Marimo

Vulnerabilidade crítica no Marimo permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi descoberta na plataforma de notebooks reativos Marimo, permitindo a execução remota de código sem autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-39987, afeta as versões 0.20.4 e anteriores e recebeu uma pontuação crítica de 9.3 de 10 pela GitHub. A exploração começou apenas 10 horas após a divulgação pública da falha, com atacantes utilizando informações do aviso do desenvolvedor para realizar operações de exfiltração de dados sensíveis. A vulnerabilidade se origina do endpoint WebSocket ‘/terminal/ws’, que expõe um terminal interativo sem as devidas verificações de autenticação, permitindo que qualquer cliente não autenticado se conecte e execute comandos. O Marimo é amplamente utilizado por cientistas de dados e desenvolvedores, com 20.000 estrelas no GitHub. Os desenvolvedores lançaram a versão 0.23.0 para corrigir a falha, recomendando que os usuários atualizem imediatamente e monitorem as conexões WebSocket. Caso a atualização não seja viável, a recomendação é bloquear o acesso ao endpoint vulnerável.

Vulnerabilidade crítica no Marimo é explorada rapidamente após divulgação

Uma vulnerabilidade de segurança crítica foi identificada no Marimo, um notebook Python de código aberto voltado para ciência de dados, e foi explorada em menos de 10 horas após sua divulgação pública. A falha, classificada como CVE-2026-39987 com um escore CVSS de 9.3, permite a execução remota de código sem autenticação em todas as versões do Marimo até a 0.20.4. A vulnerabilidade reside no endpoint WebSocket /terminal/ws, que não valida a autenticação, permitindo que atacantes obtenham um shell interativo completo e executem comandos do sistema. A Sysdig observou a primeira tentativa de exploração apenas 9 horas e 41 minutos após a divulgação, onde um ator desconhecido acessou um sistema honeypot e começou a explorar o sistema, buscando dados sensíveis como chaves SSH e o arquivo .env. A rapidez com que as falhas recém-divulgadas estão sendo exploradas indica que os atacantes monitoram atentamente as divulgações de vulnerabilidades, o que reduz o tempo disponível para que os defensores respondam. Isso ressalta que qualquer aplicação exposta à internet com uma vulnerabilidade crítica é um alvo, independentemente de sua popularidade.