Phishing

SoFi Hong Kong alerta sobre violação de dados de clientes

A SoFi Hong Kong, uma empresa de tecnologia financeira baseada nos EUA, anunciou que sofreu uma violação de dados após hackers acessarem um banco de dados de um fornecedor terceirizado contendo informações de clientes. O incidente foi descoberto em 30 de abril de 2026, quando a empresa detectou acesso não autorizado ao banco de dados da SoFi Securities (Hong Kong) Limited. Em comunicado enviado aos clientes, a SoFi informou que a investigação está em andamento e que ainda não é possível determinar quais dados específicos podem ter sido expostos. A empresa alertou os clientes para ficarem atentos a tentativas de phishing e atividades suspeitas em suas contas. Além disso, recomendou que os usuários atualizassem suas senhas e ativassem a autenticação em duas etapas. A SoFi também implementou medidas adicionais de segurança e monitoramento nas contas afetadas. Para mais informações, a empresa disponibilizou uma linha de suporte e um endereço de e-mail para os clientes que buscam esclarecimentos.

Novas variantes do malware NFCShare atacam aplicativos bancários

Novas variantes do malware NFCShare estão sendo distribuídas como falsas atualizações de aplicativos bancários legítimos, hospedadas no GitHub. Este malware evoluiu e agora visa clientes de diversos bancos e instituições financeiras na Europa, em uma campanha de phishing destinada a roubar dados de cartões de pagamento. Após enganar as vítimas com uma tela de verificação falsa, o NFCShare utiliza o chip de comunicação por proximidade (NFC) do dispositivo móvel para ler informações do cartão, como número, tipo, data de validade e um PIN de 4 dígitos inserido pela vítima. Esses dados são enviados para o servidor de comando e controle do atacante via canal WebSocket. Desde sua criação, o repositório do GitHub que distribui o NFCShare já hospedou 56 APKs únicos que imitam aplicativos de bancos, principalmente da Itália e da Espanha. Os pesquisadores alertam que usuários de Android devem baixar aplicativos bancários apenas do Google Play e ter cautela com solicitações de verificação que pedem a digitalização de cartões NFC.

Meta bloqueia tentativas de phishing ligadas ao NSO Group

Na última segunda-feira, a Meta anunciou a detecção e bloqueio de tentativas de spear-phishing associadas ao grupo de spyware israelense NSO Group. A empresa também informou que está movendo uma ação judicial federal contra a NSO por violar uma ordem judicial permanente que proíbe a empresa de direcionar ataques ao WhatsApp e seus usuários. As tentativas de phishing buscavam enganar os usuários para que clicassem em links maliciosos, levando-os a sites externos, semelhante a campanhas de phishing de um clique já relatadas anteriormente. Além disso, a Meta identificou a criação de contas de teste e grupos no WhatsApp pela NSO, que foram removidos. A Meta listou domínios maliciosos associados a essas atividades, como fr24cast.com e ghazacast.com. Este incidente ocorre um ano após a NSO ser multada em cerca de 168 milhões de dólares por violar leis dos EUA ao explorar servidores do WhatsApp para implantar o spyware Pegasus, que visava mais de 1.400 indivíduos globalmente. A Meta reafirmou que as mensagens e chamadas dos usuários do WhatsApp permanecem protegidas por criptografia de ponta a ponta e recomendou que os usuários mantenham seus aplicativos atualizados e relatem atividades suspeitas. Para aqueles que podem estar em risco elevado de ataques cibernéticos, a Meta sugere a ativação de configurações de conta rigorosas para aumentar a segurança.

Universidade de Oxford revela nova violação de dados

Na última semana, a Universidade de Oxford anunciou uma violação de dados em sua plataforma CareerConnect, após ser informada pelo fornecedor terceirizado Group GTI sobre o comprometimento do sistema. O ataque ocorreu em 28 de maio e resultou no acesso não autorizado a nomes, sobrenomes, endereços de e-mail e senhas criptografadas de usuários que não utilizam o sistema de autenticação Single Sign-On (SSO). Embora a universidade tenha garantido que não há evidências de que informações de cursos, arquivos carregados ou dados financeiros tenham sido afetados, alertou sobre a possibilidade de tentativas de phishing direcionadas a alunos e funcionários. Este é o segundo incidente de segurança relatado pela universidade em 2023, após uma violação anterior relacionada ao sistema Canvas, que expôs dados de 280 milhões de registros de instituições educacionais em todo o mundo. A universidade enfatizou que seus sistemas não foram comprometidos e que as senhas dos usuários afetados foram invalidadas, exigindo que os mesmos realizem a redefinição de suas senhas na próxima vez que acessarem a plataforma.

A Inteligência Artificial e o Crescimento do Phishing Desafios e Soluções

O uso crescente da inteligência artificial (IA) por cibercriminosos tem transformado o phishing em uma máquina de volume, permitindo a criação rápida de e-mails convincentes e páginas de login falsas. Isso resulta em um aumento significativo no número de alertas que as equipes de segurança (Tier 1) precisam revisar, dificultando a identificação de tentativas reais de roubo de credenciais ou entrega de malware. As variações nas iscas, a melhor impersonificação e a personalização das mensagens tornam o trabalho das equipes de segurança mais complexo, levando a um aumento no tempo de resposta e na carga de trabalho. Para enfrentar esses desafios, é essencial que as equipes adotem soluções que combinem verificações automatizadas e visibilidade baseada em comportamento. Ferramentas como o ANY.RUN, que permite a análise interativa de links suspeitos em um ambiente seguro, podem acelerar a triagem e reduzir a sobrecarga das equipes. Além disso, relatórios prontos para uso podem facilitar a transição entre as equipes de Tier 1 e Tier 2, melhorando a eficiência na resposta a incidentes. A adoção dessas tecnologias pode resultar em uma redução significativa na carga de trabalho e no tempo de resposta, permitindo que as organizações se protejam melhor contra ameaças emergentes.

Grupo Silent Ransom ataca escritórios de advocacia nos EUA

O grupo de extorsão Silent Ransom está atacando ativamente escritórios de advocacia e organizações de serviços profissionais nos Estados Unidos, conforme um relatório da Mandiant. Os ataques, que incluem engenharia social e roubo de dados, podem resultar em vazamentos de informações sensíveis em questão de horas após o primeiro contato. O FBI já havia emitido um aviso sobre esses ataques, que se caracterizam por e-mails de phishing disfarçados de faturas, seguidos por chamadas telefônicas de atacantes que se passam por funcionários de TI. Durante as sessões de suporte remoto, os atacantes convencem os funcionários a instalar ferramentas de monitoramento, permitindo acesso inicial à rede corporativa. O grupo, que opera desde 2022, não utiliza mais criptografia de ransomware, focando exclusivamente na extorsão de dados. As demandas de resgate são enviadas rapidamente, com prazos curtos para resposta, e ameaças de vazamento de dados são utilizadas para pressionar as vítimas. Para se proteger, Mandiant e o FBI recomendam a implementação de procedimentos rigorosos de verificação para interações de suporte de TI e treinamento de funcionários para reconhecer tentativas de phishing por voz.

