Phishing

Nova plataforma de phishing como serviço ameaça contas do Microsoft 365

Uma nova plataforma de phishing como serviço (PhaaS) chamada ‘ARToken’ foi descoberta, operando como uma afiliada da EvilTokens, que visa comprometer contas do Microsoft 365. Pesquisadores da Cisco Talos identificaram um painel de gerenciamento baseado em React, o ‘ARToken Panel’, que expõe mais de 80 endpoints de API. Através da engenharia reversa do código JavaScript, foram reveladas funcionalidades que vão além do que é comum em plataformas de phishing. A ARToken permite que atacantes roubem tokens de autenticação do Microsoft 365, acessem caixas de entrada do Outlook, sites do SharePoint e arquivos do OneDrive, além de automatizar operações de comprometimento de e-mail corporativo (BEC). A plataforma utiliza um modelo de implantação semelhante ao Cloudflare Workers e permite que afiliados gerenciem suas campanhas em espaços dedicados. O uso de phishing baseado em código de dispositivo da Microsoft, que engana as vítimas a inserirem códigos legítimos, permite que os atacantes contornem a autenticação multifator. Com um aumento significativo nos ataques de phishing, a ARToken representa uma ameaça crescente para organizações que utilizam o Microsoft 365.

Grupo Armored Likho ataca setores estratégicos em vários países

Um novo ator de ameaças cibernéticas, conhecido como Armored Likho, foi identificado como responsável por ataques direcionados a agências governamentais e ao setor de energia elétrica na Rússia, Brasil e Cazaquistão. Segundo a Kaspersky, esse grupo combina campanhas motivadas financeiramente com espionagem cibernética, utilizando um conjunto de ferramentas sofisticadas, como RATs (Remote Access Trojans) e infostealers, projetados para evitar análises dinâmicas. Os ataques começam com e-mails de spear-phishing que distribuem arquivos maliciosos disfarçados de notificações oficiais. O malware BusySnake, uma das ferramentas utilizadas, é um stealer em Python que coleta dados sensíveis, como credenciais e cookies de navegadores, e se comunica com servidores de comando e controle (C2). Além disso, o grupo tem laços com outra ameaça conhecida, chamada Eagle Werewolf, que também visa organizações governamentais e de defesa. A complexidade e a evolução das técnicas utilizadas pelo Armored Likho indicam um aumento na maturidade técnica do grupo, representando um risco significativo para a segurança cibernética, especialmente em setores críticos como energia e governo.

Ataques de Cibersegurança A Nova Ameaça ao Microsoft 365

Os ataques cibernéticos modernos têm se tornado cada vez mais sofisticados, utilizando métodos que exploram a rotina dos usuários. Um exemplo recente é o ataque ConsentFix, que se aproveita dos fluxos de consentimento do OAuth do Microsoft 365. Neste tipo de ataque, os criminosos enviam iscas de phishing através de plataformas confiáveis, levando a vítima a acreditar que está realizando um procedimento de autenticação legítimo. Ao arrastar um link aparentemente inofensivo para o navegador, o usuário entrega tokens de acesso ao atacante, permitindo que ele acesse serviços do Microsoft 365 sem precisar de senha ou autenticação multifator (MFA).

Vulnerabilidades em sistemas e novas ameaças de cibersegurança

Nesta semana, diversas vulnerabilidades e campanhas de phishing foram destacadas no cenário de cibersegurança. Uma campanha de phishing está atacando pequenas empresas em várias regiões, incluindo a Europa e os EUA, utilizando e-mails falsos que se passam por investigações da INTERPOL, levando à instalação de ransomware. Além disso, uma pesquisa revelou uma falha no serviço ‘Hide My Email’ da Apple, que permite que endereços de e-mail reais sejam expostos. Outra descoberta alarmante envolve um novo Trojan de Acesso Remoto (RAT) chamado BeepRAT, que se infiltra em sistemas através de um utilitário de gerenciamento de números de telefone, demonstrando um sofisticado encadeamento de infecção. Por fim, a avaliação do modelo GPT-5.6 da OpenAI mostrou que, apesar de suas capacidades ofensivas, ainda enfrenta limitações em alvos bem defendidos. Essas questões ressaltam a necessidade de vigilância constante e atualização de sistemas para mitigar riscos.

Cibersegurança 8 das organizações estão sem proteção contra phishing

Um estudo recente revela que cerca de 3,4 bilhões de e-mails de phishing são enviados diariamente, com 90% dos ataques cibernéticos bem-sucedidos originando-se desses e-mails. A análise de 5.849 domínios em 13 setores mostrou que mais de 8% das organizações não possuem nenhuma medida de proteção, como SPF, DMARC, DKIM ou MTA-STS. O setor público, especialmente agências governamentais, apresentou o pior desempenho, com uma média de 2,73 pontos e 27% dos domínios desprotegidos. Em contraste, empresas de tecnologia se destacaram com uma média de 4,83 pontos e apenas 2% de domínios sem proteção. Entre os países, a China teve a pior média (2,3), enquanto os Países Baixos lideraram com 5,51. A pesquisa destaca a necessidade urgente de melhorias na segurança de e-mails, especialmente em setores críticos como governo e saúde, onde a falta de proteção pode resultar em consequências graves.

Inteligência de Ameaças Cibernéticas Enriquecimento com Criminal IP

A inteligência de ameaças cibernéticas ganha valor quando os indicadores são enriquecidos com contexto que apoia investigações e decisões. A integração entre Criminal IP e OpenCTI permite que equipes de segurança transformem endereços IP, domínios e URLs em inteligência estruturada dentro do gráfico de conhecimento do OpenCTI. Essa integração enriquece automaticamente os indicadores com dados como pontuação de reputação, inteligência de infraestrutura e análise de phishing.

Um dos destaques é a pontuação de risco contextual, que oferece uma visão mais detalhada do comportamento de um IP, permitindo que analistas priorizem indicadores de alto risco. Além disso, a inteligência de infraestrutura é estruturada em entidades e relacionamentos, facilitando a investigação de componentes compartilhados e a identificação de superfícies de ataque potenciais.

Automatizando a segurança de e-mails com IA comportamental

Nos últimos anos, as organizações têm utilizado gateways de e-mail seguros e detecções baseadas em assinaturas para combater ataques de phishing. Contudo, as ameaças atuais exploram identidades confiáveis e fluxos de trabalho legítimos, tornando-se mais difíceis de detectar. Um webinar programado para 8 de julho de 2026, apresentado por Dan Nickolaisen da Abnormal AI e Eric Danneker da Novant Health, abordará como a IA comportamental pode ajudar as equipes de segurança a automatizar a detecção, investigação e remediação de ataques modernos, como phishing, comprometimento de e-mail corporativo (BEC) e tomada de conta (ATO).

