Microsoft 365

Microsoft enfrenta problemas de busca em aplicativos do Microsoft 365

A Microsoft confirmou que alguns usuários estão enfrentando dificuldades ao realizar buscas em aplicativos do Microsoft 365, incluindo Outlook na web, Outlook desktop, SharePoint Online e OneDrive. Um relatório de incidente, rastreado sob o código MO1456424 no Microsoft 365 Admin Center, indica que a causa raiz é uma recente implementação que gerou problemas de utilização de recursos. A empresa afirmou que a investigação revelou uma ineficiência na utilização de recursos, resultando em impacto para usuários que dependem da infraestrutura afetada. A Microsoft já desenvolveu uma correção e a implementou para reduzir a pressão sobre os recursos e restaurar o serviço para todos os usuários afetados. Embora a empresa ainda não tenha especificado quais regiões foram impactadas, a situação foi classificada como um incidente, o que geralmente indica um problema crítico de serviço com impacto perceptível para os usuários. Este não é o primeiro incidente desse tipo; no ano passado, a Microsoft lidou com problemas semelhantes que afetaram a busca de arquivos em seus serviços. Além disso, a empresa também enfrentou uma grande interrupção em julho, que afetou serviços como Azure e Microsoft 365 na América do Norte, devido a um erro em seu sistema de manutenção de rede automatizado.

Evolução do Cavern Framework de Ciberespionagem Iraniano

Pesquisadores de cibersegurança da Kaspersky identificaram a evolução do framework Cavern, utilizado por hackers iranianos em ataques a entidades em Israel. Desde dezembro de 2025, a Kaspersky monitorou atividades desse grupo, revelando novos componentes que ampliam as capacidades de comunicação do toolkit. Um dos principais achados é um módulo C2 complexo que utiliza respostas DNS A-record para alternar entre HTTPS direto e um relay via Google Apps Script. O Cavern, que inclui um agente e diversos módulos, permite operações pós-exploração específicas, como operações de arquivos, enumeração de banco de dados SQL e ataques de força bruta no Active Directory. Além disso, um novo módulo chamado HOLLOWGRAPH transforma calendários do Microsoft 365 em canais C2 secretos, utilizando a API Microsoft Graph para exfiltrar dados e receber comandos. A Kaspersky também observou que o framework se adapta constantemente, utilizando serviços legítimos para evitar detecções. O artigo destaca a importância de monitorar essas ameaças, especialmente considerando o uso crescente de inteligência artificial por grupos como o APT42, que também está ativo em ataques de phishing direcionados ao setor de energia nuclear.

Campanha de phishing ativa compromete contas do Microsoft 365

Pesquisadores de cibersegurança alertaram sobre uma campanha de phishing por e-mail que utiliza técnicas de adversário no meio (AitM) para assumir o controle de contas do Microsoft 365. O objetivo é identificar funcionários-chave envolvidos em fluxos de trabalho financeiros e coletar e-mails relacionados. A campanha se disfarça como tráfego comum, utilizando proxies residenciais para mascarar logins maliciosos. A atividade afeta organizações em setores como saúde, educação, manufatura e serviços profissionais nos EUA, Canadá e Europa. Os ataques, relacionados a um grupo chamado Payroll Pirates, têm sido observados desde 2025 e envolvem o uso de e-mails de phishing com temas de correio de voz que direcionam as vítimas a páginas de captura de credenciais. Essas páginas utilizam uma cadeia de redirecionamento de seis etapas, empregando serviços confiáveis como Google e Amazon para evitar filtros de segurança. Após o acesso inicial, os atacantes mantêm sessões comprometidas e coletam e-mails de pessoal de folha de pagamento e recursos humanos. A atividade maliciosa é caracterizada por logins que parecem originar-se de proxies residenciais no país da vítima, dificultando a detecção. A campanha é considerada crítica, pois evita comportamentos comuns que poderiam acionar alarmes de segurança.

Plataforma Greatness de phishing evolui e ataca contas Microsoft 365

A plataforma de phishing Greatness, ativa desde meados de 2022, ampliou suas táticas, passando de ataques de credenciais para ataques adversário-no-meio e phishing de código de dispositivo, visando contas do Microsoft 365. Com um custo de US$ 289 por mês, a plataforma é vendida a cibercriminosos em um canal do Telegram com milhares de assinantes. Recentemente, a equipe de pesquisa da ZeroBEC observou uma campanha em que os operadores do Greatness abusaram da plataforma de comunicação RingCentral para contornar filtros de segurança de e-mail. Os atacantes se passaram pela RingCentral, enviando e-mails falsos que pareciam vir de um remetente legítimo, utilizando notificações de correio de voz e avaliações de desempenho como iscas. Apesar de falhas nas verificações de autenticação, os e-mails foram aceitos devido à lista de remetentes seguros da RingCentral. Ao clicar nos links, as vítimas eram direcionadas para a infraestrutura do Greatness, onde seus tokens de autenticação eram capturados. Após a violação, os atacantes conseguiram acessar contas comprometidas por mais de duas semanas, explorando dados do Microsoft 365, como e-mails e arquivos do OneDrive. A ZeroBEC sugere que as empresas auditem suas listas de remetentes seguros e monitorem acessos suspeitos ao Microsoft 365.

Microsoft liga ataque a redes Wi-Fi de hotéis a grupo russo APT29

A Microsoft identificou uma campanha global que visa redes Wi-Fi de hospitalidade, associando-a ao ator de ameaças russo conhecido como Midnight Blizzard, ou APT29. A campanha, chamada CaptiveCrunch, tem sido ativa desde pelo menos maio de 2023 e envolve a manipulação de configurações de DNS em dispositivos Wi-Fi para roubar contas do Microsoft 365. Os atacantes, identificados como Storm-2945, utilizam duas famílias de malware, CornFlake e ChocoShell, que permitem acesso persistente, roubo de credenciais e exfiltração de dados. O ataque se aproveita de equipamentos de portal cativo em redes de hotéis e centros de conferências, redirecionando usuários para páginas de phishing que imitam portais de login do Microsoft 365. Além disso, a Microsoft observou que o malware pode ser disfarçado como atualizações de sistema, visando tanto dispositivos Windows quanto Android. A empresa recomenda que usuários tratem redes Wi-Fi de hotéis como não confiáveis e adotem autenticação resistente a phishing, como MFA e chaves de acesso.

Instruções ocultas em documentos Word afetam Microsoft 365 Copilot

Um novo tipo de vulnerabilidade foi descoberto no Microsoft 365 Copilot, permitindo que instruções ocultas em documentos do Word manipulem a geração de relatórios. Håkon Måløy revelou que, ao inserir comandos disfarçados em um documento, o Copilot pode reescrever figuras financeiras e copiar essas instruções para o arquivo final, sem que o usuário perceba. A Microsoft confirmou o problema e implementou duas mitig ações, mas a vulnerabilidade ainda é explorável. O ataque não requer cliques e não executa malware convencional, mas depende da interação com o Copilot durante a edição de documentos. Måløy recomenda tratar documentos externos como não confiáveis e revisar cuidadosamente os arquivos gerados pelo Copilot antes de reutilizá-los. A falha ocorre devido à forma como o Copilot lê os arquivos de origem, confundindo instruções ocultas com solicitações do usuário. Embora a Microsoft tenha implementado algumas proteções, não há uma solução completa para o problema, o que levanta preocupações sobre a segurança de documentos em ambientes corporativos.

