouts King, que atua de forma independente e não como um serviço de ransomware, já reivindicou 56 ataques, com 12 confirmados por organizações-alvo. O grupo tem como foco fabricantes e empresas do setor de saúde, que lidam com grandes volumes de dados pessoais, tornando-se alvos atraentes para hackers. O impacto de tais ataques pode ser devastador, comprometendo a segurança e a privacidade de pacientes e clientes.

Aumento alarmante de ataques de ransomware em março de 2026

Em março de 2026, os ataques de ransomware atingiram um pico alarmante, totalizando 780 incidentes, um aumento de 13% em relação a fevereiro. O setor de utilidades foi o mais afetado, com um aumento de 630% nos ataques, destacando a vulnerabilidade da infraestrutura crítica. Os Estados Unidos foram o país mais visado, com 375 ataques, seguidos por França e Alemanha. Entre os ataques confirmados, 33 foram direcionados a empresas, 10 a entidades governamentais e 6 a instituições de saúde. Os grupos de ransomware mais ativos foram Qilin, Akira e The Gentlemen, com Qilin liderando com 140 ataques. Um total de 242 TB de dados foi roubado, evidenciando a gravidade da situação. O aumento significativo nos ataques a entidades governamentais e educacionais também é preocupante, refletindo uma tendência crescente de ataques a setores críticos. A situação exige atenção imediata das organizações para fortalecer suas defesas contra essas ameaças.

Google Drive lança detecção de ransomware com IA para usuários pagos

O Google anunciou que a funcionalidade de detecção de ransomware no Google Drive, impulsionada por inteligência artificial, está agora disponível para todos os usuários pagantes. Lançada inicialmente em versão beta em outubro de 2025, essa ferramenta pausa a sincronização de arquivos assim que um ataque de ransomware é detectado, alertando usuários e administradores de TI sobre a violação. Embora os arquivos no computador comprometido possam ser criptografados, os documentos armazenados no Google Drive permanecem protegidos e podem ser rapidamente restaurados após a resolução da infecção. O Google afirma que a nova versão do modelo de IA é capaz de detectar 14 vezes mais infecções em comparação com a versão beta, oferecendo uma proteção mais abrangente. A funcionalidade está ativada por padrão para todos os usuários de organizações com licenças de negócios, educação e empresas, enquanto a ferramenta de restauração de arquivos está disponível para todos os clientes do Google Workspace. Administradores têm a opção de desativar essa funcionalidade, se desejarem. A detecção de ransomware é uma resposta a um cenário crescente de ataques cibernéticos, refletindo a necessidade de soluções robustas de segurança em ambientes de armazenamento em nuvem.

Apex, Carolina do Norte, confirma violação de dados de 22 mil pessoas

A cidade de Apex, na Carolina do Norte, notificou 22.601 pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em junho de 2024, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de segurança social, dados de identificação emitidos pelo governo, informações financeiras e registros médicos. O incidente foi resultado de um ataque de ransomware, embora a cidade tenha afirmado que nenhum resgate foi pago. Os dados roubados foram publicados em um provedor de armazenamento em nuvem, e a cidade obteve uma ordem judicial para acessar essas informações. Além da violação, o ataque causou interrupções nos pagamentos de contas dos residentes. As autoridades não revelaram como a rede foi comprometida, o valor do resgate exigido ou o motivo da demora de quase dois anos para notificar as vítimas. Em 2024, foram registrados 96 ataques de ransomware a entidades governamentais nos EUA, comprometendo mais de 2,6 milhões de registros pessoais. O ataque a Apex destaca a vulnerabilidade das infraestruturas governamentais e a necessidade de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.

Grupo cibercriminoso Inc ataca cidade de Meriden, Connecticut

O grupo cibercriminoso conhecido como Inc reivindicou a responsabilidade por um ataque cibernético à cidade de Meriden, em Connecticut, que resultou em várias interrupções nos sistemas da cidade, incluindo atrasos na emissão de contas de água. O ataque, que começou a ser relatado em 17 de fevereiro, afetou serviços essenciais, como os escritórios do cartório e da arrecadação de impostos, que ainda estavam sendo restaurados mais de um mês após o incidente. Inc, um grupo de ransomware que surgiu em julho de 2023, utiliza métodos como phishing direcionado e exploração de vulnerabilidades conhecidas para invadir redes. O grupo já reivindicou 704 ataques, com 175 confirmados, sendo 25 direcionados a entidades governamentais. Embora os oficiais de Meriden não tenham confirmado a reivindicação do grupo, a situação destaca a crescente ameaça de ataques de ransomware a entidades governamentais nos EUA, que podem resultar em roubo de dados e paralisação de serviços. O impacto potencial desses ataques é significativo, pois pode levar a perdas financeiras e riscos de conformidade, especialmente em relação à proteção de dados pessoais.

Falhas de segurança e ataques cibernéticos em destaque

Recentemente, uma falha crítica no Citrix NetScaler ADC e Gateway (CVE-2026-3055) foi identificada e está sendo ativamente explorada, com um CVSS de 9.3, o que a torna uma vulnerabilidade de alto risco. Essa falha se deve à validação insuficiente de entradas, permitindo que atacantes acessem informações sensíveis, especialmente se o sistema estiver configurado como um Provedor de Identidade SAML. Além disso, o FBI confirmou o hack da conta de e-mail do diretor Kash Patel, atribuído ao grupo de hackers Handala, vinculado ao Irã, que alegou ter acessado documentos confidenciais. Outro incidente notável envolve o grupo Red Menshen, que implantou backdoors em infraestruturas de telecomunicações, utilizando ferramentas como o BPFDoor para monitorar tráfego sem ser detectado. O caso de Ilya Angelov, um hacker russo condenado a dois anos de prisão por gerenciar um botnet usado em ataques de ransomware, também destaca a persistência de ameaças cibernéticas. Por fim, a FCC dos EUA baniu a importação de novos roteadores fabricados no exterior devido a riscos de segurança, refletindo uma crescente preocupação com a segurança cibernética em nível governamental.

