<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Microsoft Threat Intelligence on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/microsoft-threat-intelligence/</link><description>Recent content in Microsoft Threat Intelligence on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 19:45:23 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/microsoft-threat-intelligence/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Operação ClickFix no macOS Malware se esconde atrás de domínios falsos</title><link>https://brdefense.center/news/operacao-clickfix-no-macos-malware-se-esconde-atra/</link><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:45:23 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/operacao-clickfix-no-macos-malware-se-esconde-atra/</guid><description>&lt;p>Uma nova operação de malware chamada ClickFix, que afeta usuários do macOS, foi identificada por especialistas da Microsoft. A operação utiliza mais de 250 domínios front-end para identificar visitantes antes de exibir um &amp;lsquo;isca&amp;rsquo; de malware. O ataque é projetado para ocultar a página maliciosa de ferramentas de análise automatizadas, enquanto apresenta a usuários selecionados do Mac um download de software falso. O ataque requer que o usuário copie e execute um comando ofuscado no Terminal, que, uma vez executado, baixa scripts e inicia um infostealer, coletando credenciais, dados de navegadores e informações sensíveis. A Microsoft não divulgou o número de vítimas ou os setores afetados, mas alertou que os usuários não devem seguir instruções que solicitem a colagem de texto no Terminal. A operação representa uma evolução nas campanhas de infostealer para macOS, que agora utilizam comandos do Terminal para buscar scripts remotos, em vez de enviar imagens de disco para instalação manual. A empresa recomenda que os defensores monitorem atividades incomuns no Terminal após navegação na web e sugere que a melhor abordagem é caçar a infraestrutura do ataque em vez do malware em si.&lt;/p></description></item></channel></rss>