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Meta se une à Nvidia para criar infraestrutura de IA em larga escala

A Meta anunciou uma parceria de vários anos com a Nvidia para desenvolver uma infraestrutura de inteligência artificial (IA) em larga escala, capaz de suportar bilhões de usuários globalmente. Esta colaboração envolve a implementação de milhões de GPUs e CPUs baseadas em Arm, visando otimizar a capacidade de processamento e eficiência operacional. A nova arquitetura unificada abrangerá centros de dados locais e implantações na nuvem da Nvidia, simplificando as operações e oferecendo recursos de computação de alto desempenho para treinamento e inferência de IA.

Vazamento de fotos em perfis privados do Instagram expõe usuários

Um pesquisador de segurança, Jatin Banga, revelou que perfis privados do Instagram estavam vazando links para fotos privadas em respostas HTML acessíveis a usuários não autenticados. O recurso de conta privada do Instagram deveria restringir o acesso a fotos, vídeos e histórias apenas a seguidores aprovados. No entanto, Banga encontrou que, em certos dispositivos móveis, o código-fonte HTML de perfis privados continha links e legendas de fotos que deveriam ser restritas. Ele relatou a vulnerabilidade à Meta, empresa-mãe do Instagram, em 12 de outubro de 2025. Embora a Meta tenha corrigido o problema rapidamente, o pesquisador contestou a classificação da falha como um problema de cache de CDN, afirmando que se tratava de uma falha de autorização no servidor. Apesar de suas tentativas de esclarecer a situação, a Meta encerrou o caso como ’não aplicável’, sem uma análise de causa raiz. Banga expressou preocupações sobre a falta de transparência e a possibilidade de que a falha tenha sido explorada antes de ser corrigida. O incidente destaca a importância da segurança em plataformas amplamente utilizadas e a necessidade de uma resposta adequada a vulnerabilidades reportadas.

WhatsApp pode acessar mensagens mesmo com criptografia de ponta a ponta

Um processo judicial em São Francisco, EUA, alega que o WhatsApp, apesar de utilizar criptografia de ponta a ponta, pode acessar as mensagens dos usuários. O caso é movido por um grupo de usuários da Austrália, México e África do Sul, que argumentam que a segurança prometida pela plataforma é uma ‘farsa’. Segundo o processo, funcionários da Meta, empresa controladora do WhatsApp, podem solicitar acesso às mensagens por meio de um sistema interno, permitindo que visualizem conversas, mesmo que os usuários acreditem que suas mensagens estão protegidas. A Meta refutou as alegações, chamando-as de ‘falsas e absurdas’, e afirmou que a criptografia de ponta a ponta tem sido uma característica do WhatsApp por mais de dez anos. O caso levanta preocupações sobre a privacidade e segurança dos dados dos usuários, especialmente em um momento em que a proteção de dados é uma questão crítica em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) impõe rigorosas normas de privacidade. Embora o processo não apresente detalhes técnicos aprofundados, a alegação de que mensagens podem ser acessadas em tempo real e que conteúdos excluídos podem ser recuperados é alarmante para os usuários que confiam na segurança do aplicativo.

Nova falha do Instagram expõe publicações privadas de usuários

Uma falha crítica de segurança no Instagram, descoberta pelo pesquisador Jatin Banga, permite que publicações privadas sejam acessadas por qualquer pessoa, incluindo usuários mal-intencionados. O problema reside na infraestrutura do servidor da Meta, que falha na lógica de autorização, permitindo que requisições GET não autenticadas retornem dados JSON com links diretos para fotos e legendas privadas. Embora a vulnerabilidade não tenha afetado todas as contas, cerca de 28% das contas testadas estavam comprometidas. A Meta foi notificada sobre a falha e resolveu o problema de forma silenciosa, sem admitir publicamente a vulnerabilidade. Essa situação levanta preocupações sobre a segurança dos dados dos usuários e a eficácia das medidas de privacidade implementadas pela plataforma.

