Técnicas de Ataque com Junctions NTFS O Caso do GhostTree
O artigo explora como junctions e links simbólicos do sistema de arquivos NTFS podem ser utilizados por atacantes para criar estruturas de diretórios recursivas, conhecidas como GhostTree e GhostBranch. Essas técnicas permitem que um usuário, sem privilégios administrativos, crie loops que geram caminhos de arquivos praticamente infinitos. Isso pode dificultar a detecção de arquivos maliciosos, pois ferramentas de segurança, como produtos EDR, podem ficar presas nesses loops, deixando os arquivos maliciosos sem exame. O GhostBranch é uma técnica mais simples que cria um loop lógico ao apontar um diretório filho de volta para o diretório pai, enquanto o GhostTree expande essa ideia, permitindo múltiplos diretórios filhos que também se conectam ao pai, aumentando exponencialmente o número de caminhos válidos. O artigo destaca a importância de monitorar a atividade do sistema de arquivos para detectar essas anomalias e sugere que a visibilidade e o controle de acesso são cruciais para a proteção de dados sensíveis. A técnica foi testada contra o Windows Defender, confirmando sua eficácia em evitar a detecção de malware. A Varonis, autora do artigo, oferece soluções para monitoramento e proteção de dados em ambientes corporativos.