Hackers redirecionam Wi-Fi em hotéis para páginas falsas do Microsoft 365

Uma nova campanha de cibersegurança está em andamento, onde hackers alteram as configurações de DNS em dispositivos Wi-Fi de hotéis e centros de conferências para redirecionar usuários a páginas falsas de login do Microsoft 365. Identificada pela empresa de cibersegurança ReliaQuest, essa atividade afeta organizações de diversos setores, como serviços financeiros, saúde e varejo, e já foi observada em várias cidades dos EUA, além de regiões como Índia e Arábia Saudita. Os atacantes podem obter acesso a informações sensíveis ao comprometer contas do Microsoft 365, especialmente em eventos corporativos. A técnica utilizada envolve a exploração de interfaces de gerenciamento mal protegidas, permitindo que os hackers modifiquem as configurações de DNS dos gateways Wi-Fi. Os usuários que tentam acessar os portais legítimos do Microsoft são redirecionados para páginas de phishing, onde suas credenciais podem ser capturadas. Além disso, os pesquisadores notaram tentativas de abuso do Web Proxy Auto-Discovery (WPAD) para redirecionar o tráfego através de proxies controlados pelos atacantes. Para mitigar esses riscos, a ReliaQuest recomenda o uso de VPNs e DNS criptografado, além de desativar o WPAD e revisar logs de atividades suspeitas.

Falha na Microsoft causa grande interrupção em serviços na nuvem

A Microsoft confirmou que uma falha em seu sistema de manutenção automatizada de rede provocou uma interrupção massiva em seus serviços, incluindo Azure e Microsoft 365, na quinta-feira, 23 de julho. O problema começou às 10h44 ET e afetou principalmente clientes que acessavam os serviços da Microsoft através da infraestrutura conectada à região Azure Oeste dos EUA. A Downdetector registrou 2.403 relatos de interrupção, com o SharePoint sendo o mais afetado, representando 78% das queixas. Os serviços impactados incluíram OneDrive, SharePoint Online, Microsoft Teams e Power Automate, entre outros. A Microsoft identificou que uma mudança recente na rede, que deveria isolar caminhos específicos, resultou na remoção indevida de rotas IP de mais dispositivos do que o planejado. Embora a empresa tenha tentado mitigar a situação redirecionando o tráfego, a recuperação total dos serviços só foi alcançada por volta das 15h41 ET. A Microsoft está agora realizando uma revisão interna para melhorar seus processos de manutenção e segurança.

Microsoft Teams e serviços do Microsoft 365 enfrentam interrupções

No dia 23 de julho, a Microsoft confirmou que seus serviços, incluindo Microsoft Teams e Microsoft 365, estão enfrentando uma interrupção significativa, afetando principalmente usuários na América do Norte. Às 11h11 ET, o Downdetector registrou 2.403 relatos de problemas, um aumento considerável em relação à média normal de 29. A maioria das queixas (78%) estava relacionada ao SharePoint, seguida pelo Excel (11%) e pelo Microsoft 365 Admin Center (6%). A empresa informou que a funcionalidade de chat do Microsoft Teams também está degradada, com usuários relatando que imagens não estão carregando. Além disso, o acesso ao OneDrive e ao SharePoint Online pode resultar em erros. A interrupção começou às 10h44 ET e afeta usuários que acessam o Microsoft 365 por determinados caminhos de rede na América do Norte. A Microsoft está redirecionando o tráfego para algumas das infraestruturas afetadas e observou uma recuperação parcial para alguns usuários. Um novo comunicado está previsto para ser emitido até às 14h ET. Este incidente destaca a importância de testar cada camada de segurança antes que atacantes o façam, já que 54% dos ataques bem-sucedidos não são detectados.

Autoridades derrubam infraestrutura de kit de phishing Kratos

As autoridades da Alemanha e dos Estados Unidos desmantelaram a infraestrutura central do Kratos, um dos kits de phishing mais utilizados no mundo, que era responsável por cerca de 15.000 campanhas mensais. A operação resultou na retirada de mais de 200 servidores do ar e na prisão do suposto desenvolvedor na Indonésia. O Kratos não apenas coletava senhas, mas também roubava cookies de sessão, permitindo que os criminosos contornassem a autenticação de dois fatores. Com uma estrutura de franquia, cerca de 1.800 clientes pagavam em criptomoedas para utilizar o kit, que foi responsável por centenas de milhares de vítimas em mais de 30 países, principalmente na Europa e nos EUA. A Microsoft já identificou o Kratos como SneakyLog, uma plataforma de phishing como serviço que visava usuários do Microsoft 365. As autoridades alertam que, mesmo com a operação, os clientes do kit ainda podem continuar a utilizá-lo, uma vez que o código e a infraestrutura podem ser facilmente reativados sob novos nomes. A operação é vista como um passo significativo no combate a infraestruturas de phishing altamente profissionais.

Malware usa calendário do Microsoft 365 para espionagem cibernética

Um novo implante de espionagem, denominado HollowGraph, foi descoberto utilizando o calendário do Microsoft 365 como canal de comando. Segundo a Group-IB, o malware se aproveita da API do Microsoft Graph para enviar e receber instruções e dados roubados, disfarçando suas atividades como tráfego legítimo. O HollowGraph é um arquivo DLL em .NET que executa apenas dois comandos: ‘get’ e ‘send’, utilizando o calendário da conta comprometida como um ponto de entrega. As instruções são armazenadas em eventos datados para 2050, dificultando a detecção pelo proprietário da conta. Para exfiltrar dados, o malware criptografa os arquivos roubados e os anexa a eventos futuros. A comunicação entre o malware e o servidor do atacante é mantida através de um canal adicional que atualiza credenciais de acesso via DNS. A Group-IB relaciona o HollowGraph a um grupo de espionagem iraniano, mas não consegue atribuir a atividade a um ator específico. A análise revelou que o malware estava ativo em pelo menos 12 máquinas entre 3 de junho e 9 de julho de 2026, indicando uma espionagem direcionada. Não há vulnerabilidades conhecidas no software da Microsoft, o que torna a detecção mais desafiadora e destaca a importância de monitorar permissões de identidade e atividade de aplicativos.

Novos kits de phishing ameaçam contas do Microsoft 365

Pesquisadores da ReliaQuest identificaram dois novos kits de phishing, Jalisco e OmegaLord, que visam contas do Microsoft 365, utilizando técnicas que burlam a autenticação multifator (MFA). O kit Jalisco emprega um método de phishing baseado em código de dispositivo, enquanto o OmegaLord se disfarça como um leitor de PDF para coletar credenciais de login e números de telefone, facilitando a interceptação de solicitações ou códigos MFA.

O método de phishing por código de dispositivo explora o fluxo de autorização do OAuth 2.0, enganando as vítimas para que autorizem um dispositivo controlado pelo atacante a acessar suas contas. O Jalisco gera códigos de dispositivo em tempo real, contornando a validade de 15 minutos imposta pela Microsoft. Após a invasão, os atacantes podem acessar dados sensíveis armazenados em serviços como SharePoint e realizar exfiltração em questão de minutos.