Meta lança recurso de segurança para proteger usuários de alto risco no WhatsApp

A Meta iniciou a implementação de uma nova funcionalidade de segurança no WhatsApp, chamada ‘Configurações de Conta Rigorosas’, destinada a proteger jornalistas, figuras públicas e outros indivíduos em alto risco contra ameaças sofisticadas, como ataques de spyware. Essa nova camada de segurança complementa a criptografia de ponta a ponta já existente, oferecendo controles de privacidade extremos que podem ser ativados apenas a partir do dispositivo principal do usuário. Ao habilitar essa opção, os usuários terão suas contas protegidas por medidas rigorosas, como verificação em duas etapas, bloqueio de mídias e anexos de remetentes desconhecidos, silenciamento de chamadas de números não salvos, desativação de prévias de links e restrição de informações como ‘última vez visto’ e foto de perfil. A Meta enfatiza que essa funcionalidade é destinada a um número muito limitado de usuários que podem ser alvos de campanhas cibernéticas sofisticadas. A implementação gradual da funcionalidade ocorre em um contexto de crescente preocupação com a segurança digital, especialmente após casos de infecções por spyware, como o Pegasus, que afetaram jornalistas e ativistas. Além disso, a Meta está migrando para a linguagem de programação Rust para aumentar a proteção contra spyware. Essa iniciativa é um reflexo da necessidade de medidas de segurança mais robustas em um cenário de ameaças cibernéticas em constante evolução.

Meta implementa configurações de segurança no WhatsApp para usuários em risco

A Meta anunciou a adição de uma nova funcionalidade chamada ‘Configurações de Conta Rigorosas’ no WhatsApp, destinada a proteger usuários que podem ser alvos de ataques cibernéticos avançados, como jornalistas e figuras públicas. Essa funcionalidade, semelhante ao Modo de Bloqueio do iOS e à Proteção Avançada do Android, visa aumentar a segurança ao restringir algumas opções de conta e bloquear o recebimento de mídias e anexos de contatos desconhecidos. Ao ativar esse modo, os usuários podem silenciar chamadas de números não salvos e limitar outras configurações que podem comprometer sua segurança. A Meta também anunciou a adoção da linguagem de programação Rust em sua funcionalidade de compartilhamento de mídia, o que promete aumentar a segurança contra ataques de spyware. Essa mudança é parte de uma abordagem mais ampla para garantir a segurança dos usuários, minimizando a exposição a ataques e investindo em garantias de segurança para o código existente. A nova funcionalidade será disponibilizada gradualmente nas próximas semanas, e a Meta enfatiza que essas medidas são um passo importante na defesa contínua contra ameaças cibernéticas.

WhatsApp expõe dados de 206 milhões de brasileiros devido a falha

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Viena revelou uma falha de segurança no WhatsApp que expôs dados de 206 milhões de usuários brasileiros. A pesquisa, que envolveu a adição de números aleatórios ao aplicativo, resultou na coleta de 3,5 bilhões de números de celular, dos quais 57% tinham fotos de perfil visíveis e 29% apresentavam informações públicas, como status e nomes. Essa vulnerabilidade já havia sido reportada em 2017, mas a Meta, empresa controladora do WhatsApp, não implementou medidas eficazes para corrigi-la. Embora a Meta tenha afirmado que os dados expostos são informações públicas e que os usuários podem tornar suas informações privadas, os pesquisadores não encontraram barreiras significativas durante o teste. A situação é preocupante, especialmente considerando que 61% dos usuários brasileiros têm suas fotos de perfil expostas. Além disso, a pesquisa identificou usuários em países onde o aplicativo é banido, o que levanta questões sobre a segurança e privacidade em contextos de uso clandestino. A Meta declarou que está trabalhando em defesas contra scraping de dados, mas a eficácia dessas medidas ainda é questionada pelos pesquisadores.

Meta lança ferramenta para pesquisadores de segurança do WhatsApp

A Meta anunciou a disponibilização do WhatsApp Research Proxy para pesquisadores de bug bounty, visando aprimorar a segurança da plataforma de mensagens. A iniciativa busca facilitar a pesquisa em tecnologias específicas do WhatsApp, que continua sendo um alvo atrativo para atores patrocinados por estados e fornecedores de spyware. Nos últimos 15 anos, a Meta pagou mais de US$ 25 milhões em recompensas a mais de 1.400 pesquisadores, com mais de US$ 4 milhões pagos apenas neste ano. Entre as vulnerabilidades descobertas, destaca-se uma falha de validação incompleta em versões anteriores do WhatsApp, que poderia permitir que um usuário processasse conteúdo de URLs arbitrárias em dispositivos de outros usuários, embora não haja evidências de exploração dessa falha. Além disso, a Meta implementou proteções contra scraping após a descoberta de um método que poderia expor dados de 3,5 bilhões de usuários do WhatsApp. A empresa reafirmou que as mensagens dos usuários permanecem seguras devido à criptografia de ponta a ponta. A pesquisa também revelou números significativos de contas do WhatsApp em países onde o aplicativo é banido, como China e Myanmar.