Trojan bancário brasileiro Ousaban ataca usuários na Espanha e Portugal

O trojan bancário brasileiro Ousaban está direcionando ataques a usuários do Windows que realizam transações bancárias na Espanha e em Portugal. Identificado pelo Fortinet’s FortiGuard Labs em maio de 2026, o ataque começa com um PDF de phishing disfarçado como um arquivo corrompido. Ao abrir o PDF, a vítima é induzida a clicar em um botão de ‘Atualizar’, que a redireciona para uma página maliciosa. Ousaban utiliza técnicas de geofencing para garantir que apenas usuários localizados em Espanha ou Portugal sejam afetados, bloqueando acessos de VPNs e ferramentas de segurança automatizadas. Uma vez instalado, o malware monitora mais de duas dezenas de bancos, incluindo Banco Santander e BBVA, capturando capturas de tela, teclas digitadas e manipulando a área de transferência para roubar credenciais bancárias. Ousaban é parte de um grupo de trojans brasileiros conhecidos como ‘Tetrade’, que têm um histórico de resiliência e adaptação. A detecção é dificultada por técnicas como esteganografia e a mudança diária de endereços de comando. O artigo alerta para a necessidade de cautela ao abrir PDFs ou e-mails suspeitos, especialmente aqueles que solicitam atualizações ou comandos para corrigir erros.

Cibercriminosos exploram domínios inventados por IA para phishing

Um novo estudo da Palo Alto Networks revela uma técnica emergente chamada ‘phantom squatting’, onde cibercriminosos registram domínios fictícios gerados por modelos de linguagem de inteligência artificial (IA) antes que possam ser identificados como maliciosos. Esses domínios, que não têm reputação, são utilizados para criar páginas de phishing que enganam usuários que confiam em links gerados por IA. A pesquisa analisou 685.339 perguntas feitas a dois modelos de IA, resultando em 2,1 milhões de links, dos quais 13.229 foram identificados como maliciosos. O estudo destaca que, devido à falta de histórico de reputação, esses domínios recém-registrados não são bloqueados por sistemas de segurança até que seja tarde demais. Dois casos específicos mostraram como atacantes registraram domínios gerados por IA e criaram kits de phishing que imitam serviços legítimos, resultando em roubo de dados sensíveis. Essa nova abordagem de ataque representa um risco significativo, pois a confiança em links gerados por IA pode levar a consequências graves para usuários e organizações.

Comprometimento de E-mail Empresarial Uma Ameaça Organizada

O Comprometimento de E-mail Empresarial (BEC) é frequentemente visto como um simples golpe de e-mail, mas na verdade, é parte de uma operação organizada complexa. Os atacantes não apenas enviam e-mails fraudulentos, mas também realizam um extenso reconhecimento da organização alvo, analisando processos de compras e acessando contas de e-mail corporativas. Pesquisas recentes indicam que o uso de inteligência artificial (IA) está se tornando comum, permitindo a criação de e-mails mais convincentes e personalizados, o que dificulta a detecção. Os alvos preferidos incluem contas de SaaS, especialmente do setor financeiro, onde os atacantes buscam informações sobre contas a receber e a pagar. Além disso, call centers são utilizados para pressionar as empresas a realizarem pagamentos fraudulentos. A monetização do BEC enfrenta desafios, pois os hackers precisam encontrar contas bancárias confiáveis para transferir os fundos. A análise das discussões em fóruns underground revela que os atacantes estão cada vez mais sofisticados, utilizando IA para melhorar a eficácia de suas campanhas. Para se proteger, as empresas devem treinar seus funcionários, especialmente aqueles em posições financeiras, e estar atentas a comunicações que possam parecer legítimas, mas que na verdade são fraudulentas.

Ameaças cibernéticas na Copa do Mundo de 2026

O relatório da Check Point Research sobre a Copa do Mundo de 2026 revela um cenário alarmante de fraudes cibernéticas, com a infraestrutura de ataques já em funcionamento antes do início do torneio. Um em cada três parceiros oficiais da FIFA não possui proteção adequada contra a falsificação de domínios, permitindo que atacantes enviem e-mails fraudulentos que parecem vir de patrocinadores ou fornecedores. Além disso, houve um aumento de 60 vezes na detecção de aplicativos de apostas falsos em comparação com períodos anteriores, com operações coordenadas visando enganar os usuários. A pesquisa também identificou um aumento significativo na criação de sites de hotéis e viagens falsos, com 21,9% das inscrições ocorrendo apenas em abril de 2026, visando interceptar fãs no momento da compra. Esses dados destacam a necessidade urgente de monitoramento e proteção contra fraudes, especialmente em setores como serviços financeiros, transporte e hospitalidade, que estão sob risco elevado durante eventos globais.

EUA oferecem até US 10 milhões por informações sobre hackers russos

O Departamento de Estado dos EUA anunciou uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações que ajudem a identificar ou localizar membros dos grupos de hackers UNC5792 e UNC4221, associados aos serviços de inteligência e militares da Rússia. Essa iniciativa faz parte do programa ‘Rewards for Justice’ (RFJ), que visa combater atores estatais estrangeiros que realizam ciberataques contra a infraestrutura crítica dos EUA. O grupo UNC5792 é conhecido por suas campanhas de phishing direcionadas a contas do Signal e WhatsApp de oficiais do governo e militares dos EUA, enquanto o UNC4221 atua em nome das forças armadas russas. As autoridades americanas alertaram que os hackers estão se passando por agentes de suporte do Signal para enganar usuários e obter chaves de recuperação de dados. Embora as plataformas de comunicação não tenham sido comprometidas, os ataques têm sido eficazes em roubar dados privados. Os alvos típicos incluem oficiais do governo dos EUA e da OTAN, jornalistas e ONGs que apoiam a Ucrânia. O FBI e a CISA atualizaram recentemente um aviso sobre novas táticas observadas nesses ataques, destacando a importância de que os usuários verifiquem a autenticidade das comunicações recebidas.

Comprometimento de e-mail corporativo uma ameaça crescente

O comprometimento de e-mail corporativo (BEC) continua a ser uma das ameaças cibernéticas mais dispendiosas para as organizações. Em vez de depender de malware, os atacantes estão cada vez mais utilizando a impersonificação convincente para enganar os funcionários, levando-os a enviar dinheiro, compartilhar informações sensíveis ou conceder acesso a sistemas corporativos. O webinar ‘Stop chasing alerts: Automating email security with behavioral AI’, que ocorrerá em 8 de julho de 2026, abordará como ataques modernos de phishing, BEC e tomada de conta (ATO) conseguem contornar as defesas tradicionais de e-mail. A apresentação, conduzida por especialistas da Abnormal AI e Novant Health, destacará o papel da inteligência artificial comportamental na detecção e resposta a essas ameaças sofisticadas. Os ataques BEC, que frequentemente se disfarçam como comunicações legítimas de colegas ou executivos, estão se tornando mais difíceis de identificar, especialmente com o avanço da geração de conteúdo por IA. O uso de IA comportamental pode ajudar as equipes de segurança a identificar padrões de comunicação incomuns e automatizar investigações, melhorando assim os tempos de resposta e reduzindo a carga de trabalho manual. O webinar promete oferecer abordagens práticas para fortalecer a segurança do e-mail e defender as organizações contra esses ataques cada vez mais convincentes.

