Museus

Galerias Uffizi confirmam ataque cibernético, mas nada foi roubado

As Galerias Uffizi, um dos museus mais renomados da Itália, localizado em Florença, confirmou ter sido alvo de um ataque cibernético em fevereiro de 2026. Durante o incidente, hackers acessaram os servidores do museu e supostamente roubaram um arquivo fotográfico completo. No entanto, a instituição afirmou que possuía backups adequados, permitindo a restauração rápida dos dados perdidos. Relatos indicam que os atacantes também teriam acessado informações sensíveis, como códigos, senhas e mapas internos, mas o museu negou essas alegações, afirmando que não há evidências de que esses dados tenham sido comprometidos. A Uffizi está atualmente substituindo seu hardware, uma atualização que já estava planejada antes do ataque, e tomou medidas adicionais para proteger suas coleções, incluindo o armazenamento de itens valiosos em um cofre no Banco da Itália. Os hackers tentaram extorquir o museu, ameaçando divulgar os arquivos roubados na dark web, mas até o momento, nada foi vazado. Este incidente destaca a crescente vulnerabilidade de instituições culturais a ataques cibernéticos e a importância de manter sistemas de segurança atualizados.

Após roubo no Louvre, Proton oferece proteção de senhas gratuita

O recente roubo no Museu do Louvre expôs falhas de segurança digital em instituições culturais, revelando que a senha do sistema de câmeras de vigilância era simplesmente ’louvre’. Essa vulnerabilidade, já sinalizada por especialistas em segurança, gerou preocupações sobre a proteção do patrimônio cultural. Em resposta, a empresa suíça Proton anunciou que fornecerá gratuitamente por dois anos seu serviço Proton Pass Professional para museus, bibliotecas e galerias em todo o mundo. O Proton Pass é um gerenciador de senhas que ajuda a criar e gerenciar senhas fortes, além de monitorar possíveis vazamentos de dados. A iniciativa visa fortalecer a segurança digital dessas instituições, que frequentemente investem em segurança física, mas negligenciam a proteção de suas infraestruturas digitais. A oferta, válida até o final de 2025, é um chamado para que o setor cultural priorize a segurança digital com a mesma seriedade que aplica à proteção de suas coleções físicas.