Navegadores

A importância de navegadores leves para produtividade no trabalho

Com a evolução dos navegadores web, muitos usuários enfrentam problemas de desempenho e produtividade devido ao excesso de recursos e processos em segundo plano. O artigo destaca como navegadores leves, como o Adapt Browser, podem melhorar a experiência de navegação, reduzindo distrações e aumentando a eficiência nas tarefas diárias. Os navegadores modernos frequentemente consomem altos níveis de CPU e memória, resultando em lentidão e perda de contexto ao alternar entre várias abas. Para mitigar esses problemas, o Adapt Browser prioriza a redução do consumo de recursos, centraliza fluxos de trabalho e simplifica a interface, permitindo que os usuários mantenham o foco e a produtividade. A arquitetura leve do Adapt Browser, que não é baseada em Chromium, oferece maior controle sobre o uso de recursos e garante uma experiência de navegação mais rápida e eficiente. O artigo conclui que a escolha de um navegador adequado é crucial para otimizar o trabalho online, especialmente à medida que as atividades baseadas na web se tornam cada vez mais comuns.

ChatGPT Atlas e Chrome são os piores navegadores para a privacidade

Um estudo recente da Digitain revelou que o ChatGPT Atlas, da OpenAI, e o Google Chrome são os navegadores com maior risco à privacidade dos usuários. O ChatGPT Atlas obteve uma pontuação de 99 em 100, indicando falhas significativas em bloquear o rastreamento de usuários entre sessões e sites. O Google Chrome, embora mais popular, ficou em segundo lugar com uma pontuação de 76, demonstrando que a proteção de dados não é uma prioridade para grandes empresas do setor. Outros navegadores, como Mozilla Firefox e Apple Safari, também apresentaram pontuações baixas, levantando preocupações sobre a segurança dos dados dos internautas. Em contrapartida, navegadores como Brave e Mullvad Browser se destacaram por suas funcionalidades focadas na privacidade, sendo recomendados para aqueles que buscam maior proteção online. O estudo alerta que a crescente popularidade de navegadores baseados em inteligência artificial pode aumentar a coleta de dados pessoais, o que representa um risco adicional para a privacidade dos usuários.

Novo malware SantaStealer ataca navegadores e carteiras de criptomoedas

Pesquisadores de cibersegurança alertaram sobre o surgimento do malware SantaStealer, que opera sob um modelo de malware como serviço. Este novo software malicioso, uma versão rebranded do BluelineStealer, é acessível a cibercriminosos de baixo nível por meio de assinaturas mensais que variam de $175 a $300. SantaStealer possui quatorze módulos distintos que coletam dados simultaneamente, incluindo credenciais de navegadores, cookies, histórico de navegação, informações de carteiras de criptomoedas e dados de aplicativos de mensagens. Os dados roubados são comprimidos e enviados para um servidor de comando e controle. O malware também captura capturas de tela e tem a capacidade de contornar a criptografia de aplicativos do Chrome. Embora atualmente não esteja amplamente distribuído, os pesquisadores notaram que as táticas de ataque incluem phishing e downloads de software pirata. A proteção apenas por firewall pode não ser suficiente para evitar esses vetores de ataque, e a detecção de antivírus continua sendo eficaz contra as amostras observadas. Apesar de sua capacidade técnica, SantaStealer é mais notável por sua estratégia de marketing do que por sua maturidade técnica.

Segurança em Navegadores Desafios e Estratégias para GenAI

O uso de inteligência artificial generativa (GenAI) em navegadores se tornou comum nas empresas, permitindo que funcionários redijam e-mails, analisem dados e desenvolvam códigos. No entanto, essa prática levanta preocupações de segurança, pois muitos usuários inserem informações sensíveis em prompts ou fazem upload de arquivos sem considerar os riscos. Os controles de segurança tradicionais não foram projetados para lidar com esse novo padrão de interação, criando uma lacuna crítica. Para mitigar esses riscos, é essencial que as organizações implementem políticas claras sobre o uso seguro de GenAI, categorizando ferramentas e definindo quais tipos de dados são permitidos. Além disso, a criação de perfis de navegador dedicados e controles por site pode ajudar a isolar o uso de GenAI de aplicativos internos sensíveis. O monitoramento contínuo e a educação dos usuários são fundamentais para garantir que as diretrizes sejam seguidas, preservando a produtividade sem comprometer a segurança. A implementação de controles de dados precisos e a gestão de extensões de navegador também são essenciais para evitar a exfiltração de informações confidenciais.

Navegadores com IA estão mudando as regras. Sua segurança está acompanhando?

