Predator

EUA removem indivíduos ligados a spyware Predator da lista de sanções

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA (OFAC) retirou três indivíduos associados ao Consórcio Intellexa, responsável pelo spyware comercial Predator, da lista de nacionais designados. Os indivíduos são Merom Harpaz, Andrea Nicola Constantino Hermes Gambazzi e Sara Aleksandra Fayssal Hamou. Harpaz e Gambazzi foram sancionados em 2024 por desenvolver e distribuir o Predator, que é conhecido por sua capacidade de operar de forma furtiva e coletar dados sensíveis de dispositivos infectados. O motivo da remoção dos nomes da lista não foi esclarecido. O Predator é frequentemente utilizado em ataques direcionados a jornalistas, ativistas e políticos, levantando preocupações sobre a segurança e os direitos humanos. Recentemente, um relatório da Anistia Internacional destacou um ataque a um advogado de direitos humanos no Paquistão via WhatsApp, utilizando o Predator. A crescente proliferação de spyware comercial, como o Predator, representa um risco significativo à segurança nacional dos EUA e de seus cidadãos, conforme alertado pelo OFAC, que enfatiza a necessidade de regulamentações para o uso responsável dessas tecnologias.

iOS 26 remove evidências de spyware Pegasus e Predator

A atualização do sistema operacional iOS 26 da Apple introduziu uma mudança significativa no funcionamento do arquivo shutdown.log, que pode ter consequências graves para a segurança dos dispositivos. Este arquivo, que anteriormente registrava atividades do sistema durante o desligamento, agora é sobrescrito a cada reinicialização, eliminando evidências cruciais de infecções por malwares sofisticados como Pegasus e Predator. Essa alteração pode ser vista como uma falha de design ou um bug, mas suas implicações são profundas, especialmente para usuários que podem ter sido infectados sem saber. Antes da atualização, pesquisadores de segurança podiam identificar indicadores de comprometimento através de anomalias nesse log, mas agora, com a remoção automática de dados históricos, dispositivos comprometidos se tornam indistinguíveis de sistemas limpos. A situação é alarmante, pois ataques de spyware continuam a atingir figuras de destaque globalmente. Para mitigar riscos, usuários são aconselhados a extrair e preservar dados do sysdiagnose antes de atualizar para o iOS 26, garantindo que informações sobre possíveis infecções sejam mantidas.