Magento

Campanha de malware ataca lojas online Magento e rouba dados de cartões

Uma nova campanha de cibersegurança está afetando quase 100 lojas online que utilizam a plataforma de e-commerce Magento, inserindo um código malicioso para roubo de dados de cartões de crédito em uma imagem SVG de tamanho reduzido. Ao clicar no botão de checkout, os usuários são apresentados a uma sobreposição convincente que valida os dados do cartão e informações de cobrança. A empresa de segurança eCommerce Sansec identificou que o ataque provavelmente explorou a vulnerabilidade PolyShell, que permite a execução de código não autenticado e a tomada de controle de contas. O malware é injetado como um elemento SVG de 1x1 pixel com um manipulador ‘onload’ que contém o código do skimmer, evitando a detecção por scanners de segurança. Dados de pagamento submetidos são validados em tempo real e enviados ao atacante em um formato JSON ofuscado. A Sansec recomenda que os proprietários de sites verifiquem a presença de tags SVG ocultas e monitorem solicitações suspeitas. Até o momento, a Adobe não lançou uma atualização de segurança para corrigir a falha PolyShell em versões estáveis do Magento, o que aumenta o risco para os usuários da plataforma.

Novo skimmer de pagamento usa WebRTC para roubo de dados

Pesquisadores de cibersegurança descobriram um novo skimmer de pagamento que utiliza canais de dados WebRTC para receber cargas maliciosas e exfiltrar dados, contornando controles de segurança tradicionais. Em um ataque recente, um site de e-commerce de um fabricante de automóveis foi comprometido devido à vulnerabilidade PolyShell, que afeta o Magento Open Source e o Adobe Commerce. Essa falha permite que atacantes não autenticados carreguem executáveis arbitrários via API REST, resultando em execução de código. Desde 19 de março de 2026, a PolyShell tem sido amplamente explorada, com mais de 50 endereços IP envolvidos na atividade de varredura, afetando 56,7% das lojas vulneráveis. O skimmer estabelece uma conexão peer-to-peer WebRTC com um endereço IP específico e injeta código JavaScript na página da web para roubar informações de pagamento. A utilização de WebRTC representa uma evolução significativa nos ataques de skimmer, pois contorna as diretrizes de Política de Segurança de Conteúdo (CSP), dificultando a detecção do tráfego malicioso. A Adobe lançou uma correção para a vulnerabilidade, mas ainda não está disponível nas versões de produção. Os proprietários de sites são aconselhados a bloquear o acesso a diretórios específicos e a escanear suas lojas em busca de shells web e outros malwares.

Ataques exploram vulnerabilidade PolyShell em Magento e Adobe Commerce

Recentemente, a vulnerabilidade PolyShell, presente nas versões 2 do Magento Open Source e Adobe Commerce, começou a ser explorada em massa, afetando mais de 56% das lojas vulneráveis. A empresa de segurança Sansec relatou que os ataques começaram em 19 de março, apenas dois dias após a divulgação pública do problema. A falha está relacionada à API REST do Magento, que permite o upload de arquivos, possibilitando a execução remota de código e a tomada de controle de contas através de cross-site scripting (XSS) armazenado, dependendo da configuração do servidor web.

Vulnerabilidade crítica na API REST do Magento permite execução de código

A Sansec alertou sobre uma falha de segurança crítica na API REST do Magento, que pode permitir que atacantes não autenticados façam upload de executáveis arbitrários, resultando em execução de código e possível tomada de conta. Denominada PolyShell, a vulnerabilidade se aproveita do fato de que o Magento aceita uploads de arquivos como parte das opções personalizadas de itens no carrinho. A falha afeta todas as versões do Magento Open Source e Adobe Commerce até a versão 2.4.9-alpha2. Embora a Adobe tenha corrigido o problema na versão pré-lançamento 2.4.9, as versões em produção permanecem vulneráveis. Para mitigar riscos, recomenda-se restringir o acesso ao diretório de uploads e verificar as regras do servidor web. Além disso, a Sansec observou uma campanha em andamento que comprometeu e desfigurou milhares de sites de e-commerce Magento, afetando grandes marcas globais. A situação destaca a necessidade urgente de ações corretivas por parte de administradores de sistemas e CISOs para proteger suas infraestruturas contra possíveis explorações dessa vulnerabilidade.

Vulnerabilidade PolyShell afeta Magento e Adobe Commerce

Uma nova vulnerabilidade, chamada ‘PolyShell’, foi descoberta e afeta todas as versões estáveis 2 do Magento Open Source e do Adobe Commerce. Essa falha permite a execução de código não autenticado e a tomada de controle de contas. Embora não haja evidências de exploração ativa até o momento, a empresa de segurança eCommerce Sansec alerta que métodos de exploração já estão circulando, prevendo que ataques automatizados possam começar em breve. A Adobe lançou uma correção, mas ela está disponível apenas na segunda versão alfa da versão 2.4.9, deixando as versões de produção vulneráveis. A vulnerabilidade está relacionada à API REST do Magento, que aceita uploads de arquivos como parte das opções personalizadas para itens do carrinho. Quando um produto tem uma opção do tipo ‘arquivo’, o Magento processa um objeto file_info embutido que contém dados de arquivo codificados em base64, tipo MIME e nome do arquivo, escrevendo-o no servidor. A Sansec observou que muitos sites expõem arquivos no diretório de upload, aumentando o risco de execução remota de código ou tomada de conta via XSS armazenado. Até que a Adobe disponibilize um patch para as versões de produção, recomenda-se que os administradores de lojas restrinjam o acesso ao diretório pub/media/custom_options/, verifiquem as regras do servidor web e realizem varreduras em busca de shells e malware.