Toshiba e Muji alertam sobre telas de login suspeitas em seus sites

As gigantes japonesas Toshiba e Muji emitiram alertas a seus usuários sobre telas de login suspeitas que podem estar coletando credenciais. Essas telas foram geradas por um serviço externo hospedado em polyfill[.]io, que, em 2024, introduziu códigos maliciosos em scripts entregues por sua rede de distribuição de conteúdo (CDN). Ambas as empresas recomendaram que os usuários que inseriram dados de login nessas telas mudassem suas senhas. A Toshiba confirmou que algumas partes de seu site poderiam exibir essas telas e pediu que os usuários selecionassem ‘Cancelar’ sem inserir informações. A Muji também fez um aviso semelhante, embora não tenha confirmado acessos não autorizados até o momento. Além de Toshiba e Muji, outras empresas, como Zojirushi e FiNC Technologies, também foram afetadas. O problema surgiu após a aquisição do domínio polyfill[.]io por uma entidade chinesa, que adicionou scripts maliciosos, impactando mais de 100 mil sites. Embora a situação tenha sido mitigada, a recomendação é que os usuários permaneçam cautelosos com solicitações de autenticação inesperadas.

Fraudes relacionadas à FIFA ameaçam fãs da Copa do Mundo 2026

Pesquisadores de segurança e o FBI alertam sobre uma onda de fraudes temáticas da FIFA que já está afetando os fãs da Copa do Mundo 2026, dias antes do início do torneio. Com mais de seis milhões de torcedores esperados e uma demanda de ingressos que supera em 30 vezes a oferta, os golpistas estão aproveitando a ansiedade dos fãs. O grupo GHOST STADIUM, por exemplo, registrou mais de 4.300 domínios fraudulentos, com páginas de login quase idênticas ao site oficial da FIFA, que coletam informações pessoais e podem revender ingressos. Além disso, aplicativos de streaming pirata estão sendo utilizados para disseminar malware bancário, comprometendo dispositivos móveis. As fraudes incluem também sites falsos de produtos, apostas e até e-mails de loteria prometendo prêmios. O FBI e outras entidades estão monitorando a situação, mas a quantidade de domínios fraudulentos ainda ativos é alarmante, com estimativas de perdas que podem chegar a bilhões de dólares. Os fãs devem ser cautelosos e comprar apenas através de canais oficiais.

Grupo de cibercrime TA4922 vinculado à China ataca organizações europeias

O grupo de cibercrime TA4922, associado à China, tem ampliado seu foco de ataque para organizações na Europa, especialmente no Reino Unido, Alemanha, Itália e África do Sul. De acordo com a empresa de segurança Proofpoint, o grupo é caracterizado por um ‘ritmo operacional rápido’ e um arsenal de malware em constante evolução, incluindo ferramentas conhecidas como ValleyRAT e Atlas RAT, além de novos malwares como RomulusLoader e SilentRunLoader. A motivação financeira do grupo é evidente, com o objetivo de obter acesso remoto a ambientes de vítimas para roubo de dados, fraudes e revenda de acessos. Recentemente, as campanhas de phishing têm utilizado iscas relacionadas a recursos humanos e negócios, além de tentativas de mover conversas para canais de comunicação fora do e-mail, como LINE e WhatsApp, para contornar controles de segurança. As campanhas observadas incluem ataques direcionados a organizações no Japão e no Reino Unido, utilizando técnicas como DLL side-loading para entregar malwares. A natureza global das operações do TA4922 destaca a necessidade de as organizações estarem atentas a ameaças emergentes, independentemente da localização geográfica.

Grupo de cibercrime chinês expande ataques para a Europa

Um grupo de cibercrime de língua chinesa, identificado como TA4922, está ampliando suas operações para a Europa, utilizando malware não documentado e a backdoor Atlas. Este grupo, que anteriormente focava em organizações na Ásia Oriental, agora está atacando entidades na Alemanha, Itália, Reino Unido e África do Sul. Os pesquisadores da Proofpoint destacam que TA4922 é motivado financeiramente e realiza campanhas de phishing localizadas, disfarçadas como comunicados de folha de pagamento, auditorias fiscais e notificações de conformidade governamental. O malware Atlas RAT, uma das principais ferramentas do grupo, permite reconhecimento do sistema, roubo de arquivos, captura de tela e gravação de áudio e vídeo. Além disso, o grupo utiliza loaders personalizados, como o RomulusLoader, que executa ferramentas de gerenciamento remoto. A atividade do TA4922 aumentou significativamente desde março, com uma diversidade operacional sem precedentes. A Proofpoint alerta que, embora o foco principal seja financeiro, as capacidades do malware podem ser utilizadas para vigilância, o que representa um risco adicional. O relatório inclui indicadores de comprometimento e infraestrutura de comando e controle utilizados nas operações do grupo.

Campanha de malspam usa domínio do Google para distribuir RAT

Pesquisadores de cibersegurança identificaram uma nova campanha de malspam que utiliza o domínio DoubleClick do Google para evitar detecções e entregar um trojan de acesso remoto (RAT) chamado DesckVB RAT. Segundo os especialistas da Huntress, a estratégia envolve redirecionar usuários através de uma URL legítima do Google, tornando a abordagem mais difícil de ser detectada por ferramentas de segurança.

O ataque começa quando a vítima abre um arquivo HTML anexado a um e-mail de phishing, que redireciona para uma página maliciosa. A partir daí, um botão de ‘Download PDF’ inicia o download de um arquivo ZIP que contém um loader em JavaScript. Este loader é responsável por executar o RAT, neutralizando controles de segurança e estabelecendo persistência no sistema.

Risco cibernético na saúde em 2026 O que os dados revelam

O cenário de cibersegurança na área da saúde em 2026 é marcado por um aumento significativo nas violações de dados e ataques cibernéticos, com 275 milhões de registros comprometidos apenas em 2024, mais que o dobro do ano anterior. Os dados indicam que 88% das perdas materiais são atribuídas a engenharia social, como phishing e comprometimento de e-mails empresariais, além de lacunas nos backups e governança de dados. As demandas de extorsão também cresceram, chegando a até US$ 4 milhões em alguns casos, o que representa um risco não apenas financeiro, mas também clínico, dado o impacto na assistência ao paciente.

Operação Linha Fantasma PF combate fraudes bancárias por telefone

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Linha Fantasma, focando em fraudes bancárias que utilizam a técnica da ‘falsa central telefônica’. Os golpistas enviam mensagens de texto (SMS) alertando sobre compras suspeitas e fornecem um número 0800 para que as vítimas entrem em contato com o banco. O objetivo é induzir as pessoas a compartilhar dados pessoais ou realizar transferências financeiras, como cancelamento de compras via Pix. A operação resultou em três mandados de busca e apreensão e duas prisões em flagrante em Feira de Santana (BA) e São Paulo (SP). A PF informou que os investigados podem responder por crimes como fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. A ação foi desencadeada após denúncias de operadoras de telefonia sobre o envio em massa de mensagens fraudulentas. Para se proteger, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) recomenda não fornecer dados pessoais, não instalar aplicativos solicitados durante ligações e sempre verificar a autenticidade das comunicações com os bancos através de canais oficiais.

