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Marimo corrige falha crítica em software de notebook

A Marimo, desenvolvedora de software, anunciou a correção de uma vulnerabilidade de alta severidade em sua aplicação de notebook, identificada como CVE-2026-75149. Essa falha permitia que um atacante executasse comandos do Model Context Protocol (MCP) ao abrir um notebook malicioso em modo de edição. O problema, que afeta versões anteriores à 0.23.15, foi classificado com um CVSS v4 de 8.7 e um CVSS v3.1 de 8.8, indicando a necessidade de interação do usuário, mas sem exigir autenticação do atacante. A correção foi disponibilizada na versão 0.23.15, lançada em 23 de julho de 2026, e os usuários são aconselhados a atualizar para evitar riscos. A vulnerabilidade foi descoberta por Gregory Tan, que também contribuiu para a implementação de um patch de segurança que trata metadados de notebooks como controlados por atacantes, utilizando uma lista de permissões para configurações fornecidas pelo notebook. Além disso, uma falha anterior, CVE-2026-67618, também relacionada a comandos controlados por atacantes, foi divulgada em agosto de 2026, reforçando a necessidade de atenção contínua à segurança do software. A Marimo recomenda que os usuários mantenham suas versões atualizadas para garantir a proteção contra essas e outras vulnerabilidades.

Ameaça de cibersegurança uso de IA em ataque a Marimo

Um ator de ameaça desconhecido utilizou um agente de modelo de linguagem grande (LLM) para realizar ações pós-comprometimento após explorar uma vulnerabilidade crítica no Marimo, uma plataforma de notebooks acessível pela internet. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-39987, permite a execução remota de comandos arbitrários por atacantes não autenticados. Após comprometer um notebook Marimo, o atacante extraiu credenciais de nuvem e obteve uma chave SSH do AWS Secrets Manager, utilizando-a para acessar um servidor bastião e exfiltrar um banco de dados PostgreSQL interno em menos de dois minutos. O uso do LLM permitiu que o atacante improvisasse ações sem conhecimento prévio do ambiente, demonstrando uma adaptabilidade que torna a defesa mais complexa. A Sysdig, empresa de segurança em nuvem, recomenda que os usuários atualizem para a versão mais recente do Marimo e realizem auditorias em ambientes acessíveis publicamente, além de rotacionar credenciais e chaves de API. Este incidente destaca a necessidade urgente de medidas de segurança robustas em face de ameaças que utilizam inteligência artificial.

Vulnerabilidade crítica no Marimo permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi descoberta na plataforma de notebooks reativos Marimo, permitindo a execução remota de código sem autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-39987, afeta as versões 0.20.4 e anteriores e recebeu uma pontuação crítica de 9.3 de 10 pela GitHub. A exploração começou apenas 10 horas após a divulgação pública da falha, com atacantes utilizando informações do aviso do desenvolvedor para realizar operações de exfiltração de dados sensíveis. A vulnerabilidade se origina do endpoint WebSocket ‘/terminal/ws’, que expõe um terminal interativo sem as devidas verificações de autenticação, permitindo que qualquer cliente não autenticado se conecte e execute comandos. O Marimo é amplamente utilizado por cientistas de dados e desenvolvedores, com 20.000 estrelas no GitHub. Os desenvolvedores lançaram a versão 0.23.0 para corrigir a falha, recomendando que os usuários atualizem imediatamente e monitorem as conexões WebSocket. Caso a atualização não seja viável, a recomendação é bloquear o acesso ao endpoint vulnerável.

Vulnerabilidade crítica no Marimo é explorada rapidamente após divulgação

Uma vulnerabilidade de segurança crítica foi identificada no Marimo, um notebook Python de código aberto voltado para ciência de dados, e foi explorada em menos de 10 horas após sua divulgação pública. A falha, classificada como CVE-2026-39987 com um escore CVSS de 9.3, permite a execução remota de código sem autenticação em todas as versões do Marimo até a 0.20.4. A vulnerabilidade reside no endpoint WebSocket /terminal/ws, que não valida a autenticação, permitindo que atacantes obtenham um shell interativo completo e executem comandos do sistema. A Sysdig observou a primeira tentativa de exploração apenas 9 horas e 41 minutos após a divulgação, onde um ator desconhecido acessou um sistema honeypot e começou a explorar o sistema, buscando dados sensíveis como chaves SSH e o arquivo .env. A rapidez com que as falhas recém-divulgadas estão sendo exploradas indica que os atacantes monitoram atentamente as divulgações de vulnerabilidades, o que reduz o tempo disponível para que os defensores respondam. Isso ressalta que qualquer aplicação exposta à internet com uma vulnerabilidade crítica é um alvo, independentemente de sua popularidade.