Vulnerabilidades críticas em motores de IA afetam Nvidia e outras empresas

Pesquisadores da Oligo identificaram vulnerabilidades graves em motores de inferência de inteligência artificial, impactando grandes empresas como Meta, Microsoft e Nvidia. As falhas, que permitem a execução de código remoto, estão ligadas ao uso inseguro do ZeroMQ e à desserialização de dados com o módulo pickle do Python, resultando em um padrão de vulnerabilidade denominado ShadowMQ. A principal brecha foi encontrada no framework Llama da Meta, classificada como CVE-2024-50050, com um score CVSS de 6,3/9,3, que foi corrigida em outubro de 2025. Outras tecnologias, como a TensorRT-LLM da Nvidia e o Sarathi-Serve da Microsoft, também apresentaram falhas, com algumas ainda sem correção. A exploração dessas vulnerabilidades pode permitir que invasores executem códigos arbitrários, aumentem privilégios e até roubem modelos de IA. A situação é crítica, pois comprometer um único motor de inferência pode ter consequências severas, como a inserção de agentes maliciosos nas LLMs. O alerta é para que as empresas revisem suas implementações e apliquem as correções necessárias para evitar possíveis ataques.

10 do lucro da Meta vem de fraudes e produtos ilegais, revelam documentos

Documentos obtidos pela Reuters revelam que a Meta, empresa responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp, obteve 10% de seu lucro anual em 2024, equivalente a US$ 16 bilhões, a partir de anúncios relacionados a fraudes e produtos ilegais. A investigação aponta que, ao longo de três anos, a Meta falhou em identificar e mitigar anúncios que direcionam usuários a lojas virtuais fraudulentas, golpes de investimento e comércio de produtos proibidos. Apesar de um porta-voz da Meta afirmar que os números foram inflacionados e que a empresa tomou medidas para reduzir esses anúncios, os documentos indicam que a companhia prioriza o lucro em vez de proteger os usuários. Em 2023, 96% dos 100.000 relatos de fraudes feitos pelos usuários foram ignorados. Embora a Meta tenha removido mais de 134 milhões de conteúdos fraudulentos em 2025, a documentação sugere que ainda é mais fácil anunciar fraudes em suas plataformas do que em concorrentes como o Google. A empresa planeja reduzir gradualmente o lucro proveniente de anúncios ilícitos, mas sem ações imediatas, mantendo uma política reativa em relação a regulamentações.

Campanha de phishing afeta mais de 5 mil empresas via Facebook

Uma nova campanha de phishing, identificada pela Check Point Research, impactou mais de 5 mil empresas que utilizam o Facebook para publicidade. Os cibercriminosos enviaram cerca de 40 mil e-mails contendo links maliciosos, utilizando o domínio oficial da Meta para dar a impressão de legitimidade. A tática visa roubar credenciais e dados sigilosos, afetando especialmente setores como automotivo, educacional, imobiliário, hoteleiro e financeiro. Os e-mails fraudulentos foram elaborados para parecerem notificações reais do Meta Business Suite, o que aumentou a probabilidade de que os funcionários das empresas caíssem no golpe. A engenharia social foi utilizada para criar um senso de urgência, levando as vítimas a agir impulsivamente. A pesquisa destaca a gravidade do problema, pois os ataques foram realizados sob a aparência da própria plataforma da Meta, tornando-os mais perigosos do que tentativas comuns de phishing. Especialistas alertam que a credibilidade do domínio do remetente torna essas tentativas de phishing especialmente preocupantes, exigindo atenção redobrada das empresas.

Hackers Usam Phishing para Roubar Credenciais do Meta Business Suite

Uma nova campanha de phishing está explorando a infraestrutura confiável do Facebook para roubar credenciais de negócios em larga escala. Pesquisadores da Check Point descobriram que atacantes estão utilizando o domínio facebookmail.com e o recurso de convite do Meta Business Suite para enviar dezenas de milhares de e-mails de phishing convincentes, conseguindo contornar filtros de segurança tradicionais. Os e-mails, que parecem notificações legítimas do Meta, têm linhas de assunto urgentes como ‘Convite de Parceiro da Meta’ e são enviados de endereços autênticos, eliminando um dos principais sinais de alerta para os usuários.

Meta lucra com golpes que atingem famílias de baixa renda, aponta pesquisa

Um estudo do Projeto Brief revelou que o ecossistema da Meta, que inclui Facebook, Instagram e WhatsApp, está veiculando anúncios fraudulentos que afetam principalmente famílias de baixa renda e beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família. A pesquisa analisou 16 mil anúncios ativos e encontrou que 52% deles apresentavam indícios de golpe, com 9% confirmados como fraudulentos. Os golpistas focam em oferecer empréstimos e créditos consignados, utilizando narrativas emocionais para atrair vítimas. A Meta, ao permitir esses anúncios, não apenas tolera a fraude, mas também lucra com os cliques, mesmo que estes levem a golpes. A pesquisa destaca a necessidade urgente de regulamentação, como o Digital Services Act da União Europeia, para responsabilizar as plataformas digitais. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) parece insuficiente para conter essas fraudes, que resultaram em prejuízos de mais de R$ 40 bilhões para 56 milhões de brasileiros em 2024. O relatório conclui que a falta de moderação eficaz nas plataformas contribui para a proliferação de fraudes digitais.

