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Técnica de ataque usa driver legítimo do Microsoft Defender

A Check Point Research revelou uma técnica que explora o driver BTR.sys, parte do Microsoft Defender, para realizar operações arbitrárias em nível de kernel em sistemas Windows, desde o Windows 7 até o Windows 11 25H2. Essa técnica não depende de falhas de software ou de drivers externos, tornando-a particularmente preocupante. O driver BTR.sys é um componente essencial do Windows, o que impede sua inclusão na lista de bloqueio de drivers vulneráveis da Microsoft. A pesquisa, apresentada por Jiří Vinopal na Black Hat USA 2026, demonstrou que o BTR.sys pode ser manipulado para excluir arquivos e entradas de registro, mesmo com a proteção contra alterações do Defender ativada. Embora a Check Point não tenha encontrado evidências de uso real dessa técnica em ataques, a possibilidade de sua exploração representa um risco significativo, especialmente para administradores que já possuem privilégios elevados. A Microsoft, até o momento, não planeja um patch para essa vulnerabilidade, pois a técnica requer privilégios administrativos pré-existentes. A pesquisa sugere que a restrição do privilégio SeLoadDriverPrivilege pode ser uma medida de mitigação eficaz.

Microsoft lança tema Clássico do Outlook para usuários da web

A Microsoft iniciou a implementação de um novo tema Clássico para o Outlook, disponível tanto na versão web quanto no Novo Outlook para Windows. O lançamento começou em meados de agosto e deve ser concluído até o final de setembro, com disponibilidade global prevista entre o final de setembro e outubro. Este tema visa proporcionar uma experiência mais familiar para os usuários que estão migrando do Outlook Clássico, mantendo as funcionalidades do Novo Outlook. As alterações incluem mudanças coordenadas no estilo visual, layout, tipografia e ícones. Embora o novo tema seja ativado por padrão para alguns usuários, eles têm a opção de desativá-lo nas configurações. A Microsoft também anunciou que o Novo Outlook substituirá o Windows Mail como aplicativo pré-instalado no Windows 11, com a primeira versão de pré-visualização lançada em maio de 2022. Além disso, a empresa adiou a fase de opt-out para empresas, dando mais tempo para a migração. A desativação do Outlook Web Access (OWA) Light também está prevista para uma atualização futura do Exchange Server.

Problemas em jogos após atualizações do Windows podem ser causados por RGB

A Microsoft confirmou que problemas contínuos que causam falhas ou impossibilidade de iniciar jogos após a instalação das atualizações de agosto de 2026 do Windows podem estar relacionados a periféricos com iluminação RGB. O problema afeta jogos como ARC Raiders, MARVEL Tōkon: Fighting Souls e The Finals em sistemas que rodam Windows 11 nas versões 24H2 e 25H2. Desde a liberação das atualizações em 11 de agosto de 2026, a empresa recebeu relatos de usuários enfrentando travamentos, erros de ‘EXCEPTION_ACCESS_VIOLATION’ e reinicializações inesperadas. A investigação da Microsoft sugere que drivers ou componentes instalados por dispositivos RGB podem estar causando esses problemas, especialmente aqueles com nomes de arquivos semelhantes a inpoutx64. A desenvolvedora Embark Studios, responsável por ARC Raiders, também confirmou que o arquivo inpoutx64.sys, alterado pela atualização do Windows, é o responsável pelas falhas. Enquanto uma solução oficial não é disponibilizada, a Embark sugere um procedimento temporário que envolve a exclusão do serviço e do arquivo mencionado. Este não é o primeiro incidente desse tipo, já que a Microsoft teve que lidar com problemas de desempenho em jogos após atualizações anteriores.

Microsoft alerta sobre falha crítica no Entra ID com exploração ativa

A Microsoft emitiu um alerta sobre uma falha de segurança de severidade máxima no Entra ID, anteriormente conhecido como Azure Active Directory. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-69836 e com uma pontuação CVSS de 10.0, permite a execução remota de código devido à deserialização de dados não confiáveis. Isso significa que um atacante não autorizado pode executar código através da rede, comprometendo a segurança do serviço de gerenciamento de identidade e acesso da empresa. A falha foi descoberta pelo engenheiro de segurança Robert Fitzaptrick e, embora tenha sido explorada ativamente, a Microsoft afirmou que já implementou mitigação completa, não exigindo ações dos usuários. Além disso, a empresa também corrigiu uma falha de escalonamento de privilégios no Windows, que estava sendo explorada por um grupo vinculado à Coreia do Norte. A situação destaca a importância da vigilância contínua em relação a vulnerabilidades em serviços amplamente utilizados, como os da Microsoft.

Microsoft investiga falhas em jogos após atualizações de agosto de 2026

A Microsoft está investigando problemas relacionados às atualizações de agosto de 2026 que podem impedir o lançamento de alguns jogos ou causar falhas em sistemas afetados pelo Windows 11. Usuários relataram que jogos como ARC Raiders, MARVEL Tōkon: Fighting Souls e The Finals estão se tornando não responsivos em dispositivos que operam nas versões 25H2 e 24H2 do Windows 11. Os sintomas incluem congelamento dos jogos, fechamento inesperado, erros de ‘EXCEPTION_ACCESS_VIOLATION’ e reinicializações do sistema. A atualização KB5121003, lançada em 11 de agosto de 2026, trouxe melhorias de segurança e de funcionalidades, mas também gerou esses problemas. A Microsoft pediu que os jogadores afetados relatem suas experiências através do aplicativo Feedback Hub. Além disso, a empresa já havia enfrentado problemas semelhantes anteriormente, como a interrupção de atualizações do Windows 24H2 devido a falhas que causavam telas azuis em jogos. A situação destaca a importância de monitorar atualizações de software, especialmente em ambientes de jogos, onde a estabilidade é crucial.

Microsoft corrige falha que causava falhas no Windows Defender

A Microsoft anunciou a resolução de um bug que fazia com que o Windows Defender falhasse após uma atualização de segurança recente, resultando em erros de violação de acesso 0xc0000005 em alguns sistemas. O Microsoft Defender é um software de segurança que oferece proteção em tempo real contra malware, vírus, ransomware e spyware em dispositivos Windows, macOS, Linux, Android e iOS. Usuários começaram a relatar mensagens de erro como “O serviço de ameaça parou. Reinicie-o agora” em dispositivos com Windows 10 e 11, levando alguns a reinstalar o sistema operacional. A Microsoft confirmou o problema e informou que a correção foi incluída em uma nova atualização de assinatura. A empresa recomenda que os usuários atualizem seus sistemas via Windows Update para garantir a instalação da atualização de inteligência de segurança mais recente. Além disso, em maio, houve relatos de que o Defender sinalizou entradas de certificados raiz da DigiCert como malware, resultando em alertas falsos positivos. Este incidente destaca a importância de manter os sistemas atualizados para evitar falhas de segurança e interrupções no serviço.

