Khunt

Ataque a banco de dados Oracle via injeção SQL e toolkit malicioso

Um ataque recente comprometeu um banco de dados Oracle através de uma falha de injeção SQL em uma aplicação web pública. Os invasores conseguiram instalar um toolkit de pós-exploração, conhecido como khunt, sem a necessidade de escrever executáveis no disco. Utilizando código-fonte Java, eles permitiram que o Oracle compilasse esse código em objetos de esquema armazenados, executando comandos diretamente do mecanismo do banco de dados. A falha estava em um campo de busca com autocomplete que passava entradas não validadas para o banco de dados via conexão JDBC, onde a conta utilizada tinha privilégios suficientes para criar objetos Java. A Huntress, que rastreia o toolkit, identificou a execução de código em nível SYSTEM no servidor Windows subjacente. Apesar de a Oracle não ter disponibilizado patches para corrigir a falha da aplicação ou os privilégios da conta, a solução proposta inclui o uso de consultas parametrizadas e validação de entrada, além de garantir o princípio do menor privilégio para contas que servem aplicações públicas. O ataque destaca a necessidade de uma vigilância constante e de práticas de segurança robustas em ambientes de banco de dados.

Hackers exploram vulnerabilidade SQL em banco de dados Oracle

Um ataque cibernético recente, descoberto pela Huntress em 27 de julho de 2026, revelou a exploração de uma vulnerabilidade de injeção SQL em um banco de dados Oracle, que permitiu a instalação de um toolkit de pós-exploração diretamente no sistema. Os hackers acessaram o banco de dados através de um endpoint vulnerável em uma aplicação Java pública, que não validava corretamente as entradas do usuário. Após a exploração, o toolkit khunt foi armazenado como um objeto Java no banco de dados, possibilitando a execução de comandos SQL que poderiam afetar o sistema operacional do servidor. O toolkit incluía componentes que permitiam a execução de comandos, roubo de credenciais e gerenciamento de arquivos. Os atacantes conseguiram executar comandos com permissões de nível SYSTEM no servidor Windows, o que levanta preocupações significativas sobre a segurança de sistemas que utilizam Oracle. A Huntress recomenda que as organizações sanitizem todas as entradas de usuários e limitem os privilégios das contas de banco de dados em aplicações expostas ao público.