Campanha de phishing compromete contas do TikTok para Empresas

Uma nova campanha de phishing está atacando contas do TikTok para Empresas, utilizando páginas falsas que imitam a plataforma. De acordo com um relatório da Push Security, os atacantes estão usando links maliciosos que redirecionam as vítimas para páginas que se parecem com o TikTok para Empresas ou Google Careers, onde são solicitadas credenciais. O objetivo final é realizar uma verificação do Cloudflare Turnstile para bloquear bots e, em seguida, exibir uma página de login de phishing para roubar informações. Além disso, a campanha também se aproveita de infostealers como Vidar e Aura Stealer, entregues através de vídeos gerados por IA que se disfarçam como guias de ativação. Os domínios utilizados para hospedar essas páginas de phishing incluem uma série de endereços que começam com ‘welcome.careers’. Outra campanha observada recentemente utiliza arquivos SVG maliciosos para entregar malware, destacando a versatilidade dos métodos de ataque. Essa situação ressalta a necessidade de vigilância constante e educação sobre segurança cibernética, especialmente para empresas que operam em plataformas sociais populares como o TikTok.

Grupo pro-Ucrânia Bearlyfy intensifica ataques cibernéticos contra a Rússia

O grupo de hackers pro-Ucrânia conhecido como Bearlyfy, também chamado de Labubu, tem sido responsável por mais de 70 ataques cibernéticos direcionados a empresas russas desde sua aparição em janeiro de 2025. Recentemente, o grupo começou a utilizar uma nova variante de ransomware chamada GenieLocker, que ataca sistemas Windows. Segundo a empresa de segurança russa F6, os ataques do Bearlyfy têm como objetivos tanto a extorsão financeira quanto atos de sabotagem. Inicialmente, o grupo focou em pequenas empresas, mas suas demandas de resgate aumentaram, chegando a €80.000 (cerca de $92.100) e, em alguns casos, até centenas de milhares de dólares. Os ataques são caracterizados por uma rápida execução, com os hackers utilizando ferramentas como MeshAgent para obter acesso remoto e criptografar dados. Além disso, as notas de resgate são elaboradas diretamente pelos atacantes, ao invés de serem geradas automaticamente pelo software de ransomware. A evolução do Bearlyfy em um ano, de um grupo inexperiente para uma ameaça significativa para grandes empresas russas, destaca a crescente complexidade e sofisticação de suas operações.

Grupo de ransomware PEAR ataca a Universidade de Monmouth

O grupo de ransomware PEAR reivindicou a responsabilidade por um ataque cibernético à Universidade de Monmouth, ocorrido no início deste mês. O presidente da universidade, Patrick Leahy, informou os alunos sobre o incidente, que resultou em acesso não autorizado a informações na rede da instituição. PEAR afirma ter roubado 16 TB de dados e publicou amostras de documentos supostamente extraídos da universidade em seu site de vazamento de dados. Embora a universidade tenha iniciado protocolos de resposta e notificado o FBI e o Departamento de Educação, não há confirmação sobre a veracidade das alegações do grupo, nem se a universidade pagou um resgate. O ataque destaca a crescente ameaça de ransomware no setor educacional dos EUA, com pelo menos seis ataques confirmados em instituições de ensino em 2026. O grupo PEAR, que se especializa em roubo de dados sem criptografá-los, já reivindicou 64 ataques, com 13 confirmados por entidades alvo. A universidade se comprometeu a investigar o incidente e a melhorar a segurança de seus sistemas para evitar futuros ataques.

Grupo de ransomware Interlock ataca Goodwill Industries nos EUA

O grupo de ransomware Interlock adicionou a Goodwill Industries da Pensilvânia Central ao seu site de vazamento de dados após alegadamente roubar 80 GB de informações. O ataque, que ocorreu em março de 2026, gerou problemas técnicos em várias lojas, incluindo a interrupção de sistemas que forçaram clientes a pagar apenas em dinheiro. Funcionários relataram que o sistema foi hackeado, corroborando a situação com postagens nas redes sociais. A Goodwill Industries International afirmou não ter conhecimento de um ataque cibernético em seus sites, sugerindo que as informações sobre a Goodwill de Greater Grand Rapids deveriam ser verificadas diretamente com eles. O Interlock, que começou a registrar vítimas em outubro de 2024, já realizou 96 ataques, utilizando uma técnica de dupla extorsão, onde exige um resgate para descriptografar sistemas e também ameaça vender dados na dark web. Este incidente destaca a vulnerabilidade de organizações sem fins lucrativos e a crescente ameaça de ataques de ransomware nos Estados Unidos, que já contabilizam 41 ataques confirmados em 2026, afetando diversas instituições, incluindo escolas e organizações de saúde.

Cibercriminoso russo é condenado por gerenciar botnet de ransomware

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou a condenação de Ilya Angelov, um cidadão russo de 40 anos, a dois anos de prisão e uma multa de $100.000 por gerenciar uma botnet utilizada em ataques de ransomware contra empresas americanas. Angelov, que operava sob os pseudônimos ‘milan’ e ‘okart’, co-gerenciou o grupo cibercriminoso TA551 entre 2017 e 2021. O grupo foi responsável por construir uma rede de computadores comprometidos através da distribuição de arquivos maliciosos anexados a e-mails de spam. Os ataques visavam revender o acesso a esses computadores para outros grupos criminosos, resultando em extorsões que ultrapassaram $14 milhões. A colaboração de Angelov com outros grupos, como o BitPaymer e o IcedID, destaca a complexidade e a sofisticação das operações de ransomware. O caso ressalta a crescente ameaça de cibercrime, especialmente para empresas que podem ser alvos de tais ataques, e a necessidade de medidas de segurança robustas.

Nacional russo é condenado por ataques de ransomware nos EUA

Ilya Angelov, um cidadão russo de 40 anos, foi condenado a dois anos de prisão após confessar que gerenciou uma botnet de phishing utilizada em ataques de ransomware BitPaymer contra 72 empresas nos Estados Unidos. Angelov, que se apresentou nos EUA após a invasão da Ucrânia, era um dos líderes de uma operação criminosa russa conhecida como Mario Kart, que entre 2017 e 2021, enviou até 700 mil e-mails de spam por dia, infectando cerca de 3 mil computadores diariamente. A gangue não apenas distribuía malware, mas também vendia o acesso a dispositivos infectados para outros cibercriminosos, que realizavam extorsões em criptomoedas, resultando em mais de 14 milhões de dólares em pagamentos de resgate. Além disso, Angelov colaborou com outros grupos de ransomware, como o IcedID, e sua operação foi associada a diversas campanhas de phishing e ransomware, incluindo a parceria com a gangue TrickBot. Outro cidadão russo, Aleksey Volkov, também foi condenado a quase sete anos de prisão por atuar como intermediário em ataques de ransomware Yanluowang. O caso destaca a crescente ameaça de ransomware e phishing, que continua a impactar empresas globalmente.

