Langflow

CISA ordena correção urgente de vulnerabilidade crítica em Langflow

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos EUA emitiu uma ordem para que agências governamentais priorizem a correção de uma vulnerabilidade crítica no framework Langflow, identificada como CVE-2026-0770. Essa falha de segurança permite que atacantes não autenticados executem código remotamente com privilégios de root, facilitando ataques de baixa complexidade. A vulnerabilidade foi descoberta por pesquisadores da Trend Micro, que explicaram que o problema está relacionado ao manuseio do parâmetro exec_globals na endpoint de validação. Desde sua identificação, foram registrados mais de 220 tentativas de exploração, com atividades maliciosas que incluem a execução de comandos e tentativas de obter credenciais da AWS. A CISA alertou que essa vulnerabilidade representa um vetor de ataque frequente e significativo para atores maliciosos, exigindo que as organizações que utilizam Langflow revisem suas atividades e restrinjam o acesso à funcionalidade de validação. Além disso, a CISA já havia sinalizado outras vulnerabilidades no Langflow nos últimos anos, reforçando a necessidade de vigilância contínua e correções rápidas.

Ataque de ransomware JADEPUFFER compromete servidores Langflow

Pesquisadores da Sysdig identificaram um segundo ataque ao servidor Langflow, vinculado ao operador JADEPUFFER, que já havia sido documentado anteriormente. O novo ataque utiliza o ransomware ENCFORGE, desenvolvido em Go, que tem como alvo arquivos críticos de infraestrutura de IA, como pesos de modelos e conjuntos de dados de treinamento. A vulnerabilidade explorada, CVE-2025-3248, permite a execução remota de código em versões do Langflow anteriores à 1.3.0, apresentando um CVSS de 9.8. O ransomware não apenas criptografa arquivos, mas também renomeia-os com a extensão .locked e elimina processos que mantêm arquivos abertos antes da criptografia. O ataque foi realizado através da exploração do Docker socket, permitindo que o operador criasse um contêiner privilegiado para executar o ransomware no host. A Sysdig estima que a recuperação de um modelo de IA criptografado pode custar entre R$ 375 mil e R$ 2,5 milhões, considerando o tempo de engenharia e computação em nuvem necessários. A recomendação é atualizar o Langflow para a versão 1.9.1 ou superior e rotacionar credenciais de acesso.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no Langflow para IA

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu um alerta para que agências federais corrigissem uma vulnerabilidade ativa no Langflow, uma ferramenta popular para desenvolvimento de agentes de IA. A falha, identificada como CVE-2026-55255, é uma referência direta insegura (IDOR) que permite a atacantes autenticados acessarem fluxos de outros usuários ao enviar uma solicitação maliciosa ao endpoint /api/v1/responses com o UUID da vítima. A exploração bem-sucedida pode resultar no acesso a dados sensíveis e no consumo de recursos da vítima. A CISA destacou que essa vulnerabilidade é um vetor de ataque frequente e representa riscos significativos para a segurança federal. Além disso, outras falhas no Langflow foram identificadas, incluindo problemas de autenticação e injeção de código. A CISA ordenou que as agências federais garantissem a segurança de seus dispositivos até a última sexta-feira, conforme exigido pela Diretiva Operacional Vinculante 26-04. A exploração dessa vulnerabilidade foi observada pela primeira vez em junho, com motivações financeiras por parte dos atacantes, que buscam computação e credenciais de IA. A situação exige atenção imediata das equipes de segurança cibernética para evitar possíveis compromissos.

