Proteção Digital

Spear phishing vs. Whaling Diferenças entre ataques direcionados

O artigo explora as diferenças entre phishing, spear phishing e whaling, destacando como esses ataques cibernéticos evoluem em complexidade e direcionamento. O phishing tradicional é um ataque em massa que visa um grande número de pessoas, utilizando e-mails genéricos para roubar informações confidenciais. Em contraste, o spear phishing é um ataque mais personalizado, onde os hackers realizam pesquisas detalhadas sobre suas vítimas para criar mensagens que parecem autênticas, aumentando as chances de sucesso. No topo da pirâmide está o whaling, que se concentra em executivos de alto nível, como CEOs e CFOs, visando fraudes financeiras ou roubo de segredos industriais. O artigo também oferece dicas de proteção, como implementar uma cultura de segurança nas empresas, adotar camadas de verificação para transações e praticar higiene digital ao compartilhar informações nas redes sociais. A conscientização sobre esses tipos de ataques é crucial para evitar que indivíduos e organizações se tornem vítimas de cibercriminosos.

Ameaça fantasma como malware fileless usa a memória RAM para ficar indetectável

O malware fileless é uma nova forma de ataque cibernético que opera diretamente na memória RAM dos dispositivos, evitando a detecção por ferramentas tradicionais de segurança. Diferente dos vírus convencionais, que se instalam no disco rígido, esse tipo de malware utiliza técnicas conhecidas como ‘Living off the Land’, que aproveitam ferramentas legítimas do sistema, como PowerShell e macros do Office, para realizar ações maliciosas. O ataque geralmente começa com e-mails de phishing ou documentos comprometidos, que, ao serem abertos, executam comandos ocultos que não deixam vestígios permanentes no sistema. Isso torna a detecção extremamente difícil, pois não há arquivos maliciosos a serem escaneados. Casos como o da Equifax, onde dados de 147,9 milhões de pessoas foram expostos, ilustram a gravidade dessa ameaça. Para se proteger, é essencial atualizar softwares, ter cuidado com macros, usar ferramentas que monitoram comportamentos suspeitos e desativar funções desnecessárias. A vigilância constante e a higiene digital são fundamentais para evitar infecções por esse tipo de malware.

IA com 30 anos de memória é usada para combater crimes digitais

A Cisco anunciou o desenvolvimento de uma nova inteligência artificial (IA) que utiliza 30 anos de dados sobre ataques cibernéticos para aprimorar a segurança digital. O projeto visa expandir o modelo Foundation-Sec-8B, que atualmente opera com 8 bilhões de parâmetros, para 17 bilhões, aumentando a precisão na detecção de ameaças. Raj Chopra, vice-presidente sênior da Cisco, destacou que o foco não é criar um sucessor, mas sim um modelo expandido que utilize um vasto arsenal de informações coletadas ao longo das últimas três décadas, incluindo incidentes e manuais de treinamento. A equipe de especialistas em segurança digital da Cisco liderará esse processo, que deve ser concluído até o final do ano. Além disso, a empresa está desenvolvendo novos modelos de IA para complementar essa versão atualizada, com o objetivo de apoiar os profissionais de segurança no combate ao cibercrime com ferramentas mais sofisticadas.

As 10 Melhores Plataformas de Proteção Digital em 2025

Com a crescente digitalização das empresas, a superfície de ataque a ameaças cibernéticas também se expande. As plataformas de Proteção de Risco Digital (DRP) são essenciais para detectar, monitorar e mitigar ameaças externas, garantindo uma defesa proativa. Em 2025, as principais plataformas de DRP incorporaram automação, análises impulsionadas por inteligência artificial e integração de informações. As organizações não podem mais depender apenas de ferramentas tradicionais de cibersegurança, como firewalls. As dez melhores plataformas de DRP oferecem monitoramento em tempo real, enriquecimento de inteligência sobre ameaças e integração de resposta a incidentes. A escolha da plataforma certa pode ser a diferença entre antecipar-se a ataques ou reagir tarde demais, resultando em danos à marca e perdas financeiras. Entre as principais plataformas destacam-se Proofpoint, ReliaQuest e BlueVoyant Sky, cada uma com características únicas que atendem a diferentes necessidades de segurança, especialmente para grandes empresas e instituições financeiras. A adoção dessas tecnologias é crucial para proteger a reputação e os ativos digitais das organizações frente a ameaças emergentes.