Mais de 236 mil sites fraudulentos usam framework DCloud na cibersegurança

Um novo relatório da Infoblox revelou que mais de 236 mil sites fraudulentos estão utilizando templates de golpes de investimento criados com o framework DCloud Uni-App, uma ferramenta de desenvolvimento de aplicativos de código aberto da China. Esses sites enganam usuários com falsas exchanges de criptomoedas, operações de ‘pig-butchering’, redes de phishing via WhatsApp, plataformas de jogos fraudulentas e drenos de carteiras de criptomoedas. A análise indica que os operadores desses sites estão se tornando mais sofisticados, utilizando técnicas para evitar a detecção e centralizando suas operações. Entre os domínios identificados, destaca-se a plataforma RainbowEx, que foi associada a um esquema Ponzi que afetou milhares de pessoas na Argentina. A maioria dos sites fraudulentos está hospedada em provedores legítimos como Cloudflare e Amazon Web Services, o que complica a remoção. O relatório sugere que a utilização do DCloud não é, por si só, um indicativo de má intenção, mas muitos sites fraudulentos compartilham características comuns, como interfaces de corretoras falsas e prompts para drenar carteiras de criptomoedas. A situação representa um risco significativo para usuários e empresas, especialmente em um cenário onde a engenharia social é cada vez mais utilizada para enganar vítimas.

Hackers disfarçam malware como documentos de imposto de renda

Uma nova campanha de phishing está utilizando notificações falsas de avaliação de impostos para disseminar malware perigoso na Índia. Pesquisadores da CYFIRMA identificaram que os atacantes criaram um site fraudulento que imita a comunicação oficial do Departamento de Impostos da Índia. O portal apresenta uma ordem de avaliação convincente, com referências legais e linguagem que pressiona os destinatários a agir rapidamente. Ao interagir com a notificação falsa, as vítimas são levadas a baixar um arquivo ZIP disfarçado como documentação oficial. Dentro desse arquivo, encontra-se um programa carregador que ativa um arquivo DLL malicioso, camuflado como um serviço legítimo do Windows. Esse malware permite acesso remoto persistente ao computador infectado, coletando detalhes do sistema e monitorando a atividade do usuário. A comunicação com o servidor do atacante ocorre por meio de um canal criptografado, apontando para uma operação motivada financeiramente. A campanha destaca a exploração da ansiedade relacionada à temporada de impostos, sugerindo que os atacantes podem variar suas táticas dependendo do alvo. Para se proteger, é recomendado que os usuários verifiquem qualquer correspondência fiscal diretamente com canais oficiais e que as organizações restrinjam a execução de arquivos desconhecidos.

Hype de GTA VI gera sites falsos que esvaziam contas de jogadores

O lançamento de Grand Theft Auto VI (GTA VI) está gerando uma onda de fraudes online, com criminosos criando sites falsos que prometem acesso antecipado ao jogo. Apesar de o jogo só ser lançado em 19 de novembro de 2026, sites fraudulentos já estão operando, oferecendo chaves beta e acesso VIP em troca de dinheiro ou informações pessoais. Especialistas da Malwarebytes e NordVPN alertam que esses sites utilizam inteligência artificial para imitar a marca da Rockstar, enganando até os jogadores mais cautelosos. Os golpistas exigem pagamentos em criptomoedas, dificultando reembolsos e a recuperação de valores. Além disso, alguns sites oferecem downloads de arquivos maliciosos que podem comprometer dispositivos e expor dados bancários. Os alvos principais são jogadores jovens e inexperientes, que estão ansiosos por novidades. A recomendação é que os jogadores verifiquem a autenticidade de qualquer site antes de fornecer informações pessoais ou financeiras. Aqueles que já foram vítimas devem alterar suas senhas e contatar seus bancos imediatamente.

Serviço de Segurança da Ucrânia revela campanha de espionagem cibernética russa

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SSU), em colaboração com o FBI, desvendou uma campanha de ciberespionagem de longa duração, atribuída a serviços de inteligência russos, que visava invadir contas de mensagens de oficiais do governo, militares, políticos e ativistas na Ucrânia, Europa e EUA. Os ataques cibernéticos sistemáticos tinham como objetivo roubar informações sensíveis, incluindo dados militares, políticos e econômicos. Os atacantes utilizavam mensagens SMS que se disfarçavam como suporte das plataformas de mensagens, induzindo os usuários a revelarem suas credenciais. O SSU alertou que as vítimas incluíam não apenas organizações e figuras públicas, mas também contas pessoais de cidadãos ucranianos. Embora a campanha não tenha sido atribuída a um grupo específico de hackers, ataques semelhantes direcionados a usuários do Signal e WhatsApp foram associados a grupos de ameaças russas. Para mitigar esses riscos, recomenda-se revisar periodicamente as sessões ativas dos aplicativos de mensagens, habilitar a autenticação de dois fatores e evitar interações com mensagens suspeitas. O FBI também identificou uma campanha de phishing em aplicativos de mensagens comerciais, visando alvos de alto valor para obter chaves de recuperação. Além disso, o CERT-UA atribuiu uma campanha de spear-phishing a um ator de ameaça alinhado à Bielorrússia, que utilizou contas comprometidas para disseminar um ladrão de informações chamado OYSTERBLUES.

Campanha de Phishing Usa OpenAI para Impersonar Empresas Legítimas

Recentemente, a Push Security identificou uma nova campanha de phishing chamada “Poisoned Tenant”, onde atacantes criam inquilinos do OpenAI que imitam empresas legítimas. Os criminosos enviam convites para funcionários se juntarem a essas organizações falsas, utilizando endereços de e-mail do Gmail. Embora os convites sejam enviados a partir de um endereço legítimo da OpenAI, eles são gerados por atacantes que pesquisaram previamente os funcionários-alvo. O convite contém um aviso de que o domínio do remetente não corresponde ao da empresa, mas essa informação é facilmente ignorada. Uma vez que um funcionário aceita o convite, ele é adicionado a uma organização falsa com privilégios administrativos, permitindo acesso a informações sensíveis. A campanha visa fazer com que os funcionários utilizem o espaço de trabalho do ChatGPT como se fosse uma plataforma corporativa legítima, possibilitando a coleta de dados confidenciais. A Push Security recomenda que as empresas treinem seus funcionários para verificar convites inesperados e monitorem as associações de organizações em plataformas SaaS.

Polymarket reembolsa clientes após ataque cibernético de 3 milhões

A plataforma Polymarket, um dos maiores mercados de previsão baseado em criptomoedas, anunciou que reembolsará totalmente os clientes que perderam cerca de $3 milhões devido a um ataque cibernético. O incidente ocorreu após a injeção de um script malicioso na interface do usuário, resultado de um ataque à cadeia de suprimentos que afetou um fornecedor terceirizado. Durante o ataque, usuários desavisados foram enganados a aprovar transações fraudulentas no site oficial da Polymarket, embora os servidores e a infraestrutura de backend da empresa não tenham sido comprometidos. A empresa de segurança blockchain PeckShield identificou o ataque como uma campanha de phishing, onde os fundos roubados foram convertidos em Ether. O impacto foi limitado a menos de 15 contas, segundo análises de empresas de inteligência em blockchain. A Polymarket, fundada em 2020 e avaliada em $9 bilhões, oferece previsões sobre diversos eventos, incluindo esportes e resultados políticos, e é uma fonte influente de informações sobre expectativas de mercado.