Ataque de malvertising relacionado a impostos pode cegar software de segurança

Um novo ataque de malvertising, focado na temporada de declaração de impostos nos Estados Unidos, está sendo utilizado por hackers para disseminar ransomware. Especialistas da Huntress alertam que, com a proximidade do prazo de 15 de abril, muitos usuários apressam-se em buscar formulários fiscais, o que os torna vulneráveis a sites falsos promovidos por anúncios do Google. Esses sites maliciosos instalam o ScreenConnect, uma ferramenta legítima de acesso remoto, que é utilizada para fins maliciosos. Antes de ativar essa ferramenta, os atacantes instalam um driver de kernel que desativa as proteções de segurança, como o Windows Defender. A campanha não se limita apenas a iscas relacionadas a impostos; também foram identificadas páginas falsas de atualização do Chrome, sugerindo um arsenal de engenharia social mais amplo. O ataque parece ser uma fase inicial de uma campanha mais complexa, onde os criminosos buscam estabelecer uma base e coletar credenciais, possivelmente preparando o terreno para a implementação de ransomware.

Crunchyroll investiga vazamento de dados de 6,8 milhões de usuários

A Crunchyroll, plataforma de streaming de anime, confirmou ter sido alvo de um ciberataque que resultou no roubo de dados de aproximadamente 6,8 milhões de usuários. O ataque foi realizado por um grupo de hackers que acessou a conta Okta de um agente de suporte, que trabalhava para a Telus International, uma empresa de terceirização. Durante 24 horas, os hackers conseguiram extrair cerca de 8 milhões de tickets de suporte, que incluíam endereços de e-mail, nomes de usuários, endereços IP e informações geográficas. Embora os dados de pagamento não tenham sido diretamente comprometidos, informações sensíveis dos usuários foram expostas. A Crunchyroll está colaborando com especialistas em cibersegurança para investigar o incidente e monitorar a situação. O atacante exigiu um resgate de US$ 5 milhões para não divulgar os dados roubados, mas a empresa não respondeu à demanda. A investigação está em andamento, e a Crunchyroll acredita que o acesso aos sistemas foi limitado ao incidente com o fornecedor terceirizado.

Nacional russo é condenado por ataques de ransomware nos EUA

Aleksey Olegovich Volkov, um cidadão russo de 26 anos, foi condenado a quase 7 anos de prisão após se declarar culpado por atuar como um corretor de acesso inicial (IAB) em ataques de ransomware da gangue Yanluowang. Entre julho de 2021 e novembro de 2022, ele invadiu pelo menos oito empresas nos Estados Unidos, vendendo o acesso a redes corporativas para a operação de ransomware, cujos afiliados exigiam resgates que variavam de US$ 300 mil a US$ 15 milhões. Volkov foi extraditado para os EUA após ser preso na Itália em janeiro de 2024. Durante a investigação, o FBI recuperou registros de conversas, dados roubados e credenciais de rede das vítimas, além de rastrear a identidade de Volkov por meio de dados do iCloud e registros de troca de criptomoedas. Ele admitiu que sua parte nos resgates coletados chegou a US$ 1,5 milhão e foi condenado a pagar mais de US$ 9 milhões em restituição às vítimas. O caso destaca a crescente ameaça de ransomware e a complexidade das operações criminosas que envolvem múltiplos atores e tecnologias.

Cibercriminoso russo é condenado a quase 7 anos nos EUA por ransomware

Aleksei Olegovich Volkov, um cidadão russo de 26 anos, foi condenado a 6,75 anos de prisão nos Estados Unidos por sua participação em grupos de cibercrime, incluindo a gangue de ransomware Yanluowang. Ele facilitou ataques que resultaram em perdas reais superiores a 9 milhões de dólares e perdas pretendidas que ultrapassam 24 milhões de dólares. Volkov atuava como um ‘broker de acesso inicial’, obtendo acesso não autorizado a redes de empresas e vendendo esse acesso a outros criminosos. Os ataques geralmente envolviam a instalação de malware que criptografava os dados das vítimas, levando-as a pagar resgates em criptomoedas. Além de sua pena, Volkov concordou em pagar restituição às vítimas e a devolver ferramentas utilizadas nos crimes. O artigo também menciona a acusação de um terceiro negociador de ransomware ligado ao grupo BlackCat, que ajudou a extorquir pagamentos de pelo menos 10 vítimas, resultando na apreensão de quase 9,2 milhões de dólares em criptomoedas. A DigitalMint, onde o negociador trabalhava, repudiou as ações ilegais de seus ex-funcionários.

Humana confirma violação de dados em agosto de 2025

A Humana, uma das maiores seguradoras de saúde dos EUA, confirmou que notificou um número não divulgado de pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em agosto de 2025. Os dados comprometidos incluem números de Seguro Social, informações de faturamento médico, datas de serviço, nomes de prestadores, números de identificação da Humana, números de contas de pacientes e informações de seguro de saúde. A subsidiária da Humana, Centerwell, também começou a emitir notificações sobre a violação. O procurador-geral do Texas relatou que 4.618 pessoas no estado foram notificadas. A violação foi atribuída a um grupo de cibercriminosos chamado Clop, que reivindicou a responsabilidade pelo ataque. A Humana ofereceu aos afetados 24 meses de monitoramento de crédito gratuito e serviços de restauração de identidade. O ataque foi causado por uma vulnerabilidade de software de um fornecedor, e a Humana não confirmou se pagou um resgate. O grupo Clop é conhecido por explorar vulnerabilidades de software e já realizou 456 ataques em 2025, com 119 deles relacionados a uma vulnerabilidade da Oracle. A situação destaca a crescente ameaça de ransomware no setor de saúde, que já afetou mais de 196 milhões de pessoas nos EUA.