Mais de 5.000 domínios maliciosos visam eleições intermediárias dos EUA

Um novo relatório da Check Point Research revela que mais de 5.000 domínios maliciosos relacionados às eleições intermediárias dos EUA, programadas para novembro de 2022, foram identificados desde janeiro deste ano. Esses domínios, que incluem palavras como ’election’ e ‘vote’, são utilizados para criar sites de phishing, portais de doações falsas e campanhas de desinformação. A pesquisa destaca que, enquanto os hackers não estão atacando diretamente as máquinas de contagem de votos, eles visam influenciar os eleitores, dificultando a verificação da verdade. A operação russa chamada Doppelganger tem sido particularmente ativa, clonando sites de notícias de alta autoridade e publicando informações falsas. A Check Point alerta que as organizações envolvidas nas eleições devem estar em alerta máximo para ataques de phishing e impersonificação de marcas, dada a crescente motivação e atenção em torno deste ciclo eleitoral.

Desafios da Cibersegurança com Adoção de IA nas Empresas

As equipes de segurança enfrentam dois problemas críticos relacionados à inteligência artificial (IA) no ambiente corporativo. Primeiro, os atacantes estão utilizando IA para aprimorar suas ferramentas de phishing, criando kits e técnicas que evoluem rapidamente, como o phishing por código de dispositivo, que explora fluxos OAuth legítimos para contornar autenticações multifator. Em segundo lugar, a adoção desenfreada de ferramentas de IA pelos funcionários está superando a capacidade das equipes de segurança de monitorar e controlar o uso, resultando em vazamentos de dados sensíveis. A maioria das ameaças ocorre dentro do navegador, onde as atividades maliciosas são difíceis de detectar por ferramentas tradicionais. Para mitigar esses riscos, é essencial que as organizações implementem plataformas que ofereçam visibilidade profunda sobre as sessões do navegador, permitindo o controle tanto sobre as ferramentas de IA utilizadas quanto sobre as tentativas de phishing. A situação é alarmante, com 45% dos funcionários utilizando IA regularmente em dispositivos corporativos, muitas vezes sem supervisão adequada, o que aumenta o potencial de exfiltração de dados e compromissos de segurança.

Grupo SideCopy realiza campanha de phishing contra o governo afegão

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma campanha de spear-phishing, atribuída ao grupo SideCopy, alinhado ao Paquistão, que visa o Ministério das Finanças do Afeganistão. A operação, chamada de XENOFISCAL, utiliza um trojan de acesso remoto chamado Xeno RAT, disfarçado em um arquivo ZIP que contém um arquivo LNK com um nome em pashto, a língua predominante no governo afegão. Além do Ministério, a campanha também atinge direções provinciais de finanças e funcionários do governo que falam pashto, evidenciando o conhecimento do atacante sobre o ambiente alvo. O Xeno RAT, uma ferramenta poderosa, permite ao invasor executar uma variedade de ações, como capturar teclas, tirar capturas de tela e monitorar dispositivos de áudio e vídeo. A campanha é uma continuação de atividades maliciosas mais amplas direcionadas a entidades da Ásia do Sul, com o SideCopy já tendo sido associado a ataques anteriores na Índia. A execução do malware envolve a utilização de um arquivo de atalho do Windows que, ao ser ativado, baixa um aplicativo HTML remoto, levando à execução de um JavaScript ofuscado. Este cenário destaca a crescente sofisticação das ameaças cibernéticas na região e a necessidade de vigilância constante por parte das entidades governamentais e corporativas.

Campanha de espionagem cibernética mira República Tcheca e Taiwan

Uma nova campanha de espionagem cibernética, denominada Operação Dragon Weave, foi identificada como alvo de oficiais e cidadãos na República Tcheca e em Taiwan. A Seqrite Labs relatou que os alvos incluem setores governamentais, de pesquisa, acadêmicos, tecnológicos e serviços financeiros. A campanha utiliza e-mails de spear-phishing com anexos ZIP para iniciar uma cadeia de infecção que emprega um carregador em Rust, resultando na exfiltração de dados e controle remoto. Ao extrair o arquivo ZIP, múltiplos arquivos que aparentam ser legítimos são ativados, mas fazem parte de uma cadeia de infecção estruturada. O ataque pode ser iniciado por um arquivo de atalho malicioso que simula um documento PDF ou diretamente por um binário que atua como um dropper. O malware final, um agente AdaptixC2, se comunica com o armazenamento em nuvem da Microsoft Azure, utilizando um modelo de ‘dead drop’ para troca de dados, evitando comunicação direta. O AdaptixC2 permite uma ampla gama de ações pós-comprometimento, dando ao atacante controle total sobre o endpoint comprometido. A atividade foi atribuída a um grupo de ameaças alinhado à China, que permanece ativo globalmente, com outras operações sendo relatadas em diferentes regiões.

Sites falsos de ingressos da FIFA crescem antes da Copa de 2026

Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, um aumento alarmante de sites falsos de venda de ingressos da FIFA foi identificado. Pesquisadores da Group-IB relataram a existência de mais de 4.300 domínios fraudulentos que imitam a presença oficial da FIFA, muitos dos quais estão ativos desde 2025, aguardando fãs desesperados por ingressos. Um grupo criminoso conhecido como Ghost Stadium é o principal responsável, criando uma réplica quase perfeita do site oficial da FIFA, utilizando um kit de phishing compartilhado. Os golpistas atraem vítimas através de anúncios no Facebook que prometem preços muito abaixo do mercado, levando-as a páginas falsas onde são induzidas a inserir suas credenciais. Uma vez que as informações são capturadas, os golpistas mudam as senhas das contas legítimas e revendem os ingressos. Além disso, os novos compradores são levados a preencher formulários que coletam dados pessoais e informações de pagamento, sem que os ingressos sejam entregues. As perdas financeiras decorrentes dessa fraude podem variar entre 71 milhões e 474 milhões de dólares. Para se proteger, os usuários devem sempre verificar o domínio do site e evitar anúncios suspeitos nas redes sociais.

Vulnerabilidade no ChatGPT pode facilitar ataques de phishing

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma vulnerabilidade no OpenAI ChatGPT, que explora a confiança implícita do assistente de inteligência artificial em links e imagens em Markdown. Denominada ChatGPhish pela Permiso Security, a técnica permite que um ator malicioso insira um pequeno payload em uma página da web que o usuário solicita para ser resumida pelo ChatGPT. Isso pode resultar na exposição de informações como IP, User-Agent e Referer do usuário, além de permitir que links maliciosos sejam apresentados como elementos clicáveis na interface do assistente. A vulnerabilidade se torna crítica à medida que mais organizações utilizam o ChatGPT para pesquisa e resumo, pois qualquer página maliciosa processada pode transformar o assistente em uma superfície de phishing. A Permiso destaca que a mudança do e-mail para o navegador amplia significativamente a superfície de ataque, tornando a interação com páginas da web potencialmente arriscada. Este achado se junta a outras técnicas de ataque recentes que visam agentes de codificação de IA, evidenciando a necessidade de vigilância constante e mitigação de riscos em ambientes corporativos.