FBI e CISA alertam sobre phishing que visa usuários do Signal

O FBI e a CISA emitiram um alerta sobre uma campanha de phishing que visa usuários do aplicativo Signal, associada a serviços de inteligência russos. A nova tática dos atacantes envolve a tentativa de roubo das Chaves de Recuperação de Backup do Signal, permitindo acesso às mensagens históricas dos usuários. Anteriormente, os ataques focavam em códigos de verificação e PINs, mas agora os criminosos se fazem passar por equipes de suporte do Signal, alegando a necessidade de uma verificação em duas etapas devido a ataques recentes. Os alvos incluem figuras de alto valor de inteligência, como oficiais governamentais e jornalistas, especialmente aqueles localizados na Ucrânia. O FBI alerta que, se um usuário fornecer sua Chave de Recuperação, os atacantes podem restaurar o backup em seus próprios dispositivos. Além disso, a criação de uma nova conta Signal com o mesmo número de telefone não invalida a chave roubada, o que representa um risco significativo. O alerta recomenda que os usuários nunca compartilhem suas chaves de recuperação e que verifiquem a autenticidade das comunicações recebidas. O FBI também sugere que qualquer vítima da campanha reporte o incidente ao IC3 ou a um escritório local do FBI.

Atualização sobre phishing em contas do Signal por inteligência russa

O FBI e a CISA atualizaram um alerta sobre uma campanha de phishing direcionada a contas do Signal, associada a grupos de inteligência russa. Os atacantes agora estão persuadindo as vítimas a fornecerem sua Chave de Recuperação de Backup do Signal. Uma vez que a chave é entregue, o invasor pode restaurar o backup da conta, acessar o histórico de mensagens privadas e de grupo, e assumir o controle da conta. A chave permanece válida mesmo se a vítima criar uma nova conta com o mesmo número de telefone. Para mitigar o risco, os usuários devem gerar uma nova chave nas configurações do Signal, o que invalidará a antiga. O alerta também menciona que a campanha já comprometeu milhares de contas globalmente, visando indivíduos de alto valor, como oficiais do governo e jornalistas. As mensagens de phishing se disfarçam como suporte do Signal, solicitando códigos de verificação ou a chave de recuperação. O FBI também oferece recompensas por informações sobre os grupos envolvidos, identificados como UNC5792 e UNC4221. A situação destaca a importância da segurança em aplicativos de mensagens e a necessidade de vigilância contra engenharia social.

Grupo russo Turla utiliza backdoor STOCKSTAY em ataques cibernéticos

O grupo de ameaças patrocinado pelo Estado russo, conhecido como Turla, foi associado a um novo backdoor .NET chamado STOCKSTAY, que tem como alvo organizações governamentais e militares na Ucrânia, além de entidades ligadas à política externa italiana. O STOCKSTAY é um malware multifuncional que se comunica com seu servidor de comando e controle (C2) por meio de uma conexão WebSocket segura. O Google Threat Intelligence Group (GTIG) identificou que o STOCKSTAY compartilha semelhanças significativas com o Kazuar, um implante utilizado pelo grupo desde 2017. O malware é projetado para se disfarçar como ferramentas comuns, como visualizadores de PDF e utilitários de calculadora, e é composto por vários módulos que permitem a coleta de informações e a execução de comandos no sistema comprometido. As campanhas de distribuição do STOCKSTAY frequentemente utilizam iscas relacionadas a temas acadêmicos ou diplomáticos, visando organizações na Ucrânia e em outros países europeus. O GTIG observou que o STOCKSTAY foi utilizado em ataques que empregaram e-mails de phishing com arquivos maliciosos, explorando vulnerabilidades conhecidas, como a do WinRAR. A arquitetura do malware sugere que ele pode ter sido desenvolvido por uma equipe com experiência em operações cibernéticas, levantando preocupações sobre a segurança de sistemas críticos em várias nações.

Campanha de phishing atinge hotéis na Europa e Ásia com malware

Desde abril de 2026, uma campanha ativa de phishing tem como alvo organizações hoteleiras na Europa e na Ásia, utilizando arquivos ZIP com temas fotográficos para implantar um malware conhecido como TonRAT. Os e-mails de phishing, que se apresentam como notificações do ‘Booking Manager (via Calendly)’, abordam questões comuns em hotéis, como reclamações de hóspedes e inspeções de saúde, e são enviados em várias línguas, sendo o japonês o mais frequente. A técnica de entrega é sofisticada, utilizando o sistema de notificações do Calendly e serviços de redirecionamento do Google, o que permite que os e-mails passem por verificações de autenticação como SPF, DKIM e DMARC. Ao clicar no link, os usuários baixam um arquivo que, ao ser aberto, executa um script PowerShell que baixa e executa o Node.js, permitindo a instalação do malware. O TonRAT se comunica com servidores de comando e controle (C2) através de canais criptografados, dificultando a detecção. Embora não haja confirmação de roubo de dados até o momento, a natureza persistente do malware e a facilidade de remoção incorreta representam um risco significativo. A campanha não é nova, com registros anteriores de ataques semelhantes, mas a motivação final dos operadores ainda é desconhecida.

Ameaça de fraudes no aplicativo Shop da Shopify cresce entre usuários

O aplicativo Shop, da Shopify, está sendo alvo de fraudes, onde criminosos inserem recibos de compras falsos na história de pedidos dos usuários. Essa prática visa enganar os consumidores para que forneçam dados sensíveis ou instalem softwares de acesso remoto. O Shop é uma plataforma popular na América do Norte, com 50 milhões de downloads no Google Play e 7 milhões de avaliações na App Store da Apple. Os golpistas estão se passando por marcas conhecidas como Norton, McAfee, Apple e PayPal, e incluem números de telefone nos recibos falsos, onde tentam convencer as vítimas a revelar credenciais de conta e detalhes de pagamento. Apesar de muitos recibos falsos apresentarem erros gramaticais, os usuários podem não perceber esses sinais ao verem faturas de grandes valores. A forma como esses recibos são inseridos no aplicativo ainda não está clara, mas a Gen Digital, empresa de cibersegurança, afirma que não há evidências de que o Shop ou as empresas impersonadas tenham sido comprometidos. Os usuários são aconselhados a não ligar para os números listados nos recibos suspeitos e a verificar diretamente com seus bancos qualquer cobrança não reconhecida.

Automatizando a segurança de e-mails com IA comportamental

As organizações estão investindo cada vez mais em defesas contra phishing, proteção de identidade e autenticação multifatorial, mas os ataques de tomada de conta continuam a ser um dos incidentes de segurança mais disruptivos enfrentados pelas empresas. Em um webinar ao vivo, a BleepingComputer abordará como os atacantes obtêm acesso a contas legítimas e por que os controles de segurança tradicionais frequentemente falham em detectar rapidamente essas violações. Os ataques modernos de tomada de conta geralmente se aproveitam de identidades confiáveis e serviços em nuvem legítimos, dificultando a identificação de contas comprometidas. A IA comportamental pode ajudar as equipes de segurança a acelerar investigações e respostas, permitindo que identifiquem comportamentos anormais e automatizem fluxos de trabalho de investigação. O webinar discutirá como ataques de phishing e engenharia social levam a compromissos de contas, os desafios enfrentados pelas equipes de segurança e técnicas práticas para reduzir os tempos de resposta e limitar o impacto desses ataques. Os participantes aprenderão a detectar contas comprometidas mais rapidamente e a melhorar a capacidade de resposta antes que pequenos incidentes se tornem grandes eventos de segurança.

