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Nintendo confirma roubo de dados de pesquisa, mas sistemas não foram comprometidos

A Nintendo of America confirmou que dados de pesquisa interna foram roubados por um grupo de cibercriminosos conhecido como Shadowbyt3$. A empresa esclareceu que seus sistemas não foram comprometidos e que nenhuma informação pessoal de clientes ou dados financeiros foi acessada. O incidente envolve dados de uma plataforma de terceiros, TinyPulse, utilizada para pesquisas anônimas com funcionários. A Nintendo informou que está colaborando com o provedor do serviço para resolver a questão. O grupo Shadowbyt3$ reivindica ter exfiltrado cerca de 1GB de dados, incluindo nomes completos, endereços de e-mail e informações de funcionários, e exige um resgate de 2 milhões de dólares. Embora a Nintendo tenha afirmado que o vazamento não afeta seus jogos, o grupo ameaçou divulgar mais informações se não houver negociação. A situação destaca a importância de proteger dados sensíveis, especialmente em plataformas de terceiros, e levanta preocupações sobre a segurança de informações internas em empresas de grande porte.

Nintendo minimiza ataque hacker, mas vazamento de Pokémon é alarmante

Em outubro de 2025, a Nintendo confirmou que seus servidores foram alvo de um ataque do grupo cibercriminoso Crimson Collective, que resultou no vazamento de informações sobre projetos em desenvolvimento, incluindo detalhes da franquia Pokémon. A empresa declarou que a brecha foi ‘mínima’ e se limitou a servidores que hospedam seus sites oficiais, sem a exposição de dados pessoais ou informações sensíveis. No entanto, o vazamento inclui arquivos e vídeos de gameplay de versões iniciais de Pokémon Legends Z-A, que teriam origem em uma invasão anterior aos servidores da desenvolvedora Game Freak. Este incidente é parte de uma série de ataques que a Nintendo tem enfrentado, incluindo o notório Teraleak, que já havia exposto dados de projetos passados. A empresa continua a investigar esses incidentes, mas não conseguiu identificar os responsáveis até o momento. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos dados e a proteção de informações sensíveis no setor de jogos, especialmente em um contexto onde a privacidade e a conformidade com legislações como a LGPD são cada vez mais relevantes.

Nintendo é hackeada? Grupo afirma ter roubado dados sigilosos

O grupo de hackers Crimson Collective anunciou, no último sábado (11), que invadiu os servidores da Nintendo, alegando ter acessado arquivos confidenciais, incluindo materiais de produção e dados de desenvolvedores. A gigante japonesa, conhecida por sua rigorosa proteção de informações, não se pronunciou sobre o incidente, o que levanta dúvidas sobre a veracidade da alegação. O Crimson Collective também foi responsável por um ataque recente à Red Hat, onde roubaram cerca de 570 GB de dados e tentaram extorquir a empresa. A Red Hat optou por admitir o vazamento e colaborar com as autoridades, enquanto a Nintendo pode não se manifestar a menos que dados de clientes ou funcionários tenham sido comprometidos, o que exigiria uma divulgação legal. Se confirmada, a invasão pode indicar a prática de ransomware, uma técnica crescente em ataques cibernéticos, especialmente na indústria de jogos, que já enfrentou incidentes semelhantes, como os ataques à Rockstar e à Insomniac Games nos últimos anos. A situação destaca a vulnerabilidade das empresas de tecnologia e a necessidade de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.