Sites da FIFA são falsificados por hackers antes da Copa de 2026, alerta o FBI

O FBI emitiu um alerta sobre o aumento de sites falsificados da FIFA, com pelo menos 35 domínios identificados que imitam o site oficial da organização. Esses sites fraudulentos têm como objetivo roubar informações pessoais e financeiras dos fãs, utilizando táticas de engenharia social. Os cibercriminosos costumam alterar levemente a grafia dos domínios legítimos ou usar domínios de nível superior alternativos para enganar os usuários. O FBI recomenda que os usuários acessem o site da FIFA digitando o endereço diretamente em vez de clicar em resultados patrocinados em motores de busca, que podem ser imitações pagas. A prática de criar sites falsos em torno de eventos populares, como a Copa do Mundo, não é nova, e já foi observada em ocasiões anteriores, como nas Olimpíadas e durante a pandemia de Covid-19. O alerta destaca a importância de estar atento a essas fraudes, especialmente com a proximidade do evento esportivo em 2026.

Atores de ameaça abusam do ChatGPT para espalhar malware

Recentemente, um novo ataque cibernético foi identificado, onde atores maliciosos estão explorando a funcionalidade de compartilhamento de conteúdo do ChatGPT para criar páginas falsas de indisponibilidade da OpenAI. Essa campanha, chamada ‘LLMShare’, foi descoberta pela Push Security e utiliza anúncios do Google para direcionar usuários que buscam pelo ChatGPT a uma página maliciosa hospedada no domínio legítimo chatgpt.com. Ao clicar no anúncio, os usuários são levados a uma página que simula uma mensagem de erro, informando que a versão web está indisponível e sugerindo o download de um aplicativo de desktop falso. Essa mensagem, que afirma que o site está temporariamente fora do ar devido ao alto tráfego, é gerada através das capacidades de renderização do ChatGPT, utilizando HTML e CSS personalizados. Se o usuário clicar no botão de download, ele é redirecionado para um site que imita o portal de download do aplicativo da OpenAI, mas que na verdade instala malware em dispositivos. As versões para macOS e Windows do suposto aplicativo contêm infostealers, que podem roubar informações sensíveis. Essa técnica de cloaking permite que o site mostre conteúdo inofensivo para plataformas de segurança, dificultando a detecção do ataque. A exploração de funcionalidades de compartilhamento em plataformas de IA para disseminar malware não é nova, e campanhas anteriores já utilizaram métodos semelhantes para enganar usuários.

Grupo GREYVIBE realiza ataques cibernéticos contra a Ucrânia

O grupo de ciberespionagem GREYVIBE, atribuído a atores de língua russa, tem realizado ataques persistentes contra a Ucrânia e entidades relacionadas desde agosto de 2025. De acordo com a WithSecure, a atividade do grupo está alinhada com os interesses do Estado russo, especialmente no contexto da guerra em curso entre Rússia e Ucrânia. GREYVIBE utiliza uma variedade de vetores de ataque, incluindo e-mails de spear-phishing, páginas falsas de captcha e sites fraudulentos de clubes adultos ucranianos para disseminar malware. Os alvos incluem organizações militares, governamentais e civis. O grupo também se destaca por utilizar inteligência artificial generativa para aprimorar suas operações, o que indica um nível de sofisticação moderado, embora com falhas de segurança operacional. As campanhas observadas incluem o uso de ferramentas como PhantomMail e PhantomRelay, que permitem acesso remoto e coleta de dados sensíveis. A conexão do GREYVIBE com o ecossistema de cibercrime russo sugere que seus membros podem ser ex-cibercriminosos, complicando a atribuição de suas atividades. A utilização de IA, embora traga vantagens, também introduziu falhas no design do malware, indicando que o grupo pode não ser totalmente estatal. Essa situação representa um desafio significativo para a segurança cibernética, especialmente para países como o Brasil, que podem ser afetados por táticas semelhantes.

FBI alerta sobre sites falsos que imitam FIFA antes da Copa de 2026

O FBI emitiu um alerta sobre a criação de sites falsos que se passam pela FIFA, visando roubar informações pessoais e financeiras dos usuários, além de vender ingressos e pacotes de hospitalidade falsos para a Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México. Os criminosos cibernéticos estão utilizando centenas de sites de phishing que imitam o domínio oficial fifa.com, fazendo pequenas alterações que podem passar despercebidas, como fiffa[.]com, e utilizando domínios alternativos como .org e .xyz. Esses sites fraudulentos coletam dados sensíveis, como nomes, endereços e informações bancárias, que podem ser usados para fraudes financeiras e roubo de identidade. Pesquisas de empresas de cibersegurança, como a Group-IB e a Bitdefender, revelaram campanhas de malvertising relacionadas à Copa do Mundo, promovidas em plataformas como Google Search e Facebook. Para se proteger, o FBI recomenda que os usuários acessem o site oficial digitando o endereço diretamente no navegador, evitem anúncios patrocinados e verifiquem a autenticidade dos sites antes de inserir dados sensíveis. Os usuários também são incentivados a relatar incidentes ao IC3 do FBI.

Trojan de acesso remoto BTMOB ameaça usuários Android no Brasil

O BTMOB é um trojan de acesso remoto para Android que está sendo oferecido a cibercriminosos com uma interface de construção para gerar cargas de malware personalizadas, especialmente voltadas para iscas de phishing. Este malware possui uma ampla gama de funcionalidades, incluindo roubo de dados específicos, interceptação de transações financeiras, captura de telas e controle remoto do dispositivo. Segundo a empresa de cibersegurança ESET, o BTMOB é promovido abertamente na internet e opera como uma plataforma de malware como serviço (MaaS). Os criminosos podem personalizar as permissões solicitadas pelo aplicativo durante a instalação e definir ações como desativar o Google Play e ocultar o ícone do aplicativo. O BTMOB é mais ativo no Brasil e na América Latina, e suas vendas ocorrem em canais privados do Telegram, com assinaturas mensais de US$ 700 ou uma licença vitalícia por US$ 5.000. O malware é distribuído por meio de sites de phishing que se disfarçam de serviços de streaming e plataformas de mineração de criptomoedas, redirecionando as vítimas para portais que imitam o Google Play. A ESET recomenda que os usuários do Android instalem apenas aplicativos da loja oficial e revoguem permissões arriscadas.

Cibersegurança Novas Ameaças e Vulnerabilidades em 2026

O cenário de cibersegurança continua a apresentar desafios significativos, com a descoberta de mais de 1.350 servidores de comando e controle (C2) no Oriente Médio, representando 96,8% das atividades maliciosas na região. A Saudi Telecom Company (STC) é responsável por 72,4% dessa infraestrutura. Além disso, uma falha crítica de escalonamento de privilégios no Azure Backup da Microsoft foi corrigida, permitindo que usuários com permissões mínimas obtivessem acesso total a clusters AKS. Um cidadão romeno foi condenado a 56 meses de prisão por ataques cibernéticos nos EUA, destacando a gravidade das ameaças. A CISA adicionou um ataque à cadeia de suprimentos do software DAEMON Tools ao seu catálogo de vulnerabilidades exploradas, exigindo ações corretivas imediatas. A Apple, por sua vez, lançou implementações de criptografia pós-quântica, enquanto o grupo Silent Ransom Group tem atacado escritórios de advocacia nos EUA, utilizando engenharia social para roubar dados sensíveis. Por fim, campanhas de phishing estão em alta, com a distribuição de malware através de instaladores falsos e e-mails enganosos.