CISA adiciona vulnerabilidades críticas ao catálogo de ameaças

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) adicionou quatro vulnerabilidades críticas ao seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV), alertando que estão sendo ativamente exploradas. As falhas incluem a CVE-2026-65400, uma vulnerabilidade de autenticação inadequada no macOS da Apple, com um CVSS de 9.8, que permite que atacantes autentiquem-se no Screen Sharing sem credenciais válidas. Outra falha, a CVE-2026-55040, afeta o Microsoft SharePoint, permitindo que atacantes não autorizados contornem recursos de segurança. A CVE-2026-59310, uma vulnerabilidade de travessia de caminho no VMware vCenter, e a CVE-2026-33824, uma vulnerabilidade de ‘double free’ no Microsoft IKE, também foram identificadas como críticas, ambas com CVSS de 9.8. Apesar de já terem sido corrigidas, essas vulnerabilidades foram exploradas para implantar malware, incluindo um minerador de criptomoedas e ransomware. As atividades comprometeram 361 endereços IP únicos em 47 países, com a maioria das infecções concentradas na Alemanha, EUA, Turquia, Irã e França. As agências do governo dos EUA têm até 21 de agosto de 2026 para atualizar seus sistemas vulneráveis.

Microsoft alerta sobre fim de suporte para Windows 11 24H2

A Microsoft anunciou que as edições Home e Pro do Windows 11 versão 24H2 deixarão de receber atualizações em 13 de outubro de 2026. Após essa data, os dispositivos que utilizam essas versões não receberão mais atualizações de segurança ou correções de bugs, o que pode expor os usuários a riscos de segurança. Em contrapartida, as edições Enterprise e Education do Windows 11 24H2 continuarão a receber suporte até outubro de 2027. A empresa recomenda que os usuários atualizem para a versão 25H2, que se tornou disponível em setembro de 2024. Para dispositivos não gerenciados por departamentos de TI, a atualização para a nova versão será automática, embora os usuários possam escolher quando reiniciar ou adiar a atualização. A Microsoft também destacou que dispositivos com Windows 11 23H2 Home e Pro não receberão mais atualizações de segurança a partir de novembro de 2025. Além disso, a empresa estendeu o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) do Windows 10 para consumidores até outubro de 2027. A situação ressalta a importância de manter sistemas operacionais atualizados para garantir a segurança contra ameaças cibernéticas.

Microsoft alerta sobre malware MacSync Stealer que afeta macOS

A Microsoft identificou mais de 30 domínios relacionados ao MacSync Stealer, um malware focado em roubo de informações em sistemas macOS. A análise revelou que o malware utiliza técnicas de engenharia social, como o ClickFix, para iniciar a execução a partir de sessões interativas do Terminal zsh. O ataque envolve o uso de comandos curl para recuperar conteúdos controlados pelos atacantes, além de ferramentas nativas do macOS para decodificar e executar o payload. O malware coleta uma ampla gama de dados, incluindo informações do Keychain, credenciais de navegadores, chaves SSH e arquivos sensíveis, que são então comprimidos e enviados para servidores dos atacantes. A Microsoft não divulgou o número de vítimas ou atribuiu a atividade a um ator específico, mas confirmou a exfiltração ativa de dados. A empresa recomenda que organizações eduquem seus usuários sobre os riscos de executar comandos do Terminal de fontes não confiáveis e monitorem atividades suspeitas. Além disso, a Apple implementou proteções em versões mais recentes do macOS para mitigar esses tipos de ataques.

Pesquisadores revelam novo malware TWINLOOT que usa serviços da Microsoft

Pesquisadores de cibersegurança divulgaram detalhes sobre um novo framework de malware em Python chamado TWINLOOT, projetado para operar sua infraestrutura de comando e controle (C2) utilizando serviços confiáveis da Microsoft. O TWINLOOT utiliza o SharePoint Online e o Microsoft Graph API para comunicação, tornando seu tráfego quase indistinguível da atividade legítima. O malware é capaz de coletar credenciais do Windows através de telas de bloqueio falsas, executar comandos arbitrários e manter persistência no sistema comprometido.

Vulnerabilidades no Microsoft Copilot podem expor dados de usuários

A Varonis Threat Labs revelou três vulnerabilidades no Microsoft Copilot Personal, coletivamente chamadas de CoSnitch, que podem permitir que um clique em um link malicioso extraia dados de aplicativos conectados e outras informações disponíveis na sessão do usuário. As falhas foram reportadas à Microsoft em dezembro de 2025 e corrigidas em 18 de agosto de 2026. O CVE-2026-24301 documenta essas vulnerabilidades, que incluem a execução automática de prompts e a exfiltração de dados através de serviços conectados. Os pesquisadores descobriram que um parâmetro não documentado, ‘autorun=1’, poderia ser utilizado em combinação com outro parâmetro para executar comandos sem interação do usuário. Embora não haja evidências de exploração ativa, a Varonis recomenda que os usuários revisem quais aplicativos estão conectados ao Copilot e desconectem aqueles que não são necessários. A pesquisa destaca a importância de tratar assistentes de IA como insiders privilegiados, especialmente em relação à detecção de anomalias e revisão de acessos.

Microsoft remove ferramenta WMIC do Windows 11 para aumentar segurança

A Microsoft anunciou a remoção da ferramenta WMIC (Windows Management Instrumentation Command-line) das versões 24H2 e 25H2 do Windows 11, além das versões beta lançadas recentemente. WMIC é uma utilidade de linha de comando legada que interage com o sistema WMI (Windows Management Instrumentation) por meio de comandos de texto. Essa decisão faz parte de um processo de descontinuação iniciado em setembro, quando a empresa informou que a ferramenta seria completamente removida após a atualização para o Windows 11 25H2. A WMIC já havia sido descontinuada em versões anteriores do Windows, como no Windows Server 2012 e Windows 10 21H1, e transformada em um recurso sob demanda a partir do Windows 11 22H2. A remoção visa aumentar a segurança do sistema operacional, dificultando a execução de diversas táticas de ataque e malware que exploravam essa ferramenta. WMIC era frequentemente utilizado por atacantes para realizar atividades maliciosas, como a exclusão de cópias de segurança em ataques de ransomware. A Microsoft recomenda que administradores de TI utilizem ferramentas modernas, como PowerShell, para as tarefas anteriormente realizadas com WMIC.

Microsoft alerta sobre fim do suporte ao Windows Server 2022

A Microsoft anunciou que o Windows Server 2022 se aproxima rapidamente do fim do suporte mainstream, previsto para 13 de outubro de 2026. Após essa data, o sistema operará em um modelo de suporte estendido, que incluirá atualizações de segurança sem custo adicional até 14 de outubro de 2031. Lançado em setembro de 2021, o Windows Server 2022 faz parte do Long-Term Servicing Channel (LTSC) e oferece um ciclo de suporte de 10 anos. A empresa recomenda que os administradores de TI atualizem para o Windows Server 2025, que estará disponível a partir de novembro de 2024, com suporte mainstream até 13 de novembro de 2029 e suporte estendido até 14 de novembro de 2034. Além disso, a Microsoft estendeu o hotpatching do Windows Server 2022 até outubro de 2027 para sistemas específicos. A empresa também lembrou que as edições Enterprise e Education do Windows 11 23H2 chegarão ao fim das atualizações em 10 de novembro de 2026, sugerindo a atualização para o Windows 11 25H2. Os administradores são aconselhados a planejar a transição para garantir a continuidade da segurança e do suporte.