Operação de phishing como serviço ataca contas do Microsoft 365

Um novo serviço de phishing, chamado Forg365, está utilizando uma combinação de técnicas avançadas para comprometer contas do Microsoft 365. Este serviço, que custa $400 por mês e é distribuído via Telegram, emprega phishing com código de dispositivo, táticas de adversário no meio (AitM), evasão de antibots e criação de iscas assistida por inteligência artificial (IA). As campanhas de ataque utilizam infraestrutura de entrega de e-mails legítimos, como Amazon SES e Twilio SendGrid, para disfarçar links maliciosos. O Forg365 oferece um painel de controle acessível na clearnet, onde os operadores podem gerar iscas e gerenciar tokens capturados. A plataforma também inclui uma extensão para navegadores que facilita o acesso contínuo a contas comprometidas. Além disso, o Forg365 permite ações pós-compromisso, como monitoramento de e-mails e respostas automáticas a mensagens. A operação reflete a industrialização do modelo de negócios de phishing, permitindo que até mesmo indivíduos com pouca experiência técnica realizem campanhas em larga escala. Diante desse cenário, recomenda-se que as empresas bloqueiem a autenticação por código de dispositivo, revisem regras de fluxo de e-mails e auditem atividades suspeitas em caixas de entrada.

Operação de phishing no Microsoft 365 expõe vulnerabilidades graves

Um ataque de phishing ativo direcionado a usuários do Microsoft 365 foi descoberto, revelando falhas significativas na segurança. Um operador egípcio, identificado como codemado, deixou um servidor Python exposto na internet, permitindo que a empresa de segurança Lexfo acessasse sua ferramenta de ataque. O operador utilizou uma versão modificada do proxy Evilginx, que permitiu contornar a autenticação multifator (MFA) de duas maneiras distintas. A primeira técnica envolveu a intermediação do login ao vivo, enquanto a segunda abusou de um fluxo de login legítimo da Microsoft.

Grupo de cibercriminosos usa phishing por voz para extorquir dados

Um ator de ameaças, identificado como O-UNC-066, está atacando organizações de diversos setores com solicitações de segurança falsas baseadas em voz, visando usuários do Microsoft 365. O grupo utiliza um kit de phishing controlado por painel que foca no processo de registro de chaves de acesso (passkeys). Os ataques têm como alvo indústrias como alimentos e bebidas, tecnologia, saúde, automotiva, construção e aviação. Os criminosos registram domínios que incluem a palavra ‘passkey’ e fazem chamadas para persuadir os usuários a se inscreverem em uma nova chave de acesso. Ao direcionar os usuários para um kit de phishing que imita o processo legítimo da Microsoft, os atacantes conseguem registrar suas próprias chaves de acesso nas contas das vítimas, obtendo acesso não autorizado. Este tipo de ataque se aproveita da falta de familiaridade dos usuários com a autenticação por chaves de acesso, criando uma sequência de páginas que enganam as vítimas a fornecerem suas credenciais e aprovar o registro de uma chave de acesso maliciosa. A situação é preocupante, pois coincide com a Microsoft incentivando a adoção de chaves de acesso, o que pode ser explorado por criminosos para facilitar ataques de extorsão de dados.

Operação de phishing como serviço visa contas do Microsoft 365

Um novo serviço de phishing como serviço (PhaaS) chamado Forg365 tem como alvo contas do Microsoft 365, utilizando métodos de adversário no meio (AiTM) e códigos de dispositivo, além de geração de iscas assistida por inteligência artificial. A plataforma oferece uma extensão de navegador que permite acesso contínuo aos serviços da Microsoft sem necessidade de reautenticação. Pesquisadores da ZeroBEC identificaram que muitos recursos do Forg365 são semelhantes a outras plataformas de PhaaS, como Kali365 e Sneaky2FA. A investigação começou com e-mails de phishing disfarçados de documentos empresariais, utilizando serviços legítimos como Amazon SES e SendGrid para entrega. O Forg365 permite a criação de campanhas de phishing, gerenciamento de links e tokens, e geração de e-mails maliciosos a partir de um painel centralizado. A plataforma também possui um recurso de monitoramento de palavras-chave em caixas de entrada comprometidas e uma extensão chamada ForgCookie, que captura cookies de sessão para acesso persistente. As principais rotas de ataque incluem phishing por código de dispositivo e phishing AiTM, ambos projetados para enganar as vítimas e capturar credenciais sem solicitar diretamente a senha. A ZeroBEC recomenda que as organizações restrinjam a autenticação por código de dispositivo e monitorem logs do Microsoft Entra para eventos suspeitos.

Grupo de cibercriminosos usa chamadas para phishing em Microsoft 365

Um grupo de cibercriminosos tem atacado organizações de diversos setores com solicitações de segurança falsas, utilizando chamadas telefônicas para persuadir usuários do Microsoft 365 a se inscreverem em uma nova chave de acesso Entra. Essa técnica, conhecida como vishing, explora uma funcionalidade recém-lançada pela Microsoft que permite campanhas de registro de chaves de acesso. Os atacantes direcionam as vítimas para sites de phishing que imitam o processo legítimo de registro, coletando credenciais e códigos de autenticação multifatorial (MFA). O grupo, identificado como O-UNC-066 e associado à operação de extorsão chamada Pink, tem como alvo setores como alimentos e bebidas, tecnologia, saúde, automotivo, construção e aviação. Após obter acesso às contas, os criminosos rapidamente exfiltram dados de serviços como SharePoint e OneDrive, utilizando um painel PHP controlado pelo operador para guiar as vítimas em tempo real. A Okta recomenda que as organizações implementem métodos de verificação mais rigorosos para a identidade de pessoal de suporte ao cliente e neguem solicitações de locais onde a empresa não opera.

Campanha EvilTokens expõe nova vulnerabilidade em segurança de e-mails

Uma recente campanha de phishing chamada EvilTokens está atacando empresas nos EUA e na Europa, revelando uma nova vulnerabilidade na segurança de e-mails. A técnica, conhecida como ‘ghost phishing’, mantém a página maliciosa oculta até que seja decifrada e se torne visível no navegador da vítima. O ataque utiliza um método de phishing que não requer o roubo direto de senhas, mas sim a autorização involuntária do acesso às contas do Microsoft 365. Isso representa um risco significativo, pois verificações tradicionais de URL podem não detectar o ataque, resultando em maior exposição a invasões de contas e acesso não autorizado a dados sensíveis. A análise do ataque foi realizada na sandbox interativa ANY.RUN, que permitiu visualizar o fluxo completo do ataque, destacando a importância de ter visibilidade no nível do navegador para detectar e conter essas ameaças antes que causem danos financeiros. Os setores mais afetados incluem tecnologia, manufatura, educação e serviços financeiros, onde a exposição ao phishing atingiu níveis alarmantes, como 75,6% no setor de consultoria. Para mitigar esses riscos, é crucial que as equipes de segurança adotem ferramentas que permitam a inspeção de dados no navegador e a detecção de comportamentos maliciosos.