Campanhas de trojans bancários visam América Latina e Europa

Recentes investigações da WatchGuard e ESET revelaram que duas campanhas de malware, Grandoreiro e BTMOB, estão atacando dispositivos Windows e Android na América Latina e Europa. O Grandoreiro, ativo desde 2016, utiliza a técnica de DLL Side-Loading para infectar sistemas, visando bancos em Portugal e expandindo suas operações apesar de esforços de desmantelamento por autoridades brasileiras. O malware é distribuído principalmente por e-mails de phishing, que induzem os usuários a clicar em links maliciosos. A campanha também incorpora verificações de CAPTCHA para dificultar a análise. Por outro lado, o BTMOB, um trojan de acesso remoto para Android, permite que atacantes desbloqueiem dispositivos, capturem telas e roubem credenciais. Este malware é vendido como um serviço, permitindo que até mesmo usuários sem habilidades de programação criem novas campanhas rapidamente. Ambos os malwares representam um risco significativo, especialmente com a crescente sofisticação das técnicas de ataque, tornando a detecção mais difícil. As empresas devem estar atentas a essas ameaças e implementar medidas de segurança robustas para proteger suas informações financeiras.

FBI alerta sobre grupo de extorsão que ataca escritórios de advocacia nos EUA

O FBI emitiu um alerta sobre o Silent Ransom Group (SRG), uma gangue de extorsão que está atacando escritórios de advocacia nos Estados Unidos por meio de furtos de dados presenciais. Desde a primavera de 2026, os membros do SRG utilizam engenharia social para se passarem por funcionários do departamento de TI das vítimas, fazendo chamadas telefônicas ou enviando e-mails de phishing. Durante as interações, eles convencem os funcionários a conceder acesso remoto aos seus computadores. Se essa abordagem falhar, o grupo envia um agente ao local da vítima para conectar dispositivos de armazenamento, como pen drives, diretamente ao computador. O FBI identificou a instalação não autorizada de dispositivos externos e a presença de indivíduos não identificados como sinais de um ataque do SRG. Os dados roubados são usados para extorquir as vítimas, que recebem e-mails de resgate ameaçando a venda ou divulgação das informações. O SRG, também conhecido como Luna Moth e Chatty Spider, tem estado ativo desde 2022 e tem como alvo organizações legais e financeiras. Este alerta segue um aviso anterior do FBI sobre ataques de phishing e engenharia social direcionados a escritórios de advocacia nos EUA.

FBI alerta sobre nova ameaça que rouba contas da Microsoft sem senha

O FBI emitiu um alerta sobre o Kali365, uma plataforma de phishing como serviço (PhaaS) que visa usuários do Microsoft 365. Identificada em abril de 2026, essa nova técnica não requer que as vítimas forneçam suas senhas, mas sim que autorizem o acesso dos cibercriminosos a suas contas. O ataque utiliza um mecanismo legítimo de autenticação da Microsoft, o OAuth, onde a vítima recebe um e-mail que simula ser de um serviço confiável, solicitando que insira um código em uma página legítima da Microsoft. Ao fazer isso, o usuário inadvertidamente concede acesso ao atacante, que pode então capturar tokens de acesso e explorar serviços como Outlook, OneDrive e Teams. O Kali365 é oferecido como um serviço por assinatura no Telegram, com recursos que incluem modelos de campanha automatizados e monitoramento em tempo real das vítimas. Para se proteger, especialistas recomendam não compartilhar códigos de autenticação não solicitados e reportar e-mails suspeitos. Empresas devem restringir o fluxo de autenticação e treinar suas equipes sobre esses tipos de ataques.

Hackers abandonam senhas roubadas com ataques impulsionados por IA

Um novo relatório da Verizon revela que a exploração de vulnerabilidades de software superou o uso de senhas roubadas como principal método de invasão de redes corporativas. Em 2025, 31% das violações de dados foram atribuídas a falhas de software, enquanto as credenciais roubadas caíram para 13%. A inteligência artificial (IA) está acelerando a descoberta e a exploração dessas vulnerabilidades, reduzindo o tempo que as empresas têm para aplicar correções de meses para horas. Apesar do aumento do risco, apenas 26% das vulnerabilidades críticas foram totalmente remediadas, com um tempo médio de aplicação de patches de 43 dias. Além disso, ataques de ransomware foram identificados em 48% das violações, embora o pagamento de resgates tenha diminuído. O uso de dispositivos móveis como vetor de ataque também cresceu, com golpes por SMS e chamadas de voz superando os tradicionais e-mails de phishing. A crescente adoção de ferramentas de IA no ambiente de trabalho, muitas vezes acessadas por contas não autorizadas, representa um novo risco, contribuindo para vazamentos de dados. O relatório destaca a necessidade urgente de as organizações melhorarem suas práticas de segurança e se adaptarem à velocidade das ameaças modernas.

Milhões enganados por telas de bloqueio falsas em navegador

Desde o início de 2026, uma nova onda de fraudes digitais, conhecida como CypherLoc, tem enganado milhões de usuários na internet. Pesquisadores de segurança da Barracuda alertaram que cerca de 2,8 milhões de pessoas foram alvo dessa campanha, que utiliza e-mails de phishing e manipulação psicológica para induzir os usuários a acreditar que seus navegadores estão completamente bloqueados. Ao clicar em links maliciosos ou anexos infectados, as vítimas são redirecionadas para páginas que parecem inofensivas, mas que na verdade são armadilhas. Uma vez ativado, o ataque transforma o navegador em uma ‘prisão digital’, desativando menus e ocultando o cursor, enquanto exibe mensagens alarmantes de segurança. Um número de suporte falso aparece como a única solução, levando os usuários a fornecer informações sensíveis a golpistas que se passam por funcionários de suporte técnico. Para se proteger, os usuários devem ser cautelosos com e-mails desconhecidos, evitar clicar em links suspeitos e instalar softwares antivírus confiáveis. Alertas de segurança legítimos nunca bloqueiam navegadores ou exigem ações imediatas através de janelas pop-up.

FBI alerta sobre plataforma de phishing Kali365 que compromete contas Microsoft 365

O FBI emitiu um alerta sobre a plataforma Kali365, um serviço de phishing-as-a-service (PhaaS) que visa contas Microsoft 365. Essa plataforma, que surgiu em abril de 2026, utiliza a autenticação via código de dispositivo OAuth para roubar tokens de sessão e contornar a autenticação multifator (MFA). Kali365 é distribuída por canais do Telegram e permite que até mesmo atacantes com pouca habilidade comprometam contas sem precisar roubar senhas ou interceptar códigos MFA. O método de phishing por código de dispositivo explora um fluxo legítimo de autorização do OAuth 2.0, permitindo que dispositivos com capacidades limitadas se autentiquem por meio de um código gerado. Os atacantes induzem as vítimas a inserir esse código na página de login da Microsoft, obtendo acesso total às contas após a conclusão da MFA. O FBI recomenda que as empresas restrinjam ou bloqueiem esses fluxos de autenticação e auditem seu uso. A plataforma Kali365 também oferece funcionalidades avançadas, como iscas de phishing geradas por IA e painéis de rastreamento em tempo real. A adoção generalizada desse método de phishing representa uma ameaça crescente, com outros grupos cibernéticos, como EvilTokens e Tycoon2FA, também explorando essa técnica.