Os navegadores modernos, como Microsoft Edge e Google Chrome, estão incorporando assistentes de IA que prometem facilitar a vida dos usuários, oferecendo resumos de páginas, traduções e automação de tarefas. No entanto, essa conveniência pode vir acompanhada de riscos significativos de segurança. A integração de modelos de linguagem avançados permite que esses navegadores interpretem e atuem sobre o conteúdo da web, mas também os torna vulneráveis a ataques. Um exemplo é a injeção de texto invisível em páginas da web, que pode instruir a IA a roubar credenciais ou executar comandos maliciosos sem que o usuário perceba. Isso representa uma ameaça crítica, pois não gera indicadores claros de comprometimento, dificultando a detecção por ferramentas de segurança tradicionais. À medida que essas tecnologias se tornam comuns, é essencial que as organizações adotem uma postura de segurança mais rigorosa, implementando políticas de uso de IA e monitoramento comportamental para mitigar os riscos associados. A necessidade de suporte gerenciado em centros de operações de segurança (SOCs) é cada vez mais evidente, especialmente para empresas menores que podem não ter os recursos para lidar com essas novas ameaças.

Navegadores de IA podem ser sequestrados com um simples hashtag

Pesquisadores da Cato Networks revelaram uma nova técnica chamada ‘HashJack’, que permite que atacantes manipulem assistentes de IA através de fragmentos ocultos em URLs. Essa vulnerabilidade ocorre quando um hashtag é inserido em um link aparentemente legítimo, permitindo que comandos maliciosos sejam executados localmente no navegador do usuário, sem que ele perceba. Os assistentes de IA podem realizar ações autônomas, como transmitir dados sensíveis para servidores controlados por atacantes, enquanto o usuário continua a ver uma página normal. A pesquisa destaca que muitos navegadores de IA estão sob escrutínio devido a essa falha, que não é detectável por ferramentas de monitoramento tradicionais, pois os fragmentos nunca deixam o dispositivo do usuário. Embora algumas empresas tenham implementado atualizações, a defesa contra essa manipulação indireta depende de como cada assistente processa as instruções ocultas. A conscientização sobre essa limitação é crucial para organizações que utilizam ferramentas de IA, pois as medidas de segurança convencionais não conseguem capturar completamente essas ameaças.

Navegador é porta de entrada para riscos digitais às empresas, aponta pesquisa

Um novo relatório, o Browser Security Report 2025, revela que a forma como os navegadores são utilizados nas empresas pode ser a principal fonte de ataques cibernéticos. O estudo destaca que vulnerabilidades no navegador, como extensões maliciosas e prompts enganosos, são responsáveis por muitos riscos relacionados à identidade e ao uso de inteligência artificial (IA). Quase metade dos funcionários utiliza ferramentas de IA em contas não monitoradas, aumentando a exposição a ameaças. O relatório aponta que 77% dos casos analisados envolveram cópias de dados em prompts de IA, com 82% ocorrendo em contas pessoais. Além disso, 99% dos usuários utilizam extensões, e 6% delas são consideradas maliciosas. A pesquisa alerta que 60% dos logins corporativos não utilizam autenticação única, dificultando o controle de acesso. Diante desse cenário, é crucial que as empresas adotem medidas de segurança mais rigorosas, como monitoramento de dados copiados e uso de extensões seguras, para evitar vazamentos de informações e ataques cibernéticos.

Relatório de Segurança de Navegadores 2025 Riscos Emergentes

O Relatório de Segurança de Navegadores 2025 revela que a maioria dos riscos relacionados a identidade, SaaS e inteligência artificial (IA) converge no navegador do usuário, criando uma nova superfície de ameaça. Com quase metade dos funcionários utilizando ferramentas de IA generativa (GenAI) fora da supervisão de TI, 77% deles colam dados em prompts de IA, sendo que 82% dessas colagens vêm de contas pessoais. Além disso, 99% dos usuários corporativos têm extensões instaladas, muitas das quais não são geridas adequadamente, aumentando o risco de vazamentos de dados. Os navegadores de IA, que integram modelos de linguagem diretamente na camada de navegação, também representam uma nova superfície de ataque, permitindo que dados sensíveis sejam processados sem controle. O relatório destaca que as ferramentas tradicionais de segurança, como DLP e EDR, não são suficientes para monitorar essas atividades, pois não inspecionam o que acontece dentro das sessões de navegação. Para mitigar esses riscos, é necessário adotar controles nativos de sessão que ofereçam visibilidade e proteção em tempo real, sem comprometer a experiência do usuário.

Falha pode travar o Chrome de 3 bilhões de usuários em poucos segundos

Uma grave vulnerabilidade de segurança, identificada como Brash, foi descoberta no mecanismo de renderização Blink, utilizado por navegadores baseados no Chromium, como Google Chrome e Microsoft Edge. Essa falha permite que um cibercriminoso provoque travamentos em qualquer navegador Chromium em um intervalo de 15 a 60 segundos, explorando a falta de limitação de taxa na API document.title do JavaScript. Com isso, é possível gerar milhões de mutações no DOM por segundo, saturando o sistema e levando ao colapso do navegador. A gravidade da situação é acentuada pelo fato de que o Google Chrome possui cerca de três bilhões de usuários ativos globalmente. O pesquisador Jose Pino, que descobriu a falha, alertou que ela pode ser programada para ser ativada em um momento específico, aumentando ainda mais o risco. O Google e outras empresas de navegadores já foram notificados e estão trabalhando em soluções. Durante os testes, navegadores como Mozilla Firefox e Safari não foram afetados pela vulnerabilidade.