Vulnerabilidade Certighost expõe riscos no Active Directory

O artigo de Len Noe, arquiteto de soluções da BeyondTrust, destaca a vulnerabilidade Certighost (CVE-2026-54121), que permite a um usuário de baixo privilégio no Active Directory (AD) manipular a Autoridade de Certificação (CA) para emitir um certificado de autenticação válido para um Controlador de Domínio. Essa falha ocorre devido ao comportamento de ‘chase’ da CA, que não verifica a legitimidade do endpoint antes de se conectar. Com um certificado falso, um atacante pode obter um Ticket Granting Ticket (TGT) como se fosse um Controlador de Domínio, permitindo o acesso a informações sensíveis, como hashes de contas. Embora a Microsoft tenha lançado um patch em 14 de julho de 2026, a vulnerabilidade expõe a fragilidade das configurações padrão do AD, onde usuários autenticados podem criar contas de máquina. O artigo enfatiza que a verdadeira questão não é apenas a falha no certificado, mas sim a falta de validação de confiança em sistemas críticos. A recomendação é aplicar o patch imediatamente e revisar as permissões de criação de contas de máquina para mitigar riscos futuros.

Microsoft confirma vulnerabilidade zero-day no Defender chamada ShieldBreak

Na última sexta-feira, a Microsoft anunciou que está trabalhando em um patch para uma vulnerabilidade zero-day no Microsoft Defender, identificada como ‘ShieldBreak’. Essa falha, divulgada pelo pesquisador de segurança conhecido como ‘Nightmare Eclipse’, permite que atacantes locais com permissões limitadas escalem seus privilégios para o nível de SYSTEM em sistemas Windows 10, Windows 11 e Windows Server. A vulnerabilidade foi classificada como CVE-2026-69414 e é considerada uma continuação de uma falha anterior chamada RoguePlanet, que não foi devidamente corrigida. Nightmare Eclipse apresentou uma prova de conceito (PoC) que demonstra a eficácia do exploit, que foi testado com uma taxa de sucesso de 100% nas versões mais recentes do Windows. A Microsoft, por sua vez, confirmou que está ciente da vulnerabilidade e se comprometeu a fornecer uma atualização de segurança de alta qualidade. A divulgação pública da vulnerabilidade ocorreu em meio a uma disputa entre o pesquisador e a Microsoft sobre práticas de divulgação de falhas e recompensas por bugs. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos sistemas que utilizam o Defender, especialmente considerando que a proteção pode ser comprometida após a obtenção de credenciais válidas pelos atacantes.

Microsoft lança patches para vulnerabilidade LegacyHive no Windows

A Microsoft lançou patches de segurança para uma vulnerabilidade zero-day no Windows, conhecida como ‘LegacyHive’, que foi divulgada após o Patch Tuesday de julho de 2026. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança que utiliza o pseudônimo ‘Nightmare Eclipse’, que criticou as práticas de recompensa e divulgação de vulnerabilidades da Microsoft. O exploit, que foi publicado logo após a divulgação dos patches, permite que usuários não administradores modifiquem o registro do sistema e executem código automaticamente quando uma conta de administrador faz login. Embora o exploit exija credenciais adicionais, o que dificulta sua exploração, a vulnerabilidade ainda representa um risco significativo. A Microsoft reconheceu a falha como CVE-2026-62832, resultante de uma resolução inadequada de links antes do acesso a arquivos no Serviço de Perfil de Usuário do Windows. Além disso, a ACROS Security lançou patches não oficiais para sistemas afetados. A situação é preocupante, pois a exploração bem-sucedida pode permitir que atacantes acessem dados de outros usuários e obtenham privilégios de administrador sem interação do usuário. A Microsoft ainda não reconheceu publicamente Nightmare Eclipse como o descobridor da falha, rotulando-o como um pesquisador anônimo.

Pesquisador revela vulnerabilidade zero-day no Microsoft Defender

O pesquisador de segurança conhecido como Chaotic Eclipse divulgou uma prova de conceito (PoC) para uma nova vulnerabilidade zero-day chamada ShieldBreak, que afeta o Microsoft Defender para Windows. Esta falha é um bypass de patch para a vulnerabilidade CVE-2026-50656, também conhecida como RoguePlanet, que permite a um atacante obter privilégios de nível SYSTEM, possibilitando a execução de código arbitrário. A vulnerabilidade foi inicialmente divulgada em junho de 2026, mas a Microsoft só lançou um patch quase um mês depois. Chaotic Eclipse afirmou que as atualizações de defesa implementadas pela Microsoft não corrigiram adequadamente a falha, resultando em vazamento de dados em determinadas situações no Windows 11 e Windows Server 2025. A PoC foi testada com uma taxa de sucesso de 100%. Além disso, a Microsoft lançou patches para 421 falhas de segurança, incluindo outras vulnerabilidades críticas. A CISA dos EUA adicionou uma das vulnerabilidades a seu catálogo de vulnerabilidades exploradas conhecidas, exigindo que agências federais apliquem as correções até 25 de agosto de 2026.

Microsoft lança atualização de segurança para Windows 10

A Microsoft lançou a atualização KB5120249 para Windows 10, abrangendo as versões 22H2 e 21H2, com foco na correção de vulnerabilidades de segurança e bugs. Esta atualização é obrigatória, pois inclui as correções do Patch Tuesday de agosto de 2026. Os usuários podem instalá-la acessando as configurações de atualização do Windows ou baixando manualmente do Catálogo de Atualizações da Microsoft. Após a instalação, as versões do sistema operacional serão atualizadas para 19045.7663 e 19044.7663.

Microsoft corrige falha crítica no Windows com exploração ativa

Na última terça-feira, a Microsoft lançou suas atualizações mensais de segurança, incluindo um patch para uma vulnerabilidade crítica identificada como CVE-2026-68820, que já está sendo explorada em ataques. Esta falha, que reside em um driver central do kernel do Windows, permite que um invasor que já tenha código em execução na máquina eleve suas permissões para o nível SYSTEM. A exploração depende da ativação de uma condição de corrida no driver. A Check Point Research identificou que o grupo Lazarus utilizou essa vulnerabilidade em sua campanha chamada ‘Operation Dream Job’. Além dessa falha, outras quatro vulnerabilidades críticas foram corrigidas, todas com uma pontuação CVSS de 9.8, que não requerem interação do usuário ou credenciais para serem exploradas. Essas falhas afetam serviços como o Windows DNS Server e o Microsoft QUIC. A Microsoft não atribuiu publicamente a exploração a um grupo específico, mas a gravidade da situação exige atenção imediata, especialmente para ambientes que utilizam os serviços vulneráveis. Os administradores devem priorizar a aplicação do patch para a CVE-2026-68820 e verificar a presença das outras falhas em seus sistemas.

Windows 11 está espionando você com um novo processo em segundo plano?

