Microsoft Outlook

Add-in popular do Outlook é sequestrado para roubo de contas

Um add-in do Microsoft Outlook, conhecido como AgreeTo, foi sequestrado por hackers para criar um kit de phishing que visa roubar contas de usuários. O AgreeTo, que era um agendador de reuniões desenvolvido por um pesquisador independente e disponível na loja de add-ins do Microsoft Office desde dezembro de 2022, foi abandonado e sua URL foi capturada por um ator malicioso. Quando os usuários abrem o add-in, são direcionados a uma página de login falsa do Microsoft, onde suas credenciais podem ser comprometidas. Pesquisadores da Koi descobriram que mais de 4.000 contas da Microsoft foram roubadas, além de dados de cartões de crédito e respostas de segurança bancária, o que pode facilitar transferências fraudulentas. A Microsoft já removeu o add-in de sua loja e recomenda que os usuários redefinam suas senhas e monitorem suas atividades financeiras. Este incidente marca a primeira vez que um malware foi encontrado no Marketplace oficial da Microsoft, destacando a necessidade de vigilância constante em relação a add-ins e extensões de software.

Primeiro add-in malicioso do Microsoft Outlook é descoberto

Pesquisadores de cibersegurança identificaram o primeiro add-in malicioso do Microsoft Outlook em operação, denominado AgreeToSteal. O ataque, classificado como um ataque à cadeia de suprimentos, ocorreu quando um invasor reivindicou um domínio associado a um add-in legítimo abandonado, criando uma página de login falsa da Microsoft e roubando mais de 4.000 credenciais. O add-in AgreeTo, que permitia a integração de calendários, foi abandonado em 2022, e o invasor aproveitou a falta de monitoramento contínuo do conteúdo do add-in para implantar um kit de phishing. A vulnerabilidade reside na forma como os add-ins do Office funcionam, onde o conteúdo é carregado em tempo real a partir de um URL que pode ser alterado após a aprovação inicial. A Koi Security, responsável pela descoberta, alerta que a falta de reavaliação e monitoramento contínuo de add-ins pode permitir que ataques semelhantes ocorram em outros marketplaces. A empresa recomenda que a Microsoft implemente revisões periódicas e verifique a propriedade dos domínios associados aos add-ins para mitigar esses riscos.

Erro no Microsoft Outlook causa falhas em e-mails no Windows

A Microsoft confirmou um erro crítico no cliente Outlook para Windows, que provoca falhas na aplicação ao tentar abrir determinadas caixas de correio. Usuários afetados recebem a mensagem: ‘Não é possível iniciar o Microsoft Outlook. Não é possível abrir a janela do Outlook. O conjunto de pastas não pode ser aberto. A tentativa de logar no Microsoft Exchange falhou.’ Esse problema, que está sendo investigado pela equipe de suporte do Exchange Online, parece estar relacionado a limites de controle de acesso impostos nas caixas de correio dos usuários. O erro impede que os usuários acessem suas caixas de entrada, resultando em interrupções significativas no fluxo de trabalho, especialmente em ambientes empresariais que dependem do Outlook Desktop. Para diagnosticar o problema, os administradores de TI devem reproduzir o erro e capturar o tráfego de rede, buscando a exceção ‘ClientBackoffException’, que indica que o Exchange Online aplicou um controle de desaceleração devido ao limite de concorrência de autenticação. A Microsoft recomenda que os usuários utilizem o Outlook Web Access (OWA) ou migrem para a nova versão do Outlook para Windows como soluções temporárias enquanto a investigação continua. A empresa ainda não forneceu um cronograma preciso para a resolução do problema.

Grupo de hackers russo APT28 usa backdoor NotDoor no Outlook

O grupo de hackers patrocinado pelo Estado russo, conhecido como APT28, foi associado a um novo backdoor no Microsoft Outlook, denominado NotDoor, que tem como alvo diversas empresas em países membros da OTAN. Segundo a equipe de inteligência de ameaças LAB52, o NotDoor é um macro VBA que monitora e-mails recebidos em busca de uma palavra-chave específica. Ao detectar um e-mail com essa palavra, o malware permite que o atacante exfiltre dados, faça upload de arquivos e execute comandos no computador da vítima.