Grupo Ghostwriter usa phishing para atacar governo da Ucrânia

O grupo de ameaças alinhado à Bielorrússia, conhecido como Ghostwriter, tem utilizado iscas relacionadas à plataforma de aprendizado online Prometheus para atacar organizações governamentais na Ucrânia. Desde a primavera de 2026, o grupo tem enviado e-mails de phishing a entidades governamentais, utilizando contas comprometidas. Os e-mails geralmente contêm um anexo PDF que, ao ser clicado, leva ao download de um arquivo ZIP com um script JavaScript chamado OYSTERFRESH. Este script exibe um documento de distração enquanto escreve um payload ofuscado e criptografado, denominado OYSTERBLUES, no Registro do Windows. OYSTERBLUES coleta informações do sistema, como nome do computador e versão do sistema operacional, enviando esses dados para um servidor de comando e controle. O payload final é avaliado como Cobalt Strike, uma ferramenta amplamente utilizada para simulações de adversários e atividades pós-exploração. Para mitigar essa ameaça, o CERT-UA recomenda restringir a execução do wscript.exe para contas de usuários padrão. Além disso, o Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia revelou que a Rússia tem utilizado ferramentas de inteligência artificial para aprimorar suas operações cibernéticas, destacando a crescente sofisticação das ameaças.

Evolução das operações de roubo de criptomoedas Drainer-as-a-Service

Nos últimos anos, as operações de roubo de criptomoedas evoluíram significativamente, passando de páginas de phishing isoladas para uma economia subterrânea estruturada em torno de plataformas conhecidas como ‘Drainer-as-a-Service’ (DaaS). Diferente das operações tradicionais de malware, os draineres utilizam engenharia social para atrair vítimas a sites falsos de criptomoedas, NFTs ou DeFi, onde são induzidas a conectar suas carteiras e aprovar transações maliciosas. Uma análise de dados coletados de fóruns underground revelou que essas operações estão se profissionalizando, com foco em crescimento de afiliados e automação. O modelo DaaS permite que operadores mantenham a infraestrutura de drenagem enquanto afiliados geram tráfego por meio de links de phishing e contas de redes sociais comprometidas. O estudo também destacou a resiliência operacional do Lucifer, um exemplo de DaaS, que se adaptou a banimentos e suspensões de serviços, utilizando descentralização para manter suas operações. A popularidade dos draineres se deve à natureza líquida e rápida das criptomoedas, além da confusão que muitos usuários têm em relação às permissões de carteira, tornando-os alvos fáceis para ataques. Essa situação representa um risco significativo para organizações que lidam com criptomoedas, exigindo atenção especial de equipes de segurança.

Plataforma de phishing compromete 340 organizações do Microsoft 365

Em fevereiro de 2026, uma plataforma de phishing chamada EvilTokens foi lançada, comprometendo mais de 340 organizações que utilizam Microsoft 365 em cinco países em apenas cinco semanas. O ataque, conhecido como consent phishing, ocorre quando os usuários são induzidos a inserir um código em um site legítimo, acreditando que estão completando um desafio de autenticação multifatorial (MFA). Na verdade, eles entregam um token de atualização válido, que permite acesso a suas caixas de entrada, calendários e contatos, sem que o atacante precise de uma senha ou que um alerta de MFA seja acionado.

Detecção Precoce de Phishing A Chave para a Segurança Empresarial

O phishing se tornou uma ameaça crescente para as empresas, especialmente devido à sua capacidade de se disfarçar como comunicações legítimas. Um único clique em um e-mail malicioso pode resultar em exposição de identidade, acesso remoto e comprometimento de dados. A detecção precoce de phishing é crucial para mitigar esses riscos, permitindo que as equipes de segurança cibernética (SOCs) respondam rapidamente a incidentes. O uso de sandboxes interativas é uma estratégia eficaz para analisar e validar o comportamento de links suspeitos, revelando a verdadeira natureza das ameaças. Além disso, a contextualização das ameaças permite que as equipes compreendam se um ataque é isolado ou parte de uma campanha mais ampla, facilitando a priorização das respostas. A integração de inteligência de ameaças em ferramentas de segurança existentes é fundamental para detectar e bloquear atividades relacionadas, reduzindo a exposição operacional. Com a crescente sofisticação dos ataques de phishing, é essencial que as empresas adotem essas práticas para proteger suas operações e dados.

Mais de 200 presos em operação da INTERPOL contra cibercrime

Durante a Operação Ramz, a INTERPOL prendeu mais de 200 indivíduos envolvidos em atividades de cibercrime no Oriente Médio e Norte da África. A operação, que abrangeu 13 países, resultou na identificação de 382 suspeitos e na apreensão de 53 servidores utilizados para phishing, malware e fraudes online, afetando pelo menos 3.867 vítimas confirmadas. A INTERPOL destacou que a operação visou neutralizar ameaças de phishing e malware, além de combater fraudes cibernéticas que causam danos significativos à região. Entre as ações realizadas, destaca-se a desarticulação de uma operação de golpe de investimento na Jordânia e o fechamento de uma plataforma de phishing na Argélia. A INTERPOL colaborou com empresas de cibersegurança, como Kaspersky e Group-IB, para rastrear a infraestrutura maliciosa. Esta é a terceira grande operação contra cibercrime realizada pela INTERPOL em 2023, refletindo um aumento na atividade criminosa online e a necessidade de ações coordenadas entre países e setores privados.

INTERPOL realiza operação contra cibercrime no Oriente Médio e Norte da África

A INTERPOL coordenou uma operação inédita de combate ao cibercrime na região do Oriente Médio e Norte da África (MENA), resultando em 201 prisões e a identificação de 382 suspeitos entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026. A operação, chamada Ramz, teve como foco a neutralização de ameaças de phishing e malware, além de fraudes cibernéticas que causam prejuízos significativos à região. Durante a ação, 3.867 vítimas foram identificadas e 53 servidores foram apreendidos. As autoridades da Argélia desmantelaram uma infraestrutura de phishing como serviço (PhaaS), enquanto no Marrocos foram confiscados dispositivos com dados bancários. Em Omã, um servidor legítimo foi encontrado com vulnerabilidades críticas e infectado por malware. A operação também revelou que dispositivos comprometidos estavam sendo usados no Catar sem o conhecimento dos proprietários. Além disso, a polícia da Jordânia prendeu 15 indivíduos envolvidos em fraudes financeiras, que eram, na verdade, vítimas de tráfico humano. A operação envolveu 13 países e destacou a importância da colaboração internacional no combate ao cibercrime.

Kit de phishing Tycoon2FA agora suporta ataques com código de dispositivo

O kit de phishing Tycoon2FA, que já havia sido interrompido por uma operação internacional de aplicação da lei em março, foi rapidamente reestruturado e voltou a operar em níveis normais. Recentemente, foi identificado em uma campanha que utiliza fluxos de autorização de dispositivo OAuth 2.0 para comprometer contas do Microsoft 365. O ataque de phishing com código de dispositivo envolve o envio de um pedido de autorização de dispositivo ao provedor de serviços, enganando a vítima para que insira um código gerado em uma página de login legítima da Microsoft. Isso permite que o atacante registre um dispositivo malicioso com a conta da vítima, obtendo acesso irrestrito a dados e serviços, como e-mails e armazenamento em nuvem. A Push Security relatou um aumento de 37 vezes nesse tipo de ataque este ano, com suporte de pelo menos dez plataformas de phishing como serviço (PhaaS). O Tycoon2FA também implementou camadas adicionais de ofuscação para dificultar a detecção. Especialistas recomendam desabilitar o fluxo de código de dispositivo OAuth quando não necessário e monitorar logs de autenticação para mitigar esses riscos.