Campanha de phishing com código de dispositivo do Microsoft 365 em alta

Uma nova campanha de phishing utilizando códigos de dispositivo do Microsoft 365 foi identificada entre o final de junho e início de julho de 2026. A técnica, conhecida como ‘device code phishing’, explora um fluxo legítimo de autenticação OAuth 2.0, permitindo que atacantes contornem a autenticação multifator (MFA) e acessem contas sem precisar roubar senhas. Ao invés de criar páginas falsas, os criminosos manipulam usuários a completarem um prompt de autenticação real, inserindo um código que, na verdade, autoriza o acesso do invasor. A campanha observada pela ZeroBEC utiliza iscas relacionadas a colaborações e pagamentos, levando as vítimas a um site legítimo, mas comprometido, que orquestra o desafio de código do dispositivo. Essa abordagem é similar a uma campanha anterior, Storm-2372, e utiliza uma infraestrutura reutilizável chamada DEBULL, que permite a personalização das iscas sem alterar a base de identidade. O aumento desses ataques representa um risco significativo, facilitando a tomada de controle de contas, roubo de informações e fraudes. A situação exige atenção especial dos profissionais de segurança, especialmente em um cenário onde a autenticação legítima é explorada para fins maliciosos.

Nova plataforma de phishing como serviço ameaça contas do Microsoft 365

Uma nova plataforma de phishing como serviço (PhaaS) chamada ‘ARToken’ foi descoberta, operando como uma afiliada da EvilTokens, que visa comprometer contas do Microsoft 365. Pesquisadores da Cisco Talos identificaram um painel de gerenciamento baseado em React, o ‘ARToken Panel’, que expõe mais de 80 endpoints de API. Através da engenharia reversa do código JavaScript, foram reveladas funcionalidades que vão além do que é comum em plataformas de phishing. A ARToken permite que atacantes roubem tokens de autenticação do Microsoft 365, acessem caixas de entrada do Outlook, sites do SharePoint e arquivos do OneDrive, além de automatizar operações de comprometimento de e-mail corporativo (BEC). A plataforma utiliza um modelo de implantação semelhante ao Cloudflare Workers e permite que afiliados gerenciem suas campanhas em espaços dedicados. O uso de phishing baseado em código de dispositivo da Microsoft, que engana as vítimas a inserirem códigos legítimos, permite que os atacantes contornem a autenticação multifator. Com um aumento significativo nos ataques de phishing, a ARToken representa uma ameaça crescente para organizações que utilizam o Microsoft 365.

Ataques a contas Microsoft 365 81 milhões de tentativas de login

Um ataque de password-spraying comprometeu contas do Microsoft 365, resultando em mais de 81 milhões de tentativas de login em um período de duas semanas. Os hackers utilizaram credenciais roubadas e exploraram políticas de acesso condicional mal configuradas para contornar a autenticação multifator (MFA). A campanha, observada pela empresa de cibersegurança Huntress, afetou 78 contas Microsoft em 64 organizações entre 12 e 26 de junho de 2026. Muitas das empresas visadas não tinham MFA implementada ou a aplicavam de forma inadequada, permitindo que os atacantes enviassem senhas diretamente ao endpoint de token sem um prompt de MFA interativo. Para mitigar esses riscos, recomenda-se que as organizações implementem MFA para todos os usuários e aplicativos em nuvem, restrinjam o uso do Azure CLI e respondam com base na validade das credenciais em vez do volume de tentativas de login.

Ataques de Cibersegurança A Nova Ameaça ao Microsoft 365

Os ataques cibernéticos modernos têm se tornado cada vez mais sofisticados, utilizando métodos que exploram a rotina dos usuários. Um exemplo recente é o ataque ConsentFix, que se aproveita dos fluxos de consentimento do OAuth do Microsoft 365. Neste tipo de ataque, os criminosos enviam iscas de phishing através de plataformas confiáveis, levando a vítima a acreditar que está realizando um procedimento de autenticação legítimo. Ao arrastar um link aparentemente inofensivo para o navegador, o usuário entrega tokens de acesso ao atacante, permitindo que ele acesse serviços do Microsoft 365 sem precisar de senha ou autenticação multifator (MFA).

Campanha de ataque a senhas atinge 81 milhões de tentativas em Microsoft 365

Uma intensa campanha de ataque de password-spraying direcionada a ambientes Microsoft 365 resultou em mais de 81 milhões de tentativas de login em um período de duas semanas. Os atacantes tentaram autenticar-se utilizando combinações de nomes de usuário e senhas que foram expostas em brechas anteriores. O ataque foi realizado através da interface de linha de comando do Azure da Microsoft, que permite a administração de recursos em nuvem. Ao encontrar uma combinação válida, os hackers conseguiram autenticar-se usando o mecanismo OAuth ROPC (Resource Owner Password Credentials), contornando a autenticação multifator (MFA) em muitos casos devido a políticas de Acesso Condicional inseguras. A empresa de cibersegurança Huntress monitorou a campanha entre 12 e 26 de junho, confirmando que 78 contas Microsoft foram comprometidas em 64 organizações. Apesar de muitas dessas empresas terem implementado MFA, a configuração não cobria o fluxo específico utilizado pelos atacantes. A Huntress observou um aumento de mais de 155 vezes nos ataques de password-spraying, com uma média de 1.964 tentativas de login falhadas por inquilino a cada mês. O ataque teve seu pico em 22 de junho e, embora a origem do ataque seja desconhecida, foi identificado um intervalo IPv6 pertencente à LSHIY LLC.

Microsoft 365 Proteção de Dados e a Necessidade de Soluções de Terceiros

O artigo de Andy Kerr, da Acronis, destaca que muitas organizações acreditam que o Microsoft 365 oferece proteção automática para seus dados, mas isso não é verdade. O modelo de responsabilidade compartilhada da Microsoft implica que a segurança dos dados, incluindo backup e recuperação, é responsabilidade do cliente. Essa lacuna se torna crítica em cenários reais, como ataques de ransomware, exclusões acidentais e ameaças internas. O autor apresenta cinco razões principais pelas quais o backup nativo do Microsoft 365 não é suficiente: 1) Falta de proteção contra ransomware e perda de dados maliciosos; 2) Políticas de retenção nativas inadequadas para conformidade; 3) Recuperação granular limitada; 4) Exposição a phishing e ameaças internas; 5) Escalabilidade de custo ineficiente. Para mitigar esses riscos, a adoção de soluções de terceiros, como a Acronis Cyber Platform, é recomendada, pois oferece armazenamento imutável, detecção de ransomware baseada em IA e recuperação rápida. Assim, as organizações podem garantir a integridade e a segurança de seus dados no Microsoft 365.

Vulnerabilidade no Microsoft 365 permite exfiltração de dados com um clique

Pesquisadores da Varonis Threat Labs descobriram uma vulnerabilidade crítica no Microsoft 365 Copilot que permite a exfiltração de dados com um único clique. Batizada de SearchLeak, a falha resulta da combinação de três bugs, sendo um deles uma injeção de comandos que pode expor informações sensíveis, como e-mails e detalhes de calendário. O ataque é facilitado por um link aparentemente confiável que, ao ser clicado, permite que o Copilot busque dados do usuário sem que ele precise inserir qualquer informação ou senha. O processo envolve a injeção de um código em um parâmetro da URL, que é interpretado pelo Copilot, e a utilização de um endpoint do Bing para contornar as políticas de segurança de conteúdo. A Microsoft já mitigou a falha em seu backend, mas a vulnerabilidade destaca a necessidade de monitoramento e governança de dados mais rigorosos. A CVE-2026-42824 foi atribuída a essa vulnerabilidade, que, embora não tenha sido explorada ativamente, representa um risco significativo para a segurança das informações corporativas.

