Negociação

Negociador de ransomware é condenado a 70 meses de prisão por ajudar atacantes

Angelo Martino, um negociador de ransomware, foi condenado a 70 meses de prisão por colaborar secretamente com o grupo criminoso BlackCat (ALPHV). Em vez de ajudar as vítimas a minimizar os danos, Martino e seus co-conspiradores, Ryan Clifford Goldberg e Kevin Tyler Martin, não apenas falharam em proteger os interesses de seus clientes, mas também infectaram algumas das vítimas com malware. O grupo visava empresas de diversos setores, incluindo dispositivos médicos e farmacêuticos, e exigiu resgates que totalizavam milhões de dólares. Martino, de 41 anos, terá que devolver todos os ganhos em criptomoeda que recebeu, além de perder bens como casas e carros adquiridos com esse dinheiro. Ele também deverá pagar 10% de seu salário futuro após a liberação. A condenação de Martino se segue a sentenças anteriores de seus co-conspiradores, que receberam penas de quatro anos. O caso destaca a crescente preocupação com a confiança em negociadores de ransomware e a necessidade de vigilância em transações de segurança cibernética.

Negociador de ransomware se declara culpado por ataques nos EUA

Angelo Martino, um negociador de ransomware de 41 anos, se declarou culpado por realizar ataques de ransomware contra empresas nos Estados Unidos em 2023. Ele colaborou com o grupo criminoso BlackCat, fornecendo informações confidenciais sobre as posições de negociação de cinco vítimas, sem o conhecimento ou consentimento delas. Essas informações incluíam limites de apólices de seguro e estratégias internas, o que resultou em resgates mais altos. Martino foi compensado financeiramente por essas informações. Além disso, ele admitiu ter trabalhado com outros dois respondentes a incidentes para implantar o ransomware BlackCat em várias vítimas entre abril e novembro de 2023, extorquindo uma delas em aproximadamente 1,2 milhão de dólares em Bitcoin. As autoridades confiscam 10 milhões de dólares em ativos de Martino, incluindo criptomoedas e veículos. Ele enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão e está programado para ser sentenciado em julho de 2026. O caso destaca a traição de confiança em um setor que deveria proteger as vítimas de ataques cibernéticos.