CISA ordena correção urgente de vulnerabilidade crítica em Cisco FMC

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma ordem para que agências federais corrijam uma vulnerabilidade de alta severidade, identificada como CVE-2026-20131, no Cisco Secure Firewall Management Center (FMC) até o dia 22 de março. A Cisco divulgou um boletim de segurança no dia 4 de março, alertando os administradores de sistemas sobre a necessidade de aplicar as atualizações de segurança imediatamente, uma vez que não existem soluções alternativas disponíveis. A falha permite que um atacante remoto não autenticado execute código Java arbitrário como root em dispositivos afetados, devido à deserialização insegura de um fluxo de bytes Java fornecido pelo usuário. A situação se agrava com a confirmação de que a vulnerabilidade está sendo ativamente explorada por grupos de ransomware, como o Interlock, que a utilizam desde o final de janeiro. A CISA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploradas (KEV), destacando seu uso em campanhas de ransomware. Embora a ordem da CISA se aplique a agências federais, recomendações semelhantes são válidas para empresas privadas e governos estaduais e locais, dada a gravidade da situação.

Homem é condenado por extorquir empresa de tecnologia em D.C.

Um homem da Carolina do Norte foi condenado por extorquir a Brightly Software, uma empresa de tecnologia baseada em Washington, D.C., enquanto ainda trabalhava como analista de dados. Cameron Curry, de 27 anos, aproveitou seu acesso a informações sensíveis da empresa para roubar documentos e ameaçar vazar dados pessoais de funcionários, exigindo um resgate de 2,5 milhões de dólares. Após o término de seu contrato em dezembro de 2023, ele enviou mais de 60 e-mails de extorsão, incluindo informações pessoais identificáveis (PII) de funcionários, como nomes e endereços. A Brightly pagou 7.540 dólares em Bitcoin para evitar a divulgação dos dados. O FBI prendeu Curry em janeiro de 2024, e ele enfrenta até 12 anos de prisão. Este incidente destaca a vulnerabilidade das empresas a ataques internos e a importância de proteger informações sensíveis, especialmente em um cenário de crescente criminalidade cibernética. Além disso, a Brightly já havia notificado seus clientes sobre um vazamento de dados anterior, afetando quase 3 milhões de usuários, o que levanta preocupações sobre a segurança de dados na era digital.

Análise revela uso de drivers vulneráveis por programas de ransomware

Uma nova análise sobre ferramentas de detecção e resposta em endpoints (EDR) revelou que 54 delas utilizam a técnica conhecida como ’traga seu próprio driver vulnerável’ (BYOVD), explorando um total de 34 drivers vulneráveis. Esses programas, comumente usados em intrusões de ransomware, permitem que os atacantes neutralizem softwares de segurança antes de implantar malware de criptografia de arquivos. A pesquisa da ESET destaca que grupos de ransomware frequentemente produzem novas versões de seus criptografadores, tornando a detecção um desafio, já que esses malwares são intrinsecamente barulhentos. Os EDR killers atuam como componentes externos que desativam controles de segurança, facilitando a execução do ransomware. A maioria dessas ferramentas se aproveita de drivers legítimos, mas vulneráveis, para obter privilégios elevados e desativar processos de segurança. A análise também identificou ferramentas baseadas em scripts e utilitários anti-rootkits que podem interferir no funcionamento normal dos produtos de segurança. Para mitigar esses riscos, é essencial que as organizações implementem defesas em camadas e estratégias de detecção para monitorar e responder proativamente a essas ameaças.

Grupo cibercriminoso Inc ataca Namibia Airports Company em 2026

O grupo de cibercriminosos conhecido como Inc reivindicou a responsabilidade pelo ataque à Namibia Airports Company (NAC), ocorrido em 6 de março de 2026. A NAC confirmou um incidente de segurança que afetou seus sistemas de TI, resultando em acesso não autorizado à infraestrutura de rede e contas administrativas. Embora a NAC tenha declarado que os serviços foram restaurados e a interrupção operacional foi limitada, a Inc alegou ter roubado cerca de 500 GB de dados. Até o momento, não há confirmação sobre o pagamento de resgate ou detalhes sobre como o ataque foi realizado. O grupo Inc, que surgiu em julho de 2023, é conhecido por suas táticas de ransomware, incluindo phishing direcionado e exploração de vulnerabilidades conhecidas. Este ataque marca a quinta vez que a Inc ataca uma empresa do setor de aviação, com um histórico de 694 ataques de ransomware, dos quais 173 foram confirmados. O impacto de tais ataques pode ser significativo, causando atrasos no transporte, interrupções em serviços de reservas e pagamentos, além de aumentar o risco de fraudes para os viajantes. A NAC é responsável pela operação de oito grandes aeroportos na Namíbia, e a segurança cibernética nesse setor é crucial para a continuidade das operações.

Novas ameaças de cibersegurança RaaS e phishing em alta

O boletim ThreatsDay desta semana destaca uma série de ameaças emergentes em cibersegurança, com foco em operações de Ransomware-as-a-Service (RaaS) e campanhas de phishing. O grupo ‘The Gentlemen’ utiliza uma vulnerabilidade crítica (CVE-2024-55591) em dispositivos FortiGate para realizar ataques, mantendo um banco de dados com 14.700 dispositivos comprometidos. Além disso, falhas no BMC FootPrints podem permitir execução remota de código, enquanto o malware SnappyClient, entregue pelo Hijack Loader, é projetado para roubo de dados e evasão de segurança. Outra técnica emergente, chamada CursorJack, explora links profundos para execução de comandos maliciosos. A campanha de phishing via Microsoft Teams tem aumentado, com atacantes se passando por equipes de TI para obter acesso remoto. A situação é preocupante, pois a exploração de falhas conhecidas em plataformas amplamente utilizadas, como Citrix, e o uso de engenharia social em ferramentas de comunicação, revelam a necessidade urgente de medidas de segurança mais robustas.