Vulnerabilidade crítica no Microsoft 365 Copilot pode expor dados sensíveis

Uma nova vulnerabilidade crítica, denominada SearchLeak, foi identificada no Microsoft 365 Copilot Enterprise, permitindo que atacantes roubem dados sensíveis de contas de e-mail, OneDrive ou SharePoint através de URLs manipuladas. A informação exfiltrada pode incluir conteúdos de e-mails, eventos de calendário, detalhes de reuniões e documentos acessíveis via Copilot. A vulnerabilidade foi corrigida pela Microsoft e recebeu o identificador CVE-2026-42824, com classificação de severidade máxima.

A cadeia de ataque desenvolvida pela empresa de segurança Varonis consiste em três etapas: a primeira envolve uma injeção de parâmetro que permite ao atacante criar um link que instrui o Copilot a buscar dados do usuário. Na segunda etapa, uma condição de corrida na renderização de HTML permite que o código malicioso execute antes da sanitização. Por fim, um problema de SSRF no Bing permite que a solicitação para buscar uma imagem seja feita, contornando as políticas de segurança.

Grupo de espionagem chinês UNC5221 compromete ambientes Microsoft 365

O grupo de espionagem chinês UNC5221, também conhecido como VerdantBamboo, tem explorado ambientes Microsoft 365 utilizando a backdoor Brickstorm e malwares não documentados, como Plenet e AgentPSD. A investigação revelou que os atacantes conseguiram acesso à rede da vítima por pelo menos 18 meses antes de serem detectados, comprometendo também o provedor de serviços gerenciados (MSP) da organização alvo. O Brickstorm, descrito como um implante de malware avançado, foi utilizado de forma indetectável em várias organizações nos Estados Unidos até a descoberta das brechas em março de 2025. Os pesquisadores da Volexity identificaram que os hackers acessaram um sistema de armazenamento Egnyte e, a partir daí, conseguiram entrar no ambiente Microsoft 365 da vítima, utilizando técnicas para se misturar ao tráfego legítimo e evitar políticas de acesso condicional. Após a remediação inicial, os atacantes conseguiram invadir a organização novamente, utilizando credenciais roubadas para configurar o acesso VPN e implantar malware adicional. O Plenet, um backdoor baseado em .NET, e o AgentPSD, uma ferramenta de shell reverso em Python, foram utilizados como mecanismos de persistência. A CISA emitiu alertas sobre a utilização do Brickstorm por hackers chineses, destacando a necessidade de atenção redobrada para a segurança em ambientes que não suportam soluções de detecção e resposta de endpoint (EDR).

Vulnerabilidade em aplicativos Android do Microsoft 365 expõe tokens de conta

Uma falha de segurança descoberta em vários aplicativos Android do Microsoft 365, chamada de FlagLeft, permitiu que aplicativos não confiáveis no mesmo dispositivo solicitassem tokens de conta de usuários autenticados. Isso significa que um aplicativo malicioso poderia acessar e-mails, arquivos, calendários e enviar mensagens em nome do usuário sem necessidade de senha ou autorização. A falha foi identificada por pesquisadores da Enclave e afetou aplicativos amplamente utilizados, como Word, PowerPoint, Excel, Microsoft 365 Copilot, Loop e OneNote. A vulnerabilidade foi corrigida pela Microsoft, que lançou atualizações para os aplicativos, mas os tokens comprometidos podem permanecer válidos mesmo após a atualização. Portanto, é recomendável que os usuários revoguem os tokens de atualização e façam um novo login. A Microsoft emitiu quatro CVEs relacionados a essa falha, com classificações de severidade variando de 4.4 a 7.7, indicando um risco significativo para os usuários que não atualizarem seus aplicativos. A atualização é essencial para mitigar o risco de exploração dessa vulnerabilidade.

FBI alerta sobre nova ameaça que rouba contas da Microsoft sem senha

O FBI emitiu um alerta sobre o Kali365, uma plataforma de phishing como serviço (PhaaS) que visa usuários do Microsoft 365. Identificada em abril de 2026, essa nova técnica não requer que as vítimas forneçam suas senhas, mas sim que autorizem o acesso dos cibercriminosos a suas contas. O ataque utiliza um mecanismo legítimo de autenticação da Microsoft, o OAuth, onde a vítima recebe um e-mail que simula ser de um serviço confiável, solicitando que insira um código em uma página legítima da Microsoft. Ao fazer isso, o usuário inadvertidamente concede acesso ao atacante, que pode então capturar tokens de acesso e explorar serviços como Outlook, OneDrive e Teams. O Kali365 é oferecido como um serviço por assinatura no Telegram, com recursos que incluem modelos de campanha automatizados e monitoramento em tempo real das vítimas. Para se proteger, especialistas recomendam não compartilhar códigos de autenticação não solicitados e reportar e-mails suspeitos. Empresas devem restringir o fluxo de autenticação e treinar suas equipes sobre esses tipos de ataques.

FBI alerta sobre plataforma de phishing Kali365 que compromete contas Microsoft 365

O FBI emitiu um alerta sobre a plataforma Kali365, um serviço de phishing-as-a-service (PhaaS) que visa contas Microsoft 365. Essa plataforma, que surgiu em abril de 2026, utiliza a autenticação via código de dispositivo OAuth para roubar tokens de sessão e contornar a autenticação multifator (MFA). Kali365 é distribuída por canais do Telegram e permite que até mesmo atacantes com pouca habilidade comprometam contas sem precisar roubar senhas ou interceptar códigos MFA. O método de phishing por código de dispositivo explora um fluxo legítimo de autorização do OAuth 2.0, permitindo que dispositivos com capacidades limitadas se autentiquem por meio de um código gerado. Os atacantes induzem as vítimas a inserir esse código na página de login da Microsoft, obtendo acesso total às contas após a conclusão da MFA. O FBI recomenda que as empresas restrinjam ou bloqueiem esses fluxos de autenticação e auditem seu uso. A plataforma Kali365 também oferece funcionalidades avançadas, como iscas de phishing geradas por IA e painéis de rastreamento em tempo real. A adoção generalizada desse método de phishing representa uma ameaça crescente, com outros grupos cibernéticos, como EvilTokens e Tycoon2FA, também explorando essa técnica.

Grupo de ameaças Storm-2949 ataca ambientes Microsoft 365 e Azure

O grupo de ameaças conhecido como Storm-2949 está realizando ataques direcionados a ambientes de produção do Microsoft 365 e Azure, utilizando aplicações e recursos administrativos legítimos para roubar dados sensíveis. A Microsoft identificou que o grupo emprega engenharia social para obter credenciais do Microsoft Entra ID de usuários com funções privilegiadas, como pessoal de TI e líderes seniores. Os atacantes abusam do fluxo de Redefinição de Senha de Autoatendimento (SSPR), enganando as vítimas para que aprovem solicitações de autenticação multifator (MFA). Após comprometer as contas, eles utilizam a API Microsoft Graph e scripts em Python para explorar usuários, funções e aplicações, acessando serviços como OneDrive e SharePoint para buscar informações críticas, como configurações de VPN e arquivos operacionais de TI.