Recentemente, surgiu uma controvérsia sobre um processo em segundo plano no Windows 11, denominado ‘Windows Health and Optimized Experiences’. Inicialmente, um usuário no X (antigo Twitter) alegou que esse processo era uma nova introdução da Microsoft que coletava dados sem o consentimento do usuário. No entanto, um executivo da Microsoft, Scott Hanselman, esclareceu que esse processo não é novo e já existe desde maio de 2022, sendo utilizado para diagnósticos de desempenho do sistema. Ele coleta dados localmente e só os envia para a Microsoft se o usuário optar por enviar feedback através do Feedback Hub. A confusão gerada por essa situação reflete a desconfiança generalizada em relação à privacidade na Microsoft, especialmente após as críticas sobre a coleta de telemetria desde o Windows 10. Embora o processo em questão não represente uma ameaça real, ele destaca a necessidade da Microsoft em melhorar a comunicação sobre suas práticas de privacidade e a transparência em relação à coleta de dados dos usuários.

Vulnerabilidade no Azure Cosmos DB permitiu acesso não autorizado

Uma vulnerabilidade recentemente corrigida no Azure Cosmos DB, identificada pela Wiz como CosmosEscape, poderia ter permitido que um atacante escapasse do ambiente restrito de consultas Gremlin e obtivesse acesso total de leitura e gravação a bancos de dados de diferentes clientes. O ataque começou com uma consulta manipulada em um banco de dados Gremlin controlado pelo invasor, levando à execução de código em um gateway multi-inquilino. Isso expôs um segredo de assinatura da plataforma e um diretório de contas regionais, permitindo que os pesquisadores localizassem um alvo e recuperassem sua chave de conta principal. A Microsoft agiu rapidamente, bloqueando o ponto de entrada vulnerável em 48 horas após o relatório de novembro de 2025 e implementou uma correção completa em julho de 2026. Embora a Wiz tenha alertado sobre a possibilidade de acesso a dados de produtos como Teams e Copilot, a Microsoft afirmou que não houve evidências de impacto nos clientes. A Wiz apresentará detalhes adicionais sobre a cadeia de exploração em uma conferência Black Hat em agosto de 2026.

Atualização KB5101684 da Microsoft melhora o Windows 11

A Microsoft lançou a atualização cumulativa KB5101684 para as versões 24H2 e 25H2 do Windows 11, que traz 42 correções de bugs e melhorias de recursos. Esta atualização faz parte do cronograma opcional de atualizações não relacionadas à segurança, liberadas no final de cada mês. Para instalar, os usuários devem acessar as Configurações, clicar em Windows Update e verificar atualizações. A atualização eleva as versões do sistema para 26100.8973 e 26200.8973, respectivamente. Entre as correções, destacam-se a resolução de problemas com backups do Histórico de Arquivos e a melhoria na navegação do File Explorer. Novas funcionalidades incluem suporte ao Voice Isolation para Voice Access, que melhora o reconhecimento de voz ao filtrar ruídos de fundo. Além disso, a segurança do Windows Hello foi ampliada para leitores de impressão digital externos. A atualização também melhora a experiência do usuário em ambientes virtualizados e traz melhorias na gestão de dispositivos móveis. A Microsoft continua a implementar novas funcionalidades, como indicadores de tamanho de arquivo mais apropriados e melhorias na busca de aplicativos.

Microsoft lança modelo de cibersegurança no MDASH

A Microsoft anunciou o lançamento de um novo modelo de cibersegurança, o MAI-Cyber-1-Flash, dentro do sistema MDASH, que visa a identificação e remediação de vulnerabilidades. Este modelo, que utiliza as tecnologias MAI-Cyber-1-Flash e GPT-5.4, obteve uma pontuação de 95,95% no teste CyberGym, que avalia a capacidade de reproduzir vulnerabilidades conhecidas. A empresa afirma que a nova configuração reduz os custos em 50% em comparação com a combinação anterior de modelos MDASH. O MAI-Cyber-1-Flash é projetado para lidar com até 90% das tarefas do MDASH, enquanto o GPT-5.4 é reservado para os 10% mais complexos. No entanto, a pontuação de 95,95% não foi listada no ranking público do CyberGym, levantando questões sobre a transparência dos resultados. O modelo é uma versão ajustada do MAI-Code-1-Flash e possui 137 bilhões de parâmetros, sendo uma mistura esparsa de especialistas. A Microsoft também destacou que todos os testes foram realizados em um ambiente isolado, sem acesso à internet ou sistemas de produção, e que o uso de texto e código gerados deve ser revisado antes de qualquer aplicação prática. Este lançamento é parte do Projeto Perception, que visa coordenar agentes de segurança defensiva e será disponibilizado em uma prévia pública em 3 de agosto.

Exploit para vulnerabilidade Certighost pode comprometer domínios Windows

Uma nova vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-54121, afeta os serviços de Certificação do Active Directory da Microsoft, permitindo que atacantes autenticados comprometam um domínio Windows. A falha foi corrigida pela Microsoft em julho de 2026, após ser reportada por pesquisadores de segurança. O ataque, denominado ‘Certighost’, permite que um usuário com privilégios baixos crie uma conta de máquina e obtenha um certificado que possibilita a autenticação como um controlador de domínio. Isso ocorre devido a uma falha no mecanismo de ‘chase’ do Active Directory Certificate Services (AD CS), que não verifica adequadamente a legitimidade do controlador de domínio especificado. Os pesquisadores demonstraram que, ao manipular esse processo, um atacante pode obter credenciais Kerberos e realizar operações privilegiadas no Active Directory. A Microsoft implementou validações adicionais para mitigar a vulnerabilidade, mas recomenda que os administradores instalem as atualizações de segurança o mais rápido possível. Para aqueles que não puderem aplicar as atualizações, uma mitigação temporária foi sugerida, embora não tenha sido testada em ambientes de produção.

Falha na Microsoft causa grande interrupção em serviços na nuvem

A Microsoft confirmou que uma falha em seu sistema de manutenção automatizada de rede provocou uma interrupção massiva em seus serviços, incluindo Azure e Microsoft 365, na quinta-feira, 23 de julho. O problema começou às 10h44 ET e afetou principalmente clientes que acessavam os serviços da Microsoft através da infraestrutura conectada à região Azure Oeste dos EUA. A Downdetector registrou 2.403 relatos de interrupção, com o SharePoint sendo o mais afetado, representando 78% das queixas. Os serviços impactados incluíram OneDrive, SharePoint Online, Microsoft Teams e Power Automate, entre outros. A Microsoft identificou que uma mudança recente na rede, que deveria isolar caminhos específicos, resultou na remoção indevida de rotas IP de mais dispositivos do que o planejado. Embora a empresa tenha tentado mitigar a situação redirecionando o tráfego, a recuperação total dos serviços só foi alcançada por volta das 15h41 ET. A Microsoft está agora realizando uma revisão interna para melhorar seus processos de manutenção e segurança.