Primeiro caso documentado de ransomware gerado por IA

Pesquisadores identificaram o que acreditam ser o primeiro caso documentado de uma operação de ransomware, chamada JadePuffer, conduzida inteiramente por um agente de modelo de linguagem grande (LLM). Segundo a empresa de segurança em nuvem Sysdig, JadePuffer utilizou um agente de IA autônomo para realizar reconhecimento do alvo, roubar credenciais, mover-se lateralmente, estabelecer persistência, escalar privilégios e criptografar dados. O agente de IA demonstrou uma capacidade de adaptação a falhas durante a intrusão, semelhante ao que um operador humano faria. A operação começou com a exploração de uma vulnerabilidade (CVE-2025-3248) em Langflow, um framework open-source popular. Após obter acesso, o agente coletou informações sensíveis e estabeleceu persistência no servidor. A partir daí, ele se moveu para um servidor MySQL de produção, onde implantou o ransomware, criptografando 1.342 itens de configuração do serviço Nacos. A nota de resgate indicava que os dados foram criptografados usando o algoritmo AES-256, embora os pesquisadores acreditem que o AES-128-ECB foi o realmente utilizado. Este caso destaca a chegada de ‘agentes de ameaças autônomas’, que podem reduzir a habilidade necessária para realizar ataques cibernéticos prejudiciais.

Primeiro ataque de ransomware conduzido por agente de IA é identificado

A empresa de segurança Sysdig revelou um ataque de ransomware que, segundo eles, foi totalmente conduzido por um agente de inteligência artificial, nomeado JADEPUFFER. O ataque explorou uma vulnerabilidade já corrigida (CVE-2025-3248) em Langflow, uma ferramenta de código aberto, permitindo que o agente acessasse servidores expostos na internet. Após invadir a rede, o agente mapeou a máquina, coletou credenciais e, em seguida, criptografou e eliminou dados de um banco de dados de produção. O ataque se destacou pela ausência de um chave de descriptografia, impossibilitando a recuperação dos dados, mesmo que o resgate fosse pago. A Sysdig observou que o código do ataque continha anotações em inglês que explicavam cada passo, uma característica típica de modelos de IA, e que o agente corrigiu seus próprios erros rapidamente. Este incidente marca um novo patamar na automação de ataques cibernéticos, levantando preocupações sobre a segurança de sistemas que utilizam ferramentas de IA expostas à internet. Os especialistas recomendam que as empresas atualizem suas ferramentas e adotem práticas de segurança rigorosas para proteger suas redes.

Ameaça de mineração de criptomoedas explora vulnerabilidade do Langflow

Pesquisadores da Trend Micro identificaram uma nova campanha de ataque que explora uma vulnerabilidade crítica no Langflow, especificamente a CVE-2026-33017, que permite execução remota de código (RCE) sem autenticação. O ataque, que ocorreu entre 27 de março e 15 de abril de 2026, utiliza um simples código Python para baixar e executar um minerador de criptomoedas Monero. O malware não apenas desativa processos concorrentes de mineração, mas também remove logs do sistema e altera atributos de arquivos para garantir sua persistência. Além disso, ele se propaga para outros sistemas através de chaves SSH reutilizadas, transformando uma instância exposta do Langflow em um ponto de entrada para compromissos mais amplos. Essa situação destaca a crescente exploração de endpoints de aplicações de inteligência artificial como vetores de ataque em ambientes corporativos. A vulnerabilidade do Langflow, que já foi alvo de outras explorações, como a distribuição do malware Flodrix, evidencia a necessidade urgente de monitoramento e mitigação em sistemas que utilizam essa tecnologia.

Vulnerabilidade crítica no Langflow permite exploração de servidores

A vulnerabilidade CVE-2026-5027, classificada como de alta severidade, está sendo ativamente explorada por atacantes na plataforma de desenvolvimento de IA Langflow. Essa falha de path traversal na funcionalidade de upload de arquivos permite que invasores escrevam arquivos em locais arbitrários do sistema de arquivos, utilizando sequências de travessia de caminho (’../’). O problema foi identificado pela Tenable no início de 2026 e divulgado publicamente em 27 de março, após a equipe do Langflow não ter respondido a um relatório inicial. A exploração é facilitada pelo fato de que o Langflow permite login automático não autenticado por padrão, tornando a vulnerabilidade acessível sem a necessidade de credenciais. Pesquisas indicam que cerca de 7.000 instâncias do Langflow estão expostas publicamente, embora esses dados possam incluir resultados de varreduras históricas. A recomendação é que os usuários atualizem para a versão mais recente, 1.10.0, que corrige a falha. A situação é preocupante, especialmente considerando que outras vulnerabilidades no Langflow também foram alvo de exploração recentemente.