Grupo cibercriminoso Medusa ataca o Condado de Passaic, NJ

O grupo cibercriminoso Medusa reivindicou um ataque de malware ao Condado de Passaic, em Nova Jersey, ocorrido em março de 2026. Em um comunicado, as autoridades do condado informaram que o ataque afetou seus sistemas de TI e linhas telefônicas. Medusa exigiu um resgate de $800.000, com prazo até o final do mês, e publicou imagens de documentos que alegam ter sido roubados dos servidores do governo local. Embora o Condado de Passaic tenha reconhecido a ocorrência de um incidente de segurança, não confirmou a responsabilidade do grupo. A investigação está em andamento para determinar a natureza e a extensão do acesso não autorizado aos dados. Medusa, que opera um esquema de ransomware como serviço, já reivindicou outros ataques em 2026, incluindo instituições educacionais e governamentais. Os ataques de ransomware a entidades governamentais nos EUA têm se tornado mais frequentes, resultando em riscos significativos, como perda de dados e interrupção de serviços essenciais. O Condado de Passaic abriga cerca de 524.000 pessoas e está localizado na área metropolitana de Nova York.

Campanha de ransomware Interlock explora falha crítica da Cisco

A Amazon Threat Intelligence alertou sobre uma campanha ativa de ransomware chamada Interlock, que está explorando uma falha crítica de segurança no Cisco Secure Firewall Management Center (FMC) Software, identificada como CVE-2026-20131, com uma pontuação CVSS de 10.0. Essa vulnerabilidade permite que atacantes remotos não autenticados contornem a autenticação e executem código Java arbitrário como root em dispositivos afetados. A falha foi explorada como um zero-day desde 26 de janeiro de 2026, antes de ser divulgada publicamente pela Cisco. A campanha de Interlock utiliza uma cadeia de ataque complexa, que inclui scripts de reconhecimento em PowerShell, trojans de acesso remoto personalizados e técnicas de evasão. A Amazon compartilhou suas descobertas com a Cisco para ajudar a proteger os clientes. Diante da exploração ativa da falha, os usuários são aconselhados a aplicar patches imediatamente e realizar avaliações de segurança. A Cisco atualizou seu aviso sobre a vulnerabilidade, recomendando a atualização para uma versão corrigida do software.

Grupo de ransomware Genesis ataca associação de programas de abuso de drogas

O grupo de ransomware Genesis reivindicou a responsabilidade por um ataque cibernético à National Association on Drug Abuse Programs (NADAP) ocorrido em 10 de janeiro de 2026. A NADAP, uma organização sem fins lucrativos que oferece serviços de saúde e emprego a comunidades carentes em Nova York, notificou sobre a violação de dados em 13 de fevereiro de 2026, após detectar atividades suspeitas em sua rede. Os dados comprometidos incluem números de Seguro Social, datas de nascimento, informações médicas e financeiras. Genesis alegou ter roubado 2 TB de dados e justificou o ataque, embora a NADAP não tenha confirmado a reivindicação do grupo. Até o momento, não se sabe se um resgate foi pago ou como a violação ocorreu. Este incidente é parte de uma tendência crescente de ataques de ransomware nos EUA, com 27 ataques confirmados em 2026 até agora, em comparação com 662 em 2025. A NADAP, que já ajudou mais de 35.000 nova-iorquinos anualmente, não ofereceu monitoramento de crédito ou proteção contra roubo de identidade para as vítimas da violação.

Grupo de ransomware LockBit ataca distrito escolar no Mississippi

O grupo de ransomware LockBit reivindicou um ataque cibernético ao Alcorn School District, no Mississippi, ocorrido no início de março. Em 1º de março, o distrito anunciou a desativação de sua rede devido a atividades suspeitas que estavam causando interrupções em seus sistemas. LockBit, que é conhecido por suas táticas de sequestro de dados e extorsão, listou o Alcorn Schools em seu site de vazamento de dados e exigiu um pagamento de resgate em um prazo de duas semanas. O distrito escolar não confirmou a reivindicação do grupo, e não há informações sobre como os atacantes conseguiram acessar a rede ou se um resgate foi pago. O LockBit, que opera desde 2019 e é baseado na Rússia, já atacou diversas instituições, incluindo escolas, e em 2026, registrou 72 ataques de ransomware, com oito confirmados. Os ataques de ransomware em instituições educacionais podem causar não apenas a perda de dados, mas também interrupções significativas nas operações diárias, afetando a comunicação, a gestão de notas e a segurança dos dados dos alunos. O Alcorn School District atende cerca de 3.800 alunos em várias escolas na região.

Grupo de ransomware Medusa ataca Centro Médico da Universidade do Mississippi

O grupo de ransomware Medusa reivindicou a responsabilidade pelo ataque cibernético ao Centro Médico da Universidade do Mississippi (UMMC), ocorrido entre 19 de fevereiro e 2 de março de 2026. O ataque resultou no fechamento das clínicas e no cancelamento de consultas, afetando gravemente o atendimento ao paciente, que teve que ser realizado com registros manuais e em centros de comando improvisados. A UMMC perdeu acesso a linhas telefônicas, e-mails e registros de pacientes, levando à transferência de alguns pacientes para outras instituições. Medusa exigiu um resgate de $800.000 em troca da restauração dos sistemas e da não divulgação de dados supostamente roubados, que foram demonstrados em seu site de vazamento de dados. Embora a UMMC tenha retomado suas operações normais após nove dias, a extensão dos dados comprometidos e se o resgate foi pago permanecem desconhecidos. O grupo Medusa, ativo desde 2019, já realizou 154 ataques confirmados, sendo 33 direcionados a prestadores de serviços de saúde, comprometendo cerca de 3,7 milhões de registros pessoais. Os ataques de ransomware a instituições de saúde nos EUA têm se tornado cada vez mais frequentes e disruptivos, colocando em risco a segurança e a privacidade dos pacientes.

Vazamento de dados da Hudson River Housing expõe informações pessoais

No final de semana, a Hudson River Housing revelou um vazamento de dados ocorrido em março de 2025, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, números de carteira de motorista e datas de nascimento. A organização, que atua na área de habitação acessível em Poughkeepsie, NY, não divulgou o número total de pessoas notificadas sobre o incidente. O grupo de ransomware Rhysida assumiu a responsabilidade pelo ataque em junho de 2025, exigindo um resgate de 7 bitcoins, equivalente a aproximadamente $744.000 na época. Embora a Hudson River Housing tenha alertado sobre o acesso não autorizado à sua rede em 28 de abril de 2025, a confirmação do vazamento só ocorreu em março de 2026. A organização está oferecendo monitoramento de crédito gratuito para as vítimas do vazamento. O grupo Rhysida, que opera como um serviço de ransomware, já reivindicou 265 ataques, afetando mais de 5,6 milhões de pessoas. Este incidente destaca a crescente ameaça de ataques de ransomware, que podem causar danos significativos a organizações, especialmente aquelas que lidam com dados sensíveis.