Plataforma de phishing compromete 340 organizações do Microsoft 365

Em fevereiro de 2026, uma plataforma de phishing chamada EvilTokens foi lançada, comprometendo mais de 340 organizações que utilizam Microsoft 365 em cinco países em apenas cinco semanas. O ataque, conhecido como consent phishing, ocorre quando os usuários são induzidos a inserir um código em um site legítimo, acreditando que estão completando um desafio de autenticação multifatorial (MFA). Na verdade, eles entregam um token de atualização válido, que permite acesso a suas caixas de entrada, calendários e contatos, sem que o atacante precise de uma senha ou que um alerta de MFA seja acionado.

Kit de phishing Tycoon2FA agora suporta ataques com código de dispositivo

O kit de phishing Tycoon2FA, que já havia sido interrompido por uma operação internacional de aplicação da lei em março, foi rapidamente reestruturado e voltou a operar em níveis normais. Recentemente, foi identificado em uma campanha que utiliza fluxos de autorização de dispositivo OAuth 2.0 para comprometer contas do Microsoft 365. O ataque de phishing com código de dispositivo envolve o envio de um pedido de autorização de dispositivo ao provedor de serviços, enganando a vítima para que insira um código gerado em uma página de login legítima da Microsoft. Isso permite que o atacante registre um dispositivo malicioso com a conta da vítima, obtendo acesso irrestrito a dados e serviços, como e-mails e armazenamento em nuvem. A Push Security relatou um aumento de 37 vezes nesse tipo de ataque este ano, com suporte de pelo menos dez plataformas de phishing como serviço (PhaaS). O Tycoon2FA também implementou camadas adicionais de ofuscação para dificultar a detecção. Especialistas recomendam desabilitar o fluxo de código de dispositivo OAuth quando não necessário e monitorar logs de autenticação para mitigar esses riscos.

Grupo de cibercriminosos rouba salários de funcionários canadenses

O grupo de cibercriminosos conhecido como Storm-2755 está realizando ataques direcionados a funcionários canadenses, roubando seus pagamentos salariais após sequestrar suas contas. Os atacantes utilizam páginas de login maliciosas do Microsoft 365 para roubar tokens de autenticação e cookies de sessão, redirecionando as vítimas para domínios que hospedam formulários falsos. Essa técnica permite que eles contornem a autenticação multifatorial (MFA) ao reproduzir tokens de sessão roubados, evitando a necessidade de reautenticação. Após acessar as contas, os criminosos criam regras de caixa de entrada para ocultar mensagens de recursos humanos relacionadas a depósitos diretos, dificultando a percepção das vítimas. Em seguida, enviam e-mails fraudulentos para a equipe de RH, solicitando a atualização das informações bancárias. Caso as táticas de engenharia social falhem, os atacantes acessam diretamente plataformas de software de RH, como o Workday, para alterar manualmente os dados de depósito. Para mitigar esses ataques, a Microsoft recomenda bloquear protocolos de autenticação legados e implementar MFA resistente a phishing. O FBI registrou mais de 24.000 queixas de fraudes relacionadas a compromissos de e-mail empresarial (BEC) no ano passado, resultando em perdas superiores a US$ 3 bilhões, evidenciando a gravidade dessa ameaça.

Campanha de ciberataques iranianos mira Microsoft 365 em Israel e EAU

Um ator de ameaça vinculado ao Irã está por trás de uma campanha de password spraying direcionada a ambientes Microsoft 365 em Israel e nos Emirados Árabes Unidos (EAU), conforme relatado pela empresa de cibersegurança Check Point. A atividade, que ocorre em três ondas distintas, afetou mais de 300 organizações em Israel e mais de 25 nos EAU, com alvos que incluem entidades governamentais, empresas de tecnologia, transporte e energia. O password spraying é uma técnica de ataque que tenta usar uma única senha comum em múltiplos nomes de usuário, sendo uma abordagem mais eficaz para descobrir credenciais fracas sem acionar defesas de limitação de taxa. Além disso, o grupo de ransomware iraniano Pay2Key também voltou a atacar, visando uma organização de saúde nos EUA, utilizando técnicas avançadas de evasão e execução. A campanha de ransomware, que não resultou em exfiltração de dados, destaca a crescente integração de operações cibernéticas com objetivos políticos por parte do Irã. As organizações são aconselhadas a monitorar logs de acesso, aplicar controles de acesso condicionais e implementar autenticação multifator (MFA) para mitigar esses riscos.

Privacidade deve ser padrão, diz Proton ao lançar alternativa ao Google e Microsoft

A Proton, empresa suíça conhecida por suas soluções de segurança, lançou o Proton Workspace, uma alternativa focada em privacidade ao Microsoft 365 e Google Workspace. O novo pacote inclui ferramentas como Proton Drive, Docs, Sheets e o serviço de videoconferência Proton Meet, que oferece chamadas criptografadas de ponta a ponta sem coleta de dados. O CEO da Proton, Andy Yen, enfatizou que a privacidade deve ser o padrão em todas as comunicações, especialmente em um cenário onde muitos consumidores e empresas europeias buscam alternativas seguras às práticas de dados das grandes empresas de tecnologia. Os planos do Proton Workspace começam em €12,99 mensais, com opções que incluem serviços adicionais como VPN e um chatbot de IA. A empresa critica a Lei CLOUD dos EUA, que permite o acesso de autoridades americanas a dados de usuários de empresas baseadas nos EUA, destacando a crescente demanda por soluções que respeitem a soberania dos dados. Com a crescente preocupação em torno da privacidade, o Proton Workspace se posiciona como uma opção viável para aqueles que buscam segurança e facilidade de uso.

Campanha de phishing ativa mira identidades do Microsoft 365

Pesquisadores de cibersegurança alertam sobre uma campanha ativa de phishing por código de dispositivo que está atacando identidades do Microsoft 365 em mais de 340 organizações nos EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Alemanha. Identificada pela Huntress em 19 de fevereiro de 2026, a campanha utiliza redirecionamentos do Cloudflare Workers e uma infraestrutura hospedada na Railway, transformando-a em um motor de coleta de credenciais. Os setores mais afetados incluem construção, serviços financeiros, saúde e governo. A técnica de phishing por código de dispositivo explora o fluxo de autorização OAuth, permitindo que os atacantes obtenham tokens de acesso persistentes, mesmo após a redefinição de senhas. O ataque começa com um e-mail de phishing que leva a uma página de login legítima da Microsoft, onde a vítima insere seu código de dispositivo e credenciais. A Huntress também atribui a campanha a uma nova plataforma de phishing como serviço chamada EvilTokens, que oferece ferramentas para enviar e-mails de phishing e contornar filtros de spam. A Palo Alto Networks também relatou uma campanha semelhante, destacando o uso de técnicas anti-análise para evitar detecções.