Crimes Cibernéticos no Transporte O Novo Roteiro do Ransomware

O artigo de Ben Wilkens destaca a crescente ameaça de crimes cibernéticos no setor de transporte, onde técnicas de ransomware estão sendo adaptadas para roubar cargas. Em 2025, perdas de aproximadamente US$ 725 milhões foram relatadas devido a crimes de carga na América do Norte, enquanto o FBI registrou perdas de cerca de US$ 21 bilhões em crimes cibernéticos. Os criminosos utilizam e-mails de phishing para obter credenciais e, em vez de implantar ransomware, redirecionam cargas legítimas para locais controlados por eles. Essa abordagem tem se tornado comum, especialmente entre grupos de crime organizado internacionais. A maioria das empresas de transporte, especialmente as de pequeno e médio porte, carece de recursos para implementar medidas de segurança cibernética adequadas, tornando-se alvos fáceis. O artigo também menciona a publicação de um guia pela NMFTA para ajudar as empresas a se protegerem contra esses crimes, destacando a necessidade urgente de uma mudança de paradigma na segurança do setor.

Grupo Ghostwriter intensifica ataques cibernéticos na Ucrânia

O grupo de ameaças alinhado à Bielorrússia, conhecido como Ghostwriter, está realizando uma nova onda de ataques direcionados a organizações governamentais na Ucrânia. Desde 2016, o grupo tem sido associado a operações de espionagem cibernética e influência, especialmente em países vizinhos. Recentemente, foram identificados ataques que utilizam um malware chamado PicassoLoader, que serve como um canal para o Cobalt Strike Beacon e njRAT. Em 2023, o Ghostwriter explorou uma vulnerabilidade no WinRAR (CVE-2023-38831) para implantar seu malware. Além disso, uma campanha de phishing em 2024 utilizou uma falha no Roundcube (CVE-2024-42009) para capturar credenciais de e-mail. Os ataques mais recentes, iniciados em março de 2026, envolvem o envio de PDFs maliciosos que disfarçam links para arquivos RAR contendo um payload JavaScript, visando entidades governamentais ucranianas. O grupo também implementou técnicas de anti-análise, como verificação de geolocalização, para evitar detecções. A atividade do Ghostwriter é uma preocupação crescente, especialmente para setores críticos como defesa e governo na Ucrânia, mas também pode ter implicações para organizações no Brasil, dada a natureza global das ameaças cibernéticas.

Cibersegurança Vulnerabilidades e Ameaças Emergentes em 2026

O cenário de cibersegurança continua alarmante, com uma série de vulnerabilidades e ataques sendo reportados. A Palo Alto Networks divulgou correções para uma falha crítica (CVE-2026-0300) no serviço User-ID Authentication Portal do PAN-OS, que permite a execução de código arbitrário por atacantes não autenticados. Além disso, uma empresa de tecnologia de defesa expôs dados sensíveis devido a falhas de autorização em suas APIs. Em outra frente, a Meta lançou o Incognito Chat, prometendo privacidade nas interações com IA. O relatório também destaca campanhas de phishing patrocinadas por estados, como a Operation GriefLure, que visa setores estratégicos no Vietnã e nas Filipinas, e a Operation HumanitarianBait, que utiliza temas de ajuda humanitária para enganar usuários. A nova técnica GhostLock permite que usuários com acesso limitado bloqueiem arquivos, causando interrupções semelhantes a ataques de ransomware. O artigo enfatiza a necessidade urgente de ações corretivas e vigilância contínua para mitigar esses riscos.

Da phishing ao impacto Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação

Os ataques cibernéticos modernos estão cada vez mais sofisticados, visando contornar defesas, interromper operações e atrasar a recuperação após uma violação. Um webinar ao vivo, promovido pela BleepingComputer, abordará a necessidade de as organizações repensarem suas estratégias de segurança e recuperação, especialmente diante da evolução rápida de ameaças como phishing impulsionado por IA, ransomware e comprometimento de e-mails corporativos. Os atacantes utilizam infraestrutura confiável e serviços em nuvem legítimos para acessar ambientes empresariais, tornando a detecção e contenção de incidentes um desafio. O webinar destacará a importância de combinar controles de segurança robustos com estratégias de backup e recuperação, essenciais para a resiliência cibernética moderna. A falta de estratégias de recuperação eficazes pode resultar em longos períodos de inatividade e custos elevados após a identificação de incidentes. Os participantes aprenderão sobre as falhas comuns nas estratégias de segurança e a importância do planejamento de recuperação e backup em SaaS. Essa discussão é crucial para que as organizações não apenas se defendam contra ataques, mas também se recuperem rapidamente.

Signal implementa novas confirmações para combater phishing

O aplicativo Signal introduziu novas confirmações e mensagens de alerta dentro do app para aumentar a segurança contra tentativas de phishing e engenharia social, que podem resultar em fraudes. O objetivo é criar um nível de fricção que permita aos usuários avaliar a segurança de solicitações externas. Recentemente, ataques direcionados a usuários de alto perfil foram relatados, envolvendo alertas falsos de ‘Suporte do Signal’, conforme destacado pelo FBI e autoridades da Alemanha e Países Baixos. Esses incidentes foram atribuídos a hackers patrocinados pelo estado russo, que exploraram a funcionalidade de Dispositivos Vinculados para acessar contas, chats e listas de contatos das vítimas. O ataque convencía as vítimas a escanear códigos QR ou compartilhar códigos de verificação, permitindo que os atacantes vinculassem seus dispositivos às contas-alvo. Para mitigar esses riscos, o Signal agora exibe mensagens como ‘Nome não verificado’ e ‘Sem grupos em comum’ para contatos que iniciam comunicação, além de alertar os usuários sobre a impossibilidade de solicitar códigos de registro ou PINs. As novas funcionalidades visam educar os usuários sobre perfis fraudulentos e reforçar a segurança contra ataques de engenharia social.

Multa de 963,900 para South Staffordshire Water por ciberataque

O Escritório do Comissário de Informação do Reino Unido multou a South Staffordshire Water Plc e sua controladora em £963,900 (cerca de R$ 6,3 milhões) devido a um ciberataque que expôs os dados pessoais de 663,887 clientes e funcionários. A empresa, que fornece 330 milhões de litros de água potável diariamente para 1,6 milhão de consumidores, sofreu o ataque que comprometeu suas operações de TI em 2022. Embora a gangue de ransomware Cl0p tenha inicialmente reivindicado a responsabilidade, a investigação do ICO confirmou a autenticidade dos dados vazados, que incluíam nomes completos, endereços, e informações bancárias. O ataque, que começou em setembro de 2020, foi facilitado por um ataque de phishing que permitiu a instalação de malware em seus sistemas, permanecendo indetectado por 20 meses. O ICO identificou falhas significativas na segurança da empresa, como controles insuficientes para prevenir a escalada de privilégios e o uso de software obsoleto. A multa foi reduzida em 40% devido à cooperação da empresa durante a investigação.