Plataforma Bluekit de phishing evolui com novas táticas de ataque

A plataforma de phishing Bluekit está em constante evolução, com a identificação de quase 70 novos nomes de host na última semana e a adição de capacidades de browser-in-the-middle (BitM) para aprimorar o roubo de dados. Documentada pela primeira vez em abril por pesquisadores da Varonis, a Bluekit oferece um assistente de IA que suporta vários modelos de linguagem para a elaboração de e-mails de phishing. O kit de phishing disponibiliza 40 modelos distintos que visam serviços online populares como Gmail, Outlook e GitHub. Um novo relatório da Netcraft revela que a Bluekit mudou de um mecanismo adversário-in-the-middle para o BitM, utilizando a biblioteca JavaScript ‘rrweb’ para serializar o DOM da página e transmiti-lo via WebSocket para a vítima. Nesse tipo de ataque, a vítima interage com uma sessão de navegador controlada pelo atacante, que carrega a página de login legítima e retransmite as solicitações e respostas. Embora o rrweb seja um projeto legítimo, sua presença em um ambiente web deve ser analisada com cautela. O ataque permite que o invasor obtenha um token de sessão válido, garantindo acesso ilimitado à conta da vítima. A Bluekit também implementou sistemas anti-análise para dificultar a detecção, como filtros CSS aleatórios e verificação de impressão digital do navegador. Para organizações que buscam se proteger contra ataques de phishing, um webinar da BleepingComputer abordará como a IA comportamental pode ajudar na detecção e resposta a essas ameaças.

LastPass sofre ataque e dados de usuários são expostos

O LastPass, gerenciador de senhas amplamente utilizado, sofreu um novo incidente de segurança que resultou na exposição de dados de usuários. O vazamento ocorreu após um ataque à Klue, uma plataforma de inteligência de mercado que integra serviços como Salesforce e Gong, e não comprometeu as senhas armazenadas no gerenciador. A empresa notificou que um agente não autorizado teve acesso a tokens OAuth, que são credenciais temporárias para acessar dados de outros serviços. Esses tokens foram utilizados para coletar informações de contato comercial, como nomes, números de telefone, endereços de e-mail e dados de suporte. Apesar do incidente, a LastPass assegurou que os cofres dos clientes permanecem seguros e que não há evidências de acesso a senhas. A empresa alertou os usuários para ficarem atentos a potenciais ataques de phishing, uma vez que os dados expostos podem ser utilizados para enganar os usuários. Este não é o primeiro incidente de segurança envolvendo a LastPass, que já enfrentou ataques anteriores que comprometeram o código-fonte e senhas criptografadas de usuários. O alerta é um lembrete da importância de manter práticas de segurança rigorosas, especialmente em um cenário onde ataques a gerenciadores de senhas estão se tornando mais comuns.

Dados de 1,4 milhão de pessoas comprometidos em ataque de phishing

A empresa de tecnologia em saúde Xsolis revelou que dados sensíveis de aproximadamente 1,4 milhão de indivíduos foram comprometidos em um ataque de phishing. O incidente ocorreu em 20 de janeiro de 2026, quando a empresa detectou atividade não autorizada em sua rede. Embora não tenha evidências de uso indevido das informações expostas, a Xsolis alertou os afetados para que fiquem atentos a possíveis ataques direcionados. Entre as informações acessadas estão datas de nascimento, informações de seguro saúde, números de Seguro Social e dados sobre tratamentos médicos. A empresa, que fornece software de inteligência artificial para mais de 600 hospitais e seguradoras de saúde nos EUA, tomou medidas imediatas para conter a violação e iniciou uma investigação com especialistas em cibersegurança. Além disso, implementou medidas de segurança adicionais, como redefinição de senhas e monitoramento intensificado. A notificação aos afetados será enviada por correio, incluindo instruções para inscrição em um serviço de monitoramento de identidade. O incidente destaca a vulnerabilidade do setor de saúde a ataques cibernéticos e a necessidade de medidas proativas de segurança.

Golpes no Prime Day 2026 7 mil sites falsos da Amazon descobertos

Um relatório da Check Point Software revelou a criação de aproximadamente 7 mil sites falsos da Amazon, com o objetivo de aplicar golpes durante o Prime Day, que ocorre entre 23 e 26 de junho nos EUA e de 1º a 7 de julho no Brasil. A maioria desses domínios foi criada entre dezembro de 2025 e maio de 2026, com um aumento significativo nos últimos dois meses. Os sites fraudulentos imitam a identidade visual da Amazon e são utilizados para phishing, onde as vítimas são induzidas a fornecer dados sensíveis, como informações de cartão de crédito. Uma das campanhas identificadas visa o público latino-americano, oferecendo um suposto cartão de crédito com vantagens. A Amazon, por sua vez, afirmou que a segurança dos clientes é uma prioridade e utiliza inteligência artificial para monitorar e derrubar sites de phishing rapidamente. A empresa também disponibiliza um canal para que os consumidores denunciem golpes. Para se proteger, recomenda-se que os usuários comprem apenas em canais oficiais, verifiquem a URL dos sites e desconfiem de ofertas muito agressivas.

Plataforma de IA em saúde dos EUA confirma vazamento de dados de 1,4 milhão

A Xsolis, uma plataforma de inteligência artificial voltada para o setor de saúde nos Estados Unidos, confirmou um vazamento de dados que afetou aproximadamente 1,4 milhão de indivíduos. O incidente, que ocorreu em 22 de janeiro de 2026, foi resultado de um ataque de phishing bem-sucedido contra um de seus funcionários, permitindo que os invasores acessassem uma parte limitada do ambiente da empresa. As informações comprometidas incluem nomes, endereços, datas de nascimento, números de Seguro Social, informações de seguro saúde e detalhes sobre tratamentos médicos. Embora a empresa tenha iniciado uma investigação e implementado medidas de segurança adicionais, até o momento não há evidências de que os dados tenham sido utilizados em ataques subsequentes ou oferecidos na dark web. A Xsolis está oferecendo monitoramento de crédito e proteção contra roubo de identidade aos afetados, além de alertas sobre tentativas de phishing e fraudes. Este incidente destaca a vulnerabilidade das organizações de saúde a ataques cibernéticos e a importância de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.

Automatizando a segurança de e-mails com IA comportamental

Apesar dos investimentos significativos em controles de segurança de e-mail, as ameaças como phishing, comprometimento de e-mail corporativo (BEC) e tomada de conta (ATO) continuam a sobrecarregar as equipes de segurança. Em um webinar programado para 8 de julho de 2026, especialistas discutirão como a IA comportamental pode automatizar a detecção, investigação e remediação de ameaças, aliviando a carga operacional das equipes de segurança. O evento abordará os desafios enfrentados pelas equipes de operações de segurança (SOC), como a fadiga de alertas e os atrasos nas investigações, que são exacerbados pelo aumento no volume de ataques. A Abnormal AI se propõe a ajudar as organizações a identificar padrões de comportamento malicioso e a priorizar ameaças de alto risco, permitindo que os analistas se concentrem em incidentes mais críticos. Os participantes aprenderão técnicas práticas para melhorar a eficiência operacional e acelerar os tempos de resposta, transformando a abordagem da segurança de e-mail em um processo mais automatizado e eficaz.