Microsoft investiga problema de desaparecimento do ponteiro do mouse no Outlook

A Microsoft está investigando um problema conhecido que faz com que o ponteiro do mouse desapareça no cliente de e-mail Outlook clássico para alguns usuários. O bug foi reconhecido quase dois meses após os primeiros relatos, onde usuários relataram que o Outlook se tornou inutilizável após o desaparecimento do ponteiro. A empresa explicou que o ponteiro do mouse, e em alguns casos o cursor, pode sumir ao ser movido pela interface do Outlook, embora a lista de e-mails ainda mude de cor ao passar o mouse sobre eles. Esse problema também foi observado em outros aplicativos do Microsoft 365, como o OneNote. A Microsoft orientou os usuários afetados a solicitar que seus administradores do Microsoft 365 abram um caso de suporte com a equipe do Outlook e enviem arquivos de log para análise. Enquanto uma solução permanente não está disponível, a Microsoft sugeriu três soluções temporárias, como clicar em um e-mail na lista de mensagens ou reiniciar o computador. No mês passado, a Microsoft já havia corrigido outro problema no Outlook que impedia a abertura de e-mails criptografados após atualizações de dezembro de 2025.

Bug no Copilot do Windows expõe e-mails confidenciais

Um bug no Copilot do Microsoft 365, que começou a ser identificado no final de janeiro de 2026, está permitindo que o assistente de inteligência artificial resuma e-mails confidenciais e exiba dados sigilosos inadvertidamente. O problema, que afeta a ferramenta de resumo de e-mails, ignora as políticas de prevenção de perda de dados que normalmente protegem comunicações sensíveis. O erro foi detectado pela primeira vez em 21 de janeiro e está relacionado ao código CW1226324. A Microsoft confirmou que a falha faz com que o Copilot comece a ler itens enviados e rascunhos, além de mensagens com selo confidencial, o que não era esperado. A empresa está trabalhando na correção do problema e já começou a implementar soluções desde o início de fevereiro, embora não tenha fornecido uma previsão para a resolução total. A Microsoft está monitorando a situação e contatando os usuários afetados para garantir que a funcionalidade retorne ao normal. Este incidente é tratado como um alerta, indicando um impacto potencialmente limitado, mas que ainda assim levanta preocupações sobre a segurança de dados sensíveis.

Erro no Microsoft 365 Copilot expõe e-mails confidenciais

A Microsoft confirmou um erro no Microsoft 365 Copilot que tem causado a exposição de e-mails confidenciais desde janeiro de 2023. O bug, identificado como CW1226324, afeta a funcionalidade de chat da aba de trabalho do Copilot, que resume incorretamente e-mails armazenados nas pastas de Itens Enviados e Rascunhos, incluindo mensagens com rótulos de confidencialidade. Esses rótulos foram criados para restringir o acesso a ferramentas automatizadas, mas o Copilot está ignorando essas configurações. A Microsoft começou a implementar uma correção em fevereiro, mas ainda não divulgou um cronograma para a resolução completa do problema. A empresa está monitorando a situação e contatando usuários afetados para verificar a eficácia da solução. Este incidente levanta preocupações significativas sobre a proteção de dados sensíveis e a conformidade com políticas de prevenção de perda de dados (DLP), especialmente em um contexto onde a segurança da informação é cada vez mais crítica para as organizações.

Microsoft investiga falha que afeta acesso ao Microsoft 365

A Microsoft está investigando uma interrupção que impede alguns administradores com assinaturas empresariais de acessar o centro de administração do Microsoft 365. Embora a empresa não tenha divulgado quais regiões estão afetadas, ela está monitorando a situação em sua página oficial de status de serviço. Relatos iniciais indicam que usuários na região da América do Norte estão enfrentando dificuldades, como problemas de conexão e lentidão no portal administrativo. A Microsoft classificou a situação como um incidente, o que sugere um impacto significativo para os usuários. Além disso, a interrupção também afeta o aplicativo M365, e a empresa está coletando dados de telemetria para identificar a causa raiz do problema. A análise inclui padrões de uso e níveis de utilização da CPU, além de arquivos HTTP Archive (HAR) fornecidos por usuários afetados. Este incidente segue uma série de problemas anteriores enfrentados pela Microsoft, incluindo falhas críticas que impediram o acesso a serviços do Microsoft 365. A situação continua em desenvolvimento, e a empresa promete fornecer mais informações assim que disponíveis.

Microsoft corrige falha que impedia abertura de e-mails criptografados

A Microsoft anunciou a correção de um problema que impedia usuários do Microsoft 365 de abrir e-mails criptografados no Outlook clássico após uma atualização em dezembro. O erro afetava mensagens com permissões de ‘Encrypt Only’, que não restringem o encaminhamento, impressão ou cópia do e-mail. Em sistemas afetados, os usuários recebiam um anexo ‘message_v2.rpmsg’ em vez do conteúdo legível, tornando a mensagem inacessível. A empresa reconheceu o problema há três semanas e informou que uma correção está disponível para clientes no Canal Beta, com previsão de lançamento para o Canal Atual e Canal Atual Preview em fevereiro. Enquanto isso, a Microsoft sugere duas soluções temporárias: os remetentes devem usar a opção ‘Encrypt’ na faixa de opções, ou os usuários podem reverter para uma versão anterior do software que não seja afetada pelo problema. Este incidente se soma a uma série de falhas que a Microsoft já corrigiu no Outlook clássico, incluindo problemas de funcionalidade e desempenho após atualizações do Windows.

Campanha de phishing utiliza autenticação do Microsoft 365 para roubo de contas

Uma nova campanha de phishing tem como alvo usuários do Microsoft 365, com a identificação de um grupo de hackers possivelmente vinculado à Rússia. Desde setembro de 2025, esses ataques têm como foco organizações governamentais e militares dos Estados Unidos e Europa, visando entidades públicas, centros de pesquisa e instituições de ensino superior. Os criminosos estabelecem um contato inicial legítimo com as vítimas, agendando reuniões fictícias. Após esse contato, um link é enviado, supostamente para um documento no Microsoft OneDrive, mas que na verdade redireciona para uma página falsa que imita a conta do usuário. Ao copiar um código e clicar em “Avançar”, a vítima é levada a uma URL legítima de login, onde os hackers conseguem capturar as credenciais. A escolha dos alvos, que inclui setores críticos como energia e pesquisa, levanta preocupações sobre a segurança de informações sensíveis e a possibilidade de acesso a dados sigilosos.

Grupo alinhado à Rússia realiza campanha de phishing contra Microsoft 365

Um grupo suspeito de estar alinhado à Rússia está sendo responsabilizado por uma campanha de phishing que utiliza fluxos de autenticação por código de dispositivo para roubar credenciais do Microsoft 365 e realizar ataques de tomada de conta. A atividade, que começou em setembro de 2025, é monitorada pela Proofpoint sob o nome UNK_AcademicFlare. Os ataques envolvem o uso de endereços de e-mail comprometidos de organizações governamentais e militares para atingir entidades em setores como governo, think tanks, educação superior e transporte nos EUA e na Europa. Os atacantes se apresentam como representantes de organizações legítimas e enviam links que supostamente levam a documentos relevantes, mas que na verdade redirecionam as vítimas para uma página de login da Microsoft. Ao inserir o código fornecido, os atacantes conseguem gerar um token de acesso e tomar controle da conta da vítima. A Proofpoint alerta que essa técnica de phishing foi documentada anteriormente e está sendo utilizada por diversos grupos, tanto estatais quanto motivados financeiramente, para obter acesso não autorizado a dados sensíveis. Para mitigar os riscos, recomenda-se a criação de políticas de Acesso Condicional que bloqueiem esse fluxo de autenticação para todos os usuários ou que permitam apenas para usuários aprovados.

