Mlflow

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no MLflow em uso por agências federais

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos EUA emitiu um alerta sobre a exploração de uma vulnerabilidade crítica no MLflow, uma plataforma de engenharia de IA de código aberto amplamente utilizada. A falha, identificada como CVE-2026-64849, é uma vulnerabilidade de DNS-rebinding que permite a execução de requisições forjadas do lado do servidor (SSRF), possibilitando que atacantes não privilegiados acessem serviços internos ou configurações de metadados em nuvem em instâncias não corrigidas. A equipe de segurança do MLflow destacou que a API de webhooks do servidor de rastreamento padrão está exposta sem autenticação, permitindo que um atacante não autenticado faça requisições HTTP para endpoints internos e leia as respostas. A CISA adicionou essa vulnerabilidade ao seu catálogo de falhas exploradas e ordenou que as agências federais dos EUA protejam suas instâncias do MLflow em um prazo de duas semanas. A empresa de cibersegurança watchTowr relatou que os atacantes começaram a escanear sistemas MLflow logo após a atribuição do ID CVE, indicando um alto nível de atividade maliciosa. Organizações que utilizam o MLflow devem priorizar a aplicação de patches e revisar logs de auditoria em busca de sinais de comprometimento.

Vulnerabilidades críticas em MLflow e FUXA são exploradas ativamente

Duas vulnerabilidades críticas foram identificadas em plataformas de código aberto, MLflow e FUXA, que estão sendo ativamente exploradas por atacantes. A primeira, CVE-2026-64849, com um CVSS de 9.3, é uma falha de Server-Side Request Forgery (SSRF) no MLflow, permitindo que um invasor não autenticado envie requisições HTTP para endpoints internos de metadados na nuvem, potencialmente extraindo dados sensíveis. Essa vulnerabilidade afeta versões anteriores à 3.15.0 e já está sendo explorada para acessar serviços internos e credenciais na nuvem. A segunda vulnerabilidade, CVE-2026-25895, apresenta um CVSS de 9.5 e se refere a uma falha de autenticação e travessia de caminho no FUXA, permitindo que um atacante remoto não autenticado escreva arquivos arbitrários no sistema do servidor, levando à execução remota de código. Essa falha afeta versões até 1.2.9 e já está sendo alvo de escaneamentos maliciosos. Organizações que utilizam essas plataformas devem priorizar a aplicação de patches e a revisão de logs de auditoria para identificar possíveis compromissos.