Aumento dramático do cibercrime na Ásia e Pacífico, alerta INTERPOL

Um novo relatório da INTERPOL destaca um aumento dramático no cibercrime na Ásia e no Pacífico, impulsionado pela rápida digitalização e pela penetração da internet. O relatório de Avaliação de Ciberameaças da INTERPOL para 2025/2026 revela que o phishing é a forma mais comum e financeiramente prejudicial de crime cibernético, com um terço dos países da região relatando mais de 10.000 casos entre janeiro de 2024 e março de 2025. Mais da metade dos países membros da INTERPOL indicou que o cibercrime representa pelo menos 30% de todos os crimes registrados. O diretor de Cibercrime da INTERPOL, Neal Jetton, enfatiza que os criminosos estão utilizando inteligência artificial e técnicas de engenharia social em larga escala. O relatório também aponta um aumento significativo em ataques de ransomware, com mais de 135.000 incidentes registrados em 2024, afetando principalmente os setores imobiliário, manufatureiro e de serviços financeiros. Além disso, a utilização de tecnologias como deepfake para fraudes e exploração sexual tem crescido, com organizações criminosas transnacionais estabelecendo centros de fraude que utilizam trabalho forçado. O fortalecimento da cooperação operacional e da resiliência cibernética é essencial para proteger comunidades e infraestruturas críticas na região.

Golpes em apostas aumentam durante a Copa do Mundo de 2026

A Copa do Mundo de 2026 trouxe um aumento significativo nos golpes virtuais, especialmente aqueles relacionados à venda de ingressos e apostas. Criminosos estão utilizando técnicas de engenharia social para manipular usuários, criando páginas falsas que imitam sites legítimos e enviando mensagens enganosas via WhatsApp e SMS. As fraudes mais comuns incluem a clonagem de sites oficiais, ofertas de ingressos a preços muito baixos e aplicativos falsos que prometem acesso gratuito a jogos. Segundo a Hexa Security, o ambiente de grandes eventos esportivos é propício para essas fraudes, devido ao alto volume de transações financeiras e ao engajamento do público. Para se proteger, especialistas recomendam que os consumidores verifiquem a autenticidade dos sites digitando os endereços manualmente e evitem links recebidos por mensagens. Além disso, a utilização de senhas fortes e a ativação da autenticação em dois fatores são medidas essenciais para proteger dados financeiros. Empresas também devem estar atentas, pois se tornam alvos frequentes durante esses eventos, necessitando revisar permissões de acesso e investir em monitoramento contínuo.

Vazamento de dados no Texas afeta mais de 3 milhões de pessoas

O Departamento de Parques e Vida Selvagem do Texas (TPWD) revelou um vazamento de dados em seu fornecedor de sistema de licenciamento, que expôs informações pessoais de mais de três milhões de indivíduos. A intrusão foi descoberta pelo Comando Cibernético do Texas, que iniciou uma investigação para avaliar a extensão do acesso não autorizado. Embora números de Seguro Social, datas de nascimento e informações financeiras não tenham sido comprometidos, dados pessoais identificáveis, como informações de carteira de motorista, números de passaporte, endereços de e-mail, números de telefone e endereços residenciais, foram expostos. Isso pode facilitar ataques de phishing e engenharia social, onde hackers podem tentar enganar as vítimas para obter informações mais sensíveis. O TPWD não encontrou evidências de que clientes menores de 18 anos tenham sido afetados ou que um grupo específico tenha sido alvo. A agência está colaborando com o fornecedor para implementar novas medidas de segurança e recomenda que os indivíduos afetados monitorem seus relatórios de crédito e considerem medidas adicionais de proteção, como congelamento de crédito. O incidente destaca a importância da vigilância contínua contra fraudes e ataques cibernéticos.

A nova ameaça do phishing como contornar a autenticação multifatorial

A autenticação multifatorial (MFA) é considerada uma das principais defesas contra o comprometimento de contas, mas os atacantes estão cada vez mais utilizando técnicas de phishing que não dependem do roubo de senhas ou da violação da MFA. Um exemplo alarmante é o phishing por código de dispositivo, onde os atacantes induzem os usuários a autorizar o acesso através de páginas de autenticação legítimas da Microsoft. Isso permite que os invasores obtenham acesso contínuo sem precisar roubar credenciais. O webinar ‘Stop chasing alerts: Automating email security with behavioral AI’, que ocorrerá em 8 de julho de 2026, abordará como campanhas modernas de phishing, comprometimento de e-mails empresariais (BEC) e ataques de tomada de conta (ATO) exploram serviços confiáveis e fluxos de autenticação para acessar contas corporativas. A solução proposta envolve o uso de inteligência artificial comportamental para identificar atividades incomuns e automatizar a detecção e resposta a esses ataques. O evento promete fornecer abordagens práticas para detectar compromissos de conta mais cedo, reduzir a carga de investigação e melhorar os tempos de resposta.

Cibersegurança A Internet Usada de Forma Prejudicial

Recentemente, a cibersegurança enfrentou uma série de incidentes alarmantes que demonstram a vulnerabilidade da infraestrutura digital. Entre os problemas destacados, extensões de navegador enganosas foram identificadas, redirecionando buscas de usuários para intermediários de monetização, comprometendo a privacidade e segurança. Além disso, um ataque sofisticado no macOS, denominado ClickFix, utiliza um método sem arquivos para roubar informações, deixando poucos rastros. Os criminosos cibernéticos também abusaram de plataformas de chat, como a Claude, para disseminar malware que rouba credenciais. Outra preocupação é a fraude via WhatsApp, onde golpistas se passam por hotéis para obter dados de pagamento de viajantes. Em resposta a essas ameaças, a Amazon lançou o AWS Continuum, um agente de segurança baseado em IA para gerenciar vulnerabilidades de código. O cenário é preocupante, com um aumento significativo de ataques direcionados e técnicas de engenharia social, exigindo atenção redobrada das organizações para proteger seus dados e sistemas.

Hackers romenos criam armadilha de phishing em grande escala

Uma campanha de phishing em larga escala, orquestrada por hackers romenos, afetou quase 9 milhões de endereços de e-mail no Reino Unido, oferecendo amostras de beleza falsas da Boots. Os atacantes utilizaram um site governamental boliviano comprometido para hospedar uma página de checkout fraudulenta, coletando informações pessoais e de pagamento dos usuários. Os e-mails, que pareciam legítimos, incentivavam os destinatários a preencher uma pesquisa em troca de um pacote de amostras de beleza. A operação foi facilitada por um servidor de uma empresa britânica que havia sido comprometido, permitindo que os hackers enviassem mensagens diretamente da conexão de internet da organização, ocultando sua infraestrutura. A Huntress, empresa de segurança cibernética, identificou que a campanha não apenas visava a Boots, mas também incluía temas relacionados a impostos e criptomoedas, sugerindo uma operação mais ampla. O uso de um aplicativo legítimo de envio em massa, o Gammadyne Mailer, e a configuração para maximizar a velocidade de envio, foram aspectos críticos dessa operação de phishing.