JBS sofre novo mega-ataque hacker com 3 TB de dados roubados

A JBS Brasil, uma das maiores produtoras de carne do mundo, foi alvo de um novo ataque cibernético, desta vez pelo grupo de ransomware Coinbasecartel, que afirma ter roubado 3 terabytes de dados corporativos. O ataque foi anunciado em um fórum clandestino, mas detalhes sobre a natureza dos dados e a vulnerabilidade explorada não foram divulgados. Este incidente é um lembrete da crescente vulnerabilidade da JBS, que já havia enfrentado um ataque significativo em 2021, quando foi forçada a pagar R$ 57 milhões em resgate ao grupo REvil. O Coinbasecartel é conhecido por sua abordagem agressiva em negociações e por focar em informações estratégicas e financeiras de alto valor. Até o momento, a JBS não se pronunciou oficialmente sobre o ataque, o que levanta preocupações sobre a situação atual e possíveis negociações em andamento. O aumento de 50% nos ataques de ransomware, conforme relatado recentemente, destaca a necessidade de as empresas reforçarem suas medidas de segurança cibernética.

Vazamento de dados da Insightin Health afeta mais de 142 mil pessoas

A Insightin Health, uma agência de marketing na área da saúde, confirmou um vazamento de dados que afetou 142.727 pessoas em setembro de 2025. Os dados comprometidos incluem informações sensíveis como datas de nascimento, IDs de seguro de saúde e números de contratos. O ataque foi atribuído ao grupo cibercriminoso Medusa, que explorou uma vulnerabilidade em um aplicativo de terceiros para acessar os dados. Medusa exigiu um resgate de US$ 500.000 pela recuperação de 378 GB de dados roubados e listou a Insightin em seu site de vazamento. Embora a Insightin tenha notificado os afetados e oferecido serviços gratuitos de monitoramento de crédito, não está claro se a empresa pagou o resgate ou como a violação ocorreu. Este incidente é um dos maiores vazamentos no setor de saúde dos EUA, destacando a crescente ameaça de ataques de ransomware a empresas que lidam com dados pessoais. A Insightin Health, localizada em Baltimore, MD, é um exemplo de como o setor de saúde se tornou um alvo preferencial para hackers devido à quantidade de dados sensíveis que gerencia.

Gangue de ransomware Genesis ataca a cidade de Hart, Michigan

No último fim de semana, a gangue de ransomware Genesis adicionou a cidade de Hart, Michigan, ao seu site de vazamento de dados, alegando ter roubado 300 GB de informações. A cidade recebeu um ultimato de menos de seis dias para atender às exigências de resgate antes que os dados sejam divulgados publicamente. Em uma reunião pública realizada em 24 de fevereiro de 2026, a cidade confirmou a descoberta de um possível incidente de segurança e informou que as senhas de todos os usuários foram redefinidas. A cidade está colaborando com especialistas em cibersegurança para investigar o acesso não autorizado a uma parte limitada de sua rede. Embora a investigação esteja em andamento, a cidade enfatizou que a segurança de seus sistemas é uma prioridade e que medidas adicionais de monitoramento foram implementadas. Os residentes e funcionários foram alertados a ficarem atentos a possíveis campanhas de phishing. Genesis, que começou a operar em outubro de 2025, utiliza táticas de dupla extorsão, criptografando sistemas e roubando dados, exigindo resgates tanto para a chave de descriptografia quanto para a exclusão dos dados roubados. Este ataque à cidade de Hart é o segundo confirmado em 2026, seguindo um aumento significativo de ataques a entidades governamentais nos Estados Unidos, com seis incidentes confirmados até agora neste ano.

Grupo Velvet Tempest usa técnicas avançadas para implantar malware

O grupo de cibercriminosos conhecido como Velvet Tempest, também identificado como DEV-0504, tem utilizado a técnica ClickFix e utilitários legítimos do Windows para implantar o malware DonutLoader e o backdoor CastleRAT. Pesquisadores da MalBeacon monitoraram as atividades do grupo em um ambiente simulado de uma organização sem fins lucrativos nos EUA, onde foram observadas ações como reconhecimento do Active Directory e coleta de credenciais armazenadas no Chrome. A invasão inicial ocorreu através de uma campanha de malvertising que direcionou as vítimas a inserir um comando ofuscado no diálogo de execução do Windows. Este comando ativou uma cadeia de comandos que buscou os primeiros carregadores de malware. Embora o Velvet Tempest seja conhecido por ataques de dupla extorsão, nesta intrusão específica não foi implantado o ransomware Termite, que já afetou vítimas de alto perfil. A técnica ClickFix tem sido adotada por outros grupos de ransomware, evidenciando uma tendência crescente de uso de engenharia social em ataques cibernéticos.

Vazamento de dados no escritório do xerife de Warren County, KY

O escritório do xerife do condado de Warren, Kentucky, confirmou um vazamento de dados ocorrido em dezembro de 2025, que comprometeu informações sensíveis, como números de Seguro Social, números de carteira de motorista e IDs de seguro de saúde. O grupo cibercriminoso RansomHouse reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter roubado 743 GB de dados, incluindo licenças de armas e materiais investigativos que demonstram abuso de autoridade por parte de oficiais. O xerife não confirmou a alegação do grupo e não se sabe se um resgate foi pago. O ataque foi detectado em 20 de dezembro de 2025, quando atividades suspeitas foram identificadas na rede do escritório. O aviso enviado às vítimas não ofereceu monitoramento de crédito ou seguro contra roubo de identidade, práticas comuns após vazamentos desse tipo. RansomHouse, que opera um esquema de ransomware como serviço, já realizou 51 ataques em 2025, afetando entidades governamentais, incluindo o Supremo Tribunal Administrativo da Bulgária e o Conselho de Artes da Suécia. O aumento de ataques de ransomware a entidades governamentais nos EUA, com 85 incidentes confirmados em 2025, destaca a gravidade da situação.

