Música

CEO da Suno afirma que fazer música não é mais prazeroso

Mikey Shulman, CEO da Suno, uma plataforma de geração de música por IA, gerou polêmica ao afirmar que a criação musical não é uma atividade prazerosa para a maioria das pessoas. Durante uma entrevista no podcast 20VC, ele destacou que a produção musical exige tempo, prática e habilidades que muitos não possuem, sugerindo que sua plataforma poderia facilitar esse processo e democratizar a criação musical. No entanto, suas declarações provocaram uma forte reação negativa de músicos e profissionais da indústria, que argumentaram que o esforço e a dedicação são partes essenciais da experiência artística. A preocupação com o impacto da IA na indústria musical é crescente, com previsões indicando que os trabalhadores do setor podem perder até 25% de sua renda nos próximos anos. Shulman posteriormente se desculpou por suas declarações, reconhecendo a importância do trabalho árduo na música. O artigo destaca a tensão entre a inovação tecnológica e a preservação da arte, refletindo um debate mais amplo sobre o papel da IA nas indústrias criativas.

OpenAI testa nova funcionalidade chamada Sonata

A OpenAI está testando uma nova funcionalidade ou produto com o codinome ‘Sonata’, que pode estar relacionado a experiências musicais ou de áudio no ChatGPT. Recentemente, foram identificados novos subdomínios associados à OpenAI, como sonata.openai.com e sonata.api.openai.com, indicando que a empresa está desenvolvendo um novo serviço. O codinome ‘Sonata’ refere-se a uma composição musical instrumental de múltiplos movimentos, mas seu significado exato ainda é incerto. Além disso, a OpenAI anunciou melhorias nas capacidades de busca de detalhes em chats passados no ChatGPT, permitindo que os usuários acessem o contexto original de conversas anteriores. A empresa também está aprimorando as funcionalidades de ditado para todos os usuários logados. Embora o artigo não mencione incidentes de segurança ativos, ele destaca inovações que podem impactar a experiência do usuário e a forma como as informações são geridas na plataforma.

Música gerada por IA é problemática quando finge ser artista real

A música gerada por inteligência artificial (IA) está se tornando cada vez mais comum, mas não necessariamente popular. Recentemente, a cantora folk inglesa Emily Portman se deparou com um álbum falso, intitulado ‘Orca’, que foi lançado sob seu nome sem sua autorização. Esse incidente destaca um problema crescente: a imitação de artistas por meio de IA, levando a um roubo de identidade digital. Outros artistas, como Josh Kaufman e Blaze Foley, também foram vítimas desse fenômeno. A situação se agrava com a dificuldade das plataformas de streaming em monitorar as 99.000 novas músicas carregadas diariamente, muitas vezes sem verificação adequada. Embora a IA possa ser uma ferramenta útil para músicos, seu uso para criar conteúdo falso representa um roubo de propriedade artística. A falta de consentimento e contexto altera a experiência do ouvinte, levando a uma desvalorização da autenticidade na música. A crescente aceitação de músicas geradas por IA pode resultar em uma saturação de conteúdo de baixa qualidade, prejudicando artistas reais e sua capacidade de se destacar no mercado.