Autoridades nigerianas prendem suspeitos de fraudes na internet

As autoridades da Nigéria anunciaram a prisão de três suspeitos de fraudes na internet, envolvidos em ataques de phishing que visavam grandes corporações, incluindo o desenvolvedor do esquema RaccoonO365, um serviço de phishing como serviço (PhaaS). O principal suspeito, Okitipi Samuel, também conhecido como Moses Felix, é acusado de operar um canal no Telegram onde vendia links de phishing em troca de criptomoedas e hospedava portais de login fraudulentos utilizando credenciais de e-mail roubadas. A investigação, realizada em colaboração com a Microsoft e o FBI, resultou na apreensão de laptops e dispositivos móveis relacionados à operação. O RaccoonO365 é um grupo motivado financeiramente que permite a coleta de credenciais ao criar páginas de phishing que imitam os logins do Microsoft 365. Desde julho de 2024, estima-se que o esquema tenha levado ao roubo de pelo menos 5.000 credenciais de usuários em 94 países. A Microsoft, em uma ação civil, processou indivíduos envolvidos na operação, destacando o impacto financeiro e as violações de propriedade intelectual resultantes desses crimes cibernéticos. Além disso, a Google também está processando operadores de outro serviço PhaaS, o Darcula, que tem causado uma onda de smishing nos EUA.

Líderes de TI buscam equilíbrio entre segurança e produtividade em software

Um novo relatório da JumpCloud e Google Workspace revela que apenas 6% dos líderes de TI estão satisfeitos com suas configurações tecnológicas atuais, destacando preocupações com custos, segurança e complexidade. A pesquisa indica que 87% dos líderes estão abertos a mudar suas suítes de produtividade em busca de plataformas mais unificadas e seguras. Os principais desafios enfrentados incluem tarefas administrativas elevadas, configurações de segurança complexas e preços complicados. A pesquisa critica a plataforma Microsoft 365, apontando a alta sobrecarga administrativa e a complexidade de configuração de segurança como principais pontos de dor. A utilização de inteligência artificial (IA) e uma postura de segurança de confiança zero são sugeridas como soluções para simplificar a gestão de dispositivos e usuários, além de prevenir ataques. O relatório enfatiza a necessidade de uma abordagem unificada para a gestão de identidade e segurança, em vez de depender de uma coleção desorganizada de ferramentas separadas.

Grupo ToddyCat adota novas táticas para acessar e-mails corporativos

O grupo de ameaças conhecido como ToddyCat tem utilizado métodos inovadores para obter acesso a dados de e-mail corporativo de empresas-alvo, incluindo uma ferramenta personalizada chamada TCSectorCopy. Essa técnica permite que os atacantes obtenham tokens do protocolo de autorização OAuth 2.0 através do navegador do usuário, possibilitando o acesso a e-mails corporativos fora da infraestrutura comprometida. Desde 2020, o ToddyCat tem como alvo diversas organizações na Europa e na Ásia, utilizando ferramentas como Samurai e TomBerBil para manter acesso e roubar cookies e credenciais de navegadores como Google Chrome e Microsoft Edge. Recentemente, o grupo explorou uma vulnerabilidade no ESET Command Line Scanner (CVE-2024-11859) para entregar um malware inédito chamado TCESB. Além disso, uma nova variante do TomBerBil foi detectada, capaz de extrair dados do Mozilla Firefox e operar em controladores de domínio. O ToddyCat também tem tentado obter tokens de acesso diretamente da memória em organizações que utilizam o Microsoft 365, utilizando uma ferramenta chamada SharpTokenFinder. Apesar de enfrentar dificuldades em algumas tentativas, o grupo continua a desenvolver suas técnicas para acessar correspondências corporativas de forma furtiva.

Agendas do Google e Microsoft são alvos de phishing com convites falsos

Especialistas em cibersegurança alertam para um aumento significativo de ataques de phishing direcionados a usuários das agendas do Google Workspace e Microsoft 365. Esses ataques, conhecidos como ICS phishing, utilizam convites falsos para eventos de calendário, que podem contornar as medidas de segurança das empresas. Mesmo que um e-mail com o convite seja colocado em quarentena, o evento ainda aparece na agenda do usuário, aumentando o risco de cliques em links maliciosos. Os cibercriminosos utilizam táticas como anexar QR Codes que redirecionam para malwares ou solicitar que a vítima ligue para números de telefone suspeitos. Para proteger suas contas, recomenda-se que os usuários ajustem as configurações de segurança de suas agendas, como permitir apenas convites de remetentes conhecidos e ativar a autenticação de dois fatores. A situação é preocupante, pois a visibilidade dos convites maliciosos na agenda pode levar a infecções de malware e roubo de credenciais.

Vulnerabilidade do Microsoft 365 Copilot permite vazamento de e-mails

Uma nova vulnerabilidade no Microsoft 365 Copilot foi descoberta, permitindo que atacantes enganem o assistente de IA para acessar e vazar dados sensíveis de e-mails corporativos. Pesquisadores identificaram que, ao ocultar instruções secretas dentro de um documento do Office, os atacantes podem forçar o Copilot a buscar e codificar e-mails recentes, empacotando-os em um diagrama malicioso gerado pelo Mermaid. Quando um usuário clica no diagrama, os e-mails codificados são enviados para um servidor controlado pelo atacante.

Investigação sobre Decodificação de Eventos de Log de Auditoria do Microsoft 365

Uma nova investigação da equipe de pesquisa de ameaças da Sekoia.io trouxe à tona a função do campo UserAuthenticationMethod nos logs de auditoria do Microsoft 365. Este campo, que antes era uma incógnita, é na verdade um bitfield que representa diferentes métodos de autenticação, permitindo uma análise mais clara dos eventos de login na plataforma. A pesquisa revelou que valores numéricos como 16, 272 ou 33554432 correspondem a métodos específicos de autenticação, como ‘Senha na Nuvem’ e ‘Login sem Senha’. Essa descoberta é crucial para analistas de segurança, pois permite monitorar a adoção de métodos de autenticação mais seguros e identificar fraquezas nas práticas de login. A equipe da Sekoia conseguiu mapear esses métodos ao correlacionar logs do Microsoft 365 com logs de login do Microsoft Entra ID, decifrando a lógica binária por trás dos valores. A decodificação do bitfield não só fecha uma lacuna significativa na visibilidade para os respondentes a incidentes, mas também destaca a evolução contínua das tecnologias de autenticação da Microsoft, com bits ainda não mapeados indicando futuras inovações. Essa pesquisa é um chamado para que os defensores contribuam com novas descobertas, fortalecendo o entendimento coletivo sobre a telemetria de autenticação do Microsoft 365.