Exploração de vulnerabilidade no Active Directory pode comprometer segurança

Pesquisadores H0j3n e Aniq Fakhrul divulgaram um exploit funcional que permite a um usuário de baixo privilégio do Active Directory obter um certificado para um Controlador de Domínio e se autenticar como essa máquina. Nomeada de Certighost, a falha foi classificada pela Microsoft como CVE-2026-54121 e recebeu um CVSS de 8.8, indicando uma autorização inadequada. A exploração requer acesso à rede e uma conta de domínio, mas não necessita de direitos administrativos ou interação do usuário. O exploit automatiza o processo, criando uma conta de computador ou reutilizando uma existente, e utiliza criptografia de chave pública para autenticar como o Controlador de Domínio alvo. A Microsoft lançou um patch em 14 de julho, mas a ausência de relatos de exploração ativa até 24 de julho não garante que não tenha ocorrido. Para organizações que não puderem aplicar o patch imediatamente, os pesquisadores sugerem desabilitar uma configuração de fallback, embora isso possa quebrar fluxos de inscrição legítimos. A vulnerabilidade afeta versões do Windows Server e do Windows 10, e a mitigação deve ser tratada com cautela, considerando a atualização de julho como a solução definitiva.

Microsoft torna chaves de acesso o método padrão de autenticação

A Microsoft anunciou que, a partir de 1º de setembro de 2026, as chaves de acesso (passkeys) se tornarão o método padrão de autenticação para o Entra ID, substituindo os códigos de autenticação via SMS e chamadas telefônicas, que serão descontinuados em 1º de fevereiro de 2027. Essa mudança visa aumentar a segurança contra ataques cibernéticos, especialmente em um cenário onde campanhas de phishing assistidas por inteligência artificial têm uma taxa de cliques de 54%, em comparação com apenas 12% para campanhas tradicionais. As chaves de acesso são consideradas mais seguras, pois dificultam o acesso de atacantes que precisariam ter acesso ao hardware da vítima. Além das chaves de acesso, métodos como Windows Hello for Business e chaves de segurança FIDO2 continuarão disponíveis. A Microsoft enfatiza que a evolução do ambiente de ameaças exige métodos de autenticação mais robustos e resistentes a phishing, especialmente com a crescente adoção de IA. A empresa recomenda que as organizações identifiquem usuários que ainda utilizam SMS e planejem a transição para as chaves de acesso.

Microsoft enfrenta problemas com Exchange Online que afetam usuários

A Microsoft está lidando com um problema contínuo no Exchange Online, que desde domingo (19 de julho) tem colocado incorretamente as caixas de entrada de clientes em quarentena. O incidente, identificado como EX1436407, tem causado dificuldades para usuários afetados, que não conseguem enviar ou receber e-mails, além de acessar seus calendários. A empresa atribui o problema a uma recente mudança na infraestrutura que resultou em um consumo excessivo de memória, levando a uma condição de falta de memória que desencadeou as quarentenas indevidas. A Microsoft já havia enfrentado um problema semelhante anteriormente, classificado como EX1434354, e está realizando uma limpeza dos dados de indexação em excesso, com progresso gradual na remoção das caixas de entrada da quarentena. Embora a empresa não tenha especificado quais regiões estão afetadas ou quantos clientes foram impactados, a situação é considerada um incidente com impacto significativo para os usuários. A próxima atualização sobre o problema está programada para hoje às 18h UTC.

Microsoft encerra atualizações de segurança para Exchange 2016 e 2019

A Microsoft anunciou que deixará de fornecer atualizações de segurança para o Exchange Server 2016 e 2019 a partir de outubro de 2026, após uma extensão de seis meses do programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU). O suporte principal para o Exchange 2016 terminou em outubro de 2020, enquanto o Exchange 2019 teve seu suporte encerrado em janeiro de 2024. A equipe do Exchange Server confirmou que não haverá novas extensões para o programa ESU, enfatizando a necessidade de migração para versões mais recentes, como o Exchange Server Subscription Edition (SE). Os administradores de TI são aconselhados a realizar upgrades diretos para o Exchange SE ou, se ainda utilizarem o Exchange 2016 ou 2013, a instalar primeiro o Exchange 2019. A Microsoft também disponibiliza orientações detalhadas sobre migrações para o Microsoft 365 e Exchange Online. Além disso, a empresa estendeu silenciosamente o suporte gratuito para o Windows 10 até outubro de 2027, mas o Windows Server 2022 e o Windows 11 24H2 Home e Pro chegarão ao fim do suporte em 90 dias, passando para um suporte estendido. Essa mudança destaca a importância de manter sistemas atualizados para evitar vulnerabilidades de segurança.

Vulnerabilidade em Azure DevOps pode comprometer segurança de projetos

Um novo tipo de vulnerabilidade foi identificado no Azure DevOps, onde um único comentário invisível em um pull request pode manipular o agente de codificação AI do revisor, permitindo que o atacante acesse projetos sem autorização. A falha, descrita pela empresa de segurança Manifold Security, ocorre devido à falta de proteção contra injeções de prompt em descrições de pull requests, que aceitam Markdown e permitem comentários HTML invisíveis. Isso significa que um atacante pode inserir instruções que o agente AI seguirá sem que o revisor perceba. O problema é agravado pelo fato de que os agentes operam com as credenciais do revisor, permitindo acesso a código-fonte e informações confidenciais. Embora a Microsoft tenha implementado algumas defesas contra injeções de prompt, a ferramenta que retorna as descrições dos pull requests não possui essa proteção, o que representa um risco significativo. A situação é ainda mais preocupante com a tendência crescente de automação nas revisões de código, onde a supervisão humana pode ser reduzida, aumentando a probabilidade de exploração dessa vulnerabilidade. Até o momento, não há correções disponíveis, e a Microsoft não confirmou se irá atribuir um CVE para a falha.

Falha crítica no SharePoint Server em exploração ativa

Uma vulnerabilidade crítica no Microsoft SharePoint Server, identificada como CVE-2026-50522, foi corrigida pela Microsoft em seu Patch Tuesday de julho de 2026, mas já está sendo ativamente explorada. Com uma pontuação CVSS de 9.8, a falha permite que um atacante autenticado como pelo menos um ‘Site Owner’ execute código remotamente no servidor. A vulnerabilidade é considerada de baixo nível de complexidade, o que significa que não requer um conhecimento profundo do sistema para ser explorada. A empresa de segurança watchTowr relatou que a exploração está ocorrendo em implementações locais do SharePoint, especialmente após a divulgação de um exploit público que permite a extração de chaves de máquina, garantindo acesso persistente. Além disso, a CISA alertou que múltiplas vulnerabilidades no SharePoint estão sendo exploradas, afetando todas as versões suportadas do software. As implicações incluem a possibilidade de execução remota de código e atividades pós-exploração, como o roubo de chaves de máquina do Internet Information Services (IIS). A situação exige que as organizações não apenas apliquem os patches, mas também rotacionem credenciais que possam ter sido expostas.