Hackers exploram vulnerabilidade crítica no Magento e Adobe Commerce

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2025-54236 e chamada de SessionReaper, está sendo explorada ativamente por hackers em plataformas de comércio eletrônico como Adobe Commerce e Magento. Essa falha permite a execução remota de código e a tomada de controle de contas de clientes em milhares de lojas online. Detectada pela primeira vez em 22 de outubro de 2025, a vulnerabilidade combina uma sessão maliciosa com um bug de desserialização na API REST do Magento, permitindo que atacantes façam upload de backdoors PHP disfarçados. Apesar de um patch de emergência ter sido lançado pela Adobe em 9 de setembro, a adoção do mesmo foi lenta, com menos de 40% das lojas afetadas aplicando a correção até a data da descoberta. A situação é agravada pelo fato de que a Adobe inicialmente minimizou a gravidade da vulnerabilidade em seu aviso oficial. Com 62% das lojas ainda sem correção, a ameaça continua a evoluir, exigindo ações imediatas por parte dos administradores de sistemas para evitar compromissos.

Ameaça de Exploração de Vulnerabilidade Crítica no Magento

A empresa de segurança cibernética Sansec alertou que criminosos cibernéticos começaram a explorar uma vulnerabilidade crítica recentemente divulgada nas plataformas Adobe Commerce e Magento Open Source. A falha, identificada como CVE-2025-54236, possui uma pontuação CVSS de 9.1 e permite a tomada de controle de contas de clientes através da API REST do Commerce. Desde a divulgação pública da vulnerabilidade, mais de 250 tentativas de ataque foram registradas em apenas 24 horas, com 62% das lojas Magento ainda vulneráveis. Os ataques têm origem em diversos endereços IP, onde os invasores utilizam a falha para implantar webshells PHP ou extrair informações de configuração do PHP. A Sansec recomenda que os administradores de sites apliquem os patches disponíveis o mais rápido possível para evitar a exploração mais ampla da vulnerabilidade. Essa é a segunda falha de desserialização crítica que afeta as plataformas Adobe Commerce e Magento em dois anos, o que destaca a necessidade urgente de atenção e ação por parte dos administradores de sistemas.

Adobe alerta sobre falha crítica em plataformas de Comércio e Magento

A Adobe emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2025-54236, que afeta suas plataformas Adobe Commerce e Magento Open Source. Com uma pontuação CVSS de 9.1, a falha é classificada como um problema de validação inadequada de entrada, permitindo que atacantes possam assumir o controle de contas de clientes através da API REST do Commerce. A vulnerabilidade impacta diversas versões do Adobe Commerce e Magento, incluindo versões anteriores a 2.4.9-alpha2 e 2.4.8-p2, entre outras. Embora a Adobe não tenha conhecimento de explorações ativas, a empresa lançou um hotfix e implementou regras de firewall de aplicação web (WAF) para proteger os ambientes contra tentativas de exploração. A empresa de segurança Sansec comparou essa vulnerabilidade a outras falhas significativas na história do Magento, como o Shoplift e o CosmicSting. Além disso, a Adobe também corrigiu uma vulnerabilidade crítica no ColdFusion, que poderia permitir gravações arbitrárias no sistema de arquivos. É essencial que os comerciantes que utilizam essas plataformas tomem medidas imediatas para mitigar os riscos associados a essa vulnerabilidade.

Falha no SessionReaper do Magento e Adobe coloca lojas online em risco

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como SessionReaper (CVE-2025-54236), foi descoberta no Magento, levando a Adobe a interromper seu ciclo regular de atualizações para lançar um patch de emergência. Essa falha é considerada uma das mais severas na história do Magento, comparável a incidentes anteriores como Shoplift e TrojanOrder. A vulnerabilidade permite que atacantes, com acesso autenticado, manipulem configurações administrativas e injetem códigos maliciosos através da API do Magento. A exploração dessa falha pode ocorrer rapidamente, uma vez que ferramentas automatizadas de escaneamento devem ser utilizadas para identificar instâncias não corrigidas logo após a publicação do patch. A Adobe notificou seus clientes do Commerce Cloud em 4 de setembro, mas os usuários de Magento open source só foram informados em 9 de setembro, levantando preocupações sobre a transparência na distribuição de atualizações de segurança. Para mitigar os riscos, os comerciantes devem aplicar o patch imediatamente, revisar credenciais de administrador e implementar autenticação multifatorial. O cenário destaca a necessidade urgente de vigilância e defesa em camadas para proteger as lojas Magento contra essa vulnerabilidade crítica.