Langflow

Vulnerabilidade crítica no Langflow permite exploração de servidores

A vulnerabilidade CVE-2026-5027, classificada como de alta severidade, está sendo ativamente explorada por atacantes na plataforma de desenvolvimento de IA Langflow. Essa falha de path traversal na funcionalidade de upload de arquivos permite que invasores escrevam arquivos em locais arbitrários do sistema de arquivos, utilizando sequências de travessia de caminho (’../’). O problema foi identificado pela Tenable no início de 2026 e divulgado publicamente em 27 de março, após a equipe do Langflow não ter respondido a um relatório inicial. A exploração é facilitada pelo fato de que o Langflow permite login automático não autenticado por padrão, tornando a vulnerabilidade acessível sem a necessidade de credenciais. Pesquisas indicam que cerca de 7.000 instâncias do Langflow estão expostas publicamente, embora esses dados possam incluir resultados de varreduras históricas. A recomendação é que os usuários atualizem para a versão mais recente, 1.10.0, que corrige a falha. A situação é preocupante, especialmente considerando que outras vulnerabilidades no Langflow também foram alvo de exploração recentemente.

Vulnerabilidade crítica no Langflow permite execução remota de código

Uma falha de segurança de alta gravidade, classificada como CVE-2026-5027, foi identificada na plataforma de código aberto Langflow, que permite a construção de aplicações de inteligência artificial. Com uma pontuação CVSS de 8.8, essa vulnerabilidade de ‘path traversal’ possibilita que atacantes escrevam arquivos em locais arbitrários do sistema de arquivos. O endpoint vulnerável, ‘POST /api/v2/files’, não sanitiza o parâmetro ‘filename’, permitindo que sequências de travessia de caminho (’../’) sejam utilizadas para explorar a falha. A empresa Tenable, que descobriu a vulnerabilidade, tentou contatar os mantenedores do projeto em três ocasiões antes de divulgar a questão em março de 2026. A vice-presidente de pesquisa de segurança da VulnCheck, Caitlin Condon, destacou que a vulnerabilidade permite a execução remota de código, e como o Langflow permite login automático não autenticado por padrão, um único pedido não autenticado é suficiente para obter um token de sessão válido. Até o momento, os esforços de exploração têm se concentrado em escrever arquivos de teste nos sistemas das vítimas. Dados do Censys indicam que cerca de 7.000 instâncias do Langflow estão expostas publicamente na internet, principalmente na América do Norte. Essa atividade de exploração segue uma série de vulnerabilidades anteriores no Langflow, indicando uma tendência crescente de ataques direcionados a ferramentas utilizadas para desenvolver aplicações de IA.

CISA adiciona falhas críticas em Langflow e Trend Micro Apex One

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu duas vulnerabilidades críticas em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploradas (KEV), afetando o Langflow e o Trend Micro Apex One. A primeira, CVE-2025-34291, com um escore CVSS de 9.4, é uma falha de validação de origem no Langflow que permite a execução de código arbitrário, comprometendo totalmente o sistema. A segunda, CVE-2026-34926, com um escore CVSS de 6.7, é uma vulnerabilidade de travessia de diretório nas versões on-premise do Apex One, que pode ser explorada por um atacante local com credenciais administrativas para injetar código malicioso. Relatórios indicam que a falha no Langflow foi explorada por um grupo de hackers iraniano, MuddyWater, para obter acesso inicial a redes-alvo. A CISA exige que as agências federais apliquem correções até 4 de junho de 2026, dada a gravidade da exploração ativa dessas vulnerabilidades.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no framework Langflow

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) emitiu um alerta sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-33017, que afeta o framework Langflow, amplamente utilizado para a construção de agentes de inteligência artificial. Com uma pontuação de 9.3 em 10, essa falha permite a execução remota de código, possibilitando que atacantes criem fluxos públicos sem autenticação. A exploração começou rapidamente após a divulgação do aviso, com atividades de escaneamento automatizado iniciando em apenas 20 horas e a coleta de dados em 24 horas. O Langflow, um framework visual open-source com 145 mil estrelas no GitHub, é um alvo atrativo para hackers devido à sua popularidade. A CISA recomenda que administradores de sistemas atualizem para a versão 1.9.0 ou superior para mitigar a vulnerabilidade ou restrinjam o endpoint vulnerável. Embora a CISA não tenha classificado a exploração como relacionada a ransomware, a urgência da atualização é clara, especialmente para organizações sob a Diretiva Operacional Vinculativa (BOD) 22-01. A situação destaca a importância de monitorar o tráfego de saída e rotacionar credenciais em caso de atividades suspeitas.

Falha crítica de segurança no Langflow é explorada em 20 horas

Uma vulnerabilidade crítica no Langflow, identificada como CVE-2026-33017, foi explorada ativamente apenas 20 horas após sua divulgação pública. Com uma pontuação CVSS de 9.3, a falha resulta de uma combinação de falta de autenticação e injeção de código, permitindo a execução remota de código sem autenticação. O endpoint vulnerável, /api/v1/build_public_tmp/{flow_id}/flow, permite a construção de fluxos públicos sem exigir autenticação, o que possibilita que atacantes enviem dados controlados por eles, incluindo código Python arbitrário. A exploração bem-sucedida pode permitir que um invasor execute código com privilégios totais do servidor, acessando variáveis de ambiente e arquivos sensíveis.