Apenas 1 das falhas de segurança é explorado, mas danos são severos

Um estudo da VulnCheck revelou que, embora milhares de falhas de segurança sejam registradas anualmente, apenas 1% delas é explorado por hackers, resultando em danos significativos. Em 2025, foram identificadas 48 mil vulnerabilidades, mas apenas algumas foram alvo de ciberataques, com destaque para o React2Shell, que permitiu a violação de sistemas de segurança em plataformas online. Além disso, vulnerabilidades no Microsoft SharePoint e no SAP NetWeaver também foram frequentemente exploradas. A pesquisa indicou que 56,4% das falhas estão relacionadas a ataques de ransomware, um dado alarmante para a segurança digital. O uso crescente de inteligência artificial (IA) para gerar códigos maliciosos tem contribuído para um aumento de 16,5% nos exploits em comparação ao ano anterior, tornando os ataques mais rápidos e eficazes. A situação exige atenção redobrada das empresas, especialmente em um cenário onde a maioria das falhas ainda é considerada de dia zero, aumentando o risco antes que correções sejam implementadas.

Nacional russo se declara culpado por fraude em operação de ransomware

Evgenii Ptitsyn, um cidadão russo de 43 anos, se declarou culpado por um esquema de fraude eletrônica relacionado à operação de ransomware Phobos, que afetou centenas de vítimas em todo o mundo. O Phobos, uma operação de ransomware como serviço (RaaS) ligada à família Crysis, foi responsável por mais de 39 milhões de dólares em pagamentos de resgate de mais de 1.000 entidades públicas e privadas. Ptitsyn foi extraditado da Coreia do Sul em novembro de 2024 e acusado de supervisionar a venda e distribuição do ransomware. Os afiliados do Phobos invadiam redes de alvos, incluindo escolas e hospitais, utilizando credenciais roubadas, criptografando dados sensíveis e exigindo pagamento sob ameaça de vazamento. A operação Aether, coordenada pela Europol, resultou em detenções e apreensões de equipamentos relacionados ao Phobos, destacando a colaboração internacional no combate a esse tipo de crime cibernético. Ptitsyn enfrenta até 20 anos de prisão e sua sentença está marcada para 15 de julho de 2025.

Vazamento de dados compromete 12 mil pessoas em San Francisco

O Conselho das Crianças de San Francisco confirmou um vazamento de dados ocorrido em 3 de agosto de 2025, afetando 12.655 pessoas. Os dados comprometidos incluem nomes e números de Seguro Social, mas não está claro se pertencem a crianças. Duas semanas após o incidente, o grupo criminoso SafePay reivindicou a responsabilidade pelo ataque em seu site de vazamento de dados, exigindo um pagamento de resgate em 24 horas para excluir as informações roubadas. O Conselho não confirmou se pagou o resgate e está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito gratuito e um seguro contra roubo de identidade de até US$ 1 milhão para as vítimas. SafePay, um grupo de ransomware ativo desde 2024, utiliza um esquema de dupla extorsão, onde exige pagamento tanto para restaurar sistemas quanto para deletar dados roubados. Em 2025, o grupo foi responsável por 374 ataques, afetando cerca de 17 milhões de pessoas. O aumento de ataques de ransomware nos EUA, com 653 incidentes confirmados em 2025, destaca a vulnerabilidade de organizações sem fins lucrativos e serviços sociais, como o Conselho das Crianças de San Francisco.

Campanha de força bruta revela rede de ransomware em operação

O Huntress Tactical Response Team investigou um alerta de força bruta em um servidor RDP exposto à internet, que inicialmente parecia ser um incidente comum. Ao analisar os logs de eventos do Windows, a equipe descobriu que um único login bem-sucedido levou a um comportamento incomum de busca por credenciais, revelando uma infraestrutura geograficamente distribuída e um serviço VPN suspeito, indicando a presença de um ecossistema de ransomware como serviço.

Centro Médico da Universidade de Mississippi retoma operações após ataque

O Centro Médico da Universidade de Mississippi (UMMC) anunciou que retomou suas operações normais após um ataque de ransomware que durou nove dias, bloqueando o acesso a registros médicos eletrônicos e desativando muitos de seus sistemas de TI. O ataque forçou a instituição a cancelar procedimentos ambulatoriais e consultas de imagem, embora os serviços hospitalares continuassem a ser prestados. A UMMC confirmou que conseguiu restaurar o acesso aos registros dos pacientes e reabriu suas clínicas, que agora funcionam em horários estendidos para acomodar os pacientes. Embora nenhum grupo de ransomware tenha reivindicado a responsabilidade pelo ataque, a UMMC está em contato com os atacantes e trabalhando com o FBI e a CISA para investigar o incidente. A UMMC é um dos maiores empregadores do Mississippi, com mais de 10.000 funcionários e uma infraestrutura crítica que inclui o único programa de transplante de órgãos e medula óssea do estado. O ataque destaca a crescente ameaça de ransomware a instituições de saúde, que são alvos atraentes devido à sensibilidade dos dados que gerenciam.

AkzoNobel confirma violação de dados em site nos EUA

A empresa multinacional holandesa AkzoNobel, especializada em tintas e revestimentos, confirmou uma violação de segurança em um de seus sites nos Estados Unidos, após um vazamento de dados pelo grupo de ransomware Anubis. Segundo um porta-voz da empresa, a intrusão foi contida e o impacto foi considerado limitado. A Anubis afirma ter roubado 170 GB de dados, incluindo 170 mil arquivos, que contêm informações sensíveis como acordos confidenciais, e-mails, números de telefone e documentos técnicos internos. A AkzoNobel está colaborando com as autoridades competentes e notificando as partes afetadas. O grupo Anubis, que opera como um serviço de ransomware, tem se tornado mais ativo desde seu lançamento em dezembro de 2024, e recentemente adicionou uma ferramenta que apaga arquivos das vítimas, dificultando a recuperação. Este incidente destaca a crescente sofisticação das ameaças cibernéticas e a necessidade de vigilância constante por parte das empresas.

Campanha de ciberataque usa suporte falso para disseminar malware Havoc

Recentemente, pesquisadores da Huntress identificaram uma nova campanha de ciberataque onde criminosos se passam por suporte técnico para implantar o framework de comando e controle (C2) Havoc, visando a exfiltração de dados ou ataques de ransomware. A intrusão foi observada em cinco organizações parceiras, onde os atacantes utilizaram e-mails de spam como iscas, seguidos de ligações telefônicas que ativaram um complexo pipeline de entrega de malware.