Microsoft fornece soluções para problemas no WSUS do Windows Server

A Microsoft divulgou medidas manuais para ajudar administradores de TI a resolver problemas nos servidores do Windows Server Update Services (WSUS) que estão enfrentando falhas ou atrasos nas varreduras do Windows Update. Esse problema afeta tanto plataformas de cliente, como Windows 10 (versão 1607 e posteriores), quanto servidores (Windows Server 2012 e posteriores). Os administradores não conseguem implantar as últimas atualizações do Windows devido a tempos de sincronização prolongados ou timeouts nas operações de sincronização, causados pelo acúmulo de metadados de publicação. A Microsoft implementou uma mitigação do lado do servidor para novos servidores WSUS, mas também forneceu um procedimento manual para aqueles que ainda enfrentam problemas. O processo inclui a realização de backup do banco de dados SUSDB, execução de uma consulta de limpeza no SQL Management Studio e atualização do valor MaxXMLPerRequest. Após a limpeza, a primeira varredura do Windows Update pode demorar mais, mas as subsequentes devem retornar ao normal. A Microsoft já lidou com problemas semelhantes em meses anteriores, o que destaca a importância de monitorar e manter a funcionalidade do WSUS.

Atualizações de emergência da Microsoft para PCs Dell com Windows 11

A Microsoft lançou atualizações de emergência para corrigir problemas de desempenho e desligamentos inesperados em alguns PCs Dell após a instalação das atualizações de segurança de julho de 2026 do Windows 11. O problema afeta especificamente dispositivos Dell que instalaram a atualização cumulativa KB5101650 nas versões 25H2 e 24H2 do Windows 11. A causa raiz é uma incompatibilidade entre a nova interface do Gerenciador de Conexão USB-C do Windows e o driver Intel Innovation Platform Framework (IPF) Processor Participant, que é essencial para a gestão de energia e térmica do sistema. Após a instalação da atualização de pré-visualização KB5095093 em junho de 2026, alguns dispositivos Dell passaram a exibir um ponto de exclamação amarelo no Gerenciador de Dispositivos, indicando problemas com o driver. Para mitigar os efeitos, a Microsoft bloqueou a atualização em sistemas Dell afetados até que uma correção estivesse disponível. As atualizações de emergência KB5121767 e KB5121768 foram lançadas para resolver a questão, permitindo que os dispositivos afetados instalem a atualização de segurança de julho. A Microsoft recomenda que apenas dispositivos impactados realizem a atualização, enquanto os que não foram afetados não precisam tomar nenhuma ação.

Microsoft trabalha para resolver problemas de sincronização do WSUS

A Microsoft está enfrentando um problema conhecido que afeta os servidores do Windows Server Update Services (WSUS), resultando em dificuldades de sincronização que persistem há mais de uma semana. O WSUS, uma ferramenta lançada há quase duas décadas, permite que administradores de TI programem atualizações de produtos Microsoft em redes corporativas a partir de um único servidor local. Normalmente, o WSUS sincroniza com os servidores de atualização da Microsoft uma vez por dia, mas servidores afetados por esse problema não conseguem realizar essa sincronização, impossibilitando a implantação das últimas atualizações do Windows. A questão impacta tanto plataformas de cliente (Windows 10, versão 1607 e posteriores) quanto de servidor (Windows Server 2012 e posteriores). A Microsoft informou que as organizações podem enfrentar tempos de sincronização aumentados ou timeouts nas operações de sincronização. Medidas de mitigação foram implementadas para novos servidores WSUS, mas a empresa ainda está trabalhando em soluções para servidores previamente afetados. Este problema é um lembrete da importância de manter sistemas atualizados e da necessidade de monitoramento contínuo para evitar falhas na segurança e na conformidade.

Aumento de ataques com malware ACR Stealer afeta empresas

A Microsoft identificou um aumento significativo nos ataques utilizando o malware ACR Stealer, que visa roubar senhas armazenadas em navegadores, tokens de autenticação e documentos sensíveis de clientes corporativos. Entre abril e junho de 2023, os atacantes empregaram métodos de engenharia social, como o ClickFix, além de servidores WebDAV e a ferramenta MSHTA para entregar o malware. O ACR Stealer, uma operação de malware como serviço (MaaS), é considerado uma rebranding do Amatera Stealer. Os ataques ocorrem em duas cadeias de entrega principais: a primeira utiliza um lure ClickFix para executar um DLL malicioso de um compartilhamento WebDAV, enquanto a segunda lança o MSHTA para baixar e executar um downloader PowerShell ofuscado. O objetivo principal é roubar dados sensíveis, incluindo senhas, cookies e documentos do Microsoft 365. A Microsoft recomenda que as organizações implementem filtros e restrinjam o acesso a recursos online desnecessários para mitigar esses riscos.

Windows Server 2022 terá suporte estendido até 2031

A Microsoft anunciou que o Windows Server 2022 atingirá o fim do suporte mainstream em outubro de 2026, mas continuará recebendo atualizações de segurança por mais cinco anos, até outubro de 2031, no suporte estendido. Lançado em setembro de 2021, o Windows Server 2022 faz parte do Long-Term Servicing Channel (LTSC) e oferece um total de 10 anos de suporte. Após o fim do suporte mainstream, a Microsoft recomenda que os clientes atualizem para o Windows Server 2025, que estará disponível a partir de novembro de 2024. O Windows Server 2025 também terá um ciclo de suporte de 10 anos, com o fim do suporte programado para novembro de 2029 e suporte estendido até novembro de 2034. A Microsoft também anunciou a extensão do hotpatching do Windows Server 2022 até outubro de 2027, além de um ano adicional para o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) do Windows 10. A empresa enfatiza a importância de planejar a atualização para garantir a proteção e o suporte contínuo dos ambientes de TI.

Falha crítica no Microsoft SharePoint Server exige atenção urgente

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma nova vulnerabilidade crítica no Microsoft SharePoint Server em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). A falha, identificada como CVE-2026-58644, possui uma pontuação CVSS de 9.8 e permite que atacantes não autorizados executem código arbitrário. A vulnerabilidade pode ser explorada remotamente, com um nível de complexidade baixo, pois não requer conhecimento prévio significativo do sistema. As versões afetadas incluem o Microsoft SharePoint Server Subscription Edition, SharePoint Server 2019 e SharePoint Enterprise Server 2016. A Microsoft lançou patches para corrigir a falha em 14 de julho de 2026, mas a CISA alertou que a vulnerabilidade já estava sendo explorada ativamente antes da disponibilização das correções. Além disso, a CISA destacou a necessidade de aplicar as últimas atualizações de segurança, verificar a integração do Antimalware Scan Interface (AMSI) e evitar a exposição direta dos servidores SharePoint à internet. A situação é crítica, pois envolve a possibilidade de acesso não autorizado a instâncias locais do SharePoint, o que pode resultar em roubo de dados e instalação de malware.