Aumento de Ataques de Tomada de Conta e Como Proteger Identidades

As organizações enfrentam um desafio crescente na gestão de identidades, tanto humanas quanto não-humanas, em ambientes de trabalho híbridos e com acesso de terceiros. Com a expansão do trabalho remoto e do uso de dispositivos pessoais, as equipes de segurança estão perdendo visibilidade sobre quem tem acesso a quais recursos e se esse acesso é confiável. Os atacantes estão explorando essa complexidade, utilizando técnicas como o ‘MFA fatigue’, onde enviam repetidamente solicitações de autenticação multifatorial até que o usuário aceite uma delas. Além disso, ataques de phishing evoluíram, utilizando domínios legítimos e conteúdo gerado por IA para criar páginas de login falsas que imitam portais reais. A proteção das credenciais é essencial, pois 44,7% das violações de dados envolvem credenciais roubadas. Para mitigar esses riscos, soluções como o Specops Device Trust são recomendadas, pois oferecem verificação contínua de dispositivos e autenticação baseada em confiança, permitindo que as organizações mantenham um controle mais rigoroso sobre o acesso sem comprometer a experiência do usuário.

Grupo de hackers norte-coreano usa phishing para espalhar malware

O grupo de hackers patrocinado pelo Estado norte-coreano, conhecido como ScarCruft (ou APT37), foi identificado utilizando mensagens de spear-phishing que se disfarçam como notificações de segurança de contas da Microsoft para disseminar um malware chamado NarwhalRAT. Segundo o Genians Security Center (GSC), o e-mail malicioso simula um alerta de segurança, criando uma falsa preocupação sobre possíveis compromissos de conta e abuso de senhas de uso único (OTP), levando a vítima a abrir um anexo. Este anexo, na verdade, é um arquivo ZIP que contém um arquivo LNK malicioso. Ao ser executado, o arquivo LNK inicia uma cadeia de infecção em múltiplas etapas, baixando e instalando o NarwhalRAT, que é capaz de registrar teclas, capturar telas, gravar áudio ambiente e executar comandos de um servidor de comando e controle (C2). O malware se destaca por sua capacidade de se esconder em um diretório disfarçado, evitando a detecção. A infraestrutura de C2 utiliza sites coreanos e a API de armazenamento em nuvem pCloud, o que indica um nível avançado de sofisticação. Essa nova abordagem do ScarCruft representa uma evolução em suas táticas, marcando uma mudança significativa em relação ao RokRAT, um malware anteriormente associado ao grupo.

Campanhas cibernéticas maliciosas ligadas à Coreia do Norte

Pesquisadores de cibersegurança identificaram duas campanhas cibernéticas maliciosas associadas a um grupo de ameaças persistente da Coreia do Norte, conhecido como Contagious Interview. Segundo um relatório da Proofpoint, o grupo tem realizado campanhas de phishing direcionadas a quase 100 organizações em setores como finanças, criptomoedas, educação e tecnologia, utilizando temas de recrutamento de desenvolvedores. Os ataques, codificados como UNK_DeadDrop, começam com e-mails que contêm links para repositórios do GitHub controlados pelos atacantes, que hospedam scripts maliciosos. Esses scripts são projetados para executar malware em múltiplas plataformas, incluindo macOS, Linux e Windows, utilizando uma técnica que permite a execução automática de código malicioso ao abrir o Visual Studio Code. O objetivo principal das campanhas é roubar credenciais e dados de extensões de carteiras digitais. Além disso, foram descobertas extensões maliciosas no marketplace do VS Code que funcionam como backdoors sofisticados. As atividades do grupo indicam uma evolução nas operações de cibercrime da Coreia do Norte, com uma mudança de engenharia social ativa para campanhas de phishing em larga escala.

Vulnerabilidades e Ameaças em Cibersegurança Recapitulando a Semana

Nesta semana, o cenário de cibersegurança foi marcado por diversas vulnerabilidades críticas e incidentes de exploração ativa. O Google lançou atualizações de segurança para corrigir 74 falhas, incluindo uma vulnerabilidade de alta severidade no Chrome (CVE-2026-11645), que está sendo ativamente explorada. A falha permite acesso não autorizado à memória, com um CVSS de 8.8. Além disso, o grupo ShinyHunters explorou uma falha crítica no Oracle PeopleSoft (CVE-2026-35273), que permite que atacantes não autenticados assumam o controle do sistema, afetando principalmente instituições de ensino superior. Outra preocupação é a campanha ‘Atomic Arch’, que comprometeu mais de 1.500 pacotes do Arch Linux, introduzindo um malware que pode roubar credenciais. O FBI também desmantelou um serviço de phishing como serviço (PhaaS) que causou perdas de aproximadamente $1,9 bilhões. Por fim, uma vulnerabilidade crítica no VPN da Check Point (CVE-2026-50751) foi identificada, permitindo que atacantes contornem a autenticação. Essas ameaças destacam a necessidade urgente de atualizações e monitoramento contínuo em ambientes corporativos.

Fraudes online na MENA contas falsas no Facebook enganam usuários

Pesquisadores de cibersegurança revelaram atividades fraudulentas direcionadas a usuários no Oriente Médio e Norte da África, utilizando contas falsas no Facebook que se passavam por políticos e organizações confiáveis. Essas contas promoviam ofertas enganosas, como pacotes de internet móvel gratuitos e compensações financeiras, levando as vítimas a clicar em links que redirecionavam para uma infraestrutura de phishing. A análise da Group-IB identificou que essas campanhas estavam ligadas à plataforma Sniper Dz, um serviço de phishing como serviço (PhaaS) que foi desmantelado recentemente. Os ataques utilizavam engenharia social, fazendo com que os usuários acreditassem que estavam acessando ofertas legítimas, mas, na verdade, eram direcionados a páginas que solicitavam permissões de notificações do navegador, permitindo que os atacantes enviassem mensagens indesejadas. Além disso, técnicas como manipulação do histórico do navegador e redirecionamentos em abas foram empregadas para manter as vítimas presas na rede de fraudes. A campanha destaca a crescente dependência de tecnologias web legítimas para operações fraudulentas, em vez de malware tradicional.

FBI desmantela operação de phishing em larga escala da China

O FBI, em colaboração com o Google e o Black Lotus Labs, desmantelou uma operação de phishing chamada Outsider Enterprise, que utilizava milhares de sites falsos para roubar dados de cartões de crédito e senhas. A operação, que estava ativa desde pelo menos 2023, utilizava inteligência artificial e kits de phishing distribuídos para se passar por marcas confiáveis em mensagens enviadas por operadoras como AT&T, T-Mobile e Verizon. Estima-se que as campanhas de phishing tenham resultado no roubo de mais de 3,8 milhões de registros de cartões de crédito, causando perdas de aproximadamente 1,9 bilhão de dólares. Durante a ação, o FBI apreendeu servidores de administração, uma loja de e-commerce no Shopify e uma conta usada para testar o serviço de phishing. Além disso, foram confiscados cerca de 100 mil USDT de carteiras de pagamento da operação. O Google também processou civilmente a infraestrutura da operação e está colaborando com as operadoras para bloquear mensagens fraudulentas. A empresa destaca que os usuários do Android estão protegidos por defesas baseadas em IA, que detectam e bloqueiam mensagens maliciosas. Essa ação é parte da Operação Riptide do FBI, que visa combater atividades cibernéticas criminosas.