Em uma das organizações, os atacantes conseguiram se mover lateralmente para nove endpoints em apenas 11 horas, utilizando uma combinação de payloads personalizados do Havoc e ferramentas legítimas de gerenciamento remoto (RMM) para garantir persistência. A técnica de engenharia social, que inclui a criação de páginas falsas que imitam serviços da Microsoft, foi fundamental para o sucesso do ataque, permitindo que os criminosos coletassem credenciais dos usuários.

Ataques de ransomware aumentam 50, mas pagamentos caem para mínimo histórico

Um recente relatório da Chainalysis revelou um aumento de 50% nos ataques de ransomware em comparação ao ano anterior, enquanto o número de vítimas que pagaram resgates caiu para 28%, o menor índice já registrado. Essa queda na taxa de pagamentos reflete uma tendência de quatro anos, onde em 2024, 62,8% das vítimas pagaram, e em 2022, esse número foi ainda maior, atingindo 78,9%. Apesar da diminuição no número de pagamentos, o valor médio dos resgates aumentou drasticamente, passando de US$ 12.738 para US$ 59.556, um aumento de 368%. Os Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Reino Unido foram identificados como os países mais visados. A análise sugere que a melhoria nas respostas a incidentes e a crescente regulamentação contra ataques são fatores que contribuíram para a queda na taxa de pagamentos, embora o valor dos resgates tenha aumentado, indicando que algumas vítimas estão dispostas a pagar quantias maiores para recuperar seus dados sequestrados.

Ataques de ransomware continuam altos em fevereiro de 2026

Em fevereiro de 2026, os ataques de ransomware globalmente se mantiveram elevados, com 685 incidentes registrados, uma leve queda em relação aos 718 de janeiro. O setor de saúde viu um aumento de 30% nos ataques, subindo de 37 para 48, enquanto o setor de transporte teve um crescimento ainda maior, com um aumento de 39%, passando de 23 para 32 ataques. Os fabricantes, embora ainda sejam alvos significativos com 120 ataques, estão experimentando uma diminuição nas ocorrências. O grupo de ransomware Qilin continua sendo o mais ativo, com 104 ataques, seguido pelo grupo The Gentlemen, que registrou 84. Este último ganhou notoriedade, especialmente por seus ataques a instituições educacionais no Brasil, incluindo a Universidade Federal de Sergipe e a Centro Universitário Filadélfia. No total, mais de 89,5 TB de dados foram roubados em fevereiro, com os Estados Unidos liderando em número de ataques, seguidos pelo Canadá e Brasil. O aumento nos ataques a setores críticos, como saúde e transporte, destaca a necessidade urgente de medidas de segurança robustas e vigilância contínua.

Universidade do Havai confirma roubo de dados por ransomware

A Universidade do Havai (UH) confirmou que um ataque de ransomware comprometeu os dados de aproximadamente 1,2 milhão de indivíduos, após uma violação na Divisão de Epidemiologia do seu Centro de Câncer em agosto de 2025. O ataque resultou no roubo de informações pessoais, incluindo números de Seguro Social (SSNs) e dados de registro de veículos. Em 23 de fevereiro, a universidade notificou mais de 87 mil participantes do Estudo Multiétnico (MEC) realizado entre 1993 e 1996, além de outros 900 mil indivíduos cujos e-mails foram encontrados. A UH informou que não houve impacto nas operações clínicas ou registros de alunos. O ataque causou danos significativos, atrasando os esforços de restauração e investigação. A universidade admitiu ter pago aos atacantes para obter uma ferramenta de descriptografia e garantir a destruição segura das informações roubadas. O diretor do UH Cancer Center expressou arrependimento pelo incidente e reafirmou o compromisso com a transparência e a proteção dos dados de pesquisa. Este incidente segue um padrão crescente de ataques de ransomware, que têm se tornado mais sofisticados e impactantes.

Grupo de ransomware Rhysida ataca governo local em Southold, NY

O grupo de ransomware Rhysida reivindicou a responsabilidade por um ataque cibernético ao governo local de Southold, Nova York, ocorrido em novembro de 2025. O ataque, anunciado em 24 de novembro, afetou diversos sistemas da cidade, incluindo e-mails, folha de pagamento e coleta de impostos, resultando em um período de inatividade de duas semanas para a restauração dos serviços. Rhysida exigiu um resgate de 10 bitcoins, equivalente a aproximadamente $661,400, e ameaçou vender os dados comprometidos caso o pagamento não fosse realizado em sete dias. O supervisor de Southold, Al Krupski, afirmou que a cidade não tem intenção de pagar o resgate. Desde o incidente, a cidade investiu $500,000 em melhorias de segurança. Rhysida, que opera como um serviço de ransomware, já foi responsável por 21 ataques confirmados em 2025, afetando principalmente entidades governamentais. Os ataques de ransomware têm se tornado uma preocupação crescente nos EUA, com 84 incidentes confirmados em 2025, comprometendo cerca de 639,000 registros pessoais. O caso de Southold destaca a vulnerabilidade das administrações locais a ataques cibernéticos e a necessidade de investimentos em segurança da informação.

Claude enfrenta grande interrupção com erros elevados

O serviço Claude está enfrentando uma interrupção significativa, com erros elevados relatados em todas as plataformas. O incidente foi identificado em 2 de março de 2026 e está afetando usuários de forma ampla, sem restrições a um único aplicativo ou região. A primeira notificação de investigação foi emitida às 11:49 UTC, seguida por uma atualização às 12:06 UTC, indicando que a equipe ainda está analisando a situação. Os usuários podem experimentar falhas em solicitações, timeouts ou respostas inconsistentes ao tentar acessar Claude por meio da web, dispositivos móveis ou API. Até o momento, não há uma estimativa de tempo para resolução, mas a equipe está trabalhando ativamente para solucionar o problema. Além disso, o Red Report 2026 destaca uma queda de 38% na criptografia de ransomware, indicando que as ameaças estão se tornando mais sofisticadas, utilizando matemática para detectar ambientes de sandbox e se esconder em plena vista. O relatório analisa 1,1 milhão de amostras maliciosas para identificar as principais técnicas utilizadas pelos atacantes.