<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Netnut on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/netnut/</link><description>Recent content in Netnut on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 19:50:49 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/netnut/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Google desmantela rede NetNut, uma das maiores botnets de proxy residencial</title><link>https://brdefense.center/news/google-desmantela-rede-netnut-uma-das-maiores-botn/</link><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 19:50:49 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/google-desmantela-rede-netnut-uma-das-maiores-botn/</guid><description>&lt;p>O Google, em colaboração com o FBI e outras entidades, anunciou a degradação significativa da NetNut, uma das maiores redes que transforma dispositivos residenciais em proxies alugados para tráfego de terceiros. A NetNut, também conhecida como Popa, é uma rede global que abrange pelo menos 2 milhões de dispositivos, incluindo TVs inteligentes e caixas de streaming. Quando um dispositivo da NetNut está em uma residência, criminosos podem redirecionar seu tráfego pela conexão de internet do usuário, comprometendo sua privacidade e segurança. A rede opera através da venda de acesso a endereços IP residenciais, permitindo que atacantes ocultem sua localização real. A empresa por trás da NetNut, a Alarum Technologies, nega a classificação de botnet, alegando que seu software é para compartilhamento de largura de banda consentido. No entanto, pesquisas indicam que os aplicativos associados não informam os usuários sobre esse consentimento. O Google alerta que a degradação da NetNut não é um desmantelamento definitivo, pois a rede possui um programa de revenda que permite que outras empresas comercializem o mesmo pool de dispositivos, tornando a situação complexa e resiliente. Para os consumidores, recomenda-se cautela ao usar aplicativos que prometem pagamento por largura de banda não utilizada e a compra de dispositivos de marcas conhecidas.&lt;/p></description></item></channel></rss>