Google processa rede chinesa de cibercrime por uso de IA em phishing

O Google anunciou que está tomando medidas legais contra uma rede de cibercrime chinesa, acusando-a de utilizar seu agente de inteligência artificial, Gemini, para enviar mensagens de phishing direcionadas a cidadãos americanos. A rede é responsável pelo desenvolvimento de um kit de software chamado Outsider, que permite a criação de páginas fraudulentas e o envio de ataques massivos de smishing, ou phishing via SMS. As mensagens, que se passam por marcas legítimas, alertam os usuários sobre ‘problemas em contas de corretagem’ ou oferecem ‘recompensas através de operadoras de telefonia’.

Novo Nordisk revela vazamento de dados de pacientes em ensaios clínicos

A gigante farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, líder mundial na produção de insulina, anunciou um vazamento de dados que afeta informações de pacientes de alguns de seus ensaios clínicos. O ataque, que comprometeu sistemas internos da empresa, resultou na exposição de dados pseudonimizados, incluindo IDs de pacientes, informações sobre participação em ensaios, dados de saúde e fatores de estilo de vida. Embora a empresa tenha garantido que os dados não podem ser usados para identificar pacientes diretamente, o incidente também afetou profissionais de saúde, cujos nomes, e-mails e números de telefone foram expostos. A Novo Nordisk está trabalhando com especialistas em cibersegurança para investigar o incidente e restaurar os sistemas afetados, sem que suas operações principais tenham sido impactadas. A empresa alertou os profissionais de saúde afetados sobre possíveis ataques de phishing, recomendando cautela com mensagens inesperadas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a data da detecção do vazamento ou o número exato de indivíduos afetados.

Operação da INTERPOL desmantela plataforma de phishing Sniper Dz

Uma operação liderada pela INTERPOL, chamada Operação Ramz, resultou na desarticulação da plataforma de phishing conhecida como Sniper Dz, que atuava há mais de uma década. Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, autoridades de 13 países da região do Oriente Médio e Norte da África realizaram 201 prisões, incluindo Guedz, o principal desenvolvedor da plataforma. Sniper Dz, que também se rebatizou como Joker Dz e Storm Dz, era uma plataforma de phishing como serviço (PhaaS) que coletou mais de 45.000 registros de vítimas. A operação não apenas desativou o site da plataforma, mas também apreendeu hardware contendo softwares e scripts de phishing.

Golpe usa falsa vaga da LOréal para roubar e-mails de candidatos

Pesquisadores de segurança digital identificaram uma nova campanha de phishing que utiliza falsas vagas de emprego da L’Oréal para roubar credenciais de e-mail de candidatos. O golpe se desenrola em duas etapas: inicialmente, os criminosos coletam dados pessoais dos candidatos, como nome, telefone e histórico profissional. Em seguida, solicitam a senha do e-mail sob a justificativa de que isso é necessário para validar a candidatura. A L’Oréal já confirmou que não está envolvida com essas mensagens fraudulentas. A ESET, empresa que detectou a fraude, alerta que outras marcas conhecidas, como Coca-Cola e RedBull, também foram alvo de golpes semelhantes. O primeiro contato com a vítima ocorre via e-mail, onde mensagens se disfarçam como comunicações de recrutadores. Ao clicar em links, as vítimas são direcionadas a páginas que imitam plataformas de recrutamento, onde são solicitadas informações pessoais. Após o envio, a página exibe o e-mail da vítima e pede a senha, aumentando a probabilidade de sucesso do golpe. Caso a senha seja fornecida, os criminosos podem acessar a conta de e-mail e comprometer outros serviços conectados. A ESET recomenda que as empresas nunca solicitem senhas de e-mail em processos seletivos e sugere medidas de proteção, como verificar o domínio do remetente e ativar a autenticação multifator.

Vulnerabilidades do OpenClaw expõem dados e permitem ataques

Pesquisas recentes revelaram que o OpenClaw, um agente de IA autônomo amplamente utilizado, possui falhas que permitem a execução de códigos maliciosos e a exfiltração de dados sensíveis através de entradas aparentemente inofensivas. A Imperva demonstrou como comandos ocultos podem ser inseridos em contatos compartilhados e vCards, que o agente executa sem que o usuário perceba. A Varonis, por sua vez, explorou a vulnerabilidade de phishing, onde um e-mail comum pode induzir o agente a enviar informações confidenciais, como chaves de acesso da AWS. Embora a Imperva tenha corrigido uma das falhas na versão 2026.4.23 do OpenClaw, a vulnerabilidade de phishing não pode ser resolvida apenas com um patch, exigindo uma reavaliação das permissões do agente. Ambas as pesquisas destacam a confiança excessiva do OpenClaw em suas entradas, o que torna o sistema vulnerável a ataques. As recomendações incluem a implementação de controles rigorosos sobre as ações do agente e a verificação de remetentes antes de enviar dados. O impacto potencial dessas falhas é significativo, especialmente em ambientes que lidam com informações sensíveis, levantando preocupações sobre conformidade com a LGPD.

Rede de servidores suporta campanhas de phishing em larga escala

Um recente estudo revelou uma vasta rede de 12.704 servidores conectados à internet, que sustentam campanhas de spam e phishing. Esses servidores, distribuídos por 55 países, utilizam links do Google Cloud Storage como uma camada de redirecionamento inicial, levando os usuários a páginas controladas pelos atacantes. As páginas de destino são quase idênticas e contêm conteúdo extraído do The New York Times, o que as torna aparentemente benignas para scanners de segurança e visitantes não-alvo. A maioria dos servidores opera com software obsoleto, o que aumenta a vulnerabilidade e sugere que os operadores priorizam a descartabilidade. A pesquisa também indica que 99,8% dos servidores utilizam o protocolo HTTP inseguro, e 89% deles não tinham histórico de abusos, indicando que a infraestrutura pode ter sido recentemente provisionada. A utilização de serviços confiáveis como o Google para redirecionamento é uma tática comum entre os cibercriminosos, pois aumenta a probabilidade de que os usuários confiem nos links. A complexidade da infraestrutura, distribuída entre 412 provedores de hospedagem, dificulta os esforços de remoção e mitigação das campanhas de phishing.

Simulação de phishing revela vulnerabilidades em agentes de IA

Uma simulação de phishing realizada com o agente de e-mail OpenClaw, desenvolvido pela empresa de segurança Varonis, revelou que esses agentes de inteligência artificial (IA) são suscetíveis a táticas comuns de phishing que têm enganado usuários humanos por décadas. O OpenClaw, uma estrutura de código aberto que permite que modelos de linguagem interajam com sistemas do mundo real, foi conectado a uma caixa de entrada do Gmail e a várias APIs do Google Workspace, utilizando dados sintéticos de uma empresa fictícia, incluindo credenciais sensíveis.