Operação Poweroff

Operação internacional desmantela serviços de DDoS por contratação

Uma operação internacional de aplicação da lei, chamada Operação PowerOFF, resultou na desativação de 53 domínios e na prisão de quatro indivíduos envolvidos em operações comerciais de negação de serviço distribuído (DDoS). Esses serviços eram utilizados por mais de 75.000 cibercriminosos. A ação, que contou com a participação de 21 países, incluindo o Brasil, teve como objetivo interromper o acesso a serviços de DDoS por contratação, desmantelar a infraestrutura técnica que os sustentava e acessar bancos de dados com mais de 3 milhões de contas de usuários criminosos. A Europol destacou que esses serviços permitem que até mesmo pessoas com pouco conhecimento técnico realizem ataques maliciosos em larga escala, causando danos significativos a empresas. A operação também incluiu o envio de avisos a usuários identificados e a emissão de 25 mandados de busca. A atividade de DDoS é considerada uma das tendências mais acessíveis e prolíficas do cibercrime, com motivações que vão desde extorsão até hacktivismo. A operação é um passo importante na luta contra a criminalidade cibernética, especialmente após a desativação de uma botnet chamada RapperBot em agosto de 2025, que havia realizado ataques em mais de 80 países desde 2021.

Operação PowerOFF Ação global contra ataques DDoS

Mais de 75.000 usuários de plataformas de negação de serviço distribuído (DDoS) foram alertados por e-mails e cartas durante a mais recente fase da Operação PowerOFF, uma ação internacional de aplicação da lei apoiada pela Europol e envolvendo autoridades de 21 países. A operação resultou na prisão de quatro pessoas, na desativação de 53 domínios e na emissão de 25 mandados de busca. As chamadas ‘booters’, plataformas que oferecem serviços DDoS sob demanda, foram alvo de ações que desmantelaram a infraestrutura técnica que as sustenta. Embora alguns operadores tentem justificar essas plataformas como ferramentas de teste de estresse legítimas, a falta de verificação de propriedade dos alvos as torna ilegais. A operação, que já desmantelou infraestruturas críticas e apreendeu bancos de dados com mais de 3 milhões de contas criminosas, agora entra em uma fase de prevenção, que inclui campanhas de conscientização e medidas de interrupção. Isso envolve anúncios em motores de busca direcionados a jovens que buscam ferramentas DDoS e a remoção de URLs que promovem esses serviços ilegais.