Da phishing ao impacto Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação

Os ataques cibernéticos modernos evoluíram, combinando técnicas como phishing gerado por IA, comprometimento de e-mails corporativos, ransomware e abuso de SaaS para acessar ambientes empresariais e interromper operações. O webinar ‘Da phishing ao impacto: Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação’, promovido pela BleepingComputer, abordará a necessidade de as organizações não se basearem apenas na prevenção, mas também em estratégias de backup e recuperação, que se tornaram essenciais para a resiliência cibernética. Os atacantes estão cada vez mais utilizando infraestruturas confiáveis e plataformas SaaS legítimas para contornar defesas tradicionais, e muitas vezes as organizações têm dificuldade em conter ataques antes que ocorram interrupções operacionais ou perda de dados. O evento discutirá como as equipes de TI e os provedores de serviços gerenciados (MSPs) podem mitigar o impacto de ataques modernos, fortalecendo tanto a postura de segurança quanto a prontidão para recuperação. Serão abordados tópicos como a evolução do phishing impulsionado por IA, a importância de backups de SaaS e a necessidade de um plano de continuidade de negócios (BCDR) como camadas críticas de resiliência cibernética.

Nova variante do malware TrickMo ataca usuários de Android na Europa

Uma nova variante do malware TrickMo, focada em bancos, foi identificada em campanhas que visam usuários na Europa, especialmente na França, Itália e Áustria. Desde sua primeira aparição em setembro de 2019, o TrickMo tem passado por constantes atualizações e agora se disfarça como aplicativos populares, como TikTok e plataformas de streaming. A análise da ThreatFabric revela que essa versão, chamada ‘Trickmo.C’, utiliza a rede descentralizada The Open Network (TON) para comunicações furtivas com seus operadores, dificultando a identificação e bloqueio do servidor. O malware é modular e opera em duas etapas: um APK que atua como carregador e um segundo APK que executa funções ofensivas, como roubo de credenciais bancárias, keylogging e interceptação de SMS. Novas capacidades incluem suporte a proxy SOCKS5 e tunelamento SSH. Os usuários de Android são aconselhados a baixar aplicativos apenas do Google Play e a manter o Play Protect ativo para se proteger contra essa ameaça crescente.

Novo trojan bancário brasileiro TCLBANKER ataca 59 plataformas

Pesquisadores de segurança cibernética identificaram um novo trojan bancário brasileiro chamado TCLBANKER, que tem a capacidade de atacar 59 plataformas de bancos, fintechs e criptomoedas. O malware, rastreado pelo Elastic Security Labs sob o nome REF3076, é considerado uma atualização significativa da família Maverick, que utiliza um worm chamado SORVEPOTEL para se espalhar via WhatsApp Web. O ataque começa com um instalador MSI malicioso embutido em um arquivo ZIP, que abusa de um programa legítimo da Logitech para contornar a detecção de ferramentas de análise e antivírus. Após a execução, o trojan verifica se está operando em um sistema brasileiro e estabelece persistência através de tarefas agendadas. Além disso, ele se conecta a servidores externos para enviar informações do sistema e pode realizar uma série de ações maliciosas, como capturar telas, manipular o teclado e o mouse, e roubar credenciais através de sobreposições enganosas. O TCLBANKER também se propaga via mensagens de spam no WhatsApp e e-mails falsos enviados pelo Outlook, aproveitando a confiança dos usuários. Essa evolução no ecossistema de trojans bancários no Brasil representa uma ameaça significativa, especialmente devido à sua capacidade de contornar defesas tradicionais.

O lado oculto da segurança cibernética nas empresas

Um recente relatório revela que as operações de segurança cibernética em empresas têm ignorado sistematicamente alertas de baixa severidade, resultando em brechas significativas. A análise de mais de 25 milhões de alertas mostrou que quase 1% dos incidentes confirmados vieram de alertas inicialmente classificados como informativos ou de baixa severidade. Isso se traduz em cerca de 54 ameaças reais por ano que não são investigadas, o que representa um ataque a cada semana. Além disso, a pesquisa destacou que ferramentas de Detecção e Resposta de Endpoint (EDR) frequentemente marcam máquinas como ‘mitigadas’ mesmo quando estão comprometidas, evidenciando a falha na confiança em tais sistemas. O relatório também aponta uma mudança nas táticas de phishing, onde menos de 6% dos e-mails maliciosos continham anexos, utilizando links e plataformas confiáveis como PayPal para enganar os usuários. A análise sugere que a falta de investigação de alertas de baixa severidade impede a melhoria contínua dos sistemas de detecção, criando um ciclo vicioso de vulnerabilidades não abordadas. Para mitigar esses riscos, é essencial que as empresas adotem uma abordagem de investigação abrangente, analisando todos os alertas, independentemente da severidade.

Ferramenta de edição de imagem gratuita pode ser malware perigoso

Pesquisadores de cibersegurança alertam sobre um site que promete remover fundos de selfies, mas que na verdade distribui malware. Através de técnicas de SEO, o site malicioso aparece entre os primeiros resultados de busca, enganando usuários que buscam ferramentas legítimas. Ao tentar usar o serviço, os usuários são instruídos a executar um comando no Windows, o que resulta na instalação do CastleLoader, um loader que permite a instalação de outros malwares, como o NetSupport RAT e o CastleStealer. O NetSupport RAT é um trojan de acesso remoto que concede controle total ao atacante, enquanto o CastleStealer é um malware que visa roubar credenciais de navegadores, dados de carteiras de criptomoedas e tokens de aplicativos como Discord e Telegram. A campanha destaca a importância da educação em cibersegurança, pois serviços legítimos não pedem que os usuários realizem atividades locais para verificar sua identidade. Para mitigar esses ataques, recomenda-se que administradores desativem o atalho Win + R e que os usuários estejam cientes dos riscos associados a downloads de ferramentas desconhecidas.

Do phishing ao impacto Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação

Os ciberataques estão evoluindo rapidamente, superando as defesas de muitos provedores de serviços gerenciados (MSPs). O phishing se tornou o principal motor do cibercrime moderno, com ataques cada vez mais sofisticados, utilizando iscas geradas por inteligência artificial e plataformas SaaS legítimas para contornar as defesas tradicionais. Em um webinar agendado para 14 de maio de 2026, especialistas da Kaseya discutirão como a combinação de prevenção, detecção e recuperação rápida é essencial para enfrentar essas ameaças. O evento abordará a importância de não tratar segurança e recuperação como silos separados, destacando que muitas organizações falham em planejar a recuperação após um ataque, resultando em interrupções operacionais e perda de dados. O webinar também enfatizará a necessidade de um plano de recuperação de desastres (BCDR) e backups adequados para fortalecer a resiliência cibernética. Os participantes aprenderão como os MSPs líderes estão adaptando suas estratégias para reduzir o tempo de inatividade e melhorar a recuperação após ataques, tornando-se crucial para a proteção de seus clientes.