Vulnerabilidade crítica no Langflow permite execução remota de código

Uma falha de segurança de alta gravidade, classificada como CVE-2026-5027, foi identificada na plataforma de código aberto Langflow, que permite a construção de aplicações de inteligência artificial. Com uma pontuação CVSS de 8.8, essa vulnerabilidade de ‘path traversal’ possibilita que atacantes escrevam arquivos em locais arbitrários do sistema de arquivos. O endpoint vulnerável, ‘POST /api/v2/files’, não sanitiza o parâmetro ‘filename’, permitindo que sequências de travessia de caminho (’../’) sejam utilizadas para explorar a falha. A empresa Tenable, que descobriu a vulnerabilidade, tentou contatar os mantenedores do projeto em três ocasiões antes de divulgar a questão em março de 2026. A vice-presidente de pesquisa de segurança da VulnCheck, Caitlin Condon, destacou que a vulnerabilidade permite a execução remota de código, e como o Langflow permite login automático não autenticado por padrão, um único pedido não autenticado é suficiente para obter um token de sessão válido. Até o momento, os esforços de exploração têm se concentrado em escrever arquivos de teste nos sistemas das vítimas. Dados do Censys indicam que cerca de 7.000 instâncias do Langflow estão expostas publicamente na internet, principalmente na América do Norte. Essa atividade de exploração segue uma série de vulnerabilidades anteriores no Langflow, indicando uma tendência crescente de ataques direcionados a ferramentas utilizadas para desenvolver aplicações de IA.

CISA adiciona falhas críticas em Langflow e Trend Micro Apex One

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu duas vulnerabilidades críticas em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploradas (KEV), afetando o Langflow e o Trend Micro Apex One. A primeira, CVE-2025-34291, com um escore CVSS de 9.4, é uma falha de validação de origem no Langflow que permite a execução de código arbitrário, comprometendo totalmente o sistema. A segunda, CVE-2026-34926, com um escore CVSS de 6.7, é uma vulnerabilidade de travessia de diretório nas versões on-premise do Apex One, que pode ser explorada por um atacante local com credenciais administrativas para injetar código malicioso. Relatórios indicam que a falha no Langflow foi explorada por um grupo de hackers iraniano, MuddyWater, para obter acesso inicial a redes-alvo. A CISA exige que as agências federais apliquem correções até 4 de junho de 2026, dada a gravidade da exploração ativa dessas vulnerabilidades.

CISA alerta sobre vulnerabilidade crítica no framework Langflow

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) emitiu um alerta sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-33017, que afeta o framework Langflow, amplamente utilizado para a construção de agentes de inteligência artificial. Com uma pontuação de 9.3 em 10, essa falha permite a execução remota de código, possibilitando que atacantes criem fluxos públicos sem autenticação. A exploração começou rapidamente após a divulgação do aviso, com atividades de escaneamento automatizado iniciando em apenas 20 horas e a coleta de dados em 24 horas. O Langflow, um framework visual open-source com 145 mil estrelas no GitHub, é um alvo atrativo para hackers devido à sua popularidade. A CISA recomenda que administradores de sistemas atualizem para a versão 1.9.0 ou superior para mitigar a vulnerabilidade ou restrinjam o endpoint vulnerável. Embora a CISA não tenha classificado a exploração como relacionada a ransomware, a urgência da atualização é clara, especialmente para organizações sob a Diretiva Operacional Vinculativa (BOD) 22-01. A situação destaca a importância de monitorar o tráfego de saída e rotacionar credenciais em caso de atividades suspeitas.

Falha crítica de segurança no Langflow é explorada em 20 horas

Uma vulnerabilidade crítica no Langflow, identificada como CVE-2026-33017, foi explorada ativamente apenas 20 horas após sua divulgação pública. Com uma pontuação CVSS de 9.3, a falha resulta de uma combinação de falta de autenticação e injeção de código, permitindo a execução remota de código sem autenticação. O endpoint vulnerável, /api/v1/build_public_tmp/{flow_id}/flow, permite a construção de fluxos públicos sem exigir autenticação, o que possibilita que atacantes enviem dados controlados por eles, incluindo código Python arbitrário. A exploração bem-sucedida pode permitir que um invasor execute código com privilégios totais do servidor, acessando variáveis de ambiente e arquivos sensíveis.