ACR Stealer Malware que rouba dados de redes corporativas

O ACR Stealer, um infostealer ativo desde 2024, tem se mostrado uma ameaça significativa para redes corporativas, conseguindo roubar senhas de navegadores, tokens de sessão, documentos do Microsoft 365 e arquivos de pastas sincronizadas do OneDrive e SharePoint. A infecção ocorre quando um usuário cola um comando na caixa de execução do Windows e pressiona Enter, um vetor que não requer exploração de vulnerabilidades. A Microsoft identificou duas cadeias de entrega do malware, sendo uma delas baseada em memória e a outra gravando arquivos no disco. Ambas as cadeias utilizam iscas de ClickFix para enganar os usuários e facilitar o roubo de credenciais e documentos sensíveis. O ataque pode ser iniciado por meio de malvertising ou resultados de busca manipulados, levando os usuários a páginas que imitam assistentes de IA. A Microsoft recomenda que as vítimas revoguem tokens e não apenas alterem senhas. O ACR Stealer, que foi rebatizado como Amatera Stealer, é associado a um ator conhecido como SheldIO, que comercializou o malware em fóruns de língua russa. A detecção e mitigação desse malware exigem ações proativas das equipes de segurança, incluindo a remoção do prompt de execução e o bloqueio de executáveis suspeitos.

Microsoft interrompe atualizações para versões do Windows em 2026

A Microsoft anunciou que as edições Home e Pro do Windows 11 24H2 e o Windows 10 Enterprise LTSB 2016 deixarão de receber atualizações em 13 de outubro de 2026. Após essa data, dispositivos que utilizam essas versões não receberão mais atualizações mensais de segurança ou de pré-visualização, o que pode expor os usuários a riscos de segurança. A empresa recomenda que os usuários atualizem para o Windows 11 25H2, que já está disponível desde setembro de 2024. Para dispositivos não gerenciados por departamentos de TI, a atualização para o Windows 11 25H2 será automática, embora os usuários possam optar por adiar a instalação. A Microsoft também estendeu o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para o Windows 10 por mais um ano, permitindo que dispositivos inscritos continuem recebendo atualizações de segurança até 12 de outubro de 2027. A interrupção das atualizações pode impactar significativamente a segurança dos sistemas operacionais afetados, tornando essencial que os usuários e administradores de TI tomem medidas proativas para garantir a proteção de seus dispositivos.

CISA alerta sobre vulnerabilidades ativas no SharePoint Server

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta sobre a exploração ativa de três vulnerabilidades no SharePoint Server, que afetam todas as versões suportadas do software, incluindo a Subscription Edition. As falhas, identificadas como CVE-2026-32201, CVE-2026-45659 e CVE-2026-56164, permitem que atacantes contornem a autenticação e executem código remotamente, possibilitando atividades de pós-exploração, como o roubo de chaves de máquina do Internet Information Services (IIS) e a instalação de malware. Além disso, a CISA destacou outras duas vulnerabilidades (CVE-2026-55040 e CVE-2026-58644) que foram corrigidas pela Microsoft, mas que ainda não foram exploradas ativamente. A CISA recomenda que as equipes de segurança monitorem de perto os servidores afetados e apliquem os patches mais recentes da Microsoft, além de implementar medidas adicionais de segurança, como restringir o acesso externo e usar proxies reversos. Desde novembro de 2021, a CISA identificou 11 vulnerabilidades no SharePoint que foram exploradas em ataques, incluindo ataques de ransomware.

Atualizações de Segurança da Microsoft em Julho de 2026

Em julho de 2026, a Microsoft lançou um Patch Tuesday histórico, abordando 570 vulnerabilidades, incluindo duas falhas zero-day ativamente exploradas e uma divulgada publicamente. Dentre as 59 vulnerabilidades classificadas como ‘Críticas’, destacam-se 48 relacionadas à execução remota de código e 9 de elevação de privilégios. As falhas zero-day corrigidas incluem uma vulnerabilidade no Active Directory Federation Services, que permite a elevação de privilégios, e uma no SharePoint Server, que possibilita que atacantes remotos ganhem privilégios elevados. A vulnerabilidade divulgada publicamente refere-se ao BitLocker, que pode permitir o acesso a dados criptografados. A Microsoft também anunciou um aumento nas atualizações de segurança, impulsionado por um sistema de descoberta de vulnerabilidades baseado em IA. É importante que as organizações atualizem seus sistemas imediatamente para mitigar os riscos associados a essas falhas, especialmente considerando o impacto potencial em conformidade com a LGPD.

Atualização de segurança do Windows 10 é estendida até 2027

A Microsoft lançou a atualização de segurança KB5099539 para o Windows 10, que inclui correções para 570 vulnerabilidades, sendo duas delas exploradas ativamente e uma divulgada publicamente como zero-day. Inicialmente, a empresa oferecia um ano de atualizações de segurança estendidas, mas recentemente ampliou esse prazo até 12 de outubro de 2027 para dispositivos inscritos no programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU). A atualização não traz novas funcionalidades, mas foca em correções de segurança e bugs, como problemas de compatibilidade no OLE Automation e falhas no File Explorer. Além disso, a atualização melhora a segurança do Remote Desktop Protocol (RDP) ao adicionar suporte para impressões digitais de certificados SHA-2, enquanto mantém a compatibilidade com SHA-1. A Microsoft alerta que mudanças na segurança podem afetar aplicações legadas que dependem de transportes TDI não registrados. Os usuários são aconselhados a verificar os logs do sistema para identificar se suas aplicações são impactadas. A atualização é crucial para manter a segurança dos sistemas operacionais, especialmente em um cenário onde ataques cibernéticos estão em ascensão.

Microsoft lança maior atualização de segurança da história

A Microsoft lançou sua maior atualização de segurança até hoje, abordando 622 vulnerabilidades, incluindo duas falhas críticas que estão sendo ativamente exploradas: CVE-2026-56164, no SharePoint Server, e CVE-2026-56155, nos Serviços de Federação do Active Directory. Ambas permitem a elevação de privilégios, com a primeira permitindo que atacantes não autenticados escalem privilégios remotamente, enquanto a segunda requer um atacante já autenticado. A atualização é especialmente urgente para usuários do SharePoint, que alcançou o fim do suporte estendido. Além disso, a Microsoft finalizou a desativação do RC4 no Kerberos, o que pode causar falhas de autenticação se não houver uma auditoria prévia. O volume de atualizações é incomum para julho, um mês tradicionalmente leve, e reflete um aumento na detecção de vulnerabilidades, impulsionado por novas tecnologias de IA. As empresas devem priorizar a aplicação dos patches, especialmente para as falhas em SharePoint e AD FS, que já estão sendo exploradas por atacantes.

Microsoft adotará chaves de acesso como método padrão de autenticação

A Microsoft anunciou que, a partir de setembro de 2026, as chaves de acesso se tornarão o método padrão de autenticação para o serviço de identidade empresarial Entra ID. Os usuários que atualmente utilizam autenticação via SMS e voz serão migrados automaticamente para chaves de acesso, que são consideradas mais seguras e resistentes a phishing. A autenticação por SMS e voz será descontinuada em fevereiro de 2027, e as organizações são aconselhadas a garantir que todos os usuários adotem métodos de autenticação que não sejam suscetíveis a ataques de phishing antes dessa data. A Microsoft observou um aumento significativo nas campanhas de phishing habilitadas por IA, com taxas de cliques que chegam a 54%, em comparação com 12% para campanhas tradicionais. A mudança para chaves de acesso visa reduzir a dependência de métodos de autenticação vulneráveis e fortalecer a proteção contra o roubo de credenciais. As organizações que ainda precisarem de autenticação baseada em telefone deverão configurar provedores de telecomunicações de terceiros. A Microsoft disponibiliza orientações detalhadas para a implementação de autenticação sem senha e resistente a phishing.