Hackers do Pwn2Own reportam vulnerabilidade no WhatsApp à Meta

Durante a competição de hacking Pwn2Own Irlanda 2025, realizada em Cork, de 21 a 23 de outubro, a equipe Z3 decidiu não demonstrar publicamente uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código sem clique no WhatsApp. Em vez disso, optaram por relatar a falha de forma privada à Meta, a empresa-mãe do WhatsApp, através de um processo de divulgação coordenada. Essa decisão surpreendeu os participantes, pois a exploração poderia ter rendido à equipe um prêmio recorde de US$ 1 milhão. A Zero Day Initiative (ZDI), organizadora do evento, elogiou a escolha da equipe, que priorizou a segurança dos usuários em vez de um espetáculo público. A vulnerabilidade é considerada de alto risco, pois permite que atacantes comprometam dispositivos sem qualquer interação do usuário, tornando-se uma ameaça significativa, especialmente para os três bilhões de usuários do WhatsApp. A Meta se comprometeu a reforçar a segurança do aplicativo e a ZDI concedeu um prazo de até 90 dias para que a empresa desenvolva e implemente correções antes de qualquer divulgação pública. Embora os detalhes técnicos da vulnerabilidade não tenham sido divulgados, especialistas esperam que a Meta atue rapidamente para mitigar o risco de exploração real.

Meta Introduz Novas Ferramentas de Segurança para Usuários do Messenger e WhatsApp

A Meta lançou um conjunto de novas ferramentas de segurança para o Messenger e WhatsApp, com o objetivo de proteger contas e ajudar especialmente os idosos a evitar fraudes comuns. Essas funcionalidades foram introduzidas durante o Mês de Conscientização sobre Cibersegurança e fazem parte de uma campanha global contra fraudes. Desde o início do ano, as equipes de segurança da Meta identificaram e interromperam quase 8 milhões de contas no Facebook e Instagram ligadas a centros de fraudes que visam pessoas em todo o mundo, incluindo idosos. Os novos recursos permitirão que os usuários relatem mensagens suspeitas com mais facilidade e bloqueiem automaticamente contas que apresentem comportamentos fraudulentos. Além disso, a Meta firmou parceria com o National Elder Fraud Coordination Center, uma organização sem fins lucrativos que reúne bancos, autoridades policiais e grupos de defesa para combater fraudes direcionadas a idosos. As fraudes mais comuns incluem serviços de reforma de casas falsos e serviços de recuperação de dinheiro que imitam sites oficiais, como o do FBI. O relatório de Crimes na Internet de 2024 do FBI revelou que americanos com 60 anos ou mais perderam cerca de 4,8 bilhões de dólares devido a fraudes no ano passado. As novas ferramentas e dicas visam tornar o Messenger e o WhatsApp mais seguros, especialmente para os idosos, que são mais vulneráveis a esses golpes.

Meta lança ferramentas para proteger usuários de Messenger e WhatsApp

No dia 21 de outubro de 2025, a Meta anunciou novas ferramentas para proteger os usuários do Messenger e do WhatsApp contra possíveis fraudes. No WhatsApp, serão introduzidos avisos quando os usuários tentarem compartilhar a tela com contatos desconhecidos durante chamadas de vídeo, prevenindo a exposição de informações sensíveis, como dados bancários e códigos de verificação. No Messenger, uma nova configuração chamada ‘Detecção de Fraudes’ permitirá que os usuários recebam alertas sobre mensagens suspeitas de contatos desconhecidos. A detecção ocorre no dispositivo do usuário, garantindo que as conversas com criptografia de ponta a ponta permaneçam seguras. Caso uma mensagem seja identificada como potencialmente fraudulenta, os usuários poderão optar por enviar as mensagens para uma revisão por inteligência artificial, embora isso desative a criptografia. A Meta também relatou ter tomado medidas contra mais de 21 mil páginas e contas no Facebook que se passavam por suporte ao cliente, além de ter desativado cerca de 8 milhões de contas associadas a centros de fraudes. Esses esquemas, frequentemente relacionados a fraudes de investimento, manipulam emocionalmente as vítimas, levando-as a perder grandes quantias de dinheiro. A empresa continua a trabalhar para combater esses crimes, especialmente aqueles que visam populações vulneráveis, como os idosos.