Extensões falsas de IA podem roubar senhas enquanto você conversa

Pesquisadores da SquareX alertam sobre um novo vetor de ataque que utiliza extensões maliciosas para criar barras laterais falsas em navegadores. Essas barras laterais imitam assistentes de IA legítimos e podem capturar informações sensíveis, como senhas e tokens de autenticação, sem que o usuário perceba. O ataque se dá através da injeção de JavaScript nas páginas da web, permitindo que a interface falsa sobreponha a verdadeira, dificultando a detecção. Os especialistas destacam que muitas extensões solicitam permissões amplas, como acesso a hosts e armazenamento, o que torna a análise de permissões uma estratégia de detecção menos eficaz. A crescente popularidade de navegadores com assistentes de IA pode aumentar a superfície de ataque, tornando a segurança mais desafiadora. Os usuários são aconselhados a tratar esses assistentes como recursos experimentais e evitar o manuseio de dados sensíveis. As equipes de segurança devem implementar controles mais rigorosos sobre extensões e monitorar atividades anômalas para mitigar riscos. O artigo enfatiza a necessidade de verificações de integridade da interface e uma melhor orientação sobre o uso aceitável dessas ferramentas.

Nova vulnerabilidade em navegadores expõe modelos de IA a ataques

Pesquisadores em cibersegurança identificaram uma nova vulnerabilidade em navegadores web que utilizam inteligência artificial, como o OpenAI ChatGPT Atlas. O problema, denominado ‘cloaking direcionado a IA’, permite que atacantes manipulem o conteúdo exibido para crawlers de IA, expondo-os a ataques de envenenamento de contexto. A técnica, semelhante ao cloaking de motores de busca, utiliza uma verificação simples do agente do usuário para entregar conteúdo diferente para humanos e sistemas de IA. Isso pode distorcer a percepção de autoridade e verdade, afetando milhões de usuários. A empresa SPLX, que divulgou a vulnerabilidade, alerta que essa manipulação pode ser uma arma poderosa de desinformação, comprometendo a confiança nas ferramentas de IA. Além disso, um estudo da hCaptcha Threat Analysis Group revelou que muitos navegadores tentaram executar ações maliciosas sem necessidade de jailbreak, indicando uma falta de salvaguardas adequadas. Isso levanta preocupações sobre a segurança de sistemas que dependem de IA, especialmente em um cenário onde a otimização para IA se torna cada vez mais comum.

Desafios de Segurança em Navegadores O Caso do Scattered Spider

À medida que as empresas transferem suas operações para navegadores, os desafios de segurança cibernética aumentam. Um estudo recente revela que mais de 80% dos incidentes de segurança têm origem em aplicações web acessadas por navegadores como Chrome, Edge e Firefox. O grupo de hackers conhecido como Scattered Spider, também chamado de UNC3944, tem se destacado por sua abordagem focada em roubar dados sensíveis diretamente dos navegadores. Suas táticas incluem a exploração de credenciais salvas, manipulação do ambiente do navegador e uso de técnicas avançadas como injeção de JavaScript e extensões maliciosas. Para combater essas ameaças, os CISOs devem adotar uma estratégia de segurança em múltiplas camadas, que inclui proteção contra roubo de credenciais, governança de extensões e monitoramento de atividades no navegador. O artigo serve como um alerta para que os líderes de segurança elevem a segurança do navegador a um pilar central de defesa, considerando a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos.

Navegadores com IA ainda não são seguros o suficiente, diz estudo

Um estudo da empresa de cibersegurança Guardio revela que navegadores de internet que utilizam inteligência artificial (IA) ainda não estão prontos para realizar tarefas sensíveis, como compras online e gerenciamento de e-mails, devido a vulnerabilidades que podem ser exploradas por golpistas. Tecnologias como Comet, do Perplexity, Copilot, do Microsoft Edge, e Aura, da OpenAI, foram testadas e mostraram-se suscetíveis a ataques de phishing e engenharia social. Em um dos testes, a IA Comet completou uma compra em um site falso sem solicitar confirmação do usuário, expondo dados sensíveis como informações de cartão de crédito. Outro teste demonstrou que a IA foi enganada por um e-mail de phishing que parecia legítimo, resultando no fornecimento de credenciais do usuário. A Guardio alerta que esses testes preliminares indicam que há mais problemas em potencial, sugerindo que os usuários evitem delegar tarefas críticas à IA e adotem medidas de segurança, como a autenticação de dois fatores. O estudo destaca a necessidade de cautela ao usar navegadores com IA para evitar o roubo de dados e outras fraudes.