Vulnerabilidades em UEFI podem comprometer a segurança de sistemas

Pesquisadores de cibersegurança descobriram 11 aplicações antigas, assinadas pela Microsoft, que podem ser exploradas para contornar o Secure Boot em sistemas que utilizam a interface UEFI. Um atacante pode executar código não confiável durante a inicialização do sistema, possibilitando a instalação de bootkits maliciosos, mesmo com as proteções do Secure Boot ativadas. O certificado ‘Microsoft Corporation UEFI CA 2011’, que expirou em 27 de junho de 2026, permitia que essas aplicações vulneráveis fossem confiáveis, pois não foram revogadas adequadamente. O uso de bootloaders UEFI antigos, como o shim, que atua como intermediário entre o firmware da placa-mãe e o sistema operacional Linux, é uma das principais preocupações. A exploração dessas vulnerabilidades pode permitir que atacantes contornem mecanismos de segurança, como a lista de negação de chaves de proprietário da máquina (MOK denylist), e executem código arbitrário antes mesmo do carregamento do sistema operacional. As falhas estão registradas sob os identificadores CVE-2026-8863 e CVE-2026-10797, e a ESET alerta que a expiração do certificado não afeta o processo de verificação do Secure Boot, desde que os bootloaders não sejam explicitamente revogados. Essa situação representa um risco significativo para a segurança de sistemas que dependem do Secure Boot.

Microsoft testa nova versão do Windows Search mais limpa e rápida

A Microsoft está testando uma nova versão do Windows Search que promete ser mais rápida e eficiente, priorizando resultados relevantes em detrimento de anúncios e conteúdos promocionais. Essa iniciativa, anunciada pelo presidente da Windows, Pavan Davuluri, visa melhorar a experiência de busca no Windows 11, abrangendo o menu Iniciar, a barra de tarefas, o File Explorer e as Configurações. As atualizações estão disponíveis para os usuários do programa Windows Insiders no canal Experimental, através de uma implementação controlada, o que significa que nem todos os usuários terão acesso imediato. As melhorias incluem a indicação clara da origem dos resultados, suporte a buscas de arquivos com duas letras e maior tolerância a erros de digitação. Além disso, a Microsoft promete melhorias na confiabilidade do sistema, reduzindo falhas e problemas de carregamento. Os usuários também podem escolher se desejam ver sugestões da Microsoft Store e da web junto aos resultados locais. A empresa encoraja feedback dos Insiders para aprimorar ainda mais a funcionalidade.

Google e Microsoft removem extensão ModHeader por coleta de dados oculta

O ModHeader, uma extensão popular para edição de cabeçalhos, foi removido das lojas do Chrome e Edge após a descoberta de um coletor de histórico de navegação embutido em sua versão oficial. A análise da empresa de segurança Stripe OLT revelou que, embora o coletor estivesse inativo devido a uma lista de permissões vazia, ele continha código que poderia coletar e enviar dados de navegação. A extensão, que conta com cerca de 1,6 milhão de instalações, ainda edita cabeçalhos HTTP como prometido, mas o código minificado inclui um sistema que, se ativado, poderia coletar até 1000 domínios distintos. A coleta de dados ocorreria uma vez por dia, enviando informações criptografadas para um servidor associado a um domínio sem relação com a Stanford. A extensão já havia sido alvo de reclamações por injetar anúncios em resultados de busca. A situação levanta preocupações sobre a segurança de extensões populares e a necessidade de vigilância constante sobre o que é instalado nos navegadores. Usuários são aconselhados a desinstalar a extensão e a rotacionar credenciais que possam ter sido armazenadas.

Microsoft descobre novo pacote de malware GigaWiper

A Microsoft alertou sobre um novo malware chamado GigaWiper, atribuído ao grupo iraniano CyberAv3ngers. Este software malicioso combina várias variantes de malware, permitindo que ele execute funções de espionagem e destruição de dados. O GigaWiper pode apagar drives, criptografar arquivos com uma extensão falsa de ransomware e sobrepor partições do Windows, tornando os dados irrecuperáveis. Além disso, ele pode capturar capturas de tela, gravar a tela do usuário e acessar dados do sistema. O malware se disfarça como tarefas de atualização do OneDrive, o que dificulta sua detecção. A Microsoft não especificou um caminho de recuperação para os dados afetados, o que aumenta a gravidade da ameaça. O uso de técnicas de ofuscação sugere que os atacantes tentaram minimizar a detecção por parte dos usuários e sistemas de segurança. A combinação de espionagem e destruição torna o GigaWiper uma ameaça significativa para empresas e usuários em geral.

Microsoft desmantela malware GigaWiper, uma ameaça cibernética complexa

A Microsoft revelou detalhes sobre o GigaWiper, um malware destrutivo que atua como uma backdoor no Windows. O GigaWiper combina três programas maliciosos antigos, permitindo ao operador escolher entre diferentes métodos de destruição: apagar todo o disco, sobrescrever a unidade do Windows ou executar um ransomware falso que criptografa arquivos sem deixar chave para decriptação. O malware também possui capacidades de espionagem, permitindo que o atacante monitore a atividade do usuário, capture telas e controle remotamente o PC infectado. A origem do GigaWiper está ligada a um grupo de hackers possivelmente iraniano, que visa organizações israelenses. A detecção precoce e a manutenção de backups offline são essenciais para mitigar os danos, uma vez que não há patch disponível para este tipo de malware. A Microsoft recomenda a ativação de proteções contra alterações em antivírus e o bloqueio de servidores de comando conhecidos para proteger sistemas contra essa ameaça.

Microsoft aumenta atualizações de segurança no Windows com IA

A Microsoft anunciou que os usuários do Windows devem esperar um aumento nas atualizações de segurança, impulsionado pelo uso crescente de inteligência artificial (IA) para descobrir vulnerabilidades em seu código. Em um post de blog, a empresa destacou que os avanços em IA aceleraram significativamente a descoberta de falhas, permitindo que engenheiros identifiquem mais problemas de segurança antes que possam ser explorados em ataques de dia zero. Para isso, a Microsoft está utilizando um sistema de descoberta de vulnerabilidades chamado MDASH, que realiza varreduras em binários críticos do Windows e valida as descobertas com múltiplos modelos de IA. Além disso, a IA também auxilia os engenheiros a entender falhas mais rapidamente e sugerir correções. A empresa enfatizou que, apesar do uso de IA, engenheiros humanos ainda revisarão todas as propostas de código antes da implementação. Com essa abordagem, os clientes devem observar um volume maior de atualizações de segurança a cada Patch Tuesday. A Microsoft também atualizou suas práticas de Ciclo de Vida de Desenvolvimento Seguro (SDL) para considerar técnicas de ataque habilitadas por IA, visando identificar problemas de segurança antes do lançamento de novas funcionalidades.